República Paz & Amor

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Os jagunços lutaram até o final

Por | 28 de outubro de 2016
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34 Comments
  • […] REPÚBLICA PAZ E AMOR: O Flamengo é assim. Marcado pela própria natureza. Desci a rampa do Maracanã logo depois do empate de 2 x 2, no domingo passado, pensando nas vezes que fiz aquele mesmo caminho em êxtase, em transe, em depressão, em estado de graça. Nessas horas só a nossa história interessa. Já percorri aquele trajeto de mãos dadas, “levemente” alcoolizada, empurrada por uma multidão, sem um par de tênis, descalça, abraçada com estranhos, consolando desconhecidos, rindo sozinha, chorando acompanhada. Já passei por ali dentro da barriga da minha mãe,  do carrinho de bebê, andando de patins! Lembro de cada sensação que o resultado de uma partida do Flamengo representa naquela rampa. O lugar de mais intensidade e emoção no nosso templo, depois da arquibancada, claro. Se a rampa do Maracanã falasse ela gritaria: Mengoooooooooooo. Por isso, defendo o “Sorteio da Rampa” entre os jogadores ao final da partida. “Sheik, você foi sorteado. Sairá do campo direto para a rampa e de lá pode seguir para o vestiário”. “Zé Ricardo hoje não tem coletiva. Tem rampa.” “Márcio Araújo você vai descer a rampa depois do jogo. Rolando.” Dessa vez passo por aquele lugar em silêncio, mas de cabeça erguida, confirmando meu estado de espírito: Eu ESTOU Hepta. Lutarei por ele até o final, defendendo o Flamengo nessa guerra fatal do Campeonato Brasileiro. NÓS SOMOS O FLAMENGO. Somos Os Sertões. Somos todos Antônio Conselheiro. Rubro-negro é forte, supera miséria sem fim. E o milagre da rampa acontece. Faço contas. Planejo a ida ao próximo jogo. Chamo por Manguito, Toninho e Raul. Chamo por Marinho, Andrade, e Junior. Chamo, Chamo. Chamo por Adílio e Zico. Tita e N U N E S. Chamo por Julinho Uri Geller César, chamo por Carlos Alberto. Chamo, chamo. Rubro-Negro homem (e mulher) forte, dizia o poeta assim: Mil Novecentos e Oitenta. Foi no século passado. Só um jogo épico salva. Não tem segredo, não tem fórmula, não tem mais tática. Agora, só um jogo pra entrar pra História salva. E nós tivemos os nossos. Com os nossos. Ao lado dos nossos. Um jogo assim do Flamengo tem cheiros, aroma, sensações, tem desejos e vontades,  delírios, sintonia, tem pele. Jogo do Flamengo tem momentos únicos onde temos a absoluta certeza que nenhum outro rubro-negro viveu. Só eu. Só você. Só meus 11 leitores. Só a torcida do Flamengo. O delírio da rampa volta. Ela tem vida e traz vida. Eu sinto a presença do meu pai lá. E ainda lembro de um cara descendo a rampa de joelhos, depois de uma vitória antológica do Mais Querido. Só um Flamengo x Atlético Mineiro com uma vitória ÉPICA nossa…salva. 1º de Junho de 1980. Maracanã. 154.355 pagantes. O jogo que TODO rubro-negro foi. Pergunte a qualquer torcedor que você conhece e ele vai responder: Eu estive nesse jogo. Inclusive os que nasceram depois de 1980. Um jogo-místico, um jogo-fantasia, um jogo-épico. Chamo por Nunes. Chamo. “Na final de 80, eu já tinha feito o primeiro. No terceiro gol, recebi a bola do lado esquerdo da torcida, lançada pelo Andrade. Vi o Zico e o Tita entrando na área, tentei cruzar, a bola bateu no Silvestre e voltou pra mim. Daí me veio um negócio na cabeça: Eu tinha que assumir a responsabilidade. Driblei o Silvestre e fiquei diante do João Leite, que pensou que eu ía  rolar para trás. Quando percebeu que eu finalizaria, não deu mais tempo, ele caiu e eu toquei à meia altura. Fui iluminado por Deus. Foi uma emoção muito grande, o gol me fez ídolo do Flamengo. Falam do Reinaldo, mas estava escrito: era dia do Nunes. Se o Reinaldo fizesse o 3 a 3, eu ia lá e faria o 4 x 3.”(Nunes, em depoimento ao jornalista Roger Garcia, em 2009). Sábado – no Mineirão – é um jogo para o Nunes. O João Danado que habita em mim quando visto o manto sagrado e penso em assumir a responsabilidade. O João Danado que habita em cada torcedor do Flamengo quando está diante de mais uma “final” contra eles. João Batista Nunes de Oliveira nosso Antônio Conselheiro. O Homem revoltado com a sorte do mundo em que vivia. Ocultou-se no sertão, espalhando a rebeldia. Se revoltando contra a lei que a sociedade oferecia. É isso que esperamos do nosso time. Revolta. Rebeldia. LUTA. Em campo, claro. Jogaremos por essa vitória. Torceremos por essa vitória. ACREDITAMOS nessa vitória.  Morrem as plantas e foge o ar.  Estamos hepta. Marcados pela própria natureza rubro-negra nos abraçaremos com a certeza de que os Jagunços lutaram até o final. E NÓS somos os Jagunços. Pra vocês, Paz, Amor e Muitas Bençãos […]

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    Thelmo Melgaço 3 anos ago Responder

    Pelo amor de Deus, por amor de tudo o que for mais sagrado, tirem esse projetinho de técnico do comando do Flamengo. Esse cara é um asno, um jumento estúpido. Parem de ficar comparando ele com a decadência dos últimos dias de Muricy Ramalho. Comparem-no com o Cuca, com o Marcelo Oliveira, com o Renato Gaúcho, com o Dorival Júnior… Esse infeliz, por conta de todas as substituições jumentálicas que ele fez no segundo tempo em jogos que o Flamengo tinha o domínio da partida nas mãos, ele tirou o Heptacampeonato do Flamengo. Não é o Palmeiras que é melhor do que o Flamengo para estar como líder, não. É ele que jumentifica sua saga asinina ao tirar quem está jogando bem para colocar zumbis em seus lugares. Várias foram as partidas que ele mudou o panorama do jogo para o Flamengo, PARA PIOR, e com essas tacadas asnáticas dele, foram-se inúmeros 3 pontos, que hoje faz muita falta na tabela. Ou Flamengo, digo, seu Rodrigo Caetano, tira esse estúpido acéfalo do comando desse baita elenco do Flamengo, ou o ano de 2017 já estará fadado ao fracasso, principalmente na Libertadores, onde ele vai ser autor de mais um fiasco. Renato Gaúcho, Marcelo Oliveira, Dorival Júnior, o próprio Cuca, têm condições amplas de fazer o elenco do Flamengo ser campeão da Libertadores 2017. Mas esse elemento ruminante aí… É garantia de frustração e gozação da arcoirizada. SRN.
    themelsan@hotmail.com

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    Fellini 3 anos ago Responder

    Antes do jogo a torcida do Galo cantou: “Doutor, eu não me engano / o Réver é atleticano”… e ele ao fazer um pênalti daquele, vergonhoso até pra zagueiro de várzea, confirmou o canto da torcida.
    Os erros nas substituições do Zé Ricardo, devem fazer com que ele acorde e tenha um pouco mais de humildade, sim, mais humildade, pois embora o discurso fosse “humilde”, pelas escalações e substituições parecia que estava se achando mágico, infalível, acreditando demais na moral que a torcida estava dando pra ele. Ele tem que abrir o olho pra não virar um Cristóvão Borges, técnico que tão incensado pela imprensa pela sua “leitura”, “visão” de futebol, parece que esqueceu que entrevista não ganha jogo, nem comentarista puxa-saco ganha campeonato.
    Não consigo engolir Alan Patrick no time, é um jogador displicente e desatento que, pelo talento que tem, deveria entrar pra cadenciar o jogo, ao invés disso ele quebra o ritmo da equipe, pois não se entrega, não tem a raça que exige o manto que enverga. Que volte logo pra Ucrânia!
    SRN!!!

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    EDVAN SANTOS 3 anos ago Responder

    Sem técnico entregamos, praticamente, o campeonato…!

    Edvan-Alagoinhas-Ba.

    PS – O óbvio…

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      Thelmo Melgaço 3 anos ago Responder

      Esse asinino tirou o hepta-campeonato do Flamengo. Não engulo esse cara. Hoje, como há varios jogos, já não consigo sequer ouvir as explicações dele após as partidas na coletiva, sobre o por quê o Flamengo perdeu o jogo ou empatou essa ou aquela partida. Esse cara é péssimo. E a torcida, que também é feita de pessoas idiotas, fica dizendo: “Muricy e Luxemburgo eram técnicos de peso e não ganharam nada”, “deixa o cara trabalhar”, pô Edvan, Muricy estava em fim de carreira, é só olhar onde ele está hoje. Cuidando da saúde, o cara estava doente e pendurando a prancheta. Luxemburgo é caquético, defasado e empresário de jogador pereba. Nem na China ele conseguiu se firmar, de tão ultrapassado que é. Zé Ruincardo é um projetinho de auxiliar técnico. Somente isso. E que no meu time ele jamais seria isso. Ele tirou o título do Flamengo. Com esse elenco que o Flamengo tem, se o técnico fosse outro, com certeza a torcida já estaria contando um ou dois jogos para comemorar o título. Quantos jogos esse cara fez o Flamengo perder pontos com derrtas e empates ao fazer substituições erradas, quando o Flamengo estava com o jogo na mão, dominando a partida, e ele fez suas invencionices? Será que esse Rodrigo Caetano não enxerga isso, Edvan? Não aguento mais esse elemento infeliz e b-u-r-r-o no Flamengo.

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    Rasiko 3 anos ago Responder

    O Zé mais uma vez mostrou porque NÃO pode ser técnico do FLAMENGO. Ele sistematicamente se acovarda recuando o time depois que faz o 1º gol e ousadia nem pensar. O 1º tempo foi uma das melhores apresentações, senão a melhor, do time e era pra ter matado o jogo. Aí, inexplicavelmente, sob as benções do Zé, o time recua. Por causa de que, alguém me explica? O Flamengo tava dominando completamente o Atlético, que por sua vez, pouco ameaçava, embora, óbvio, não fosse uma boa ideia facilitar pra Robinho e cia. E o que faz o time? Recua, dá campo pro inimigo, incentiva os caras a virem pra cima, perde deliberadamente o controle de um jogo que tava na mão, com Diego e Guerrero rebentando, Fernandinho bem de coadjuvante, Gabriel cumprindo com eficiência seu papel, defesa bem postada, volantes segurando a onda do meio, tudo maravilha até que do nada, sem porque nem praque, entrega-se o ouro aos bandidos. Deve ser o espírito cristão de São Judas Tadeu. O penâlti que o Réver fez foi ridículo, patético, primário, incompreensível e inaceitável. Será que ele não viu que o juiz tava ali a 2 metros vendo tudo de frente pro crime? Como pode um jogador com a experiência dele cometer tamanha irresponsabilidade? “Você foi o culpado pela derrota”, disse o Mozer pro Sheik depois do jogo contra o Fluminense. O Réver foi o culpado pelo empate quase derrota pro Atlético Mineiro. Se ele tem auto-crítica e vergonha na cara, reconhece o erro infantil e pede desculpas à torcida e aos companheiros. Ele pode, sim, ter tirado o título do Flamengo com essa pixotada indesculpável e sou completamente contra passar a mão na cabeça de jogador que dá uma gravata grosseira no adversário dentro da área e na cara do juiz. Errou feio, ganha muito e tem que ser chamado na chincha. Há muito investimento e muita responsabilidade em jogo. Uma atitude dessa não pode passar batida. Perdemos a chance de encostar no Palmeiras que tinha tudo pra perder do Santos e perdeu. Bota na conta do Réver.

    srnp&a

    PS-Cadê a porra do Donatti? Porque todos os gringos, depois de altos investimentos, são bancos dos medíocres?

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      Thelmo Melgaço 3 anos ago Responder

      Rasiko, eu ponho essa derrota (empate) não somente na conta do Réver, mas principalmente na conta do Zé Ricardo, esse projetozinho de auxiliar técnico. Esse cara, além de xenófogo, ele é b-u-r-r-o e irresponsável. São seis anos em que mais de 40 milhões de torcedores espalhados pelo mundo afora estão esperando o Flamengo ter um elenco de verdade para poder levantar o Caneco outra vez. E esse jumento, com jogadores da mais alta qualidade, não todo o elenco, claro, mas que certamente seja o melhor elenco do Brasil, consegue tirar partida após partida os pontos do Flamengo, nos distanciando cada dia mais da disputa com o Palmeiras. Se quando tinha um ponto não conseguimos ultrapassar os porcos, não será agora, restando 5 partidas, que vamos conseguir. Só se for por um milagre: esse cara de Grampola deixar de recuar o time, não substituir errado (praticamente impossível) e o Palmeiras perder 6 pontos dos quinze possíveis. Culpa desse elemento. Não vejo a hora desse cara sair do comando do elenco.
      SRN.

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    Xisto Beldroegas 3 anos ago Responder

    Quero desbafar logo de uma vez, e dar a minha mão à palmatória, Edvan Santos, você tem razão: esse técnino é BURRO, BURRO, POR DEMAIS BURRO0. O Flamengo fez um primeiro tempo primoroso, dominou inteiramente o jogo com o seu feijão com arroz de outras paradas, o Gabriel pela direita, ajudando o Pará e o Fernandinho pela esquerda não só ajudando no setor, mas sendo muito perigoso quando atacava. Enfim, aquilo que os não corneteiros sempre pediam e o time se acostumou a jogar e a ganhar. O que fez o idiota ( desculpem a minha candência, mas agora eu acredito, por outros motivos, que esse téncnico é um incompetente)? Tira Gabriel ( mais uma vez você tem razão, Edvan, Gabriel estava fazendo uma partida corretíssima, fechando aquele espaço e dando chane ao Pará de jogar alguma coisa), coloca o inoperante porra louca do Sheik, não satisfeito, pasmem! tira o Fernandinho um dos melhores em campo e que “prendia” o contra-ataque das galinhas. Perdeu o jogo ali. Mais uma vez, curvo-me diante de sua sabedoria, Edvan Santos, é um treineiro BURRO. O restante do time do Flamengo deveria protestar e não deixar que tal calamidade fosse levada a efeito por um cara desses. Ou foi ideia do Jayme? Bem, mais uma vez peço desculpas pelo meu destempero, vou pro meu armário puto dentro da roupa. Nem precisa o time perder o campeonato esse tal de Zé já o fez hoje, enfim, cumpriu sua missão.

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      EDVAN SANTOS 3 anos ago Responder

      Fique frio amigo Xisto, não posso descer a detalhes… ´É que hoje tô meio “bêbo”, mas amanhã vou mostrar que o Hepta é nosso. `Tá é no papo…!!

      Grande abraço,

      Hoje não, porra, amanha.. Quer dizer; dependendo da ressaca…

      Edvan-Alagoinhas-Ba.
      PS – Beber é bom , véi. . Abre a mente!

      Que sono…FUI…!!!

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    Felipe Saturno 3 anos ago Responder

    De arrepiar !!!! Parabéns

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    MARIO SALES 3 anos ago Responder

    2016. O ano do Hepta!

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    Jucelino Nogueira 3 anos ago Responder

    Vivi, parabéns pelo belo texto.
    Você ganhou mais um leitor.
    Se vencemos o Atlético hoje….o Hepta volta a ficar mais vivo do que nunca.
    SRN – direto da Bahia de São Salvador.

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