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Moby Dick

Por | 3 de novembro de 2020
Sem Título 3
80 Comments
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    Xisto Beldroegas 3 semanas ago Responder

    O Flamengo acertou dois coelhos com uma só cajadada: defenestrou Dome e o Inter contratou o Abel.

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    The Trooper 3 semanas ago Responder

    Não entendo. Pediram tanto a demissão do Dome.

    Conseguiram.

    Agora reclamam do Ceni.

    Quem vcs queriam? O Jurgen Klopp?

    Vcs vivem em que mundo?

    O mercado aqui é composto por Abelão (recém-contratado pelo líder do campeonato), Luxemburgo, Dorival e outras malas do mesmo nível.

    Não sei se notaram, ir à Europa e trazer um treinador de qualidade em 2 dias não é uma tarefa simples.

    O trabalho do Dome foi fraco? Sim. Óbvio. Tem algum técnico no mercado brasileiro capaz de fazer melhor? Não.

    O Ceni vem com o benefício da dúvida, por ser sangue novo na beira do campo e estar fazendo um bom trabalho num time pequeno. Mas não passa de uma dúvida.

    Assim como era com o Dome.

    Taça de Bolinhas? Ah, fala sério…

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    CARLOS MORAES 3 semanas ago Responder

    Estamos todos, sem exceção, vivendo um ano atípico.
    Fuderosão.
    Uma porra de pandemia, que, a não ser para os tresloucados negacionistas (o principal deles acaba de levar um belíssimo ponta-pé na bunda), vem ceifando millhares/milhões de vítimas, nelas incluído … o futebol.

    Futebol sem público, parece-me outro esporte.
    O grande tesão virou brochura.
    Os jogadores, já desgastados pela doença, por muitos contraída, e, como consequência, pelos jogos acumulados, com poucos dias de recuperação, ainda perderam o estímulo dos torcedores, fato agravado pelo som imbecilizado que, através do mundo, resolveram colocar nos estádios.

    Não vejo quase ninguém comentar esse dado que se me parece como essencial.
    Aqui ou ali, quase de passagem, surge um comentarista esportivo para levantar o tema.

    Não sou, evidentemente, o dono da verdade.
    Posso estar completamente equivocado.
    Sustento, no entanto, o meu ponto de vista.

    Li, numa publicação inglesa, uma colocação muito interessante.
    Comentava, há cerca de um mês, a enorme quantidade de gols ocorrida nas três primeiras rodadas da Premier League.
    Atribuia o fato – apesar de positivo – a uma despreocupação de jogadores e até mesmo de técnicos. com o que pudesse acontecer ao longo das partidas.
    Tanto faz como tanto fez.
    Não seria uma disputa a sério.

    Ainda ontem, por outro lado, após um empate a um, em jogo fraquíssimo, entre os campeões e vices das duas temporadas passadas do Premier League, os dois técnicos mais do que consagrados – Klopp e Guardiola – fizeram ver que o jogo foi efetivamente bem fraco pois os seus jogadores estavam ^on the edge^.
    Desgatados pela preocupação com a doença, pelos jogos que passaram a ser excessivamente acavalados, ou seja, cansaço mental e físico.

    Tudo isso, no meu entendimento, deveria ser levado em conta.

    Não quero defender o Dome – de quem fui dos primeiros a criticar exatamente pela presunção em querer trocar o que vinha dando certo – mas não posso deixar de registrar esse momento anômalo que vivemos, que tem reflexos em todas as áreas, entre elas, obviamente, a prática esportiva em geral.

    Não pretendo impor o meu ponto-de-vista, pelo que gostaria de ler as opiniões de todos os demais, não só do nosso Mestre Incomparável, como dos caríssimos colegas de comentáros.

    Pandêmicas SRN
    FLAMENGO SEMPRE

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      arthur maciel 3 semanas ago Responder

      O senhor só tem opiniões ponderadas e inteligentes mostrando educação e sabedoria. Pegando carona, concordo com tudo e acrescento o óbvio: este ano não vai ser igual aquele que passou.

      Saudações reverenciais

      PS – Nao tenho a menor ideia do trabalho do Ceni mas as referências são boas e ele tem uma coisa fundamental que o Dome não tinha: sangue nos olhos.

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      Xisto Beldroegas 3 semanas ago Responder

      Pois, Carlos, há uma evidente contradição aí nessa história de muitos gols para estádios vazios: se justamente o que empolga mais os torcedores é o gol, por que eles estão aparecendo agora na ausência deles?

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    Henrique 3 semanas ago Responder

    Ceni, sei nao. Outro que mal começou. O trabalho no Fortal é bom. E talvez nao tenhamos opçoes. Mas é arriscado de novo.
    O do Del Valle? Disse que nao sai antes do final do ano, mas pro Flamengo ???

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    Mauricio Luz 3 semanas ago Responder

    Aqui não é lugar, nem é o tema. Mas paciência. É aqui que tem flamenguistas de verdade.
    Hoje o Flamengo mostrou hoje que não quer ser sério. Gosto do Domecq? Nem um pouco. Prefiro até o Dreher. Estou furioso com as goleadas e a apatia? Pacarái. Mas demitir um técnico com 63% de aproveitamento depois de 3 meses é mandar recado para o mundo que fazemos parte dessa baderna chamada futebol brasileiro,. Mostrar que estamos mesmo é no mesmo patamar, e descendo. Dar razão ao careca espanho que não quis vir do Equador e à pemca de portugas que declinaram também.
    Agora, se trouxer o ladrão da taça de bolinhas, cujo nome eu nem escrevo, acabou.
    Cancelo ST.
    Não assisto jogos pela TV nem nos estádios (quando reabrirem, se eu estiver vivo) por um período de um ano depois dele ir embora
    Guardo as quarenta e tantas camisas numa caixa na área de serviço.
    Sou capaz de torcer para cair….
    Dignidade não se vende nem se arrasta na merda.
    Para os infantes, eis a infâmia: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2012/05/04/sao-paulo-devolve-a-taca-das-bolinhas-para-a-caixa-mas-diz-que-continuara-disputa.htm

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    Henrique 3 semanas ago Responder

    Pronto.

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    Xisto Beldroegas 3 semanas ago Responder

    Dome defenestrado, ainda bem que a casa não chegou aos escombros, com esse elenco do Flamengo qualquer um que vier, desde que não seja o Abelão, serve.

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    dcruz 4 semanas ago Responder

    Até quando minha combalida memória chega, nunca vi o Flamengo tomar tantas goleadas em tão curto espaço de tempo, mesmo naqueles tétricos tempos em que andávamos naquela gangorra de sobe e desce à beira do abismo do rebaixamento. Provem o contrário.

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    Samuel 4 semanas ago Responder

    A realidade do futebol no Brasil é muito diferente da Europa. No futebol inglês, espanhol, alemão, francês ou italiano temos de 2 a 3 equipes efetivamente disputando o título e o restante com uma diferença abissal compondo a tabela. Então qualquer técnico tem 4 anos se necessário para errar até começar a acertar, com um calendário de jogos muito mais ajustado.

    Aqui o nivelamento é muito maior (mesmo que por baixo) com uma densidade de jogos sobre-humana. O técnico precisa sim de tempo para conhecer os jogadores e o clube, mas precisa mostrar evolução a curto prazo. O JJ conseguiu fazer isso e o time foi melhorando a partir de derrotas na Copa do Brasil, no Brasileiro e na Libertadores.

    O Domenech infelizmente não deu certo. Não tem intenção de montar um grupo titular e uma zaga principal para dar entrosamento. Comete sucessivos erros na escalação, com jogadores em péssimo estado psicológico e lentos pra correr atrás de jogadores jovens e velozes. Não treina os fundamentos do futebol, deixando as linhas espaçadas, marcação frouxa e saídas de bola pelo meio (nem em pelada fazemos isso). E quando mais o time precisa de criação no meio e poder de finalização, ele tira Everton e Pedro em diversas situações. Escala zagueiro de lateral, volante de ponta-direita e lateral esquerdo na lateral direita.

    Erra e persiste no erro. É questionado pela imprensa e responde com deboche. Enquanto os outros treinadores ficam na beirada do campo orientando o posicionamento de seus jogadores, o catalão fica calado de braços cruzados. No máximo solta um “bravo” ou um “borajogá”. Qualquer peladeiro faz melhor.

    O outro lado da moeda é a divisão interna na diretoria do Flamengo. De um lado, Braz e Spindel bancando o Domenech. Do outro o BAP e seus seguidores. E o técnico mesmo não vai pedir pra sair porque sabe que a multa rescisória é elevada. Isso sem falar nos interesses do Grupo City que vem lucrando com a molecada da base.

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      CARLOS MORAES 3 semanas ago Responder

      O futebol inglês não fica neste saco.
      Tem SEIS equipes que podem ser consideradas grandes – Arsenal, Chelsea, Liverpool, Manchestes City, Manchester United e Tottenham (ordem alfabética) – além de outras intermediárias, como o Leicester, recente campeão e atual líder.

      No mais, tudo bem.

      Britânicas SRN
      FLAMENGO SEMPRE

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