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O dia em que Pelé tremeu contra o Flamengo

Por | 6 de fevereiro de 2019
Pele e Arruda
12 Comments
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    Carlos Moraes 2 meses ago Responder

    8 de julho

    Registro a minha profunda tristeza.

    O Flamengo e seus torcedores estão de luto.

    Extremamente tristes SRN

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    Vitinho é ambidestro, jovem, talentoso e rubro negro de coração. Todos torcemos por seu sucesso com o manto sagrado!

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    Xisto Beldroegas 2 meses ago Responder

    Excelente crônica. E fiquei mais satisfeito em saber que o técnico do Flamengo de tal façanha era o nosso ( pelo menos meu) eterno ídolo Fleitas Solich (o feiticeiro) que creio se vivo fosse ainda daria umas aulinhas de futebol “moderno” aos seus pares atuais. Ainda quebraria a banca das tais atuais entrevistas coletivas( que não são entrevistas coisíssima nenhuma, pois as perguntas são tão longas que o entrevistado nem sabe mais o que foi perguntado) com o seu lacônico: ganó el mejor.

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      Dunlop 2 meses ago Responder

      Obrigado, Xisto. Bela lembrança do feiticeiro.

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      Carlos Moraes 2 meses ago Responder

      Endosso.

      Flwitas Solich foi o melhor técnico de todos, aí incluindo Cláudio Coutinho.

      SRN

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    pedro rocha 2 meses ago Responder

    Excelente texto, como de costume.
    2001 – uma odisseia no estádio (que sacada sensacional!)
    Mas aí penso, e questiono: Não teria sido o caso de fazer o jogo contra a Cabofriense em qualquer outro lugar e deixar o emblemático número 2000 pro Fla-Flu (ou FlaxVasco, pois não dava pra ter certeza do adversário do lado de lá) deste sábado?

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      Dunlop 2 meses ago Responder

      Certamente. Acho que ninguém se ligou.

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    Carlos Moraes 2 meses ago Responder

    O Dunlop , ao que penso, está na faixa dos 30 e já faz – e MUITO BEM – crônicas saudosistas, como esta.

    Que diria eu, com mais 50 no lombo.

    Vou dar uma de saudosista e aproveitar a referência inicial ao jogo 2000.
    Perdi a oportunidade, deixei passar o cavalo muito bem arreado,
    Não vi a estreia do Pelé no Maracanã, nem sabia que havia sido contra nosso Flamengo.

    O genial crioulo, até hoje disparado o melhor jogador do mundo de todos os tempos (apesar de que, nos nossos dias atuais há um monstro em atividade, para mim o segundo entre todos, um tal de Messi), conheci pela TV, em preto e branco evidentemente, exatamente em outro jogo contra o Flamengo, lá no Pacaembu.
    Macacos me mordam. Por que não foi na Vila famosa !
    Antes disso, lia no jornal e achava que os jornalistas haviam abusado da birita. Pepe e Pepe. Duas vezes o mesmo jogador. Deus do Céu, como é ruim a nossa imprensa esportiva !.

    Um reparo às interrogações no tocante ao Urubatão.
    Jogador muito bom.
    Meio campista de estirpe, que surgiu no Bonsucesso (o dos bons tempos cariocas), logo se transferindo para a máquina santista, onde brilhou intensamente.

    Pelé, em verdade, é um caso a parte na história do futebol.

    SRN

    PS – cá entre nós, não deve ter tremido. O Negão era inimaginável.

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      Dunlop 2 meses ago Responder

      Obrigado, Moraes. Não sou mais tão novinho, apesar da cara de moçoilo.

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    Eduardo Gil Ramos de Andrade 2 meses ago Responder

    A cada texto minha admiração só aumenta.

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    Marcos 2 meses ago Responder

    Caraca Dunlop, genial cara! Por favor, escreva mais, precisamos de seus textos!

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    Julio Menezes Silva 2 meses ago Responder

    Sempre uma boa leitura!

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