República Paz & Amor

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Pela Décima Vez

Por | 6 de maio de 2019
capasp
12 Comments
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    Leonardo Da Vinci Sartori Filho 3 semanas ago Responder

    Legal, deve ser alucinação minha. Até o Pet cornetou. O Arão faz parte da marcação pelo alto, ele ataca também. No time titular, só ele, Leo Duarte, Rodrigo Caio e Bruno Henrique fazem esse papel. Até Vitinho ajuda, mas no momento o banco dele é incontestável. Renê, Pará, Cuellàr, Ronaldo, fora os anões Diego, Everton Ribeiro, Arrascaeta, só conseguem cortar bola pelo alto na base do posicionamento.
    Infelizmente é uma característica do time que faz com que o Arão seja necessário.

    SRN

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      Leonardo Da Vinci Sartori Filho 3 semanas ago Responder

      Claro que uma doideira, tipo um zagueiro alto (Rafael) na lateral esquerda, ou colocar o Arão no lugar do Pará (mas o combate na linha de fundo fica prejudicado), essa falta de opções defensivas prejudica quando enfrentamos times de grande estatura que lançam muito a bola na área.

      SRN

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    Marcos 3 semanas ago Responder

    Tá osso Arthur… só teus textos geniais pra fazer a gente lembrar de um Flamengo Sessentão no bom sentido. Acho que esse Flamengo de hoje aceita demais as convenções do futebol moderno e deixou o élan de 1911 emoldurado como artigo de museu.

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    Rodrigo Corbelari 3 semanas ago Responder

    Salve, Noel! Saudações, Arthur! Que São Judas e Zico estejam conosco em mais esta peleja/batalha sudaca.

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    Aureo Rocha 3 semanas ago Responder

    Assisti ao desenrolar desse empate, olhando o tempo inteiro para a caixa de madeira onde guardo a minha corneta, enquanto refletia: tocar ou não tocar, eis a questão.

    Em relação ao Flamengo, eu ponderei bem. Afinal o time jogou recheado de garotos do Ninho: César, Thuller, Matheus Dantas, Rafael Santos, Hugo Moura, Ronaldo, Lucas Silva e Lincoln. Oito entraram em campo, e talvez jamais tivessem jogado juntos. Desculpei assim a atuação do time.

    Então, para não perder o costume, resolvi cornetar o árbitro da partida e os coVARdes auxiliares de vídeo.

    Segundo as diretrizes de interpretação de lances de mão na bola, a FIFA orientou as arbitragens a observarem o seguinte:

    Ação deliberada – Se um jogador se movimenta no sentido de bloquear um chute ou cruzamento, e ele atinge seu objetivo ajudado pelo contato da mão com a bola, a infração deve ser marcada, mesmo que sua intenção não seja a de utilizar os braços ou mãos no lance. Assim, comete falta um zagueiro que dá um carrinho para travar uma finalização e vê a bola encostar em sua mão apoiada no chão.

    Movimento natural ou não – O árbitro deve levar em conta se a posição da mão ou braço ao tocar na bola é uma decorrência natural do movimento. Durante uma corrida, por exemplo, a mão pode tocar a bola como resultado do balançar normal dos braços, o que não constitui uma infração.

    Ampliação do “volume” do corpo – A arbitragem deve observar se a posição da mão que toca a bola representa um aumento do espaço que o corpo do atleta ocupa. Um braço esticado, para os lados ou para cima, pode interceptar um cruzamento ou passe que não seria bloqueado pelo tronco ou pernas. Neste caso, a falta deve ser marcada.

    Agora, observem no vídeo abaixo que o jogador Bruno Alves, do São Paulo, se movimenta no sentido de bloquear o chute, esticando o braço, em um movimento antinatural, ampliando o volume do corpo e interceptando um lançamento que não seria bloqueado pelo tronco ou pernas.

    Ora, se o árbitro não viu a infração, por que o VAR não interferiu e orientou o medroso árbitro a marcar a penalidade máxima?

    Simples a resposta:

    1) a partida já estava no seu final, na fase de prorrogação, o que impossibilitaria uma reação do São Paulo;
    2) a partida estava sendo disputada no campo do São Paulo, e
    3) o atual presidente da CBF é um ex dirigente do São Paulo Futebol Clube e da Federação Paulista de Futebol.

    Mas, se fosse contra o Flamengo, o pênalti seria marcado.

    Observem também a cara de babaca dos comentaristas do SPORTV, principalmente a do Milton Leite que gaguejou quase se borrando nas calças, tentando justificar o erro grosseiro da arbitragem, apontado pelo comentarista de arbitragem, Sandro Meira Ricci.

    Com a existência desse pênalti, até o Carlos Morais irá concordar.

    Já dizia o velho ditado popular: “Manda quem pode, obedece quem tem juízo”.
    E a roubalheira continua solta.

    SRN!

    Lance do pênalti:

    https://globoesporte.globo.com/futebol/brasileirao-serie-a/noticia/central-do-apito-sandro-meira-ricci-ve-penalti-nao-marcado-a-favor-do-flamengo.ghtml

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      Carlos Moraes 3 semanas ago Responder

      Não, meu caro Aureo.
      Ainda não será desta vez.
      Estou com o nosso Jorge Murtinho (para mim, nada).
      Arbitragem nota DEZ !
      O árbitro Ricardo , mais do que tudo, teve o que se precisa ter, seja de Juiz, seja de um Árbitro.
      BOM SENSO !!!
      A bola tocada de cabeça pelo Rafael Santos, SEM o menor perigo de gol, JÁ se dirigia, INDUBITAVELMENTE, para a linha de fundo.
      Marcar um penalty (em inglês, mesmo) nestas circunstâncias, seria um TOTAL ABSURDO.
      As regras, como as leis, existem para ser intepretadas, obviamente SEM INVENCIONICES, muito em comum, na segunda. hipótese, nos nossos dias.
      Bem pelo contrário, vibrei (modo de falar) com a interpretação do Ricardo Marques, que, por sinal, acertou em tudo, a saber –
      a) o citado penaltiç
      b) o gol do Tchê Tchê, que, na hora do primeiro chute, para notável defesa do Cesar, estava atrás do jogador que chutou.
      c) não dar um penalti que o Sandro Ricci (de que peça nos livramos) viu contra nós, quando de um mero choque atingindo o jogador Hernanes
      d) não expulsar os nossos jogadores Thuler (apesar da entrada mais do que estabanada) e Trauco.

      SRN
      FLAMENGO SEMPRE

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        Xisto Beldroegas 3 semanas ago Responder

        Pois, Carlos, eu também acho que seria “um absurdo” marcar aquele pênalti naquela altura, na casa do dono, o escambau, tanto que não foi marcado, mas pelas próprias leis vigentes ( que eles próprios criaram) o pênalti existiu, existiu. E tem mais, há controvérsias no gol dos caras.

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    Mauricio Carrilho 3 semanas ago Responder

    Tabelinha de craques: Arthur e Noel. Parabéns, meu camarada!

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    Xisto Beldroegas 3 semanas ago Responder

    Primeiro sobre o tal de VAR, já falei, via Saint-Hilaire e Policarpo Quaresma, aquela história da saúva, se não acabarmos com o VAR, o VAR como está sendo empregado aqui, vai acabar com o que resta do futebol brasileiro. A grande vantagem do VAR é que o bando de ladrões (nada do tal clepto que o Arthur minimizou) fica confinado vendo televisão sem pagar assinatura e agora a gente pode xingar as pobres das senhoras mães deles coletivamente. O gol dos caras foi impedido, o sujeito que recebeu a bola estava paradão na linha de fundo quando recebeu a bola após a grande defesa do Cezar, eu acho que esse negócio de receber rebote de goleiro só tira impedimento na cabeça do Galvão, o que por si, não é recomendável. E houve o pênalti no final que o juizeco ( não estou me referindo a um que anda perambulando por aí que jurou que não ia virar político e virou) se encagaçou e não marcou, e o VAR será que lhe chamou atenção?Nós já estamos à frente, as novas regras já sendo cumpridas? Mais uma avacalhação no bananal. “Restaura-se a moralidade ou locupletemo-nos todos”, já dizia o Stanislaw Ponte Preta. Agora o futebol. O Flamengo até que começou bem, depois entrou em campo a tal síndrome da recueta. A desculpa da vez foi que o Berrio se contundiu (aliás, o que se passa com o nosso “Black-out”, os mais antigos sabem que estou falando do cantor de sucesso de marchinhas, o general da banda) ,um negão enorme e basta esbarrar nele pra ele se desmilinguir todo, o cara não consegue jorgar. Parece que é esse o grande problema do Flamengo, uma síndrome que eu não sei se já está descrita, a síndrome do cagarolas ou dos que não aguentam o sucesso, quando tudo vai bem, lá inventam uma porra pra fracassar. Quem não conhece um tipo assim, que adora um fracassinho. Psicanalistas de plantão cartas pra redação.

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    Jerry Fernandes 3 semanas ago Responder

    É, Arthurzão, eu já não perco mais tempo tentando analisar as atuações desse time Abelardo, porque num dia faz 6×1 ou 3×1 e no outro perde jogos patéticos. Porém, não foi um resultado ruim se tratando de confronto fora de casa com um dos que correm pelo título.

    Eu só espero que na Quarta não tenhamos que cantar aquela outra do Noel: “Adeus! Adeus! Adeus! Palavra que faz chorar…”

    SRN!

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    João Neto 3 semanas ago Responder

    Com um tempo de sobra, me atrevi a participar do Cartola. Nessa última rodada apostei grande parte da pontuação no São Paulo, em virtude da fraqueza que iria ser o time do Flamengo. Como Capitão, Pato. Moleza! Pontuação dobrada…Everton de meia e Bruno Alves (Foi o que deu para comprar e pela lógica…). Final da história: Me lasquei! Pato somou 0,80. Pontuação dobrada: 1,60. Bruno Alves: – 0,80. Everton 2,00…

    O time do Flamengo não inspira confiança, mas esse time dos Bambis é horroroso.

    Faltou informar que como técnico escalei o Cuca. O sujeito nem sabe armar um time, será que foi parceiro de Abel nos bancos escolares?

    Praga de Urubu…

    SRN

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    Marcelo Goldenstein 3 semanas ago Responder

    Hoje o Arthur, nosso Nelson Rodrigues contemporâneo, foi de Noel. Dentre as pérolas, adorei o conceito do “Flamengo pós gentrificação”. Nada define melhor o Diego, sua seriedade, forma física, técnica apurada, cabelinho com luzes e vocação pra derrota.

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