República Paz & Amor

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Na Raça

Por | 21 de dezembro de 2020
gern vapo
24 Comments
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    urubu rei 3 semanas ago Responder

    Depois do contrato ardilosamente renovado, FRANGO AVES sentiu aquela dorzinha marota que acomete alguns atletas nas festas de final de ano…
    Esse contrato nunca deveria ter sido renovado.
    Mas uma prova cabal e irresponsável, de como uma diretoria frouxa trata o escasso recurso financeiro do clube.

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    Urubu-rei 4 semanas ago Responder

    breaking news…breaking news…

    Após acordar mais uma vez de madrugada, Cavalo de Tróia do Tietê pôs-se a rever vários gols de adversários do Mengão, e percebeu o que até aquele momento “ninguém percebera”: Os trintões Filipe Luis e Isla não têm condições de jogar os 90 minutos na posição que mais exige do atleta: a lateral.
    Veio então a sacada de gênio da estratégia futebolística: Filipe Luis vai fazer o que todo lateral habilidoso faz em todos os clubes bem conduzidos do mundo, vai jogar na armação, alternando com Arrascaeta, cada um num tempo. Isla vai ser substituído até os 20 do segundo tempo, pois Cavalo de Tróia entendeu que aquela gravata vermelha que ele ostenta ao final de cada partida, é sua língua, resultado de um cansaço do tamanho da Cordilheira dos Andes.
    Esse distribuidor de colete (Cavalo de Tróia) tem futuro, garoto esperto !!..

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    Bruno Palvarini 1 mês ago Responder

    Gerson em campo, Arthur nas teclas… gigantes!!!

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    Urubu-rei 1 mês ago Responder

    O começo do primeiro tempo até que foi razoável, um golaço de Bruno Henrique (o homem que para falar é inversamente proporcional ao correr), e um quase gol do Quasegol (agora Gabi, pros íntimos). Depois de errar em seguida dois passes de 2 metros, Quasegol (Gabi) se joga no chão e como uma criança birrenta começa a xingar. O APITO AMIGO dos bambis da CBF que estava de costas, vira-se e inicia sua partitura, expulsando Quasegol.
    O time dá uma balançada, sofre uma pressão mas retoma o comando, perdendo várias chances de liquidar a fatura ainda na primeira etapa, mesmo com um a menos, já que Quasegol foi levado para um parkinho para parar de chorar/xingar (!).
    Quando vem o segundo tempo, o Cavalo de Tróia do Tietê resolve deixar sua marca, descaralha a porra toda, o time se perde, o adversário cresce, e inicia-se o show de horrores.
    FRANGO AVES engole dois, por pura falta de reflexo, confirmando que é só chutar para o gol que entra.
    Aliás, acho que FRANGO AVES não vai pro gol para defender possíveis bolas, e sim, para servir de referência (com sua camisa amarela fluorescente). Como a dizer: – mira “ni mim” e chuta aqui que eu aceito.
    Vem a covarde agressão racista de um índio colombiano, e Gerson, possuído, carrega o time nas costas e registra uma virada épica.
    Flamengo aos trancos e barrancos encaçapa mais uma vitória, e aguarda um milagre e descuido do APITO AMIGO cbeefeano para sonhar com um título que salve o ano…

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      CARLOS MORAES 4 semanas ago Responder

      Gosto demais das brincadeiras do nosso Urubu Rei.
      São alegres, educadas, inteligentes.
      Até posso discordar , como no caso do Frango Aves, que considero um bom goleiro.
      Apesar disso, a camisa amarela fluorescente não deixará jamais de ser um achado.

      E não é que o nosso goleiro está em projeção mundial.
      Essa semana o Messi bateu o recorde de gols por um só clube.
      644, quero crer.
      O craque argentino é também patrocinado pela Budweiser, que resolveu fazer uma brincadeira comemorativa.
      Cada goleiro vasado receberá tantas garrafinhas de cerveja quantos gols tiver sofrido.
      O campeão, com 21 gols na sacola, foi o goleiro do Valencia.
      Quem é ele ?!
      Sim, senhores. É o Diego Alves.

      Urubu Rei sabe das coisas.

      Alegres SRN
      FLAMENGO SEMPRE

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    Maxwel A.Rodrigues 1 mês ago Responder

    É isso Arthur,FOGO NOS RACISTAS.Simples assim.SRN,sempre com muita P&A,menos pros racistas.

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    Xisto Beldroegas 1 mês ago Responder

    Esse jogo foi para mim o mais didático que eu já assisti. Aprendi tudo ali, enquanto durou e um pouco mais com as repetidas gravações.Primeiro, uma aula no velho estilo “conhece-te a ti mesmo”, saí dali me conhecendo melhor e não gostei nem um pouco, quer dizer, até compreendi certos outros que andam por aí, pois fui do amor ao ódio, do inferno ao céu, e cheguei a fazer algo que nunca fiz e que agora ando fazendo: desligar a televisão para evitar sofrimento, aquela história do avestruz. A conclusão trágica, o Flamengo não ganha essa coisa aí que chamam de brasileirão nem que chova canivete ( como dizia meu tio barbeiro), é muita incompetência e o que dói na alma é que os outros são timecos de chorar, de envergonhar pelada no aterro. O Ceni parece que continua deslumbrado em treinar o Flamengo, a sensação que dá é que ele foi lá no tal Ninho pedir uma camisa autografada pelo elenco (não sei se de goleiro).Caceta, vai babar ovo assim na casa do caralho ( faz sentido anatômico). O time treina, treina, e joga igual a todos os perebas que circulam por aí. Aquele vigarista espanhol com nome de conhaque (ja tomei muito pelos botecos da vida)pelo menos soltava os cachorros em todo mundo, invertendo a velha história, eles que perderam o jogo. Para de treinar, Ceni, e comece a jogar, endireita essa porra dessa defesa, qualquer perneta que entra por ali faz o nome, dribla Deus e todo mundo e escreve seu nome, mais um à custa do nosso time. Quanto ao Gabigol, agora só Gabi, eu acho que esse cara é viado, no meu tempo de garoto diziam que baiano depois do meio dia virava a barriguilha pra trás ( era barriguilha mesmo e não braguilha dos cultos) não sei se a coisa ainda vigora, claro com exceção do nosso Edvan de Alagoínhas ( por onde andará?), o Gabi, com aquele cabelinho e os faniquitos está mais para enfornar robalo do que jogar futebol. Outra cois que aprendi, esse juiz, tem ouvidos moucos pra coisa séria, como foi aquele achincalhe racista, quer dizer, ele só ouviu quando o Gabi mandou fazer aquilo que ele mais gosta e se ofendeu, olha aí cara, não precisa mandar fazer que eu sei fazer muito bem, já se ele xingasse a digníssima a senhora mãe dele, como é useiro e vezeiro, ele não se ofenderia. Dessa vergonheira toda saiu um herói, o nosso Gerson, disparado o homem do jogo na moral e no futebol. Mas quanto ao assunto o Arthur já disse tudo.

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    Urubu-rei 1 mês ago Responder

    A coisa é tão absurda, tão patética, tão mastodontica, que Gerson – o herói a defender sozinho seu povo – não deve deixar a coisa esfriar. Com a ajuda dos advogados do clube, deve registrar queixa numa delegacia. Sim, racismo é crime inafiançável.
    Nada de CBF ou tribunal de justiça desportiva,…
    Abrir um processo por injúria racial, criminalizando o algoz direto (Indio Ramirez), e o técnico Mano e o juiz da partida, por acobertamento. São tão criminosos quanto.
    Este caso serve como indicador de como o Brasil e o futebol desta CBF paulistana estão esculhambados. O Gerson não sofreu racismo de um “nórdico ariano” – como ironiza o ator -, e sim de um índio colombiano !!….
    Realmente, chegamos ao fundo do poço como povo/nação…

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    The Trooper 1 mês ago Responder

    Ontem houve a expulsão mais cretina e canalha do futebol brasileiro em 2020.

    E mesmo assim, depois de 91 minutos jogando com 1 a menos conseguiu um virada épica.

    E tem gente aí dizendo que o time não merece parabéns, porque não fez mais que a obrigação.

    Eu acho que estão todos malucos.

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      arthur maciel 4 semanas ago Responder

      Tu não consegue fazer um comentário sem enfiar a fuça nos comentários dos outros, xarope? Porra, tu é chato pra caralho.

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    chacal 1 mês ago Responder

    na minha opinião o lance capital do jogo foi a expulsão do gabigol.
    ela comprometeu todo o emocional do jogo com provocações dos dois lados.

    já falei aqui que a compra desse rapaz foi um grave erro da diretoria,mas a maioria burra não enxerga o qto é mimadinho esse rapaz.
    qdo ele entrou com aquele cabelinho todo enroladinho e colorido(pode me chamar de hamofóbico)pensei …..vai dar merda !
    ae todo mundo viu no que deu….o arbitro exagerou,sim !
    mas o cara já tá marcado pela sua marra,tem que baixar a bola.
    o pior de tudo é que não vejo ninguem no flamengo com condições de colocar um freio nesse merda,nem marcos braz(muito amiguinho dele)nem o landim.
    vamos ter que aturar esses destemperos por muito tempo….pior com o pedro no banco.
    pq rogério ceni tem medo do gabigol.

    SRN !

    PS- murtinhoooooo
    kd vc ?

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    Henrique 1 mês ago Responder

    Nao falando do ato de racismo e da confusao gerada da qual espero um desfecho bem positivo para o futuro de todos, nao so no campo futebolistico, mas sim do futebol apresentado, umas coisas:

    Antes de tudo, sai como se tivesse levado uma surra de um gigante, depois de um jogo desses. Pessimo pra saude.
    Alegria quase nenhuma, mas muita raiva sim.
    Mas nao raiva do juiz, ou do adversario, ou do adversario racista (abertamente racista, melhor dizer) – e sim do proprio time.

    Sai um atacante, nao um do meio ou defensor, um atacante – e desmorona tudo.
    As donzelas vao com pernas bambas pra traz fazer o que nao sabem, se defender. So faltava sairem aos prantos, as bonecas.
    So nao levamos 3 gols por defesas do goleiro e sorte.
    Inacreditavel.

    Em 8 minutos fizeram 3. Os santistas garotos tb fizeram um. Quer dizer – essa defesa nao melhorou em absolutamente nada.
    Ou seja – nao é o GH ou Léo que sao ruims, e sim o jeito defender.
    Levamos 3 poderiam ter sido, sem problemas, 6 ou mais.
    A defesa começa la na frente, diz-se. Sim, os da frente marcam mais ou menos. O problema nao é la e sim no meio.
    Temos um Gérson que marca mal, ou mal marca, Arrasca e ER nao marcam e o jovem se perde entre as feras soltas e sem rumo ao seu lado.

    Na defesa, esta cada vez mais claro que temos que mudar a lateral esquerda – nao esta dando mais. Nao tem mais o que discutir. Cade um Ramon? E porque nao tentar um jogo com 3 centrais?

    No meio, Arrasca e ER continuam fora de forma e sem fisico. Um deles deveria fazer lugar a alguem mais brucutu.
    Até eles encontrarem a forma.

    Um dos problemas, fora a total falta de “raça”, é a psique desta turma.
    Quanto menos jogam, mais falam e se acham no direito de falar qq coisa. Gerson fala sem parar, Gabi outro falador, até o Filipe começou a ficar andando e resmungando. Acho que pensam que isso é que é mostrar que sao machos. Ou querem uma pausa?

    Mas com dirigentes ao lado do campo se comportando como inbecis sem educaçao, tb fica dificil ser frio. Fora de que sentem que a porcaria que estao jogando … ninguem aguenta. Nem eles.

    Mas esse problema mental e de comportamento da equipe tem que mudar. Se perdem totalmente, perdem o norte durante minutos – com um adversario mais inteligente perde-se o jogo.

    Efetivamente, o Ceni parece ser muito legalzinho, nao repetindo treino algum. Acho que teria que ser o contrario – esses jogadores estao tao perdidos que teria sim que ter um monte de coisas repetidas.

    Bolas paradas? Poxa …
    E a lentidao dos ataques??? Meu deus, da pra ir pro banheiro e ler jornal e voltar e estao ainda tentando fazer camera lenta. Dinamismo é algo desconhecido, e olha que estavamos repletos disso faz pouco.

    Esse time esta mal treinado e perdidinho em todos os aspectos.

    O Arthur bem disse – se ganharmos algo ainda, nao vai ser por nosso empenho so. Sem ajuda nao vai dar. Ta muito, muito ruim.

    Ganhamos, mas a sensaçao nao é essa.

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      chacal 1 mês ago Responder

      concordo muito com vc !
      enxergando o óbvio,que a maioria não consegue.
      parabéns pelo comentário.

      SRN !

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    Altamirando Castilho 1 mês ago Responder

    O Gerson é um garoto ainda. Ontem mostrou uma maturidade de homem grande. Não só pela atitude imediata de repulsa ao sórdido ato racista, mas, principalmente, por manter a dignidade em campo, evitar grosseiras e inúteis patadas nos adversários e levar o time a uma vitória épica dentro das circunstâncias do jogo. Não sei não, mas acho que ontem o Flamengo carimbou o Octa. E Gerson será o herói desta campanha.

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    Ogrão 1 mês ago Responder

    Ao Flamengo, nem sequer um parabéns, porque cumprir a obrigação não deve ser objeto de elogios. Ao Gerson, meu respeito como atleta, como cidadão e como pessoa, minha solidariedade pelo que passou e meu aplauso pela sua atitude. Mas há que se louvar o Bahia, que, de fato, é um exemplo de responsabilidade social e de engajamento em ações contra o racismo, a favor da inclusão e da diversidade. O simples fato de ter afastado seu próprio atleta e declarado que o relato da vítima, nesses casos, é preponderante, além de ter mandado o Mano passear, mostram que não dá pra relativizar a questão, mais ainda numa cidade onde 85% da população é afrodescendente, como é Salvador. Os áudios do agora ex-treinador do Bahia deveriam fazer pensar duas vezes qualquer clube que pretenda associar sua marca a esse sujeito.
    Aliás, voltando ao futebol, cabe a pergunta: se o treinador do Bahia cair depois do jogo contra o Flamengo em 2021, o Mengão pede música no Fantástico? E se o Flamengo fizer o Mano ser demitido de novo, pede música também?

    SRN e Salve, Gerson!

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    Xisto Beldroegas 1 mês ago Responder

    Clarividência pura e definitiva, o comentário. Não deixa mais nada a declarar.

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    Jose Carlos Pimentel 1 mês ago Responder

    Não passarão!!!

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    Carlos André Rosa Martins 1 mês ago Responder

    Gerson ficou numa puta sinuca de bico: se saísse, talvez sairia sozinho e o Flamengo, naquele momento perdendo, fatalmente perderia o jogo. E ele, se assim agisse sozinho, teria demonstrado uma “fragilidade” que o momento jamais admitiria. Se ficasse em campo e saísse distribuindo porrada, também seria colocado na vala comum dos destemperados e o ato racismo diluído no mau desempenho geral do time, que, vamos combinar, não precisava recuar e “afinar” daquele jeito. Enfim: cabia a ele unicamente ir à luta, mas ir em suas múltiplas acepções semânticas: lutar pelo jogo, lutar pela cor, lutar pela vergonha na cara, ali faltante a quase todos. E se já estava jogando muito, transformou-se num monstro em campo. Quem age assim, dessa forma, merece ser chamado sem qualquer ressalvas de “herói”. É isto o que foi.
    SRN

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      Guilherme Silva 1 mês ago Responder

      O Flamengo ganhava o jogo naquela altura, tinha acabado de sofre o 1° gol… por isso o Mano ficou dizendo q era malandragem, insinuando q o Gerson só queria tumultuar (tanto q ele fica cobrando o juiz pra voltar rapidamente o jogo e perguntando qto tempo o Gerson ganhou). Portanto se o Gerson saísse e o time o acompanhasse, com ctz a imprensa ia dizer q o Flamengo fugiu, que inventou desculpinha pra parar o impeto do Bahia, quis melar o jogo que estava começando a virar a favor do Bahia, etc.

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    Ontem o Gérson foi nosso exército de um homem só… E o Bahêa já afastou o o jogador do elenco até que o caso seja apurado. Não creio que sigamos firmes rumo ao Octa com o time jogando desse jeito, mas continuamos com chances. Belo e necessário texto, Arthur. Obrigado!

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    Rasiko 1 mês ago Responder

    Não lembro outro momento na história do futebol e da sociedade em geral em que o racismo tenha sido tão apedrejado tanto aqui como alhures. E apesar de sempre replicar Einstein em sua famosa frase “Duas coisas são infinitas: o Universo e a estupidez humana”, continuo observando (supreso?) a insistência do meu queixo em despencar quando tenho o desprazer de ver cenas como as de ontem que você descreve com detalhes que poucos prestaram atenção: Gerson era um guerreiro Zulu solitário fazendo dos braços sua lança e tendo na sua presença de espírito indignada a honra, a coragem e a majestade que faltou aos outros – companheiros de time e adversários, além dos citados dirigentes. A ignorância e a omissão do povo brasileiro invibializam qualquer tentativa de encontrar razões apoiadas nas evidências para um sentimento, senão de orgulho, pelo menos de admiração pelo esforço de lutar e defender a própria integridade. É nojento, é asqueroso, é repugnante, é inadmissível, e no entanto, todos sabemos, sem necessidade de passar por escaninhos mais estreitos, que, a depender das autoridades (in)competentes, os casos de racismo, cada vez mais diários, dentro e fora do campo, vão continuar sem que nenhuma medida contundente e definitiva seja tomada.

    srn p&a

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    Rogerio Faissal 1 mês ago Responder

    Preciso como sempre Mulhen
    Arrebentou!!!

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    Philipi 1 mês ago Responder

    Errou quando disse que o Gerson desmascarou mais um racista. Na verdade ele desmascarou dois.

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