República Paz & Amor

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4 Comments
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    Xisto Beldroegas 5 dias ago Responder

    Nivinha, este blog é antigo, mas continua atual após esse tenebroso fla flu. O tal espírito de Flamengo está tão sumido que nem uma sessão espírita do tamanho do Maracanã vai fazer baixá-lo nesse nossol time.

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    mauricio coelho 2 semanas ago Responder

    QUEM VIU A ALMA DO FLAMENGO, QUEM VIU A ALMA DO FLAMENGO, PQP, PQP, PQP, PQP, SUMIU…

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    Rasiko 2 semanas ago Responder

    O time do Flamengo é o reflexo do seu presidente, com aquela cara insuportável de uma pessoa sem energia e ainda por cima tem a leviandade de acumular a VP de futebol. Não tem ninguém pra bater com o pau na mesa – se é que ele tem pau – e chamar neguinho à responsabilidade.

    Tá todo mundo vendo e o filho da puta não se toca. Depois não querem que a torcida se irrite e parta pra porrada.

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    Xisto Beldroegas 2 semanas ago Responder

    Nivinha, concordo com você plenamente, aliás, já estou cansado e rouco de tanto me ouvir falando isso. Portanto, o problema do Flamengo como eu já disse e vou repetir é freudiano, independe de time bom ou ruim, precisa de uma análise profunda em seus subterrâneos para voltar a ter a velha garra, a velha mística rubro-negra que misteriosamente desapareceram. Eu tenho uma desconfiança, bem objetiva, nós estamos pagando o erro da série de presidentes corruptos que nos dirigiram durante décadas, com a desfaçatez desses canalhas, foi-se o que restava de vergonha na cara em qualquer time que entrasse em campo. Não fomos durante muitos anos levados a sério, nem preciso escrever a velha frase que virou jargão dito por um outro canalha. Parece que falo de outro mundo, e me sinto mesmo em meu túmulo a desvendar essas verdades que não aparecem. Noutro dia li de um ex-jogador que o vestiário do Flamengo “cheirava a mofo” e outras sandices, o que é pior, falava a verdade. A tradição de um Flamengo de antigamente, dizia-se mística, que se puséssemos o pior time em campo, os adversários se borravam de medo, e conquistamos vários títulos assim, haja vista, o último importante Brasileirão 2009, caindo pelas tabelas, mas com craques em seus útimos estertores, o Pet, Imperador, um raçudo resumindo todo o auge daquela mística, chamado Ronaldo Angelim e, pasmem! até David Braz, fazendo gol, no meio de coisas chamadas torós, zé roberto, o zé cachaça, kebersons, e um desconhecido Andrade como técnico. Fomos campeões e defijitivamente foi a última vez que a nossa raça esteve em campo. Depois a maldição da derrota imiscuiu-se nas entranhas do time, melhor dizendo, no espírito do time, e transformando nos vários que vieram, com craques ou não, um arremedo de times de futebol. A lá fomos achincalhados, os mais caros craques foram contratados e sairam mais ricos do que entraram, e iam zombar do Flamengo em outras freguesias ( sugam o Flamengo até hoje, através da justiça). E isso deixa sequelas. Curioso, é que a gente vê, esse fenômeno inexplicável, perebas que aqui não fazem coisíssima nenhuma, quando saem começam a jogar bem, vide Leandro Damião, tremendo perna-de-pau, e o tal de Fernandinho que está jogando um bolão no Grêmio. Conclusão que não é nenhuma, só uma sugestão, é saír por aí cavando os vários gramados de nosso CT, dizem que agora digno de nosso nome, à procura do sapo seco, como reza a lenda enterraram numa das traves de um time e este nunca mais ganhou time do autor da mandinga, fazermos numa repetição do belo conto A nova Califórnia de meu criador Lima Barreto, até encontrar esse maldito feitiço, apelar para um Freud redivivo, ou como fizeram há pouco um desses pequenos aí que infernizam e só infernizam o Flamengo, despejar sal grosso em todos os cantos da Gávea e por onde o Flamengo se apresentar para jogar.

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