República Paz & Amor

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Um Grande Acordo Nacional. Com VAR, Com Tudo.

Por | 7 de abril de 2019
capa439
9 Comments
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    Ronald Farah 2 meses ago Responder

    A verdade é que o Abel saiu do Florminense, mas o Florminense não saiu do Abel.
    O cara está acostumado a treinar times pequenos como Flor, e aí quando pega um GRANDE time fica perdido

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    Marcio 2 meses ago Responder

    Arthur é foda. Aguardando o livro no final do ano contando o setimo titulo brasileiro, a quarta copa do brasil, o bi da libertadores e o bi mundial.

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    Jerry Fernandes 2 meses ago Responder

    ARRASCAETA LIVRE!!!

    Deixa a estrela brilhar!

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    Carlos Moraes 2 meses ago Responder

    Não da parte do Arthur, que é, antes de tudo, um tremendo gozador.

    Prefiro citar o Felipão, uma zêmula constante, no jogo de ontem.

    Abaixo o VAR !

    Num é possível ! Deus do Céu, que coisa mais louca !

    O VAR erra, para nós, só contra nós. Quando anulou um gol do rival aos dois minutos, o próprio Flu, tudo bem. Viva a tecnologia !

    Entendo, pessoalmente, que pode se discutir o VAR por outro ângulo. Se tira ou não uma das inúmeras emoções do futebol, qual seja a falha das arbitragens.
    Só por aí. Nunca no restante.
    Não faz mal, Já surgiu uma nova profissão televisiva. O comentarista de VAR, ou melhor, dos árbitros do VAR. Acertaram ou erraram. A última palavra com a porra da Central do Apito.

    Dito isto, estou com o JOÃO NETO.
    Não vejo a diferença que imaginava ver entre o Flamengo e os demais ^grandes^ cariocas.
    Todos os jogos foram, pelo menos até aqui, equilibrados, o que é, para mim, bem preocupante.
    O elenco, na teoria, seria bem superior. No campo, não. Há equilíbrio e os resultados – e já foram muitos jogos – são suficientemente reveladores.
    Aguardemos as duas últimas partidas contra o Vasco.
    Há uma certeza. Não temos o menor padrão de jogo.
    O time, com certeza, treina muito pouco, se é que treina, sendo que o técnico …

    E viva o VAR !

    Desconfiadas SRN
    FLAMENGO SEMPRE

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    Felipe 2 meses ago Responder

    Somente eu fiquei estarrecido com a flagorosa libertinagem na marcaçao de um impedimento esdruxulo feita pelo bandido de preto?
    Aquilo nunca tinha visto. O bandeira da condicoes o juiz pode contar com o auxilio do VAR e resolve marcar um impedimento por conta? E ainda por cima erra!!!
    Na boa se nao pegar um 12 anos de gancho nao existe lava jato no Brasil.

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    Sergio Figueiredo 2 meses ago Responder

    Puta que pariu, Arthur! “Diego Giras” foi a melhor de todas! Não me lembro qual foi a última vez que esse cara decidiu uma partida importante para o Flamengo. Talvez no Brasileiro de 2016. E pensar que tem torcedor que defende esse jogador meia boca, só porque joga com “vontade”. Sem falar nas declarações deploráveis que ele costuma conceder nos pós vexames!

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    Roberto Fla 2 meses ago Responder

    1) Que ainda que não tenha sido roubado, como manda a tradição, julgo que foi, dado o nosso domínio absoluto até então, moralmente impróprio.

    2) Depois nego não entende porque as instituições estão enfraquecidas no país. Conforme previsto, o problema é o guarda da esquina, sim.

    3) Depois que empatou, o Flamengo não teve nenhuma chance memorável de virar o placar, mas é verdade que, fora uma ou outra unhada, também não correu perigos.

    Você é impagável!

    SRN

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    Luís Pereira 2 meses ago Responder

    Sem contar, nobre cronista, o impedimento inexistente. Mas agora Inês é morta!
    Quanto ao time, eu queria saber quem banca Arão titular. O resto é conversa!

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    João Neto 2 meses ago Responder

    Esse campeonato interno demonstra o tanto de melhoras a serem alcançadas. Não há grandes diferenças de desempenho entre os “grandes” competidores. O nivelamento rasteiro prepondera. O que preocupa os racionais que não se deixam iludir por esparmos de individualidade ante a fragilidade de organização tática e coletiva e da decadência dos competidores fluminenses.

    Preocupante é observar a atuação magistral do rubro- negro paranaense sem nenhum jogador de grande monta. Lembrou os times de ponta da Inglaterra. A busca incessante pelo resultado. Causou desespero ao fazer uma simples comparação com o rubro- negro carioca. Quanta diferença.

    Como o futebol se alterna cada jogo, é esperançosa a mudança do time. Acho difícil. A mentalidade é construída com o tempo. O citado clube Paranaense vem laborando esse estilo de jogo há tempos. Houve mudanças em vários setores, culminando com o campo. Entre as certezas obtidas está a de não haver titularidade no elenco. A reposição de peças não altera o desempenho. Há um sistema de jogo próprio baseado na pressão ao adversário. Requer condicionamento físico. Exatamente o que já empera a possibilidade de cópia.

    Ilusões à parte, algo de novo tem de acontecer. Mudanças são urgentes. A começar pelo comando técnico.

    SRN

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