República Paz & Amor

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Amores impossíveis são eternos

Por | 23 de agosto de 2018
Flamengo no Maracana Foto divulgacao
11 Comments
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    João Neto 3 meses ago Responder

    O espírito de Zé Ricardo pairou mais uma vez no já combalido horizonte rubro-negro. O desempenho e mentalidade foi de time pequeno. O maior adversário é sua própria sombra. Um espetáculo deprimente de erros crasos.

    A idade nos permite não nos empolgar, pois a qualquer momento iriam entregar o resultado. Dito e feito! Uma pena que tenha sido cometido pelo mais regular dos jogadores. Após mais uma bobagem do atacante situado à esquerda. Essa posição não se encaixa. Quem é escalado não tem o mínimo cacoete de marcação. Seja quem for. E é contumaz em perder bolas bobas.

    Como já citado em comentário anterior, não há identificação com qualquer jogador do atual elenco. Pelo menos da minha parte, não exprimem confiança.

    Enquanto permanecer essa pasmaceira, o Flamengo nunca será grande.

    SRN

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    Henrique 3 meses ago Responder

    Triste jogo. Um timeco como adversario e nos jogando menos que eles, com direito a sufoco (de novo!!!).

    O Barba errou demais, tb. Umas substituiçoes ridiculamente erradas.

    Jogar a 10 nao é o fim do mundo – para o Barba e o Flamengo parece que sim.
    Em vez de colocar um atacante veloz e com gaz, tira todos e dah no que deu.

    Queriam esculhambar o jogo, soh dando chutes – durante quase 15 minutos.
    Parece que nunca assistiram a jogo de futebol.

    Bem que nao deu certo – é uma liçao para aprender a ser gente e nao uns bestas.

    Nao sei porque nao dominamos mais NENHUM adversario, ou melhor, suspeito que seja pela razao de nao correrem o suficiente (para tras, principalmente), nao terem mais a disciplina necessaria que tinham antes da Copa e continuarem a nao ter aprendido a fazer contra-ataques rapidos.

    O Diego-goleiro tb erra demais as saidas, como todos.
    E ISSO nao tem a ver com classe, nem cansaço fisico – é puro treino.

    E o Paqueta deveria ir para o banco para descansar e pensar um pouco – firula demais, erra demais passes pra tras. Ainda bem que pra frente traz boas coisas. Mas é muitas vezes um fator de risco. Para ser isso joga atrasado demais.

    Henrique deveria sentar ao lado do Paqueta e o Barba enfim colocar um outro. Nao trouxeram um colombiano caro? Pior nao pode ser.

    Arao continua ser “o perdido” em campo. Deus sabe pq entra. Gostava do futebol dele – desapareceu e teima em nao voltar.

    Sem Diego e ER nada funciona. Somos dependentes demais dos dois que tb para frente nao criam exssecivamente.

    Enfim, estamos em 3 competiçoes – o que é bom. Acho que de uma vamos sair jaja. Do campeonato nao nos despedimos ainda, mas estamos fazendo tudo para nao lutar mais pelo titulo.

    O Barba tem que pensar o que fazer. Continuar assim nao vai dar.

    SRN

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    Nina Saroldi 3 meses ago Responder

    Alvito querido, só você pra me fazer ler um texto sobre futebol imaginando que seria mais um dos seus belos contos de amor e ficar feliz mesmo assim! Viva o amor impossível!

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    Henrique 3 meses ago Responder

    Conheço “as cores de Acari”, livro usado por antropologos nos anos finais do século 20. Bom livro.
    E acho legal voce se sentir “orgulhosao”, Murtinho, humildemente.

    Agora eu acho que teriamos que tambem poder levar – nem que seja ao lado, ladinho, das reminiscencias diversas de um e de outro, todas phodas, seja no conteudo ou nas palavras, ou nas duas coisas – um papo sobre o futebol atual.
    Senao me parece cada vez mais com um asilo de velhos – os velhos daqui do blog sao de arrebentar, sejamos claros, convenhamos – mas assim mesmo …

    Nesses 2 sentidos, boas vindas, Marcos!

    SRN

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    João Neto 3 meses ago Responder

    Seja bem-vindo nobre redator. Tal qual a sua influência paterna, cresci sob a afinidade rubro-negra. De início, nem tanto satisfatórias. Nosso grande Jogador ainda estava em evolução. Nas minhas lembranças, a primeira decisão que assisti foi em 1974, contra o então poderoso Vasco da Gama, que viria a ser campeão brasileiro. Um empate de 0 x 0 que bastou para o título.

    Como nasci em 1966, acompanhei toda a evolução e glórias da geração Zico. Época em que se admirava jogadores aos olhos ainda puros da juventude. Com o passar dos anos, o amor à camisa por parte dos artistas da bola foi cedendo aos encantos dos vultosos contratos financeiros. Como tambem foi mudado o foco dos então admiradores, que com o envelhecimento natural usam da racionalidade, passando a privilegiar o clube em relação ao jogador, que atualmente não passam de meros empregados, com raras exceções. Visto a perda da identidade com o clube e o torcedor.

    Esse processo de evolução ampliou o poderio do clube que alavancou de disputas regionais para nacionais. Deixando para a história as rivalidades estaduais visto o enfraquecimento dos conterrâneos.

    E esse é exatamente o maior problema do clube. Não conseguir um potencial de grandeza. Por diferentes razões, não consegue definir uma identidade. Querer sem grande.

    Espero que consiga.

    SRN

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    Xisto Beldroegas 3 meses ago Responder

    O bom do jogo com o Vitória é que eu “tiquei” uma vitória contra um pequeno, espero que seja o começo e que já domingo outro “tic” ao lado do America MG vá dando, pouco a pouco, os trâmites por findo do Vinícius de Moraes, rodada por rodada, e sejamos campeões. Eu sempre achei que o melhor antidepressivo que existe é esse sinal gráfico, esse “v” capenga, quer dizer, tem uma perninha curta e outra longa que a gente costuma usar para “ticar” uma ação terminada. Com sucesso, claro. Assim, no final do dia se todos as tarefas que nos propusemos estiverem ticadas vamos dormir em paz, no melhor dos mundos, a alma em festa, os músculos relaxados, a autoestima lá em cima. Pode haver antidepressivo melhor do que esse? É esse desfecho que espero para a missão do Flamengo nesse campeonato, todos os jogos vencidos, especialmente sobre os times pequenos, todas as tarefas devidamente “ticadas”, indicando que a missão foi cumprida: vencemos mais um Campeonato Brasileiro. É duro, é. Mas não impossível.

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    Jorge Murtinho Neto 3 meses ago Responder

    Levem a mal não, mas não é qualquer blog que tem a honra e o privilégio de receber de bandeja um inspirado texto – desculpem o pleonasmo – do mestre Marcos Alvito.

    Sempre na humildade, me sinto orgulhosão.

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    Carlos Moraes 3 meses ago Responder

    Um novo autor no RPA, que estréia muitíssimo bem.

    Para um Professor de História, hoje, 24 de agosto, é um dia especial.
    Não só pela Noite de São Bartolomeu, que na minha decoreba ginasiana, ganhou um espaço bem grande, como, principalmente, já no então Curso Clássico, 2o. ano, o de 1954, data inesquecível em que o grande Presidente Vargas entrou para a História, na mais fulminante – e igualmente trágica – jogada de xadrez da nossa política sempre a bajular os poderosos, sobretudo os muito poderosos (econômica e financeiramente falando, como de todo evidente).

    Confesso a minha ignorância.
    Nunca ouvira falar do Marcos, sequer de seus dois livros, de títulos por demais sugestivos.

    Sem a menor dúvida sou 12 anos mais novo que o pai, mas também estive presente na Gávea tri-campeã e no Maracanã do êxtase e da tragédia.

    Logo deduzo que o Marcos deve estar beirando os sessentinha, um garoto, perto dos meus mais 20.

    Que diabo de jogo teria sido o 1 x 4, que tanto o pertubou.
    Da minha parte, guardo uma má lembrança de uma decisão de uma Taça Guanabara, então disputada isoladamente, em 1968, salvo engano, quando o mesmo Botafogo nos fez sofrer uma humilhação idêntica.

    Não pode ter sido. Teriam se passado ^apenas^ 50 anos e o jogo foi pela noite, num meio de semana.
    Pouco provável para um garoto de 10.

    Fiquemos com as glórias, com o nosso ^deus^ Zico, com o vasto campo em que ele sempre permanece, quando nunca para um maravilhoso presente de Natal.

    Sinceramente, espero que o Marcos continue por ^nossas^ bandas.

    Emocionadas SRN
    FLAMENGO SEMPRE

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      João Neto 3 meses ago Responder

      Acredito que o autor esteja se referindo ao jogo do Campeonato Brasileiro de 1979. 4 x1 para o Palmeiras no Maracanã. Creio que o Treinador era o Mestre Telê Santana, que viria a ser derrotado nas semi-finais pelo Internacional de Paulo Roberto Falcão. Campeão.

      O Flamengo já era o projeto de Cláudio Coutinho, Campeão de 1980.

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    Henrique 3 meses ago Responder

    O jogo foi principalmente ruim pq uma ou outra nao entrou no primeiro tempo. Talvez com mais calma teria melhorado. Embora que …

    Nao temos um goleador. Meu xara é ridiculo, prova e prova e prova – mas joga.

    O meio-campo cria pouco ou nada.

    Disparado o melhor é o Diego.

    Quem comete muitos erros de passes e tem as vezes preguiça de voltar é o Paqueta.
    No futebol moderno nao basta um drible aqui outro acola.

    Do mesmo jeito que o ER. Faz dribles bons e acaba dando um ultimp passe de arrebentar de ruim.

    Vitinho tb firula demais. Tem classe, provavelmente.

    Os contra-ataques rapidos parece que foram proibidos. Eita, bonde de lesmas …

    Levar sufoco – de novo, vei !!! – de um timeco como esse é inaceitavel.

    Esse time é emocionalmente instavel, infelizmente. A partir de um certo momento parece que todos se cagam de medo.

    Mas sao 3 pontos.
    Vi uma melhora muito pequena, dos ultimos jogos pra ca. Mas vi.

    Ta na hora de acordarem e serem mais decisivos.

    SRN

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    Octavio Cordebello Neto 3 meses ago Responder

    Não consegui ler até o final, texto cheio de apetrechos desnecessários. Falta pra esse modo de escrever a sacanagem marota do Arthur. Ficou bem chatinho. Recomendo a leitura do blog do Flávio Gomes. Escrita rápida e objetiva sem perder a “jocosidade”. SRN

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