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Futebol Sem Esculacho É Fraude

Por | 9 de junho de 2018
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22 Comments
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    Xisto Beldroegas 4 meses ago Responder

    Pelo menos pra mim alguma coisa já mudou nesse novo Flamengo, estamos esmagando todos os pequenos ( e alguns grandes também), a não ser aquele vacilo contra a chapecoense em que o Barbieri que não é gato inventou colocar um time alternativo (epa!), tudo bem, mas, vem cá, precisava também alternar goleiro?

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    Rasiko 4 meses ago Responder

    Já que o assunto é esculacho, esse texto do Rica é o melhor, mais original e definitivo sobre o sacal imbróglio de 87. Apesar de sempre dar uma passada no site dele, só hoje tomei conhecimento.

    https://www.ricaperrone.com.br/me-processa-sport/

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    Gui Barros 4 meses ago Responder

    Grande Arthur.
    Sempre bom ler textos da qualidade dos que vc escreve.
    E os comentários estão todos ótimos.
    Tenho divergência de opinião com alguns
    Aplaudo o rubro-negro octogenário que tb fez belíssimo comentário.
    Mas acrescento que parece que essa formação atual já vem sendo ensaiada há cerca de 2 anos.
    Talvez apenas agora tenha sido tão eficiente, mas vale lembrar que já fazíamos essa tentativa com Everton e Berrio ano passado.
    Espero que se torne parte da cultura do nosso time.
    SRN

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      Carlos Moraes 4 meses ago Responder

      Talvez você esteja com a razão.

      Vendo-se os jogos no próprio campo, tem-se uma noção muito melhor.

      Foi, em parte, o que também quis dizer.

      A TV fecha sempre (ou quase) as imagens, prejudicando, por óbvio, a noção do conjunto.

      De qualquer forma, agradeço o elogio.

      Fraternas SRN
      FLAMENGO SEMPRE

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    Lucas Ponte 4 meses ago Responder

    Os moleques passaram o carro sem piedade. E essa catimba, essa marra, desestabilizam o adversário, que passa a agir insanamente. Anderson Silva fazia isso até ser derrotado. Acho que isso mistura técnica e blefe, bem comuns no poker. Não basta saber jogar. Também conta como você influencia seu adversário.

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    Henrique 4 meses ago Responder

    Bem, o garoto estah de saida.
    Sabiamos que iria acontecer, mas vai deixar uma saudade …

    Como sai tb o goleador e provavelmente tb o Paquetah (impossivel de nao ser comprado, com esse futebol) vamos ficar como antes estavamos – sem ataque algum.
    Eh urgentissimo a “diretoria” se movimentar.

    No mais, gostaria, e muito, que alguem me explicasse a razao do que estah acontecendo. Da maravilha que acontece semana apos semana.

    Pouquissimas semanas atras eramos um time completamente perdido, burocratico, esforçado, mas sem o menor tesao, perdedor.

    De um momento ao outro surgiu isso dai.
    Para mim inexplicavel, confesso.

    Vejo algumas coisas que o “tecnico”, que nem tecnico é, mas o qual tira mais caldo do elenco que todos antes, fez, mas nao muita coisa.

    Alguem dos experts que temos no blog pode me explicar?

    SRN

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      Rasiko 4 meses ago Responder

      É simples: o técnico que nem técnico é, é técnico sim, e dos bons. É só ver o comportamento dos jogadores em campo, as jogadas ensaiadas que antes não existiam – que tal 50 toques na bola deixando o adversário na roda do bobo até a conclusão em gol? – o apoio aos garotos da base, um sistema defensivo quase perfeito e, last but not least, os resultados. Entre outras qualidades, soube extrair o melhor de cada jogador – vide Renê – que é a característica master de um grande treinador.

      Se ainda restar qualquer dúvida, não hesite em perguntar.

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    Romano 4 meses ago Responder

    Abelinha tá revoltada.

    Pra ele, driblar não pode. Deve ser por isso que ele escalou o Fla num 4-6-0 contra o Santo André em pleno Maracanã lotado.

    Hahahahaha

    É um dos mais autênticos representantes da geração de “treinadores” me(R)talhões artífices de gols da Alemanha.

    VJ e Paquetá não “passaram do ponto” hora nenhuma. Driblaram no ataque, a grande maioria das vezes com objetividade e buscando soluções. Driblaram também para provocar o adversário, o que, pasmem, FAZ PARTE DO JOGO. Todo esporte tem provocação, que faz o adversário perder a cabeça, a concentração, e cometer um erro. O que não tem na maioria dos esportes são árbitros que não cumprem a regra do jogo e permitem que a intimidação e a violência corram livremente. O dia em que alguém for expulso por enfiar dedo na cara do adversário porque este o driblou, a discussão acaba.

    O Flamengo tá jogando muito bem, no ritmo da molecada que era negligenciada em detrimento de Horroroújos, Gabrieis, Vazes e Evertons. Obrigado, Rueda. Precisou vir lá da Colômbia pra fazer o que nosso ex-treinador paneleiro e burro igual uma porta não fazia. Deixou um grande legado. Não fosse ele, provavelmente Paquetá hoje estaria emprestado ao GOA ou ao Luveedense pra ganhar rodagem.

    Nossa base enfim tá em campo e tá voando. Ainda pode-se dar mais minutos ao Lincoln e recuperar o Ronaldo. Uma pena o VJ sair logo agora. Faz uma diferença absurda, tenta sempre a jogada aguda, vai à linha de fundo toda hora, entra na área, chuta, faz assistência… é um Everton ao contrário. Tudo isso aos 17 anos. Se ficasse mais 2 anos no Fla, ganharíamos os 2 Brasileiros. Jogador assim é muito raro. A perda será enorme. Pena a pressa do Fla em vendê-lo…

    Mas, de qualquer forma, é bom ver a base sendo privilegiada. Lindo ver o Jean Lucas entrar em vez de um Arão ou um Rômulo. Há quanto tempo pedíamos isso aqui.

    Como diz um dos inacreditáveis presidentes eleitos pelos petistas, tem que manter isso aí!

    SRN

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      Rasiko 4 meses ago Responder

      Romano, não quero me iludir, mas ainda tenho esperança que o VJ fique até o fim do ano. É o que ele quer e sabe de sua importância pra esse time ganhar, no mínimo, um título de expressão. Ele sabe também que no Real vai ser, na melhor das hipóteses, banco. Quer dizer, as indicações conspiram a favor.

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        Romano 4 meses ago Responder

        É torcer pra que todos os jornais espanhóis estejam errados. Segundo eles, já tem até data de apresentação: 17 de julho.

        Enfim, realmente uma pena precisarmos vender um jogador desse nível antes mesmo de ele atingir a maioridade, quanto mais de poder fazer uma história no clube.

        É complicado, porque, por mais dinheiro que entre, vc não compra outro VJ. É o tipo de jogador que surge de 10 em 10 anos.

        Uma pena que tenha que ser assim.

        É uma pena maior ainda nesse momento, em que temos uma verdadeira esperança de enfim ganharmos um grande título.

        Enfim, é torcer pra diretoria não gastar o dinheiro com MERDA (Love, Wendel, Walace, etc.), esperança que não encontra fundamento no histórico recente, e que assim consiga minimizar a perda.

        SRN

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    Alex 4 meses ago Responder

    Só acho q o Paquetá e o VJ precisam de alguns conselhos em relação a “não passarem do ponto”….

    Aquele pulinho ridículo do Paquetá com os dois pés sobre a bola na frente de marcador e na linha lateral não tinha objetividade alguma, não serviu pra nada produtivo e deveria sim ser evitado… sem contar as saídas de bola da defesa pro ataque com firulas q acontecem às vezes e só nos prejudica!

    Isso demonstra pra mim a falta de um capitão mais experiente, xerifão que chame a garotada para realidade.

    SRN !

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      Gean Medeiros 4 meses ago Responder

      Com todo respeito a sua opinião, mas não se acha um pra criticar quando é o Neymar que faz isso…
      Acho q se tem habilidade tem mais é que botar nego c a bunda no chão mesmo… Ronaldinho Gaucho foi o melhor que eu vi jogar (minha opinião) justamente por causa disso…
      O que eu acho q pode, E DEVE, ser combatido é simulação… é nego ser encostado e dizer que perdeu o cabaço… isso sim me da vergonha alheia. Diego Alves pra mim é o nosso melhor goleiro desde o Julio Cesar mas faz uma cera do caralho…
      O Flamengo fudido de 2 meses atrás que não conseguia segurar uma vitória precisava disso… o Mengão papaizão terror das menininhas de hoje não precisa mais… tá na hora de parar de mocoronguisse… o lance o Renê puxando o Rhodolfo pra dentro do campo foi RIDICULO, até entendo que pode ter sido necessário e tal, mas foi RIDICULO…
      Demorou pra caralho mas nosso mengão embalou, agora só é parar de mimimi e passar o ramo em geral
      SRN

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      Henrique 4 meses ago Responder

      Alex, concordo contigo. Os mais velhos deveriam dar um chega. As vezes fazem isso, mas os jovens nao estao nem ai. Vao aprender.
      O VJ fora do pais.

      SRN

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    Carlos Moraes 4 meses ago Responder

    Meus amigos,

    aventurei-me e fui ao Mané Garrincha.
    Na companhia do meu filho Fernando e do meu neto Felipe, lá chegamos às 19.25 H.
    Mantivemos contato telefônico com os amigos dos CDN, à frente o Julinho, mas, do lado de lá, o das emissoras de TV, não havia mais lugar bom.
    Com muita sorte, conseguimos ótima posição, do lado de cá. Bem no meio do campo, mas BEM MESMO, eu na última fila, meu filho e meu neto, juntos, bem na minha frente, na penúltima.
    Um espetáculo a presença maciça de torcedores do Flamengo, no mínimo 95% dos 60 mil, sendo que o estádio comportaria mais, mas, nos dias de hoje, as autoridades têm medo de povo, limitando ao máximo que podem.
    Do jogo em si, nem vou falar, pois o Grão Mestre já disse tudo e jamais qualquer ser normal pode concorrer com ele.
    Vou falar de REMINISCÊNCIAS.
    REMINISCÊNCIAS, sim.

    De repente, olhando a fila à minha frente e estendo o olhar até o gramado, onde os onze rubro-negros deitavam e rolavam, voltei a um domingo plúmbeo, céu fechado mas sem chuva, do final de outubro de 1945.
    É isto aí, meus amigos.
    Setenta e três anos passados.
    Naquela manhã, meu pai Augusto e eu fomos até a Gávea e compramos os ingressos para o grande clássico da tarde, entre Flamengo e Botafogo, quando jogávamos as últimas e já remotas possibilidades de conseguir algo inédito, o Tetra Campeonato.
    De tarde, voltamos, agora os quatro, já integrados a minha mãe e o meu irmão.
    Cadeiras numeradas, bem ao pé do gramado, do lado esquerdo da ^monumental^ (para mim, era mesmo) arquibancada, ou seja, do lado do Jockey Club, pois o direito era o da Praia do Pinto (não vou falar mal do Lacerda hoje, vou dar uma colher-de-chá).

    Uma das identidades entre os dois jogos – o placar. 2 x 0, só que para eles. Outra, que ficou pela metade. Um pênalti a nosso favor, quando ainda estava 1 x 0 e o jogo já se aproximava do seu final. Um centroavante notável, artilheiro de inúmeros campeonatos, um dos maiores de nossa hisstória gloriosa, Silvio Pirilo, o encarregado da cobrança. Qualquer semelhança entre ele e o pífio Dourado (quanto a este o Arthur foi benevolente) era mera coincidência. Resultado da cobrança. Praticamente atrasou a bola para o goleirinho (sem força de expressão) deles, um tal de Ari. Foi talvez a minha primeira grande decepção em um campo de futebol.

    Mais houve outras, muito mais importantes, que pude concluir da minha cadeira na última fila do Mané.
    Escalava-se o time, que nem no futebol de botão, com dois becões, a linha média de três e cinco atacantes, embora com os dois meias mais recuados, lançados os dois extremas e o Pirilo.
    Naquele domingo, o time era praticamente o mesmo que fora TRI-CAMPEÃO, apenas com um goleiro diferente (Luis Borracha, muito melhor que o Jurandir) e também os dois pontas, estes infinitamente inferiores a Valido e Vevé (Adilson e Tião).
    Flávio Costa, o mesmo técnico.
    Lá estavam pois, que nem os botões, Newton e Norival, a fantástica linha média de Bigua, Bria e Jayme, com Adilson, o fabuloso Zizinho, Pirilo, Perácio e Tião compondo o ataque.

    Pois bem, não é, sem sequer forçar muito a barra, que jogamos desta forma contra o pobre Flu do alucinado Abel.
    Os becões – fantásticos, cabe elogiar – Léo Duarte e Rhodolfo (concordo com o castigo divino …), a linha média com Rodinei, Cuellar (um monstro, um pouco à frente, como também ficava outro gringo inesquecível, o Bria) e René, com Marlos Moreno e Vinicius Júnior bem abertos pelas extremas, Henrique Dourado se esforçando e nada acertando pelo meio do ataque, com os dois meias, Everton Ribeiro pela direita e Lucas Paquetá pela esquerda um pouco mais recuados, com a incumbência de armar para os outros faserem os gols, ambos jogando bem.

    Um clássico WM do passado.
    Maurício Barbieri com ares de Flávio Costa, o técnico da seleção nacional.

    Fiquei vendo lá de cima o que ocorria no campo, mas, o que mais me impressionou foi o que constatei somente uma fila abaixo.

    De repente dei-me conta que o Fernando era o velho Augusto, que se foi no Dia das Crianças de 1989, grande advogado, corajoso e combativo, que não teve prisão que o afastasse da defesa dps Cesar Benjamim do passado, e que o Felipe outro não era que eu mesmo, alegre, espontâneo, querendo e conseguindo vibrar com as cores vermelho e preto, para todo o sempre, enquanto dure, muito mal parafraseando o Vinicius, poetinha.

    Valeu, minha gente.
    Viva o futebol !
    Viva o Flamengo !

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      Aureo Rocha 4 meses ago Responder

      Porra, Carlos Moraes,
      mais uma vez você me passou uma rasteira.

      Seria exatamente sobre a “novidade” da escalação com dois pontas jogando abertos que eu pretendia falar.

      Depois da escalação do meu time de botão de 1954, eu quase não vi mais um time jogar com dois ponteiros ofensivos.

      Nem o nosso timaço da década de 80 jogava assim, pois Tita e Lico eram muito mais meia-atacante do que ponta.

      Será que o Barbiere está redescobrindo a pólvora?

      SRN

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        Carlos Moraes 4 meses ago Responder

        De pleno acordo.

        Impressionou-me, logo no primeiro minuto da partida, quando vi o Marlos Moreno bem abaerto na direita e o Vinicius Júnior lá pela esquerda.

        Dois pontas AUTÊNTICOS.
        Não via há zilhões de anos.
        Vou dizer a verdade, pelo menos a minha.
        Fiquei encantado, até porque voltei no tempo, sentindo-me com menos de dez anos de idade.

        Fraternas SRN
        FLAMENGO SEMPRE

        PS – além do mais, como você bem disse, Tita e Lico fechavam sempre.

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      Gean Medeiros 4 meses ago Responder

      Talvez eu seja meio idiota, mas eu já fui tão vacinado com comentários imbecis nesses últimos 10 anos de internet, que eu raramente leio opiniões alheias a de quem escreve… tampouco compartilho minha própria opinião nesses espaços. Felizmente hoje está sendo um dia atípico.
      Tenho 27 anos, nasci, cresci e sigo crescendo pros lados no interior de goias.
      Não tenho a menor pretensão de deixar minha cidade, mas sempre tive uma pontinha de inveja de quem mora no RJ que eu vejo pela TV… não por causa das praias, que eu imagino que sejam 75% urina alheia, somada a uns 25% de coisas que eu não posso pagar… também não é pela possibilidade de aparecer legalzão na TV explanando sobre uma bala perdida recém encontrada, ou ainda, um assalto educadamente conduzido recém sofrido… invejo essa gente pq minha cidade tem uns QUARENTA E SEIS MIL HABITANTES, nas poucas vezes que eu me aventuro a ir em eventos públicos que reúnam uns 2 mil abnegados, pra mim já é um inferno, me da muita, mas MUITA saudade da minha casa… mas um estádio com 50 mil bem vestidos como o Fla vem colocando em todo jogo, esse sim é um lugar em que eu gostaria de estar um dia… ainda não tive essa oportunidade.
      Ler a opinião de quem viu o mundo em 1945 me parece tão surreal que me da ainda mais inveja por saber que o velho Maracanã que você viu com 80, 100, 150, 190 mil pessoas eu nunca vou poder ver…
      De qualquer forma, como disse, não sou muito de ler comentários e menos ainda de comentar, sendo assim, não preciso dizer muito mais do que isso… só acrescentar que eu espero que quando Deus me der filhos e netos, que eu tenha a mesma sorte que você e possa ter a felicidade de vê-los fazerem escolhas certas na vida…
      Grande abraço!
      SRN

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    João Neto 4 meses ago Responder

    Sou adepto do drible com objetividade. Utilizado para desbravar defesas. Buscando espaços para o avanço do ataque.
    Agora, na saída de bola da defesa…nem pensar! Nosso brilhante meia é contumaz em armar ataques adversários por insistir em brincar em zona proibida. Merece um puxão de orelhas. Esses meninos se empolgam…

    Como empolgado está o time. Graças a arte da molecada. Merecem os louros da campanha. Como também deve ser reverenciado o colombiano Rueda. O legítimo observador. Diferenciado dos Cegos Videntes desses supostos olheiros, que indicaram um monte de perebas que hoje atravancam as mudanças no elenco.

    Flamengo deu mole. Deixou o lateral direito do Bahia (emprestado ao Palmeiras), João Pedro, ser negociado ao Porto de Portugal. Com certeza, vão vender por milhões. Esses são campeões em revenda. Junto com o Shakhtar. Têm olhos de lince.
    Se formos observar, as poucas contratações que deram certo, foram imposições da torcida. É necessário comprar óculos para esse setor de Futebol.

    Já que a Gestão de Futebol é desprovida de talentos para a aquisição de jogadores, deveria insistir mais e mais nas categorias de base. Esses, com certeza, não nos dão decepções. Tem Pedigree e nascem com sangue nos olhos.

    Avante, Mengão!

    SRN

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    Chacal 4 meses ago Responder

    Lendo esse artigo vejo o quanto somos atrasados… abelão ainda é referência de alguma coisa !
    E viva a renovação!
    Viva barbieri!

    SRN!

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    VANIA DRUMOND HOFFMANN 4 meses ago Responder

    Na verdade nada mudou desde o 7 x 1 . eles estão driblando porque são jovens mas logo logo vão parar…

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    Samuel Camello 4 meses ago Responder

    Adorei! Partilho da mesma opinião. Imprensa esportiva medíocre. O Abel vai pelo mesmo caminho do técnico do 7×1.
    “Porrada no Sávio”.
    SRN

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