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O Papai Chegou.

Por | 22 de fevereiro de 2021
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    Willard H. Wright - "Réu Confesso" (Gremista) 2 semanas ago Responder

    Boa tarde, Arthur, torcida do Flamengo, demais leitores e cronistas do RP&A.

    Aqui no Sul, a imprensa resta inebriada por uma polêmica suposta que, entendo, não deveria existir. É sempre bom lembrar como a razão, infelizmente, exerce pouca influência em casos assim ou, no mínimo, menos do que outros fatores. Sem a mesma legitimidade.

    Outrossim, é forçoso admitir minha quase total ignorância no campo do Direito, dogma ou doutrina, Common Law ou o — que pessoalmente prefiro — Direito Romano-Germânico vigente no Brasil desde quando Ruy Barbosa re(re)digiu o primeiro Código Civil. Daí que já antecipo humildes desculpas ao Dr. Carlos Moraes que, na posição de magistrado (ainda que, salvo melhor juízo, aposentado), talvez aponte algum erro tão fundamental e crasso em meu raciocínio, escusado apenas pelo contraste entre um especialista sem falsa modéstia, e um leigo que sabe inclusive como o Direito jaz longe de seus pontos mais fortes. Pelo menos o Direito “tradicional”.

    Isto posto, socorri-me também do documento da IFAB (disponível no link abaixo) e o estudei com alguma atenção e esmero, procurando justificar não apenas o lance da expulsão, como também a penalidade marcada para o Internacional. Minha humilde conclusão é de absoluta legitimidade da expulsão, e no mínimo uma margem (bem razoável) de interpretação quanto ao pênalti.

    https://resources.fifa.com/image/upload/ifab-laws-of-the-game-2020-21.pdf?cloudid=d6g1medsi8jrrd3e4imp

    Doravante, segue transcrição, traduzida livremente (menos literal e mais semântica, como acredito ser o ideal entre dois idiomas quaisquer), bem como a regra e seu número ou parte da introdução correspondente, seguida da página onde qualquer um pode encontrar o original consultando o documento acima.

    Filosofia e ‘espírito’ das Leis, p. 6:

    Transcrever essa página seria algo trabalhoso. Citei-a apenas pela frequente menção posterior ao que chamam “Espirito das Regras/do Jogo”. A julgar pelo seu próprio comentário, deduzo que o juiz Carlos Moraes (ministros e desembargadores são igualmente integrantes da Magistratura, e provavelmente outros que desconheça ou tenham me fugido à memória) é capaz de ler e interpretar o inglês do documento original (e a todos que por ventura não possam fazer o mesmo, não creio que a popular ferramenta de tradução da Google distorça o bastante daquele pequeno texto a ponto de torná-lo realmente ininteligível).

    Das mudanças nas Leis, p. 7:

    Ao final do terceiro parágrafo, à esquerda (p. 12 — não confundir os números de página que cito no começo, que são numerados como .pdf, com os números das páginas em si, visíveis onde normalmente ficam nas páginas de um livro impresso, abaixo no rodapé):

    “As Leis incorporam o caráter inaceitável de jogo perigoso em suas expressões disciplinares, e.g. ‘disputa (pela bola) imprudente’ (advertência = cartão amarelo/CA) e ‘por em risco a integridade física do adversário’ OU ‘emprego de força excessiva’ (expulsão = Cartão Vermelho/CV)”.

    Agora ao lado direito (página 13), segundo parágrafo:

    “As Leis do futebol são relativamente simples se comparadas a outros esportes coletivos. Todavia, o caráter subjetivo de inúmeras situações, somado ao fato dos árbitros serem humanos (daí cometerem erros) algumas decisões irão, inevitavelmente, gerar debate, discussão, discórdia e controvérsia (…) à revelia de estarem ou não corretas, o ‘espírito’ do jogo dita que as decisões tomadas pelo árbitro sejam sempre respeitadas”.

    Concluíndo no terceiro parágrafo da mesma página:

    “As Leis não podem ou pretendem cobrar cada uma dentre todas as inúmeras e potencialmente infinitas possíveis situações de jogo, portanto, quando da ausência de provisão direta entre as Leis, a IFAB espera do árbitro que tome uma decisão baseada no ‘espírito’ do jogo — isto geralmente envolve a seguinte pergunta, ‘o que se quer/espera do futebol?'”

    Regra 05, p. 33:

    1. Da autoridade do árbitro:
    “Cada partida ocorre sob responsabilidade direta de um árbitro, que dispões de autoridade absoluta, total e impositiva, na aplicação das Leis do Jogo em tudo que tenha relação àquela partida”.

    Vamos à p. 36 (pdf) / 68 (numeração “impressa”)

    4. Do VAR (sigla em inglês pra “Árbitro de Vídeo Assistente”):

    “O árbitro pode ser auxiliado pelo VAR somente na ocorrência de ‘erro claro e óbvio’ ou ‘ignorar incidente grave’ relacionado a:
    – se foi gol ou não
    – se foi pênalti ou não
    – cartão vermelho direto (não se aplica ao segundo amarelo)
    – o árbitro adverte (aplica cartão amarelo) ou expulsa (aplica cartão vermelho, seja direto ou subsequente ao segundo amarelo) o atleta errado do time que cometeu a falta”

    Por certo o colega Carlos Moraes perguntou-se o que caracteriza “clear and obvious error” e “serious missed incident” como tais. Há problemas aqui, e um deles — o da caracterização — restou inexplicado após breve inspeção no documento ao todo. Todavia, transcrevo o segundo parágrafo da página à direita (69):

    “Exceção feita a ‘ignorar incidente grave’, o árbitro (e, quando aplicável/relevante, outros oficiais da arbitragem de campo) deve, obrigatoriamente, tomar uma decisão (o que inclui a decisã́o de não marcar/penalizar uma suposta/potencial transgressão/violação); tal decisão é definitiva a menos de ‘erro claro e óbvio’.”

    Embora a dúvida entre a tecnicidade comum a normas e especificações (que conheço e bem, mas dentro da minha área apenas), e a possibilidade de ambiguidade/imprecisão/incongruência nas Leis do Jogo ou sua atual redação, tomando o primeiro caso por hipótese é possível entender por que ‘ignorar incidente grave’ é exceção mencionada de início: porque nenhum árbitro de campo pode deliberar sobre o que não percebeu. No fundo, é o modo de dizer que o árbitro deve decidir caso perceba uma infração potencial. Outrossim, qualificar como “potencial” uma suposta infração, mantém-se a coerência entre as diferentes partes da regra: “potencial” quer me parecer indicador de subjetividade, o que dá ao árbitro a responsabilidade de interpretar por si, daí deliberando, seja como infração e penalizando conforme as regras, seja como NÃO-infração que, embora “potencial” a princípio, foi considerada lance normal pela autoridade final do árbitro de campo.

    Mais: quando o árbitro não perceber, ou quando perceber mas deliberar o que for entendido como “erro claro e óbvio”, deve intervir. Não significa que o árbitro voltará atrás em sua decisão, apenas que PODE voltar (i.e. não é “definitiva”). Embora o ideal fosse por as mãos no dito “VAR Handbook”, as quatro aplicações deste são algo intimamente relacionadas às suas capacidades:
    – De marcar linhas com precisão digital (gol/pênalti);
    – De exibir replay sob inúmeros ângulos (expulsão);
    – De clarificar inequivocamente, pelo número da camisa, qual atleta deve ser advertido ou expulso (caso do “atleta errado”)

    Resumo:
    – O árbitro DEVE decidir sobre o que “percebeu”
    – O que for ignorado mas “sério e grave” implica intervenção do VAR (porquanto não se pode deliberar sobre o que não se tem consciência por desatenção ou outra razão qualquer)
    – Oficiais da arbitragem de campo tem idêntica obrigação, ainda que limitada a suas particulares atribuições e respeitando a autoridade maior do árbitro principal.
    – Uma decisão tomada sobre uma infração “potencial” é inerentemente subjetiva e pode consistir da desconsideração do lance como infração em primeiro lugar.
    – Uma decisão tomada é defiitiva exceto quando foi percebida mas o VAR, desobrigado pela percepção em campo, entender tal decisão como “erro claro e óbvio”, sendo daí obrigado a intervir
    – Erro ou não, mesmo após auxiliar o árbitro de campo com imagens e apreciações dos integrantes na cabine com seus argumentos e interpretações, ainda cabe ao primeiro, e apenas ao primeiro, a decisão realmente definitiva.

    Regra 12, p. 52:

    É onde fica o trecho aludido pelo Dr. Carlos Moraes envolvendo “descuido” (“careless”), “imprudência” (“reckless”), e “uso excessivo de força” (“excessive use of force”). Aqui, há ambiguidade. Problema na elaboração das regras, redação ou clarificação destas.

    A princípio é como ele diz: o simpĺes descuido é advertido verbalmente e o adversário tem direito a um tiro livre direto, a imprudência requer, além do mesmo direito a tiro livre por parte do adversário, advertência por meio de cartão amarelo, e finalmente o uso excessivo da força, também resultando em tiro livre direto do adversário, recomenda a expulsão (cartão vermelho direto).

    Vamos por partes.

    A página 72 do pdf, à direita (p. 143), descreve em maior detalhe os casos em que o VAR se aplica. O terceiro, item “c”, consta detalhado na página referida, e nela é fácil encontrar:

    “Serious foul play (OR reckless challenge)”

    A quem interessar possa, existe um pequeno glossário no documento. “Challenge” está na p. 86 do pdf, “reckless” e “serious foul play” ambos na p. 89: o primeiro à esquerda (176), o segundo à direita (177).

    (obs: para fins de curiosidade, “DOGSO” – “Denying an Obvious Goalscoring Opportunity” = “impedir (faltosamente) uma oportunidade óbvia de gol”; tal coisa existe em discernimento de “promissing attack”, ou seja, diferenciar um pênalti cometido num adversário prestes a concluir com o goleiro batido ou a queima-roupa, de uma falta fora da área com a equipe atacando tiver superioridade numérica).

    Voltando ao assunto, a versão detalhada de quando o VAR interfere sobre expulsão direta inclui a imprudência, supostamente passível de cartão amarelo apenas. Sim, é possível arguir tratar-se de um sumário aplicável apenas a tiro livre direto, mas a característica em relevo é “infração que resulte em contato”. Em outras palavras, o argumento em questão não se sustenta a menos de infrações sem contato que precisem ser cobertas por outra regra ou deliberadas pelo árbitro como decisão subjetiva.

    Outra possível interpretação é a de que o VAR inclui “reckless challenge” querendo dizer que não é caso de intervir apenas quando de fato o cartã́o vermelho deveria ser legimamente aplicado (serious foul play): deve também intervir quando for aplicado mas por entender “erro claro e óbvio” a intenção do VAR for no sentido contrário: o juiz puniu como “serious foul play” mas o VAR entende “reckless challenge”, tornando sua intervenção pertinente (normas são assim mesmo, acreditem).

    Entretanto, o próximo parágrafo torna impossível “salvar” o Rodinei. Volte-se à página 52 do PDF na regra 12:

    “Using excessive force is when a player exceeds the necessary use of force AND/OR ENDANGERS THE SAFETY OF AN OPPONENT and must be sent off” / “Uso de força excessiva ocorre quando o atleta aplica força de intensidade superior à entendida como necessária e proporcional ao lance em questão, E/OU PÕE EM RISCO A INTEGRIDADE FÍSICA DE SEU ADVERSÁRIO e deve ser imediatamente expulso”.

    A definição de “serious foul play” também está nas páginas 57 e 89 do pdf (à esquerda/112 e à direita/177, respectivamente). Nos dois casos, é endossado o risco à integridade como parte do que caracteriza “uso de força excessiva”, bem como sua punição pela expulsão imediata (cartão vermelho direto).

    Por fim, é preciso lembrar o que foi lido ainda na introdução: que as regras não cobrem caso por caso. O fato de haver travas nas chuteiras já posa o primeiro problema. A equação de pressão na física clássica é a razão entre força e área. A “área” da ponta de uma trava, muito pequena, arranha ou corta com alta probabilidade se em contato direto com a pele ou com esta protegida por meias, cuja constituição é inexpressiva no contexto citado. Somente o uso de caneleiras é capaz de impedir este dano. Além disso, o atleta que ampara a bola com a sola do pé, tem a perna inteira e até o corpo para absorver o impacto. A área da sola, naturalmente maior que até o bico da chuteira, resiste tanto mais quanto mais próximo do calcanhar o chute for acertado, podendo facilmente fraturar dedos de quem disputou normalmente a bola. Mesmo quando por acaso atinge a outra ponta não sofre mas também não causa maiores danos — a fisiologia explica por que é fácil quebrar um pé em “ponta-de-pé” como se diz na ginástica olímpica e é também comum em ballet clássico, mas há grande resistência se a pressão ocorrer com o pé em ângulo reto e pretender-se aplicar reduzindo o mesmo.

    Em resumo, entrar de sola já constitui por si só força excessiva em todo e qualquer caso. O que tornaria até dispensável a disposição explicita na regra mas, de qualquer forma, está lá. E assim sendo, mesmo leigo, entendo ser difícil — senão impossível — “salvar” o lateral colorado.

    ———

    O link abaixo consiste de “rationale”/a lógica ou motivação justificando uma determinada parte da regra, e de explicações mais detalhadas inclusive com exemplos em vídeo:

    https://theifab.com/presentation-of-ifab-log-2020-21/

    Contesto a legitimidade até então aparentemente inquestionável do pênalti marcado e convertido pelo Internacional com base na seguinte imagem tirada deste mesmo link:

    https://pasteboard.co/JPQ4S5a.png

    Nobres torcedores, no link abaixo estão os gols do amistoso entre as seleções de Inglaterra e Hungria, no dia 25 de novembro de 1953, partida esta conhecida como “Match of the Century”.

    A Inglaterra, onde nasceu o futebol, jamais perdera em seus domínios e no “mítico” estádio de Wembley. A seleção Húngara, eternizada como “Mighty Magyars”, fora campeã olímpica em Helsinki massacrando todos os seus adversários incontestavelmente até a medalha de ouro. Cinco vitórias em cinco jogos: 2×1 (Romênia), 3×0 (Itália), 7×1 (Turquia), 6×0 (Suécia), e 2×0 (Iugoslávia).

    Face a problemas de ordem política, era inviável ou desaconselhável convocar atletas do FTC e MTK, os dois maiores clubes à época. Em 1949 a Hungria tornou-se um Estado comunista, e o Ministério da Defesa usou um clube de menor expressão, o Honvéd, como meio de resolver o problema, renomeando-o como Budapest Honvéd e fazendo dele parte do Ministério em si. Sendo assim, atletas de todos os clubes tinham de servir ao Honvéd durante a prestação do serviço militar obrigatório, se ordenados a tal. Gustav Sebes, com trânsito político, aproveitou-se do fato para convocar e fazer treinar juntos os atletas de qualquer time que estivessem em serviço — o Honved era, ao mesmo tempo, o time do Exército Nacional, e um clube de futebol assim tornando-os convocáveis para a seleção do país.

    Numa época sem Internet e em que a comunicação sequer beirava a contemporânea, os maiores clubes europeus usavam o 3-2-2-3 (A.K.A. “WM”) e, embora talvez pareça ridículo e até inacreditável para nós em 2021, Sebes teria sido o criador do que chamam “falso nove”, recuando o suposto centroavante pro meio-campo, onde jogava na criação e surgia como um raio pelo centro, surpreendendo os adversários confusos, que marcavam dois atacantes esperando três e não reagiam bem ao ser surpreendidos por Nandor Hidekguti, camisa 9 dos Magyars. Esse foi um dos fatores determinantes pra Hungria ter atropelado cinco de cinco adversários em Helsinki. O segundo fator era consequência de estarem prestando serviço militar: usando a própria seleção inglesa como exemplo, o lateral Alf Ramsey (campeão da Copa de 1966 como treinador) era considerado um jogador lento à revelia de outras qualidades, e já tinha 33 anos em 1953. O capitão e “estrela” Billy Wright, centro-médio, tinha 29. Enquanto isso os húngaros, em idade de prestação de serviço obrigatório, tinham em média 25 anos e treinavam como soldados, fazendo deles uma excelência natural na parte física. O terceiro e último fator dispensa maiores explicações e atendia pelo nome de Ferenc Puskás.

    https://youtu.be/1HljZJWyf8g?t=51

    A princípio, vocês verão o lance do segundo gol dos visitantes. Hidekguti abrira 0x1 logo a um minuto, e os ingleses empataram aos 15. Cinco minutos mais tarde, Laszló Budai recebeu o passe no vídeo e foi claramente derrubado. Pelas regras de hoje e sabe-se lá se não também pelas de 1953. Assim mesmo, o húngaro não esperou pela marcação de coisa nenhuma: girou o corpo mesmo caído e deu o passe pro mesmo Hidekguti colocar a equipe de Sebes novamente em vantagem. Os até então invictos ingleses perderam sua invencibilidade neste jogo, goleados por impiedosos 3×6 dentro de Wembley.

    Nandor Hidekguti, num exemplo extremista e atemporal, é a base de um argumento simples: o de que o puxão de GH não me convence como SUFICIENTEMENTE IMPEDITIVO ao atleta Yuri Alberto do Internacional — a penalidade foi marcada provavelmente pela queda deste, mas o puxão tem relação nenhuma com isto. Ele caiu tentando alcançar a bola (e chegou a resvalar nela).

    O zagueiro Werley atualmente no CRVG foi atleta do Grêmio por algum (longo…) tempo, daí que já tenho em mente o porte físico do atleta de 1.84m de altura. Se por acaso ele fizesse o mesmo que GH, porém sendo, ao invés de Yuri Alberto, o sueco Zlatan Ibrahimović, 1.95m de altura e vários de largura, alguém aqui tem a menor dúvida de que o atacante citado enfiaria ambos, bola e Werley, pro fundo do gol com um único safanão? Ou o juiz deveria marcar penalidade? Assim como Budai não foi “agarrado/puxado” e sim AGREDIDO mesmo mas seguiu jogando e azar da Inglaterra, o árbitro deveria ter marcado pênalti anulando ou se antecipando a Hidekguti? Budai foi impedido? Do quê?

    Vi o lance inúmeras vezes. GH e Yuri Alberto tem praticamente idêntico porte físico. Ele poderia ter se livrado ou tentado do puxão se quisesse apenas batendo com o braço atrás ou puxando sua própria camisa. Não o fez por preguiça ou julgar que não era mesmo necessário (i.e. “minor holding”!). Se não poderia “absolutamente”, tenho certeza de que tentando era bem possível no mínimo. Questiono tal cenário como bloqueio, atraso, ou impedimento EFETIVO do atleta colorado. É um lance “subjetivo” no entanto, admito, e respeito a decisão do árbitro. Mas sinceramente, não sei se concordo. E tenho quase certeza de que discordo.

    Também vi e revi o lance da expulsão. Rodinei adianta demais a bola, e ela acaba no raio de ação do lateral flamenguista. No calor do momento, Rodinei ainda tenta alcançar e cortar pra fora, ou seja, na direção de onde vinha Filipe Luis. Como a bola foi tocada primeiro por este, o lateral colorado não a alcançou. Pelo contrário, o movimento da perna no sentido contrária à que a bola se movia não só clarifica a intenção do jogador, com risco assumido. E perdeu pra banca: não só errou a bola como a perna levantou e por reflexo contraiu o pé para “aterrizar” normalmente com a sola… mas não no gramado e sim no pé do adversário. Não há o que discutir: não é a imagem do “pisão” mas o lance desde antes, quando Rodinei deixa a bola escapar de sua área “natural de contato” (isso está nas regras E no glossário TAMBÉM), passando pela estupidez de tentar cortar pro mesmo lado de onde vinha o adversário.

    Isto posto, abram o olho: a razão vale pro que PASSOU! A imprensa local, acho que disse uma vez, é conhecida como IVI (Imprensa Vermelha Isenta). Lembrem-se de que os dois jogos, aqui e no Morumbi, serão apitados por pessoas ouvindo todos os dias na imprensa que o co-irmão foi prejudicado. Não foi. A regra explicita o risco à integridade como caracterizante de força excessiva, punida pela expulsão imediata. Assim mesmo isso tem nome: CONDICIONAMENTO! E, naturalmente, costuma ter consequências também.

    P.S.: Quando li a resposta do vice-presidente jurídico do Flamengo ainda avisei meus colegas: “Esse cara é ‘só’ filho do Antônio Augusto Dunshee de Abranches, presidente campeão da América e do Mundo em 1981″. Não deu outra: menos de 19h o pecuarista arregou. Mais uma vez, parabéns!

    Saudações do IMORTAL tricolor do RS.

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    Henrique 2 semanas ago Responder

    Eh tipo final.

    Entao 7 x 1 ?

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      ORLANDO SILVA 2 semanas ago Responder

      kkkkk. 1 x 0 tá bom.

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        ORLANDO SILVA 2 semanas ago Responder

        Entretanto, se o Mengão aproveitar as chances e não desperdiça-las, então o teu placar é factível…

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      Guilherme Silva 2 semanas ago Responder

      7×1 foi na semi :)

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    Aureo Rocha 2 semanas ago Responder

    Meu querido Carlos Moraes,
    Adotando a teoria do Jack, vou lhe responder por partes:

    Com relação ao lance da falta, da mesma forma que o Xisto, eu também vi e revi diversas vezes a ação do Rodinei. Eu sempre gravo todos os jogos do Flamengo.

    Na velocidade normal do jogo, talvez eu não expulsaria o atleta. Entretanto, vendo o lance por diversos ângulos e em câmera lenta, impossível não mostrar o cartão vermelho. Rodinei entra com as travas da chuteira na canela do Filipe Luiz, que por pura sorte dobra a perna. Ficasse a perna presa no chão, seria fratura na certa.

    Eu fico surpreso ao ver que alguns flamenguistas tem o mesmo entendimento da “Nadine Bastos, que só aceita expulsões dos nossos adversários se pingar sangue do meião dos jogadores do Flamengo”, como bem salientou o Artur, nesta, como sempre, magnífica crônica. São mais realistas do que o Rei.

    Carlos Moraes, você sustenta não achar correta a expulsão, sem contudo apresentar as sua razões para embasar o seu entendimento. Assim a sua fala fica parecendo um discurso vazio. Traga os fundamentos para nós.

    E essa teoria de que Diego e o próprio Filipe Luiz reprovaram a expulsão não passa de mera elocubração.

    Em entrevista do Felipe Luiz a jornal espanhol, diz lá o entrevistador:
    “Ontem, no Flamengo x Inter, quando Raphael Claus mostra o cartão vermelho a Rodinei, Filipe Luís abaixa a cabeça e sua expressão foi de quem não considerava correta a expulsão.”

    Ora, agora eu pergunto: quem pode assegurar, sem o receio de erro, que seria capaz de decifrar a expressão do Felipe Luiz? Eu, por exemplo, acredito que o Felipe Luiz, por ser muito amigo do Rodinei, ficou triste com a sua expulsão. A mesma coisa vale para o Diego. Portanto, a expressão era de tristeza e não de reprovação da expulsão. Cada uma…

    A segunda questão, refere-se ao enaltecimento do futebol europeu.

    Relembre meu caro que perdemos para o Liverpool por um a zero, com gol na prorrogação, jogando de igual para igual. O próprio Jorge Jesus andou dizendo que o Flamengo disputaria qualquer campeonato europeu com chances de ser campeão.

    Abandone, pois, esse complexo de vira-latas.

    Eu tenho assistido à cada pelada por aquelas bandas…

    Mas, você sabia que entre as onze piores quebradas de perna no futebol mundial 6 ocorreram no tão enaltecido futebol inglês, 3 no Brasil, 1 na Espanha e 1 na Itália?

    https://www.terra.com.br/esportes/futebol/relembre-11-contusoes-chocantes-do-futebol-mundial,3f089329da49a310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html

    Por fim, quanto a minha alegada falta de respeito ao Petkovic, posso lhe assegurar que a minha frase não passou de uma simples frase de efeito. Não teve o intuito de ofender.

    Certa vez, logo que comecei a comentar no Urublog, travei um embate com o Arthur Muhlemberg sobre a então Presidente Patrícia Amorim. Eu sentava o cacete nela. O Arthur, já de saco cheio, me mandou dar o c* por meia hora com o relógio parado. (risos) Foi quando eu conheci essa frase.

    Ao invés de ir reclamar com o papai que o Arthur me xingou, eu me tornei amigo e admirador dele. Trago o Arthur no meu coração. Cabra macho não se ofende por qualquer coisinha. Isso é coisa de criança mimada,

    E, por outro lado, eu tenho a quase certeza de que o Pet não irá ler o meu comentário. Talvez, alguns chorões sim. Por isso, se por acaso você se sentiu ofendido, peço-lhe desculpas.

    Saudações Rubro-Negras.

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      CARLOS MORAES 2 semanas ago Responder

      Meu caro amigo Aureo,

      por um vício de profissão, embora aposentado já há 13 anos, vou responder com o auxílio da própria lei, no caso a da International Board, sem recorrer à célebre Regra 18, fruto de constantes brincadeiras do insuperável João Saldanha.

      A matéria – faltas e infrações – é tratada na Regra 12., que disciplina as entradas ou aas disputas de bola com um dos adversários.

      Transcrevo –
      “Se uma infração envolver contato será punida com tiro livre direto do pênalti.
      Imprudência – deixemos de lado, pois não é o caso, ocasião que o jogador ofensor não recebe qualquer sanção disciplinar.
      TEMERIDADE significa que um jogador não considera o risco ou as consequências para seu adversário. O jogador deve ser advertido com CARTÃO AMARELO.
      USO DE FORÇA EXCESSIVA significa que um jogador excede a força necessária e assume o risco de causar lesão em um adversário. O jogador deve ser EXPULSO.

      Verifica-se, portanto, que prepondera a interpretação do árbitro (no caso o VAR) para deixar o jogador ofensor sem qualquer punição, apenas recebendo um amarelo, ou sendo EXPULSO.

      Pelo que se viu na televisão, o árbitro – tido como dos melhores do País – no primeiro momento NÃO MOSTROU qualquer cartão (como bem observou a linda |Renata Fan), deduzindo-se que interpretou como IMPRUDÊNCIA.
      Pouco depois, é chamado pelo assistente de vídeo – pelo que me disseram o paraibano Reway – que, SEM A MENOR DÚVIDA, entendia tratar-se de lance que merecia CARTÃO VERMELHO. O árbitro assistente NÃO PODE chamar para a aplicação de admoestação com AMARELO.

      Examinado o vídeo, o árbitro, pronto a assumir a condição de soprador de apito, sem sequer reparar que o jogador Filipe Luiz já estava recuperado, aplica o VERMELHO, considerando pois ue houve uso de força excessiva, assumido o risco de se causar lesão no adversário.

      Vi o lance, como você, o amigo Rasiko e muitos outros, por reiteradas vezes.
      Não tenho a menor dúvida – assim como o Paulo César de Oliveira (na Globo) e a Nadine Bastos (SporTV) – que NÃO houve o emprego de força excessiva, logo sem que o “craque” Rodinei (de pouca saudosa memória) tivesse assumido o risco de lesionar o nosso lateral esquerdo
      (DIZEM, não sei se é verdade, que o próprio Filipe Luiz teria assim entendido).

      Houve, não há dúvida, uma entrada TEMERÁRIA, JAMAIS com o uso de força excessiva.
      Vendo-se, reiteradamente, o lance, é até fácil constatar que o Rodinei, como inúeras fez no Flamengo e provavelmente na Ponte Preta e em todos os clubes que atuou, entra atabalhoadamente, pisando o pé/tornozelo do Filipe Luiz, em hipótese alguma com força excessiva. É um pisão, forte evidentemente, mas não com excesso.

      É a minha opinião, da qual não abro mão, embora respeitando a sua.

      Por outro lado, afastando a ironia de sua parte, não me senti ofendido, nem tinha motivo.
      Não gostei, no entanto, das “brincadeiras” feitas sobretudo em relação a um craque – Petkovic – que muito contribuiu para inúmeras vitórias e conquistas do nosso Flamengo.

      No tocante à Renata Fan … bem, deixa pra lá;

      SRN
      FLAMENGO SEMPRE

      PS – E a CBF continua com as suas. Acabei de ler que o Reway será novamente o assistente de vídeo no jogo contra o São Paulo.
      Pelo que aconteceu no último domingo, era o ÚNICO que não poderia ser indicado. Se houver necessidade de qualquer revisão, ficará, parece-me evidente, rigorosamente em palpos de aranha, principalmente se o beneficiado for, novamente e agora com justiça, o Flamengo

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        Xisto Beldroegas 2 semanas ago Responder

        Pois, Carlos, se houve erro do árbitro foi ele não ter visto a falta logo de cara e, pior, nem sequer avaliou a brutalidade da mesma. Por pura sorte o Felipe Luiz saiu incólume, por isso estão minimizando a entrada. É óbvio que ele não teria que dar cartão amarelo a uma infração que não viu. Como a tal entrada ia passar em brancas nuvens, o VAR foi lá e sugeriu a revisão, nada mais que isso. E o juiz reviu o lance, constatou a violência e puniu com cartão vermelho direto. Só isso. O resto é ilação. Eu não entendo muito de arbitragem, mas sei distinguir o que é violência. Nas inúmeras vezes que revi o lance achei de uma tremenda agressividade, o pé do FL entorta-se todo no gramado, talvez essa complacência tenha impedido um mal maior. Na Premier League eles expulsam por muito menos. Agora, ninguém pode ler o pensamento do nosso jogador, se eu disser, por exemplo, que ele estaria pensando, Caceta, quando chegar em casa vou acender uma vela pro meu anjo de guarda, ninguém vai me provar o contrário…

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          CARLOS MORAES 2 semanas ago Responder

          AAhhhh !

          Não expulsam mesmo !

          O David \luiz deu uma entrada de cabeça no Gimenez, que foi prfo hospital e até hoje não conseguiu voltar a jogar e não foi expulso. Saiu de campo, pois também ficou atordoado.

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            Xisto Beldroegas 2 semanas ago

            Claro, apesar da violência do choque foi acidental, ambos saíram bem avariados. O Davi Luiz deu sorte e logo se recuperou. Quanto ao número de expulsões nem precisa comparar o tipo de mentalidade que impera nos jogadores de lá . Os nossos que vão pra lá têm que se adaptar senão não se criam.

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        Aureo Rocha 2 semanas ago Responder

        Certa vez um cliente procurou um escritório de advocacia para elucidar uma questão.

        – Dr. quem tem razão neste caso?
        Perguntou o cliente, passando a relatar os fatos.

        Após ouvir atentamente, o advogado perguntou:
        – Qual a sua posição nesta questão? O senhor é o autor ou o réu?

        Disse o cliente:
        – A mim não importa isto. Eu só desejo saber quem está certo ou errado, para ver qual o procedimento que vou adotar.

        O advogado, então, convidando o cliente a acompanha-lo, entrou na sua biblioteca e explicou:
        – Está vendo todos aqueles livros na estante à sua esquerda? Pois bem! Todos dizem que a razão está com o autor do caso que o senhor me traz. Entretanto, todos os livros na estante à sua direita, ao contrário, afirmam que a razão está com o réu.

        Meu querido amigo, Carlos Moraes, sabe qual a diferença entre mim e você? É que eu escolho sempre os livros a favor do Flamengo, como no caso da expulsão do Rodinei.

        Claro que você não está sozinho no seu entendimento. A crônica esportiva brasileira caminha, na sua grande maioria, em direção aos livros contra o Flamengo.

        Entretanto, não é bem assim que entende um grupo de 18 instrutores internacionais de arbitragem que analisaram o lance da expulsão do Rodinei.

        Não pretendo mudar a sua opinião, muito menos convencê-lo do meu acerto, uma vez que não sou o dono da verdade.

        Todavia, e a bem da verdade, a entrada do Rodinei foi no tornozelo do Filipe Luiz, e não no pé.

        Leia e ouça a reportagem e analise a foto.

        https://globoesporte.globo.com/blogs/blog-do-martin/post/2021/02/23/instrutores-internacionais-de-arbitros-avaliam-que-claus-acertou-ao-expulsar-rodinei.ghtml

        Um forte abraço e saudações Rubro-Negras.

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          CARLOS MORAES 2 semanas ago Responder

          Dando sequência, após a leitura

          Comissão de árbitros, a maioria da América do Sul.
          Não há a citação de um mísero nome.
          Poucos árbitros nesta parte do continente podem terçar armas com Sandro Meira Ricci (está lá o nome na reportagem, não sabia a opinião dele) e Paulo César de Oliveira.
          Principalmente, para levar a notícia a sério – tem toda pinta de FAKE – sem saber quais são, mesmos aqueles eventualmente europeus.

          Voltando um pouco atrás, ao futebol europeu.
          Tivemos hoje mais uma exibição de gala do Bayern, apesar de inúmeros desfalques em razão da maldita Covid.
          Acabei de ver os melhores momentos na TNT, que, não se sabe a razão, optou por passar o outro jogo, muito mais fraco.
          Já no final, lá pelos 70 minutos, há uma entrada deliberada e fortíssima do argentino Escalante no Lewandowski (prefiro o nosso).
          Atitude do árbitro – CARTÃO AMARELO.

          A porrada do argentino foi muito mais forte, SEM A MENOR DÚVIDA, que a do craque que, direta ou indiretamente, será campeão brasileiro de 2020.

          Não há como mdar de opinião.

          EEERRRRROOOOOOOUUUU !!!!!!!!!!

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            CARLOS MORAES 2 semanas ago

            Banquei o chato e recorri ao novo pai dos burros – google

            Campeonato Brasileiro, só nas DEZ PRIMEIRAS RODADAS – 43 expulsões

            Premier League – 25 RODADAS, incompletas – 30 expulsões.

            Vários times não tiveram sequer UM jogador expulso, entre eles o atual líder e o atual campeão – Manchester City e Liverpool.

            Se não houver cruzamento anterior, acredito firmemente que a final da Champions League deste ano será entre o City e o Bayern.

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            Aureo Rocha 2 semanas ago

            Vamos lá, Carlos Moraes, dar seguimento ao debate. Está me ajudando a tirar a tensão nervosa da decisão de quinta-feira. Obrigado.

            Vejamos as análises dos principais comentaristas de arbitragens sobre o polêmico lance apresentadas na reportagem por mim trazida aqui.

            SÁLVIO ESPÍNOLA:
            – Rodinei foi forte e atingiu o tornozelo do Filipe Luiz. Mas, este lance para amarelo é pouco, prá vermelho é muito. Aí o árbitro tem que levar em consideração o contexto, o jogo, a temperatura do jogo naquele momento para tomar uma decisão…

            São entendimentos malucos como esse do Sálvio Espínola – flagrantemente em desacordo com a Regra 12, que estabelece que será expulso o jogador que exceder a força necessária, assumindo o risco de causar lesão em um adversário – que trazem aos torcedores dificuldade em interpretar certos lances.

            O risco de causar lesão é o UNICO quesito necessário para o árbitro tomar uma decisão. Sem essa de temperatura de jogo.
            Qual regra fixa esses elementos sobre o contexto do jogo?

            São por essas maluquices que:

            “Dia 3 de julho de 2016. A tesoura de Fagner em Ederson, lance no qual o árbitro Heber Roberto Lopes não marcou falta e terminou expulsando Zé Ricardo por reclamação, foi o último momento do camisa 10 do Flamengo em campo. Nesta segunda-feira, o jogador de 31 anos completa nove meses sem atuar pelo Flamengo.” (O Globo)

            Se naquela época houvesse VAR, o Fagner teria sido expulso de campo.

            E se o Rodinei tivesse quebrado o tornozelo do Filipe Luiz, as opiniões seriam agora totalmente diferente. Esquecem-se muitos de que não há necessidade de quebrar a perna do adversário para ser expulso, basta colocar em risco a integridade física do adversário.

            PAULO CÉSAR DE OLIVEIRA:
            Também vem com essa conversa mole de que o árbitro precisa sentir “o cheiro do jogo.”
            O único fundamento para justificar o seu entendimento é de que “Rodinei mantém parte do pé…o calcanhar dele está no solo,” o que não é verdade. Rodinei faz um movimento de cima para baixo com as travas da chuteira na canela do Filipe Luiz.

            NADINE BASTOS:
            Apenas tece comentários sobre a utilização do VAR.

            SANDO MEIRA RICCI:
            Não fala porra nenhuma. Somente discorda da expulsão sem, contudo, apresentar as suas razões.

            Quanto a afirmação de que é fake a notícia do repórter Martin Fernandez, custa crer que um repórter da Globo iria lançar em rede de televisão tamanha mentira.

            Por fim, se o jogo do Bayern que eu não vi foi um jogaço, o do Chelsea, a que eu assisti do início ao fim, foi uma boa merda.

            Quanto a essa questão de faltas, não há dúvida de que no futebol europeu se comete muito menos falta do que no Brasil. Mas, isso tem uma explicação: os nossos craques deixam o nosso país para buscar sua independência financeira na Europa, e para onde migram os craques de todo o planeta, ficando por aqui alguns botinudos.

            Entretanto, esse fato não exclui as constantes lesões advindas de duras entradas nos adversários como por exemplo a do Son no André Gomes, na partida da Premier League, entre Everton x Tottenham, em 2019, conforme comprova vídeo abaixo:

            https://www.youtube.com/watch?v=wdCyG8hZaQY

            Agora, se eu estiver errado em minha interpretação do lance da expulsão do Rodinei, foi por um bom motivo. Foi pelo meu Flamengo.

            Sempre Flamengo.

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            CARLOS MORAES 2 semanas ago

            Aureo,

            não tinha o “responder” ao lado do seu nome, pelo que é possível que saia em local equivocado.

            Pois acho, meu caro, que o Sálvio tem uma dose de razão.
            Se o lance é duvidoso, cabendo ao árbitro interpretar se aplica o VERMELHO ou o AMARELO, as condições de jogo cabem ser observadas.
            Se fosse eu, a primeira condição que observaria era a seguinte – a IMPORTÃNCIA do jogo..
            Quanto a essa NÃO HÁ a menor dúvida – DECISIVO.
            Decisivo de um longo e importante campeonato, já chegando à sua penúltima etapa..
            Dando a expulsão, como deu, praticamente DECIDIU o CAMPEONATO.
            A vantagem de um jogador é ENORME, claro que entre times do mesmo poderio.
            Em tese até não deveria ser em jogos desequilibrados, mas tivemos dois exemplos recentérrimos que me desmetem,
            Dois laterais esquerdos expulsos (ao que dizem, não vi) corretamente.
            Duas surpreendentes vitórias de pequenos contra grandes – Sport e Botafogo.
            Uma prova cabal da influência de se ter um jogador a mais em campo, mesmo que o expulso seja o “craque” Rodinei.
            Além do mais, não tenho a MENOR DÚVIDA do equívoco de Sua Senhoria, pois a entrada do falso craque NÃO foi com o uso de força desproporcional, elemento obrigatório para a expulsão.

            Desculpe-me, mas, sem querer querendo, o Sálvio está certo.
            Aliás, se formos examinar o Código Penal, é fácil constatar inúmeras condições que servem para fixar a pena.
            Penalisado, também não há dúvida, o Rodinei merecia ser. O problema estava exatamente na FIXAÇÂO da pena.
            Sua Senhoria, certamente, ERROU neste quesito.

            SRN
            FLAMENGO SEMPRE

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    ROGERIO QUEIROZ CARVALHO OLIVEIRA 2 semanas ago Responder

    Por Tutatis!

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    Miguel 2 semanas ago Responder

    Acabou o jogo dos caras…pra surpresa de muitos deu foguim 1 X 0…não vejo nosso time perdendo do spfc com a bolinha que os caras jogaram hoje. É só não desperdiçar as chances que sempre criamos. Pra cima deles MENGÃO!!! SRN!!!

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