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O paradoxo de Carrilho

Por | 6 de dezembro de 2018
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5 Comments
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    Aureo Rocha 4 dias ago Responder

    Beleza de texto, Marcelo Dunlop, como sempre!

    Eu entendo que há um pouco de verdade sobre tudo o que se diz nas redes sociais em relação ao futebol do Flamengo.

    E eu acrescentaria mais uma dessas:

    Nos cinco anos da gestão do Bandeira de Mello, o time do Flamengo jamais conseguiu apresentar um padrão de jogo reconhecido.
    A cada troca de técnico, o time também mudava o jeito de jogar.

    Como um simples exemplo em sentido contrário, o mundo inteiro conhece a forma como o Barcelona joga, e isso há um bom tempo.

    O que o Flamengo precisa, nesse ano que entra, é definir um padrão de jogo e treinar o time à exaustão, para quando ele entrar em campo todos saberem que é o nosso Flamengo que está em campo.
    E procurar manter o técnico a tudo custo.

    SRN!

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    eduardo leao salles 4 dias ago Responder

    Marcelo
    Comungo com suas ideias. Me reconheço nos seus textos.
    Para mim é óbvio que nosso patamar agora é outro, como demonstra as 3 Libertas seguidas.
    Mas continuo achando que o foco principal de um clube de futebol do Brasil, deva ser o do Campeonato Brasileiro, àquele mesmo que nós ganhamos 6 vezes, sem precisar de “arranjos da cbf”.
    Ganhamos, festejamos, bebemos e, depois disso, nada tem mais importância, ao menos para mim .
    Ficar discutindo o título de 1987 no stf é besteira.
    Este ninguém tira dos nossos corações ….
    Vamos atrás de outros ! Se der para ganhar a liberta 25 vezes, ótimo, mas eu rezo 3 vezes por dia para não chegar no Mengo “um mano menezes apoiado pela diretoria deles lá” e entenda que bom mesmo é ganhar liberta ou copa do brasil, porque nessas vc joga 8 / 10 vezes e , se ganha, acabada o ano em setembro/outubro porque está 20 pontos atrás no Brasileiro.
    E, se perde, faz o quê ? Rasga …. ?????
    SRN
    Opção sem graça.

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    VAGNER BSB - SSA 5 dias ago Responder

    O ano não pode ter sido (de novo) em vão…

    Espero que a futura direção do Flamengo (Landim parece que vai vencer com certa facilidade) tenha entendido coisas básicas que foram ignoradas nos últimos 3 anos, principalmente.
    E que coisas básicas são essas?? Simples, cuida do futebol quem entende de futebol. Assim como quem cuidou da parte financeira e administrativa foram pessoas que entendiam da parte financeira e administrativa. E, para deixar um exemplo mais parrudo, quem cuida da parte patrimonial (Wrobel) é quem entende da parte patrimonial. Tanto é assim que ele está no clube desde 2010 exercendo, brilhantemente, a mesma função.

    Então, se as pessoas entendem isso, por que demônios não deixam quem entende de futebol CUIDAR DO FUTEBOL??

    E a resposta é uma só: VAIDADE!!

    Vaidade de aparecer, um dia sim e o outro também, em rede nacional para dar entrevistas e falar do time e do elenco do Flamengo. Câmeras e mais câmeras, microfones e mais microfones e assédio de todos os lados em cima de quem comando o futebol do clube. E esse, sim, foi o erro fatal do Flamengo quando se estabeleceu a pujança financeira do time a partir de 2015.

    Quando as pessoas largaram um pouco a vaidade, as coisas funcionam como deveriam (por pouco, é verdade).
    Basta ver o que aconteceu no pequeno período com o treinador Dorival Júnior. Período em que ele teve “carta-branca” para fazer o que fosse necessário no time e no elenco.
    Barrou Diego e Diego Alves, o primeiro por deficiência técnica e o outro por precaução. Se bem que ambos voltavam de contusão, mas o ponto não é esse. Quando tal procedimento aconteceria com os demais treinadores do Flamengo?? Especialmente os que eram menos “cascudos”??

    A resposta é fácil: NUNCA!!
    Nunca que dariam essa autonomia para Zé Ricardo e Barbieri. E passariam a mão na cabeça dos dois Diegos se algo desse tipo tivesse acontecido nos anos anteriores. Ou, até mesmo, nos meses anteriores.

    Parece que a “água fria” de não ter sido eleito Deputado fez com que EBM largasse de mão a vontade de aparecer à frente do futebol do Flamengo. E, com isso, as coisas passaram a ser minimamente profissionais no trato com o elenco de jogadores.
    Pena que foi tarde…

    A torcida agora é para que a próxima direção faça o óbvio. Ou seja, que trate de forma profissional os profissionais muito bem pagos (e em dia) e que terão à disposição condições fantásticas de trabalho daqui pra frente. Aliás, as condições já eram muito boas; agora serão excepcionais.
    Portanto, se fizerem o básico, as coisas finalmente entrarão nos eixos.

    E, desenhando, fazer o básico significa contratar um técnico experiente e com voz de comando forte. Contratar esse técnico com tempo para fazer o planejamento. Contratar jogadores para as posições claramente carentes do elenco. Não contratar jogadores vindos de graves contusões. Contratar atletas incontestavelmente melhores dos que temos nas divisões de base. E, por consequência, utilizar os garotos da base sempre que não for possível (ou recomendável) trazer jogadores comprovadamente melhores para a posição. E, principalmente, tratar os jogadores como profissionais, cumprindo as obrigações do clube e EXIGINDO o máximo comprometimento de quem é pago (comissão técnica e jogadores).

    Não é tão complicado assim. Já estivemos em situações muitíssimo piores.

    SRN a todos!

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      João Neto 4 dias ago Responder

      Vagner, parabéns pela lucidez dos comentários. Exatamente o que penso. Em defesa do bisonho mandatário, misturam gestão financeira com a de futebol. Totalmente distintas. Nota dez a primeira. Zero para a Gestão de Futebol. A vaidade e o amadorismo transformaram um desafio em enredo de novela mexicana. A arte da canastrice.

      Enumerar os erros primários irá delongar esse breve comentário. Espero que o vencedor do pleito escolha pessoas capacitadas. Sem sentimentos pueris. Profissional acima de tudo.

      SRN

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    Leonardo tauil 5 dias ago Responder

    Excelente texto como sempre.
    O problema é a “obrigação “ de ganhar tudo sempre, que faz com que na primeira vitória, temos certeza que o título é nosso.
    E quando perde…

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