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Fé, esperança e campeonato

Por | 21 de março de 2020
Maracana e Cristo
8 Comments
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    Carlos Moraes 7 meses ago Responder

    Não entendi bem o asterisco.

    A crônica é a do Mário Filho de 1956, ou apenas inspirada nela.
    Pelo teor, parece ser a própria, pelo menos em parte.
    Não na nossa parte rubro-negra, mas na cruzmaltina.
    De fato, a partir de 1945 até 1951, o Vasco foi o grande ganhador dos Cariocas.
    Recordo-me bem que obteve três títulos invictos, nos anos ímpares de 45, 47 e 49, sendo que o Fluminense foi o super-campeão de 46 (lideramos iinvictos o campeonato por mais de um turno, até sermos surpreendemente derrotados, por 1 x 0, pelo Bonsucesso, em Teixeira de Castro) e o Botafogo, depois de anos, em 48, no célebre campeonato das ^rezas fortes^ do Carlito Rocha e do mascote Biriba, um cachorro clássicamente viralata.
    Confesso que, da capelinha não tinha o menor conhecimento.

    Foi o período das vacas magras, pois passamos SETE ANOS sem conseguir ganhar uma só partida do nosso atual freguês.
    Para mim, que tinha de 7 a 13 anos, foi um período extremamente amargo.
    Tinha que ser muito apaixonado pelo Flamengo, para resistir a tantos fracassos.

    Apaixonadas SRN
    FLAMENGO SEMPRE

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      Dunlop 7 meses ago Responder

      É um trecho apenas, de uma crônica bem longa – e muito boa. O livro é imperdível! SRN

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    chacal 7 meses ago Responder

    vc quis disser jó…job nunca existiu na biblia !

    SRN !

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      Dunlop 7 meses ago Responder

      Na Bíblia do Mario era Job.

      https://pt.wikipedia.org/wiki/J%C3%B3

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      Carlos Moraes 7 meses ago Responder

      Amigo Chacal,

      você tá certo. Na Bíblia, todas que conheço, é mesmo Jó. A do Mario Filho, não tive oportunidade de ler.

      Você, certamente não é do tempo em que, nos Jardins de Infância, faziam cantar –
      Êscravos de Jó, tiram o caxangá,
      Tira, bota, torna a tirar … e por aí ia.

      O Mário tem defesa, que só também os antigos têm conhecimento.
      No fim dos anos 40, o nosso Flamengo teve um zagueiro de área chamado JOB, com B no fim.
      Não era lá grande coisa, um nordestino da porra, que espanava legal.

      Como a crônica é posterior (1956), deve ter sido o motivo verdadeiro de inspiração.
      Uma homenagem ao nosso zagueiro.

      Cuidemo-nos.

      Confinadas SRN
      FLAMENGO SEMPRE

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        Dunlop 7 meses ago Responder

        Fico a pensar aqui, nestes tempos de 40ena, se havia alguma parte na Bíblia onde o Diabo chegava e assoprava Job. Nos textos em inglês ia ficar bem esquisito. SRN!

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