República Paz & Amor

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Só Há Paz na Vitória

Por | 1 de maio de 2019
capaboa
20 Comments
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    vania 4 meses ago Responder

    O problema não foi perder foi a maneira que perdemos.

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      FRED K. CHAGAS pau na moleira dos comunas 4 meses ago Responder

      “the song remains the same”

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    Carlos Moraes 4 meses ago Responder

    Em uma opção passional, como tal criticável, preferi ver a nossa fraquíssima exibição, abandonando o jogo pela Champions League, que seria a escolha óbvia de quem ama APENAS o futebol.

    Não vou comentar o que não vi.
    Vou escrever a respeito do muito que tive a oportunidade de apreciar.

    Não tenho a MENOR dúvida.
    Sempre afirmei que Pelé, cuja carreira pude acompanhar na íntegra, em razão da minha idade, foi incomparável.
    Nos dias de hoje, também tenho condições de afirmar.
    Depois dele, DESTACADAMENTE, há um nome.
    M E S S I

    O craque argentino, que poderia dizer catalão, é, nos nossos dias, igualmente INCOMPARÁVEL.
    Não há parâmetros.
    Uma superioridade gritante e absurda.

    Vi PELÉ, inúmeras vezes, mais ao vivo, pois o Maracanã era a casa do Santos, que na TV.
    MESSI, apenas pela TV.
    Mesmo assim, agradeço o privilégio.

    Dois jogadores que justificam ser o futebol a grande paixão que é em todo o mundo.

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    Carlos Moraes 4 meses ago Responder

    O Aureo deu a dica dos nossos tempos.

    Há que se distinguir entre saber e sabedoria.
    O saber está devidamente enlatado nas internets da vida, mas sempre resta a sabedoria.
    Combatê-la é uma necessidade dos aprendizes de feiticeiro, nada sendo mais eficiente que extinguir as Universidades, em especial acabar com os chatos e renitentes filósofos e sociólogos.

    Vou propor uma solução, que salvará, ao mesmo tempo, o Flamengo e o Brasil.
    Como o primeiro não deu certo, como o segundo é pior ainda, ABEL BRAGA para Ministro da Educação !

    Enfurecidas SRN
    FLAMENGO SEMPRE

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    João Neto 4 meses ago Responder

    Para evitar esse vexame antecipado, assisti ao jogo do time do Messi contra o Liverpool. O treinador do time inglês, tal qual o cansado Abel, quis dar uma de Professor Pardal. Resultado: Levou um sapeca de 3 com possibilidade de 5, fora o baile.

    Essa mania de querer inventar…

    De momento, me livrei da tortura. Domingo tem mais. Será que o treinador se mantém até lá? Aguardemos.

    SRN

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      Carlos Moraes 4 meses ago Responder

      Traí o futebol e fui fiel à paixão.

      Consequência óbvia – phuddi-me.

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        João Neto 4 meses ago Responder

        A Instituição Flamengo que me perdoe, mas não trocaria um espetáculo de primeira grandeza por uma sessão de tortura. Entendo a sua opção, Carlos. Faria a mesma coisa em tempos passados.

        Um abraço!

        SRN

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          Carlos Moraes 4 meses ago Responder

          Lamentei muito a minha opção, que, à evidência, foi equivocada.

          Pior, ainda, que nada vi, além dos gols, da vitória do Messi (pelo que li, foi quase exclusivamente dele).

          O site da UEFA, nos seus ^highlights^, limita-se aos gols, a menos que o placar não seja movimentado.
          Por sinal, a cobrança da falta foi genial.

          Nos comentários e nos números estatísticos, ao contrário da sua opinião (que, para mim, vale muito), dizem que houve equilíbrio, sendo exagerado o placar final.

          Enquanto isso, a pelada lá no Sul, não só pela derrota, foi algo MUITO TRISTE.

          SRN
          FLAMENGO SEMPRE

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    Aureo Rocha 4 meses ago Responder

    Quem ao menos tem alguma noção teórica dos postulados do “condicionamento clássico”, elaborados por Ivan Pavlov, ou da “psicologia da aprendizagem”, de John B. Watson, ou de Burrhus Frederic Skinner, também conhecido como sistema de punição e recompensa, sabe muito bem o que acontece quando o Flamengo joga no Sul do Brasil.

    Por que salivamos diante de uma comida apetitosa?
    Porque a visão do prato e seu cheiro estimulam o cérebro, que aciona as glândulas produtoras de saliva.

    E isso acontece porque o organismo já está se preparando antecipadamente para a digestão.
    A visão do prato e seu cheiro estimulam o cérebro, que, por sua vez, aciona as glândulas produtoras de saliva, secreção que tem a função de ajudar o aparelho digestivo a decompor a comida ingerida.

    Essa reação é um exemplo de reflexo condicionado, descoberto pelo fisiologista russo Ivan Pavlov (1849-1936) em um experimento clássico.

    Toda vez que alimentava um cão com um pedaço de carne, Pavlov fazia soar antes uma campainha. Resultado: sempre que ouvia esse som, o cachorro começava a salivar, mesmo sem ver a carne nem sentir seu cheiro, prova de que havia sido criada, em seu cérebro, uma associação entre a campainha e a hora em que o alimento era servido.

    Aqueles que conseguiram chegar até este parágrafo, já mataram a charada.

    Os jogadores do Flamengo quando vão enfrentar equipes sulinas já entram em campo salivando a derrota, numa demonstração flagrante do chamado reflexo condicionado.

    Logo que ouvem o apito inicial da partida, os times do Flamengo começam a salivar a derrota, mesmo sem avaliar a sua capacidade técnica individual e coletiva, uma vez que já foi criada a tese de que o Flamengo não vence no Sul. Fazem, assim, uma associação entre o ambiente atual que envolve o jogo com os acontecimentos do passado, ou seja, já se preparam antecipadamente para a derrota.

    Há outros exemplos clássicos, no futebol. No passado: o Brasil contra o Uruguai, e o Flamengo contra o Botafogo, e, na atualidade, o Vasco contra o Flamengo em decisões.

    Cansava de me estressar, quando Manga dizia: contra o Flamengo, o bicho é certo.

    Um dia, Zico mandou a teoria do Ivan Pavlov para a kenga que o pariu, e danou a sapecar vitórias e goleadas em cima do “Glorioso.”

    E é esse o exemplo que tem que ser passado ao atual time do Flamengo: deixar de entrar em campo derrotado antes do tempo. Aliás, a Libertadores é outro exemplo para o Flamengo. Parece que os insucessos anteriores do Flamengo nessa competição acionam o cérebro dos jogadores, antecipando a derrota.

    SRN!

    Obs.: eu também não sei nada sobre esse tal do “condicionamento clássico”. Copiei tudo da internet.

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      chacal 4 meses ago Responder

      condicionamento clássico kkkkkkkkk
      mais legal foi a sinceridade em revelar que copiou a porra toda….nota 1000

      SRN !

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    Rasiko 4 meses ago Responder

    Arthur provando que, além de tudo, está se tornando um profeta.

    Se o Abel não sair, JÁ, não há a menor possibilidade de sucesso em qualquer das 3 frentes. Além de pessimamente treinado, os jogadores parece que só rendem no Maracanã com o bafo da torcida no cangote. O espaçamento entre as linhas é inacreditável. Os 2 gols saíram em falhas dos zagueiros, mais especificamente do Renê. No 2º gol o Sarrafiori foi chegando, chegando, chegou. Houve um momento em que contei 6 jogadores do Inter no meio de campo e NENHUM do Flamengo. O Everton Ribeiro procurou alguém pra passar a bola e não encontrou.

    Ouvi ou li que já há descontentamento entre os jogadores.

    É evidente que o Trauco é muito melhor jogador que o Renê. Ele não marca bem? Não, não marca, mas o Marcelo também não e tem sido um dos melhores laterais do mundo.

    Se não tem ninguém melhor que o Pará no elenco, pergunto: o que o Klebinho está fazendo lá? Será que não é possível testar algum outro volante, por exemplo, no lugar dessa inutilidade que é o Pará?

    Ainda bem que estou vacinado. Fico contente com a vitória e a derrota pouco altera o meu batimento cardíaco.

    Mas que o Flamengo cansa, cansa.

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    Thelmo Melgaço dos Santos 4 meses ago Responder

    E a prova de que só há paz na vitória nessa saga flamenga no quotidiano de todos nós, é que caso a tão considerável derrota aconteça, a guerra dos mundos aconteça a partir das 18:00h desse feriado dos trabalhadores, talvez nada rubro -negro. Fatídico ou festivo epacífico: vamos ao jogo.

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    Alexandre Pessoa 4 meses ago Responder

    Mas parece que pelo menos eles já tem drenagem lá no estádio deles…

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    Marcos 4 meses ago Responder

    hahahaha esse Arthur vem com cada uma…”raríssima vitória loira e dolicocéfala” Perfeito!

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    Ricardo Carvalho 4 meses ago Responder

    Muito bom como sempre. Análise lúcida e didática. “Nosso dever de rubro-negro, mesmo sendo feriado, é esperar o melhor, estar preparado para o pior e não se surpreender com nada entre os dois extremos.” Perfeito!

    Flamengo ganha por 2 x 1.

    SRN

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    Roberto Fla 4 meses ago Responder

    Flamengo de Schrödinger que está dentro da cabeça de Abel….

    KKKKKKKK Muito Bom!

    SRN

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    Roberto Zárate 4 meses ago Responder

    Esse “Flamengo de Schrödinger” foi sensacional!
    Teve um efeito ansiolítico.
    As 16h, vou analisar o estado do “gato” e depois vejo minhas esperanças pro jogo!
    Torcer muito, lógico!
    Mas ciente da nossa dualidade quântica!
    Vlw Arthur!!!

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      FRED K. CHAGAS pau na moleira dos comunas 4 meses ago Responder

      muito blablabla e NADA

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    carlos gama 4 meses ago Responder

    Parabéns mais uma vez…. seus textos são brilhantes, é um prazer ler e reler sua coluna, hilária, analogias perfeitas, a gente se diverte com esse “passeio” pela história, literatura , física, sociologia, filosofia e por aí vai….. …. Está provado que Flamengo também é cultura…. Nesses tempos soturnos para o mundo filosófico e acadêmico brasileiro, temos a prova viva que Ciências Humanas são sim, parte da nossa vida cotidiana….Muito legal mesmo!!!!!!

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      Carlos Moraes 4 meses ago Responder

      Não posso deixar de endossar e aplaudir este comentário do Xará Gama.

      O excelente texto do Arthur mereceu um comentário, mesmo que de seis linhas, tão apropriado como este.

      Como escevo na segunda-feira, aporrinhadas SRN
      FLAMENGO SEMPRE

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