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Preconceito de Cor

Por | 29 de março de 2019
capa3
11 Comments
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    João Neto 3 semanas ago Responder

    Esse detalhe da camisa suada faz lembrar a camisa da Seleção da Alemanha na Copa de 2014. Por sinal, belíssima!

    Particularmente, gostei desse tom. Além de destoar os uniformes dos contumazes elementos de pouca vocação para o labor.

    SRN

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    Marcos 3 semanas ago Responder

    Cara, que acuracidade do Arthur. Com certeza isso é um ardil comercial da Adidas pra destacar o vermelho rubro das clássicas três listras nos ombros.

    Muda Manto!

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    Xisto Beldroegas 3 semanas ago Responder

    Concordo com todas essas considerações sobre a camisa, embora, confesso que não notei porríssima nenhuma ( e olha que a cirurgia de catarata melhorou muito minha visão). E como acredito nos queridos ouvintes que me leem, façam tudo na camisa pra corrigir esse defeito visual, só não vale pedir aos jogadores pararem de suar a camisa.

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    FRED K. CHAGAS pau na moleira dos comunas 3 semanas ago Responder

    em minha opinião, ela mais escura, brilhando mais sobre o relvado, ficou mais maneira ainda.

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    Fernando Amadeo 3 semanas ago Responder

    SRN!

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    Aureo Rocha 3 semanas ago Responder

    Poxa, Arthur, só você mesmo para me arrancar dos meus processos, que não me andam dando tréguas.

    Eu leio sempre o RP&A, mas ando mesmo sem tempo para aqui comentar.

    Porém, o Ascânio, o Poeta Cego do Flamengo, foi o meu pai adotivo e quem
    me ensinou a amar o Flamengo.

    Assim, não poderia deixar de trazer um pequeno fato para ilustrar quem foi o flamenguista Anscânio José da Silva.

    Num certo domingo dos anos 60, o Fluminense havia vencido o Flamengo por um placar anormal, talvez uns 3×1, não me lembro bem.

    Na nossa rua, morava um senhor também deficiente físico ou portador de deficiência física, nem sei como se diz, que perdera mais da metade de uma perna num acidente. Era o seu Dionísio, um tricolor roxo.

    Na segunda feira seguinte ao jogo, quando eu levava o seu Silva – como o poeta era chamado – para telefonar num bar da redondeza, caminhava em sentido contrário o tricolor seu Dionísio, amparado pela sua muleta.

    E quando se cruzaram, seu Dionísio em tom cordial, cumprimentou o meu pai:

    – Bom dia, seu Silva!

    Meu pai adotivo, deu meia parada, retirou os óculos escuros, abriu os olhos como quem fosse enxergar, e virando o rosto em direção ao tricolor Dionísio, gritou:

    Vai prá puta que o pariu!

    Eu ainda rio até hoje da cara de espanto do seu Dionísio.

    Ninguém amou o Flamengo mais do que o poeta Ascânio.

    Obrigado pela lembrança.

    SRN!

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    Leonardo Da Vinci Sartori Filho 3 semanas ago Responder

    Cacete, que pura filosofia… muito douto, tô de bobeira aqui. Que venha o Peñarol!

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    jaime 3 semanas ago Responder

    Kd a República de antes? Aquelas discussões acaloradas e quentes? Eram todos lulistas? Sumiram? Foram embora pra Venezuela ou Cuba? Ou foram pra Dinamarca, Suiça, Estados Unidos?

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    Ricardo 3 semanas ago Responder

    Deve haver alguma forma de absorver o suor dos jogadores mais rapidamente. A Adidas tem que trabalhar nisso.

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    Bernard Fernandes 3 semanas ago Responder

    Ler esse post me lembrou de outro, que fui resgatar nos arquivos do Urublog: http://globoesporte.globo.com/rj/torcedor-flamengo/platb/2009/07/02/a-beleza-esta-nos-olhos-de-quem-a-ve/

    Destaquei duas partes:

    “… Mas, na minha opinião, a camisa do Flamengo deve ser respeitada do mesmo jeito que respeitamos a nossa mãe. Não estamos proibidos de achar que nossa progenitora é uma baranga. Mas você é desses que saem explanando pra geral que sua mãe é feia?”

    […]

    “A camisa é inovadora no seu design, diferente do que temos visto nos últimos anos. Francis Bacon já disse que não há beleza perfeita que não contenha algo de estranho nas suas proporções. Vamos esperar que nossos olhos se acostumem e, principalmente, vamos ver se ganhamos alguma coisa com ela. Aí a gente vê quem é que acha ela feia.”

    “Esperar que nossos se acostumem” e “ver se ganhamos alguma coisa com ela”. Ganhamos o brasileiro e imediatamente eu comprei um modelo com o número do Magro de Aço estampado nas costas.

    SRN

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    RICARDO FERREIRA DE CARVALHO 3 semanas ago Responder

    É isso aí, Arthur!

    Também achei que o manto fica esquisito com os atletas suados.

    Vamos lutar para mudarem a camisa.

    P.S. Muito bom vir aqui e ver que você “tá batendo o ponto”!

    SRN

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