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No Catete, em 21 de setembro

Por | 22 de setembro de 2019
Hotel Catete
11 Comments
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    André Chediek 1 ano ago Responder

    Sensacional mais uma vez, moleque bom! Hip, hip, hurra!

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    MARIO STIEBLER DUNLOP 1 ano ago Responder

    Parece o time do Flamengo jogando: show de bola! Outra bela e histórica crônica. Esse menino vai longe…

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    Carlos Moraes 1 ano ago Responder

    Lindo artigo, mais uma vez !
    O menino é craque, mesmo.

    Confesso. nada sabia no tocante ao Hotel da rua do Catete, n. 186.
    Tampouco tenho a menor lembrança do prédio.

    O Catete é, na verdade, uma parte do bairro do Flamengo, daí, portanto, deve ter saído o nome do nosso rubro-negro, à época com outras cores.

    Tem a sua história própria, sobretudo pelo Palácio presidencial, que entrou na minha vida de forma mais do que importante.
    A manhã do dia 24 de agosto de 1954 foi marcante.
    Passara a noite ouvindo a Rádio Globo, com o Brunini, em especial.
    Fui, como sempre, bem cedo para o colégio, eis que âs 7.30 começava a primeira aula.
    Nada sabia.
    Após a primeira aula, fomos todos dispensados, com a expressa recomendação de que nos dirigíssemos para casa.
    Getúlio suicidara-se, temia-se pela reação que poderia haver.
    Com dois colegas, que nem muito amigos eram, mas que foram os que toparam a desobediência cívica, fomos a pé em direção do Catete.
    Lá chegando, mudou a minha vida.
    Como aprendiz de play boy, admirador de Lacerda, tomei um enorme susto.
    Ví o povo CHORANDO, desesperado.
    Não era fingimente, pelo contrário, de absoluta autenticidade.
    Sem me dar conta, de repente estava também chorando.
    Custei, mas consegui saber o verdadeiro alcance de um grande político.

    … e viva o Catete !

    SRN
    FLAMENGO SEMPRE

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    Pedro Henrique Trajano 1 ano ago Responder

    Mto bom como sempre!!

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    Mauricio Carrilho 1 ano ago Responder

    Espetacular, Dunlop! Obrigado pelo texto e pela dica literária. Acabei de arrematar o exemplar de dez mangos no Estante Virtual.
    SRN

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    Cristiano Cury 1 ano ago Responder

    Hip hip, Hurra!! Demais!!

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    Muhlenberg 1 ano ago Responder

    Clap, clap, clap!

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    Rasiko 1 ano ago Responder

    E muitos hips e vários hurras pra esse fantástico cronista rubro-negro. É só pérola. Esse site é phoda!

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    Fernando Amadeo 1 ano ago Responder

    Prezado Dunlop,
    Obrigado por nos passar esse momento histórico do nosso Flamengo. Não sabia. A partir de hoje seguirei seu conselho: sempre que passar pelo 186 da rua do Catete farei um merecido meneio respeitoso, em justa homenagem ao nascimento do futebol do mais querido, e irei lá dentro, pegar as boas energias do lugar.
    Segundo o Google, …“a partir de 1902 o remo passou a dividir com o futebol a preferência popular. Assim, os associados do Flamengo tornaram-se sócios também do Fluminense para acompanhar o futebol, e os do clube das Laranjeiras vieram para o rubro-negro a fim de acompanhar as regatas. Alberto Borgerth representava bem o exemplo, pois pela manhã remava pelo Fla e à tarde jogava pelo seu clube, o Fluminense.”…
    Se procede essa informação, Borgerth, provando ser um rubro-negro de raiz, sentiu-se, como não poderia deixar de ser, incomodado por estar frequentando aquele ambiente impuro, e liderou o retorno dos demais insatisfeitos às suas verdadeiras origens.
    Aliás, outro dia assisti um vídeo, não me recordo se na TV ou em rede social, em que, se não me engano um jornalista, afirma que a fundação do clube das Laranjeiras teve participação de sócios do Flamengo, interessados em criar um clube de futebol.
    Achei estranho, mas ainda não consegui confirmar. Sempre soube da história que todos sabemos, que você agora nos apresenta as minúcias.
    Parabéns por nos trazer detalhes de nossa história, em um texto delicioso.
    SRN! Prá cima deles, Flamengo!

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      Marcelo Dunlop 1 ano ago Responder

      Teve isso, Amadeo. Recomendo o novíssimo livro do Roberto Assaf, onde ele conta vários casos de tricolores com o pé no Flamengo, e outros casos deliciosos. SRN!

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    Marcos 1 ano ago Responder

    A Alberto Borgerth, ao n° 186 e ao Dunlop, hip hip hurra!

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