República Paz & Amor

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Erre Erre

Por | 3 de agosto de 2020
RodrigoRodriguescomZicoFlamengo
10 Comments
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    CARLOS MORAES 3 meses ago Responder

    Um bom artigo homenageando um jornalista inteligente.

    Vou fazer, no entanto, uma confissão.
    Não costumo acompanhar estes milhares de programas sobre futebol.
    Na maioria, acho intoleráveis.
    Além do mais, sou de outros tempos.
    Dos gloriosos tempos da Mesa Redonda Facit.
    Imaginem acompanhar, juntos, dois expoentes como João Saldanha e Nelson Rodrigues.
    Nunca houve, não há e dificilmente haverá um jornalista esportivo do quilade do Saldanha.
    Nunca houve, não há e mais dificimente ainda haverá um gênio literário tão interessado no futebol como o Grande Nelson.

    Vou fazer outra confissão.
    Recomendado pelos meus filhos, pouco depois da minha aposentadoria nada voluntária, resolvi passar os olhos no URUBLOG.
    Não sai mais.
    Arthur, o nosso Grão Mestre, é, até certo ponto, um misto de Saldanha e Nelson.

    Além do mais, àquela época e por longo período, havia um escrete de comentaristas.
    Vou destacar dois, apenas por serem os mais criativos.
    Bill Duba e Edvan Santos.

    Criaram personagens inesquecíveis, à semelhança do insuperável Sobrenatural de Almeida e da famosa Vaca Vadia.
    A tal ponto que a verdadeira esposa do Bill incorporou o nome do personagem, a Elbinha, que seria irmã do Edvan.
    Grandes momentos.
    O RPA trouxe vários novos integrantes, muitos deles de superior qualidade,
    Por outro lado, vem perdendo os seus comentaristas diferenciados, aqueles que não se fixavam apenas na realidade, que pode ser uma para mim e outra totalmente diferente para o Aureo, por exemplo.
    Com o afastamento do Edvan, o Bill, que ainda se faz presente, deixou de lado o que tinha de diferente e criativo. Ficou, como todos nós, extremamente ligado aos acontecimentos das quatro linhas, com poucos momentos em que nos brinda com sua criatividade.

    Parece-me que este é o momento em que poderemos resgatar o Edvan, o homem de Alagoinhas.
    Nunca foi torcedor do time da casa, o Atlético, mas sempre foi um defensor ferveroso de sua cidade, que, não por poucas vezes, nos mostrou em ^tours^ aéreos.
    Pois bem, o Atlético, graças ao seu goleiro Fábio Lima, chegou, pela segunda vez, à final do Campeonato Baiano.
    Nada menos, nada mais do que 47 anos após a primeira, e até então única, tentativa.
    O adversário será o mesmo, o Bahia, papão da terra.
    Lanço um desafio.
    Torçamos todos pelo Atlético de Alagoinhas.
    Quem sabe o título não nos traga de volta o querido Edvan Santos.

    Esperanços SRN
    FLAMENGO SEMPRE

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    cioranless 3 meses ago Responder

    Texto sensacional para um ser humano extraordinário. RIP RR

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    Aureo Rocha 3 meses ago Responder

    O futebol anda muito triste. Com quase dois milhões de casos e 100 mil mortes por covid-19 no Brasil, a breve passagem do Rodrigo Rodrigues por aqui representará a lembrança do futebol de arquibancadas vazias.

    Muito bonita e emocionante a sua crônica, meu caro Marcelo Dunlop.

    SRN!

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    Giselle Crespo 3 meses ago Responder

    Belíssimas palavras! Vou repetir uma frase que escutei nas homenagens ao RR: ele era um cara diferente.

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    Xisto Beldroegas 3 meses ago Responder

    Belíssima crônica.

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    Mauricio Carrilho 3 meses ago Responder

    Que beleza, Dunlop!

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    Nívea 3 meses ago Responder

    Obrigada por esse texto. Você é foda, Dunlop! Vá em paz, Rodrigo! ♥️

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    Qta história sensacional!! RR ídolo!

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    Que lindo, obrigado Marcelo. Vá em paz gigante RR.

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