República Paz & Amor

Por favor, aguarde...

República Paz & Amor

A última vez foi há quase quinze anos.

Por | 15 de julho de 2019
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19 Comments
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    Rasiko 5 meses ago Responder

    Diego Ribas mais uma vez mostrou que não tem a menor condição de ser líder de porra nenhuma, muito menos de um gigante como o Flamengo que exige seriedade e comprometimento. Foi revoltante. Lamentei não ter o poder de me multiplicar pra entrar em campo e dar uma porrada rambótica bem no meio da cara desse filadaputa. A displicência com que ele bateu o pênalti com aquela cavadinha patética, depois de pegar a bola cheio de marra, foi inacreditável. Me deu nojo.

    Indesculpável também são as atitudes do Gabriel, provocando os jogadores adversários ignorando que isso só coloca pilha neles. No final a gozação foi em cima dele. Fora o cartão amarelo gratuito.

    Não foi só a derrota vexaminosa diante de 70 mil religiosos que sustentam a bagaça, mas a grana gorda que o clube poderia ter arrecadado. É muita irresponsabilidade pra quem é regiamente pago.

    Alguma providência tem que ser tomada imediatamente. A começar pelo mister.

    srn p&a

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    Fernando Amadeo 5 meses ago Responder

    Murtinho, foi uma divina manhã/tarde de Maraca! De cara, Rafinha apresentando suas credenciais, seguidas do belo chute do Gabigol! A Nação foi ao êxtase! Aliás, atitude típica de centroavante: bater de primeira, do jeito que vier, forte e colocado! Que bonita defesa! De resto, que bela apresentação! Vontade, raça, determinação, muita técnica e tudo isso com um rigor tático que não se via faz tempo. Sem frescura! Sem toquinho! Buscando o gol do início ao fim! Isso é Flamengo! Esse é o Flamengo que nos fez e faz sermos fanáticos, como muito bem definiu o Carlos Moraes.
    Enfim, estamos de alma lavada. Seja bem-vindo, Mister! Pra cima deles de novo hoje, Mengão! SRN

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    Xisto Beldroegas 5 meses ago Responder

    Miki, o meu rato-mestre, me lançava aquele soslaio cheio de sabedoria, enquanto, Ana, a aranha romântica com suas longas patas me fazia um cafuné (qualquer dia se me permitirem eu envio um poema que fiz pra ela). Estávamos nas profundezas de minha tumba, eu preocupadíssimo com o jogo de logo mais, será que a transmutação continua ou só foi o chamado fogo de palha? Minha voz ecoou cavernosa como o ambiente:
    – Pra jogar assim com aquela linha adiantada nós temos que ter zagueiros muito velozes e quase infalíveis, porque vai chofer bolas longas nas nossas costas.Vai ser um sofrimento dos infernos.Miki retrucou:
    – Há uma solução para isso, por que não treinar zagueiros fazendo-os mais velozes, não precisam virar nenhum Bolt, mas se não têm velocidade, que os nossos treinadores arranjem treinos específicos para fazê-los mais rápidos, já não há os treinadores de goleiros?
    E mais não disse. Caiu aquele silêncio seupulcral que nem se ouvia o zumbido da mosca cretina que sempre aparece nessas ocasiões.

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    Carlos Moraes 5 meses ago Responder

    Murtinho prometeu um artigo a respeito do VAR.

    Não deu para fazer, o que acho perfeitamente explicável tanto são os jogos do nosso Flamengo, todos devidamente analisados.

    Apesar disso, quero deixar a minha opinião, ainda não definitivamente tomada.

    Apenas uns dados.
    Durante estas últimas semanas, acompanhei várias competições – Campeonato Mundial Sub-20 (deu Ucrânia, surpreendemente mas com toda a justiça), Campeonato Mundial Feminino (brilhante e esperada vitória dos EEUU), Copa América (que ganhamos, à falta de adversários mais credenciados).
    Em TODOS o VAR teve papel DECISIVO. não necessariamente nas partidas finais.

    Quando da final feminina, o comentarista de arbitragens, salvo engano o Sálvio Spínola, deu um dado extremamente importante.
    Nos 52 jogos da competição, o VAR foi acionado por 29 vezes. e, graças a ele, 13 pênaltis vieram a ser marcados.

    No melhor jogo da referida competição – EEUU 2 x 1 Inglaterra, semifinal – aconteceu um desses pênaltis, por sinal bisonhamente desperdiçado pela zagueira e capitã inglesa.
    Pênalti evidente, somente com o uso da maquinária.
    A árbitra, no momento do jogo, não deu. Pela TV, antes de qualquer repetição, também não daria.
    Eis que, com os recursos tecnológicos, vendo e revendo o lance, ficou sobejamente comprovado que a centroavante inglesa foi leve, mas decisivamente, tocada no exato momento em que iria concluir.
    Pênalti. Sem a menor dúvida.
    Curiosamente, uns cinco minutos antes, a mesma (e muito boa jogadora, White, uma das artilheiras da Copa) atacante fez um lindo gol, que empataria em 2 x 2 a partida, não fosse o VAR, em dificílima análise ter dado impedimento.
    Um pentelho à frente das zagueiras.
    Se fosse depilada, como está na moda, não haveria impedimento.

    Como o pênalti veio a ser desperdiçado, tenho certeza que os ingleses (no masculino, eis que o técnico era o antigo e bom lateral Phil Neville, dos gloriosos tempos do Manchester United) devem estar amaldiçoando a geringonça.

    Da minha parte, fico muito assustado, pior ainda, sem conseguir chegar a uma conclusão, favorável ou não.
    Assustado por pelo menos um motivo.
    Quantas vezes, nestes mais de 70 anos vibrando com o espetáculo do futebol, fui, digamos assim, enganado.
    Tenho a mais absoluta certeza que, não fora a engenhoca, o gol inglês não teria sido anulado e o pênalti não marcado.
    Neste caso concreto, como iria terminar a importante semifinal, com todo o jeito de uma final antecipada.
    Mais ainda, como iria terminar o Campeonato Mundial.
    Os dois lances já aconteceram nos quinze minutos finais da partida, com um intervalo entre eles de cerca de cinco minutos.
    2 x 2, bem provavelmente, teria sido o placar final.
    Prorrogação. Quem venceria ou teríamos pênaltis na decisão.
    Uma incógnita irrespondível, é óbvio.

    Preocupa-me tanto o passado como o presente e o futuro.
    Quantas vezes fomos iludidos.
    Melhor seria que o VAR não existisse.
    Ficaríamos para sempre com todas as dúvidas possíveis, a começar pela bola que entrou ou não entrou na decisão do Mundial de 1966.

    SRN
    FLAMENGO SEMPRE

    PS – muita expectativa pelo jogo de hoje. Repetiremos o show ou o buraco é mais embaixo.

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    Carlos Moraes 5 meses ago Responder

    Tenho AMOR pelo futebol, tenho FANATISMO pelo Flamengo !

    Que fique bem claro !

    Graças ao meu AMOR pelo futebol, graças aos tempos modernos (que jamais conseguirão chegar aos pés do filme do inolvidável Carlitos), passei a ver, pela televisão, uma porrada de jogos dos campeonatos europeus, com destaque para o inglês.

    Um futebol rigorosamente diferenciado do que vinha sendo jogado em terras tupiniquins.
    Em razão disso, botei a boca no trombone, ou, como querem muitos, passei a cornetar o que de muito errado observava no meu Flamengo.

    A mediocridade espantosa de nossos técnicos, a ida e vinda de muitos deles, foi um crime contra o nosso esporte, no geral, e, no particular, contra a paixão rubro-negra.

    Está parecendo que as coisas estão mudando.
    Contrataram um técnico português, efetivamente muito mais próximo do melequento alemão do que do Zé Burro caboclo, e, depois dos tais QUINZE anos, vimos um Flamengo de volta às origens, um Flamengo que, sob a batuta do feiticeiro paraguaio, fez-se luz nos anos 50, e que, no comando, inicial e fundamental, do brasileiríssimo Coutinho, extasiou o mundo a partir do final dos 70 e durante boa parte dos 80.

    Vamos esperar, mas passei a acreditar.
    Invencíveis, assim como insubstituíveis, não existem.
    Ha, sem dúvida, uma expectativa muito maior, que, como todos esperam, tem boas possibilidades de ser concretizada.

    SRN
    FLAMENGO SEMPRE

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      Jorge Murtinho 5 meses ago Responder

      Meu amigo Carlos.

      Excelente a distinção entre amor e fanatismo. E não há dúvida: sem o menor traço do complexo de vira-lata, somos obrigados a reconhecer que os jogos entre os grandes do campeonato inglês pertencem a outro esporte.

      Mais uma na mosca: “a mediocridade espantosa de nossos técnicos.” Bando de enganadores. (Para ilustrar com o mais importante deles, basta lembrar o quão lamentável foi a atuação de Tite na Copa de 2018.)

      Enfim, vamos que vamos. Esperar, acreditar, torcer. É isso aí.

      Abração. SRN. Paz & Amor.

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    Alessandro matos 5 meses ago Responder

    Grande Murtinho, como é bom ver o Flamengo jogar e dessa forma melhor ainda, onde a fome de fazer gols é maior que o medo de perder.
    Espero que o mister tenha força e muita vontade de fazer esse time jogar como deve, ou seja , com todo esses jogadores que tem técnica e futebol , ganhando muito bem e em dia, nada mais justo que fazerem por merecer usar essa mítica camisa, que os deuses do futebol sejam complacentes conosco e assim possamos enfim ter um título de expressão, seja ele qual for , claro que a ordem de grandeza seria primeiro a libertadores , segundo o Brasileiro e terceiro a copa do Brasil, mas como disse antes , se o nosso bom Deus Zico assim o quiser , seremos tri, hehehe, já pensou? Aí seria o Nirvana rubro-negro, vamos orar quem sabe….
    Como é bom ser flamenguista e saber que tem uma nação que ama e segue religiosamente o Flamengo em qualquer lugar, seja na terra seja no mar, assim como eu e o Murtinho.

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      Jorge Murtinho 5 meses ago Responder

      Alessandro, meu camarada, tava sumidão! Bom ver você de novo por aqui.

      Sim, tivemos uma atuação animadora e capaz de nos encher de expectativas positivas. Agora é aguardar os necessários ajustes (impossível que tudo já estivesse nos devidos conformes, com o curto tempo de trabalho de Jorge Jesus à frente do time) e torcer para que venha pelo menos um título – primordial para reduzir o nível das cornetagens e permitir a continuidade do trabalho.

      Abração. SRN. Paz & Amor. E não desapareça.

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    Xisto Beldroegas 5 meses ago Responder

    Pois, Murtinho, o espantoso é o espanto que causou essa exibição do Flamengo, a conclusão óbvia é que não estávamos acostumados a isso. A exibição foi excelente “não se pode contestar” como dizia o João Gilberto quanto ao carinho da Isaura, que aliás dizem que na versão original, o cara não vai trabalhar coisíssima nenhuma ele fica nos braços da amada, só que a censura da época não permitiu, pois “o trabalho é um dever, todos devem respeitar.” Fecha parênteses. Pois, vitórias sempre tivemos, mesmo aos trancos e barrancos, como no ano passado, mas o que se quer é vitória no seu devido lugar, ou seja, valendo título. É o que está nos faltando há anos, nem vou citar aqui as que fugiram em momentos decisivos em tempos recentes e estão piscando nesse led da memória, não quero sofrer o leite derramado, quero gozar esse instante. Espero que não fiquei no instante.

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      Jorge Murtinho 5 meses ago Responder

      Grande Xisto!

      Exatamente. Se não tivéssemos obtido várias vitórias, não teríamos chegado nas cabeças no último campeonato brasileiro ou na final da Copa do Brasil de 2017. A questão sempre foi a falta de convencimento. Você pega um futebol – convenhamos – capenga como o brasileiro, gasta um bom dinheiro com três ou quatro jogadores de maior qualidade, claro que alguma coisa vai rolar. O difícil é fazer o time dar liga suficiente para chegar à conquista de títulos. Atuações como essa contra o Goiás criam boas expectativas.

      Abração. SRN. Paz & Amor.

      PS: Não sabia essa da Isaura não.

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    Marcos 5 meses ago Responder

    Isso aí Murtinho, tinha que ser o Flamengo o clube a demolir essa nhaca de ser sempre os mesmos treinadores em rodízio aqui no Brasil. Tal como fizeram Coutinho, Fleitas Solich e outros técnicos que oxigenaram as ideias no futebol brasileiro, mister Jesus pode ser, quem sabe, um divisor de águas. Isso só poderia ser encabeçado pelo clube mais destemido do universo! SRN

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      Jorge Murtinho 5 meses ago Responder

      Hahaha! Vamos combinar que o clube mais destemido do universo demorou a tomar essa atitude, né? Era pra ter feito isso na primeira gestão de Bandeira de Mello, ou, no mínimo dos mínimos, quando optou por Abel. Mas antes tarde do que nunca.

      Abração, Marcos. SRN. Paz & Amor.

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    João Neto 5 meses ago Responder

    Murtinho, acredito que parcela de meus desejos de torcedor vão se realizar. Parte desse elenco vai ser dispensado. Como diria um certo personagem televisiv de outrora : Captei a mensagem, Mister! Para o bom entendedor: Não há titularidade!

    Para a nova imposição de jogo é necessário um excelente condicionamento físico e uma enorme consciência tática. A categoria de base vai ser a maior favorecida. Vai rivalizar com as novas contratações e com os antes intocáveis titulares. O merito pessoal vai prevalecer. Chega de caciques, vestiários e panelinhas. Novos tempos e nova mentalidade.

    Analisando o jogo, vimos que ainda há muitos defeitos a serem corrigidos, mas a atuação foi exuberante. Definiu uma nova postura e a afirmação de que os melhores devem jogar. Espero que haja renovação e que apareçam novos talentos sincronizados com esse novo perfil. Paulatinamente.

    SRN

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      Jorge Murtinho 5 meses ago Responder

      Fala, João.

      Sim, tá me parecendo que não há mais vagas cativas entre os onze. Lembro que, no ano passado, questões físicas fizeram com que o time disputasse algumas partidas seguidas com Thuler e Léo Duarte na zaga, e eles foram muitíssimo bem. Inclusive, no dificílimo jogo com o Palmeiras no Allianz Parque, um a um, sendo nosso gol marcado, justamente, por Thuler. No entanto, assim que Réver se recuperou, voltou ao time titular e Thuler dançou. Tenho a impressão de que isso não acontecerá com Jorge Jesus. Entrou, arrebentou, continua.

      E você tem razão: se a filosofia de jogo se espalhar de cima para baixo, é bastante possível que a molecada seja beneficiada.

      Minha única dúvida – e eu já escrevi isso algumas vezes, tanto nos posts quanto em respostas a comentários de vocês – é que não tenho grandes ilusões com essa história de categoria de base.

      Em primeiro lugar, porque isso virou de ponta-cabeça. Durante muito tempo, o garoto bom de bola que torcia para o Flamengo tinha um sonho: jogar no Maracanã e vestir a camisa que pertenceu ao Zico. Hoje, o garoto bom de bola que torce para o Flamengo tem outro sonho: jogar no Camp Nou e ganhar tanto dinheiro quanto o Messi. Não condeno, apenas constato.

      Em segundo lugar, não vejo muito proveito técnico (não estou falando em vendas e fortalecimento financeiro), porque não há como manter no clube os meninos verdadeiramente especiais que vêm da base. Vinicius Júnior não teve tempo de nos ajudar a ganhar nada. Paquetá, idem.

      Por fim, perfeito: a atuação foi exuberante, mas ainda há muito a melhorar. E, sobretudo, será necessário contar com caras identificados com um estilo de jogo que exige dedicação profissional não muito comum aqui no Brasil. Vamos ver quais sobreviverão.

      Abração. SRN. Paz & Amor.

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    Valois Corrêa 5 meses ago Responder

    Grande Murta. Eu gosto muito mais do Flamengo do que de futebol. Mas confesso que estou começando a ter mais carinho pelo esporte. O problema da gente, aqui no Brasil, não é falta de técnica. É de técnico. Acredito que Flamengo, Fluminense (embora me assuste aquela trocação de passes na área) e o Atlético Paranaense estão em caminhos bem interessantes. Forte abraço e SRN!

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      chacal 5 meses ago Responder

      esqueceu o santos

      SRN !

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        Valois Corrêa 5 meses ago Responder

        Verdade

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        Jorge Murtinho 5 meses ago Responder

        Sim, Chacal. Concordei com você lá na resposta ao comentário do Valois.

        Abração. SRN. Paz & Amor.

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      Jorge Murtinho 5 meses ago Responder

      Valois, meu irmãozinho.

      Eu também gosto muito mais de futebol do Flamengo do que de futebol em geral. Se na mesma hora do jogo-treino contra o Madureira acontecesse a final da Champions League, provavelmente eu gravaria a final da Champions League, pra ver depois, e assistiria a Flamengo e Madureira ao vivo. Com doença não se brinca.

      Nossos dois primeiros jogos sob a nova direção de Jorge Jesus foram um alento. Futebol é danado, lógico que existe a possibilidade da coisa dar errado, mas tudo indica que temos boas chances de fazer parte dessa sua pequena lista aí.

      Chacal tem razão quando lembra o Santos de Sampaoli. Fernando Diniz tem a infelicidade de, pelo menos até esse momento de sua curta carreira, não ter trabalhado com um elenco que o favorecesse. Não é brinquedo querer que o time troque passes na entrada da própria área com uma zaga formada por Nino e Digão. E, muitas vezes, o jeito de um time jogar precisa se adaptar às características dos jogadores de que se dispõe. O Athletico Paranaense tem uma dificuldade que precisa ser resolvida com urgência. Muitos atribuem o fato à grama sintética, não sei, só sei que é inacreditável a queda de rendimento quando joga fora de casa. Tá certo que ganhar mais pontos como mandante é normal, acontece com todos os times de futebol no mundo, mas no caso deles a desproporção é assustadora. Tomara que eu não queime a língua amanhã.

      Abração. SRN. Paz & Amor.

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