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Espírito de liderança

Por | 23 de maio de 2019
RJ, Futebol / Flamengo
16 Comments
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    chacal 3 meses ago Responder

    se eu fosse presidente do mengão dava um contrato pro renato gaucho com plenos poderes.
    podia mandar do dente de leite até os profissionais.
    se no grêmio que não tem a metade da nossa estrutura ele já faz esse estrago todo,imagina morando no rio de janeiro(que ele ama)treinando o mengão queridão….?

    top top top

    seriamaos campeões da porra toda!
    mas os dirigentes são cegos e não enxergam um palmo a sua frente.
    pagam 1,5 milhão pra gabigol não fazer merda nenhuma…pegava essa grana e dava pro renato,simples assim!
    o caras lá no sul sabem que o portaluppi dá retorno e bancam o que ele pedir.

    eu faria uma estátua dele ,colocava na gavea ou no ninho e era só colher os frutos.

    imagina o renato contando as histórias de como comeu a luma de oliveira, entre tantas capas da playboy…a molecada não iria querer nem ir pras ZOROPAS.
    ficariam por aqui mesmo aprendendo com o FESSOR.

    burros burros burros

    SRN !

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      chacal 3 meses ago Responder

      BURROS BURROS BURROS

      Sao os dirigentes !!!

      SRN !!!

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    Xisto Beldroegas 3 meses ago Responder

    Acho interessante como última tentativa do Flamengo passar uma borracha em tudo e voltarem os olhos pra base, meter esses medalhões num transatlântico com direito a Roberto Carlos e tudo, já que eles não aceitariam humildes barcas e mandá-los, vocês sabem… É a última tentativa se esse ano não ganharmos nada, desde 2009 não ganhamos coisíssima nenhuma que preste, a não ser os carioquetas de sempre e algumas Copas do Brasil, ah, sim, o tal de torneio Miki ( eu sou torcedor e como tal analfabeto de carteirinha devidamente assumido). Já tentamos tudo, craques milionários, técnicos, desde interinos até os chamados com currículo como o de agora, e até o presente, ganhamos não lhufas, portanto, está na hora de providências radicais. Aliás, num raciocínio simplista, se tivéssemos pensado na base já há todos esses anos, provavelmente estaríamos como um time maduro, e, pelo menos, com um padrão de jogo personificado. Agora, se se acreditar em milagres, em superstições, o escambau, podemos apelar, veio-me à lembrança, já que se falou em Carlitos Rocha, e não se falou num detalhe de suma importância, ele, Carlitos, foi o introdutor da gemada para seus jogadores. Que tal tentar? Talvez como uma boa gemada antes dos jogos esses embusteiros, fortalecidos corressem mais atrás da bola.

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    Ricardo 3 meses ago Responder

    Não é de agora que a base rubronegra é relegada ao segundo plano.
    Aquela grande geração que ganhou a Copa São Paulo em 1990 ficou pouco tempo no profissional. Alguns ainda tiveram tempo de ganhar o Brasileiro de 1992. É ótimos jogadores foram revelados naquela época, para virarem ídolos…em outros clubes. Djalminha, Paulo Nunes, Marcelinho Carioca são parte importante na história de nossos rivais.
    Nada mais prazeroso que ter Adriano de volta ao Flamengo para ser artilheiro e campeão em 2009. A torcida valoriza e tem paciência com a prata da casa. É da essência rubronegra.
    Vinicius Jr. e Paquetá foram embora sem conquistar grandes títulos.
    Craque o Flamengo faz em casa e vende rapidamente. É parece que tão cedo os dirigentes do clube vão mudar essa realidade.

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    The Trooper 3 meses ago Responder

    O Ajax mostrou que é possível, sim, competir com os milionários com um time quase totalmente formado por jovens da base do clube.

    Basta boa vontade e competência.

    Agora, enquanto continuarmos vendendo Vinícius Junior e Paquetá para torrar tudo com Vitinhos, Gabrieis, Romulos, Geuvânios, Henriques Dourados , Abelões e coisas que os valham, vamos continuar pobres, vazios de ideias, e tecnicamente a distâncias abissais do jogo praticado na Europa.

    Precisamos de boas ideias, de inteligência. Não de jogadores medíocres superfaturados reservas de times chineses querendo fazer pé de meia antes de se aposentar.

    Se é pra torrar fortunas assim, por que não inovamos e fizemos uma proposta ao Xavi, por exemplo, um dos mentores do tic-tac e que foi encerrar a carreira no Catar? Somem o que foi pago aos atletas supracitados e vejam se não dava pra bancar o salário dele.

    Vcs acham que ele teria conhecimento para transmitir para nossa base? Pois é…

    O Guardiola já CANSOU de dizer o quanto se inspirou no Flamengo para desenvolver seus ideais de jogo como treinador. Já se VOLUNTARIOU para treinar a seleção. Será que um dia não toparia um projeto no Flamengo?

    Ah, é difícil, é caro, mas… será que alguém já pensou nisso dentro do clube? Adianta ter dinheiro para quê então? Para fazer proposta estratosférica para Ramires, reserva de time chinês?

    Aí não tem dinheiro que dê jeito.

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      Carlos Moraes 3 meses ago Responder

      Observações muito boas, notadamente, logo no início, aquela referente ao Ajax.

      O famoso time holandês, que, para tristeza minha ^entregou^ a semifinal da Champions para o bom (nada além disso) time do Tottenham, tinha um bando de jovens, não só locais – De Ligt (19), Van de Beek (21), De Jong (21), De Wit (20, Eiting (20) – como contratados, a preços bem menores do que os nossos Gabriel, Arrascaeta e outros menos votados, a saber Onana (22 – Camarões), Mazroui (21 – Marrocos), David Neres (21 – Brasil) e Dolberg (21 – Dinamarca).

      Competiu, efetivamente, de igual para igual, com os riquíssimos times da Espanha, Inglaterra, Alemanha e Itália.

      No tocante ao Guardiola, não tenho certeza, mas parece-me que ele mais se referiu à Seleção Brasileira de 1982, onde, é bem verdade, com grande destaque, atuavam os nossos principais craques, Zico, Leandro e Júnior.

      Não sei se ouviram uma recente entrevista do Rafinha, citando um Guardiola, enquanto técnico do Bayern, que se posicionava exatamente ao contrário, em relação ao futebol brasileiro.
      De acordo com o ^misterioso^(em razão da vinda ou não para o Flamengo) lateral direito, o catalão teria citado o modo de atuar dos atuais times brasileiros, para exemplificar o que ^NÃO SE DEVE FAZER NO MODO DE ATUAR^, em especial a lenta transição defesa-ataque.
      Uma mudança impressionante, ^do vinho para a água^.

      De qualquer sorte, parabéns.

      SRN
      FLAMENGO SEMPRE

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      Dunlop 3 meses ago Responder

      Boa, Trooper. É por aí. SRN

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    João Neto 3 meses ago Responder

    O Futebol e a Política se sustentam em grande parte no fanatismo e na parca instrução de seus aficcionados. É a mesna base de seu firmamento: A paixão irracional. Quanto mais despreparados, mais efeitos aos seus comandos estarão disponibilizadoas a grande massa.

    No lado esportivo, nada mais apelativo do que a contratação de um susposto craque ( Poucos existem na realidade. No Brasil, nenhum). É o que faz a Diretoria do Flamengo. Contrata jogadores de nome. As vezes para a mesma posição. Apenas no intuito de projetar a empatia com os torcedores e a mídia.

    A base é a galinha dos ovos de ouro. Um jogador projetado em cenário nacional é imediatamente vendido para suprir o investimento e a sustentação do elenco profissional.

    A grande verdade é que os Dirigentes não estão preocupados imediatamente com conquistas. Visam apenas o lucro. Quanto mais, melhor. Títulos? São secundários.

    Da mesma forma na Política. Visam primeiramente os interesses próprios – Com raras exceções. O povo? Apenas massa de manobra.

    Essa é a nova ordem no cenário do Futebol. A Geração de Zico é apenas um retrato na parede( Com o devido respeito poeta).

    Para aqueles que têm um discernimento privilegiado ficam apenas as lembranças e a aceitação ou não dos novos tempos.

    SRN

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    eduardo leao 3 meses ago Responder

    Bom dia Assaf, curioso, ou muito triste, é que no nosso elenco temos alguns jogadores que podem improvisar porque tem refinada técnica para isso. Everton Ribeiro é um jogador que me fascina com a facilidade que tem de, com uma simples (simples ????) finta, abrir uma cratera na defesa adversária. Que o diga o “menino maluquinho” no último jogo nosso. O que nao temos é um modo de jogar que privilegie isso, mas aí a culpa é da escolha de técnico que fizemos logo após as eleições. Eduardo

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    Rasiko 3 meses ago Responder

    Hoje, pra mim, o futebol se assemelha a uma miragem, ou apenas a uma bela lembrança que a memória não se cansa de desfilar.

    Era, praticamente, um outro esporte, dirão os mais velhos por terem conhecido o original; e a mesma coisa vão repetir os mais jovens, sem tirar vírgula, ao ouvirem a descrição do que não conheceram, tendo a certeza de se tratar de algo muito diferente do que se pratica agora.

    Um fato é indiscutível: nunca antes o futebol – não só no Brasil – foi tão pouco aquinhoado com CRAQUES, assim mesmo, em caixa-alta e plural. É o caso de fazer um estudo sobre o assunto. Não que vá ter consequências práticas e efetivas, a burocracia e os interesses pessoais e políticos não deixam. Mas é uma matéria que pode ser interessante.

    srn p&a

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      Carlos Moraes 3 meses ago Responder

      Vou deixar à mostra a minha ignorância.

      Não sei, ao certo, quem é Roberto Assaf.

      Por outro lado, já bem há uns dois/três anos atrás, vi um documentário na TV, a respeito de conquistas do nosso Flamengo, que, salvo engano, era, em assim dizendo, dirigido pelo mesmo (confesso, guardei mais o nome em razão do advogado Michel Assef).

      Muito bom, como registrei lá no inesquecível Urublog.
      Há uma passagem, em que o destaque era o Ronaldo Angelim, que me levou às lágrimas.
      O depoimento do nosso antigo zagueiro, transbordando de amor às nossas cores, foi emocionante.

      Angelim, todos sabem, não era um garoto do Flamengo.
      Já chegou maduro.
      Era, no entanto, o exemplo maior do que ser, ao mesmo tempo, um jogador e um torcedor rubro-negro.
      Parece-me que isto está em falta, atualmente.
      Não vejo um só jogador a respeito do qual possa afirmar – esse é dos meus, flamenguista de verdade.
      Nem o Paquetá, ou o Vinicius Júnior, que, rapidamente, se deixaram seduzir pela fama que só a Europa pode proporcionar.

      Não bastaria muito.
      Dois jogadores que tivessem a alma rubro-negra do Angelim, certamente iriam transformar o atual time.
      Como não há,o Atlético Mineiro, com dez em campo, arranca uma vitória, que o nosso treinador, ainda por cima, acha normal.

      Outro assunto, aproveitando a deixa do querido amigo Rasiko.
      Se é verdade que o momento do futebol não chega a ser dos mais brilhantes, há, no entanto, um jogador excepcional, muito melhor do que todos, de hoje e de muito anos.
      Evidentemente, só posso estar me referindo ao MESSI.
      Este é FABULOSO.
      Além de Pelé, não me lembro, em tantos anos, de ter visto um jogador tão completo.

      SRN
      FLAMENGO SEMPRE

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        Rasiko 3 meses ago Responder

        Na minha lista dos melhores de todos os tempos, Zico continua na frente do Messi. Disso não abro mão. Seria um sacrilégio.

        srn p&a

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    Carlos Moraes 3 meses ago Responder

    Simples, sem procurar ser rebuscado, Roberto Assaf foi muito feliz neste seu artigo, aliás o primeiro que leio de sua autoria.

    Concordo com tudo ou quase tudo.

    O ^quase tudo^ entra por conta do que aconteceu antes de 1970, que o autor não pretendeu pesquisar.

    O meu aborrecimento com o nosso padrão melancólico dos dias de hoje vem de bem mais longe, obviamente em função da idade.
    Na década de 50, com o feiticeiro paraguaio Fleitas Solich no comando técnico, montamos equipes de notável categoria e, convenhamos, o próprio futebol brasileiro era de nível muitíssimo superior ao atual.
    A Seleção campeã mundial de 1978 – e bi em 1962, com os mesmíssimos jogadores – comprova à saciedade.

    O último parágrafo resume tudo.
    A PAIXÃO ! ! !
    Sem ela, ponto final.

    Saudosistas SRN
    FLAMENGO SEMPRE

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    Rasiko 3 meses ago Responder

    Nós é que continuamos presos à nossa paixão pelo Flamengo.

    Bom ter vc por aqui, Assaf.

    É tudo o que vc disse e mais um pouco. Vc esqueceu, por exemplo, de mencionar o caráter pessoal daqueles jogadores e o extremo comprometimento e dedicação deles ao Manto. Os depoimentos apaixonados de um Leandro, um Rondinelli, um Mozer e tantos outros, cada um a seu jeito, é comovente. Isso hoje não acontece mais, a não ser numa encenada performance de marketing. O problema do dinheiro não é ele em si – a energia do dinheiro é neutra -, mas a sua influência negativa ao dar força à ganância. A ganância, por sua vez, acende sentimentos e pensamentos nada republicanos. É aí que a competição adquire o vírus que, no final, vai destruí-la também.

    Não há como aquela vibração, compreensão e consciência dos anos 40, 50, 60 (vc esqueceu esses 3), 70 em diante.

    A competição, mal compreendida e desnaturalizada, é profundamente destrutiva, desumana e corrupta. O nível de competição desses jogadores do passado era outro. Cenas icônicas de um Valido ou um Almir Pernambuquinho dizem tudo sem necessidade de legenda.

    O Golden Treasure está na Europa. É natural que os garotos queiram ir pra lá o mais cedo possível. Além do melhor futebol, da Champions League e toda a vitrine que representa, a grana tem um upgrade considerável. Não dá pra não querer ir. Se disser que não, tá mentindo. Eu iria na hora. E parece que as fake news sobre o Reinier Jesus não são fakes. Tudo indica que esse aí não vai nem dar o ar da graça no time titular.

    Mudanças, meu caro, mudanças. Pra pior. A obsessão pela grana contaminou o futebol. Papo de velho, talvez, mas a decepção é bem real.

    Um abraço

    srn p&a

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      Rasiko 3 meses ago Responder

      Correção:

      “Não há como aquela vibração, compreensão e consciência dos anos 40, 50, 60 (vc esqueceu esses 3), 70 em diante ser resgatada.”

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    Marco Gama 3 meses ago Responder

    Lembrando que, não é de hj, os garotos formados na base de qualquer clube do Brasil desejam fazer carreira na Europa. Ou vcs acham que se o Flamengo pagasse um salário igual aos clubes de lá ainda teríamos o Paquetá e o VJ por aqui?

    A questão não é só a grana, mas principalmente a tranquilidade e o glamour de jogar e viver em terras europeias. Quem, em sã consciência, por mais que seja apaixonado pelo seu clube de coração (que era claramente o caso do Paquetá e do VJ), optaria por viver no Rio de Janeiro atual (bem diferente daquele dos anos 70/80) em vez da Itália, Espanha ou Inglaterra?

    Alguém realmente acredita que Filipe Luiz e Rafinha gostariam de viver no RJ depois de anos jogando em gramados impecáveis, podendo passear na rua a qualquer hora sem risco algum, podendo dar um educação de ótima qualidade para esposa e filhos, etc.? Só se for pra encerrar a carreira, como fez o Julio Cesar, outro apaixonado pelo Flamengo. Diego tb topou a parada, e na minha opinião é pq realmente sente prazer em vestir o manto sagrado e jogar no Maracanã lotado.

    Agora, cá entre nós, imaginem esse time do Flamengo atual com Paquetá no lugar do Arão, VJ no lugar de qualquer um dos nossos atacantes, e até mesmo o Vizeu no lugar do Gabigol?

    SRN.

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