República Paz & Amor

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Não Choro Mais

Por | 8 de junho de 2020
capa45
13 Comments
  • […] com o certo (Mengão sempre!), foi inevitável sentir a emoção, não segurando as lágrimas — a contragosto, como ele mesmo confessa. Aquele comentário tinha sido escrito, ou melhor, rasgado, com o […]

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    Caro Arthur, texto excepcional. Em toda a minha jornada de torcedor do Mengão, chorei poucas vezes, afinal sempre fui otimista e a grande maioria dos jogos, assistia em grupo, onde diluia as eventuais tristezas. Mas na final da taça libertadores onde nosso Gabigol meteu dois no final dos 90 minutos. Rapaz, no Bar, ao final uns rubro negros choraram no meu ombro e eu tive de acompanha-los no choro. Foi um alivio. Felicidades em seguida.
    Abs.
    Orlando Silva

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    Arthur, grande Arthur.
    Só tenho a agradecer por esse duplo presente: tanto o seu texto quanto essa incrível imagem no final. Obrigado!
    Na verdade, mais que agradecer também gostaria de aproveitar para fazer um convite. Estou coordenando um projeto junto com alguns amigos, o Zensacionalista (zensacionalista.wordpress.com) e uma das seções que temos na página é Entrevistas. Seria uma honra para nós publicar uma entrevista com você. Deixo meu email caso aceite o convite: jdneo@hotmail.com

    SRN.
    Abraço

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    Taí, neste aspecto somos diferentes.

    Choro a toa, menos no futebol.

    Cinema, é uma tragédia.
    Tinha que ^driblar^ as namoradas, que permaneciam sérias, enquanto chorava às pampas.
    Dou um exemplo.
    ^A Ponte de Waterloo^.
    Inacreditavelmente linda, Vivien Leigh, uma das minhas muitas paixões cinematográficas.

    Estava no Maracanã, no dia 16 de julho de 1950, sentado nas cadeiras cativas ao lado do meu pai, todo mundo chorando, eu não.
    Decepcionadíssimo, sem dúvida, mas sem chorar. Afinal de contas, os uruguaios jogaram bem melhor do que nós.

    Em homenagem ao Luiz Borracha, pai do Borrachinha, vou contar um jogo em que não resisti.
    Já coloquei na lista dos meus OITO melhores em comentário ao artigo do Murtinho.
    1945, sete anos de idade, estádio da Gávea, cadeira numeada, que ficava no mesmo plano do gramado.
    O time do Flamengo o mesmo do tricampeonato, com Borracha no gol (Jurandir se aposentara), Adilson e Tião pelas extremas (Valido já estava aposentado ressugindo para o milagre, Vevé creio que contundido).
    Era a última chance do tetra.
    Perdemos
    Neste jogo, quando findo, chorei em pleno estádio.

    SRN
    FLAMENGO SEMPRE

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    Ricardo 1 mês ago Responder

    O Arthur é Bamba!

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    Marcos 1 mês ago Responder

    Arthur faz rir e se emocionar com a mesma maestria…é um monstro SRN

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    eduardo leao 1 mês ago Responder

    Porra Arthur, eu tambám quero !
    Mais que isso, eu preciso dele.
    “Me tiraram” grande parte da minha alegria e isso não se faz …..

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    Maxwel A.Rodrigues 1 mês ago Responder

    Caro Arthur,se vc que se diz ser de pouco chorar já está revendo isto pelo tempos fúnebres em que vivemos,e ainda sem nem ter nosso Mengão pra nos desafogar dessas lágrimas,imagine um manteiga derretida como eu,que já no primeiro acorde de qualquer música dos Beatles me derramo em lágrimas.Mas como outro gênio da música já disse,”amanhã há de ser outro dia”,e assim o espero.E que venha acompanhado de um emocionante Flamengo versus … .SRN com muita P&A.

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    Assim vc machuca, papai!

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    Alexandre 1 mês ago Responder

    Bravo!!!

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    Abrahão Pereira 1 mês ago Responder

    Bom Dia Grande Arthur.

    Belo texto de antigas lembranças.

    Já ouvi que “recordar é viver” e, não poucas, mas também não muitas vezes, excitam a noradrenalina junto com a serotonina em ambas dão início a esse processo interno.
    Para alguns sinal de fraqueza… para outros sinal de nobreza. Fico com os últimos.

    Também já chorei por várias razões. Todas muito válidas. Afinal esse é um recurso que recebemos do Universo como uma válvula de escape.

    Pelo Flamengo chorei muitas vezes. Algumas de raiva porque quando o Flamengo perde nem sempre as lágrimas aparecem mas, todas as vezes eu “não quero almoçar nem quero jantar”.

    Que falta faz o Flamengo, olha aonde chegamos.

    Grande abraço e SRN.

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    Cleber Soares 1 mês ago Responder

    Parabéns Arthur por mais esse belo texto, que mais parece uma confissão. Como sempre brilhante.

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