República Paz & Amor

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O Preço do Hepta é a Eterna Vigilância

Por | 17 de outubro de 2019
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8 Comments
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    Pedro Guedes 4 semanas ago Responder

    Prefiro manter o sapato da humildade, estou cansado de “segues o líder”, “cheirinhos” e “o campeão voltou” antes da hora certa.
    Oba oba nunca foi bom para a gente

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    Evandro Pereira Silva 1 mês ago Responder

    “Um Flamengo grande, um Brasil maior”, do historiador Renato Soares Coutinho, que aponta a adoção de um caráter nacional associado ao rubronegrismo nas décadas de 30 e 40, pelas ondas da Rádio Nacional e visão do presidente José Bastos Padilha. Muito antes de Zico e da Globo. Vale a pena. Link: http://www.historia.uff.br/stricto/td/1453.pdf&ved=2ahUKEwiChcDApKXlAhVXA2MBHV5LCOUQFjAEegQIARAB&usg=AOvVaw2iYtsn1CvpT6OCAcZn25UA

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    Carlos Moraes 1 mês ago Responder

    Não jogamos bem e, dentro de um mínimo de lógica, não era possível, desfalcados que estávamos de cinco dos nossos principais jogadores.

    Não vimos aquele Flamengo arrasador, que destroçou quase todos os adversários após a chegada do Mister, o português que veio trazer a redenção ao futebol brasileiro.

    Por outro lado, vimos o Flamengo que acompanho desde os anos 40, aquele que fez a sua torcida ir aumentando sempre, pois era sinônimo de luta, de raça, de nunca desistir.
    Este foi o Flamengo que me seduziu, que me fez amar o futebol, que me fez vestir as mais diferentes camisas rubro-negras, fazendo com que, como criança, como jovem, como adulto e, mesmo agora, com muitos anos, não deixasse jamais de acompanhá-lo, fosse em
    Conselheiro Galvão, na rua Bariri, em Campos Sales, em General Severiano, nas Laranjeiras, no então grande estádio de São Januário, obviamente na Gávea, para, uns poucos anos após, chegar ao Gigante do Maracanã, limitando-me, nos dias de hoje, a uma poltrona diante de um aparelho de televisão.

    Paixão, raça, vitória.
    Salve o nosso insuperável FLAMENGO !

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    Rasiko 1 mês ago Responder

    Demorô! Eu já tava até estranhando que os foguetes postados na balaustrada da varanda ainda não tivessem espocados. Indivíduo de pouca fé que sou, abençoei o VAR pela 1ª vez e já me contentava com o empate sem vergonha, cornetando e perdoando aqui e ali sem deixar de prestar atenção na voz interior que me azucrinava “mas pro Fortaleza?” Mas com o improvável gol do Reinier, mandando um tijolo do meio da área no ângulo do arataca, deixando o goleiro mais batido que no gol do Gabriel, soltei o grito da garganta e tive certeza que o título tava na mão. Da decepção com a derrota iminente ao consolo do empate e, por fim, à surpreendente vitória na cabeça do exilado da cbf, me lembrei da Nivinha e tô com ela: na próxima vida espero estar destinado a ter uma personalidade zen e me apaixonar por bocha.

    srn p&a

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    chacal 1 mês ago Responder

    mais um milagre de jesus…….

    esse gajo está fazendo com que o mengão jogue o fino da bola.
    quando não dá espetáculo,ganha na raça como foi ontem.

    me lembro do primeiro treino do flamengo com jorge jesus,aonde o gajo de 65 anos corre ao lado dos jovens atletas rubro-negros.
    depois disso só dá o mister em tudo que se refere o mengão.
    a torcida está apaixonada pelo coroão de portugal.
    espero que esse amor dure muito tempo.

    SRN !

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    Renato Silva 1 mês ago Responder

    Eitchá!! Qd li o título achei que era uma vigilância contra o oba a oba… Enganei-me! Pra cima deles Flamengo!

    SRN

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    Marcos 1 mês ago Responder

    E o Flamengo, assim como Canudos, não se rendeu! Ao contrário do infausto arraial, tivemos bravura inexcedível para virar o jogo contra VAR, contra tudo.

    O HEPTA se aproxima!

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    Flávio Matos Silva 1 mês ago Responder

    A homenagem da torcida adversária ao FLamengo deveria ser repitidas por todas as outras, com apoio das diretorias, visto que o Mengão é o trem pagador deste campeonato brasileiro. Movimentando o PIB de forma abrupta por onde passa, somente uma equipe de tal grandeza e com uma camisa tão blindada é capaz de aceitar tal título e honrá-lo. Receber o Flamengo em uma cidade hoje já é um evento economico, daqueles que os economistas preciam colocar asteriscos nos gráficos para explicar tamanha distorção.

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