República Paz & Amor

Por favor, aguarde...

República Paz & Amor

A perigosa brincadeira de perder gols.

Por | 10 de maio de 2019
Deivid 4 Form
33 Comments
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    Xisto Beldroegas 3 meses ago Responder

    Acabei de assistir Flamengo e Chapecoense, um espetáculo dantesco que os promotores chamaram de futebol para enganar os incautos. Conclusão: como tem incauto nesse país.

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    The Trooper 3 meses ago Responder

    Vejo elogios rasgados ao Rodrigo Caio aos quatro cantos.

    Parece que foi outro que falhou decisivamente no jogo contra o Penarol no Maracanã e que também foi outro que deu a bola nos pés dos atacantes deles 2 vezes em saídas de bola no último jogo. Não fossem ruins, seria 2 x 0 ainda no primeiro tempo.

    Teria sido outro?

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      Jorge Murtinho 3 meses ago Responder

      Fala, Trooper.

      Engraçado, rapaz, eu não tenho essa percepção não. Creio que a rapaziada tem elogiado o Rodrigo Caio quando ele vai bem, e criticado quando vai mal. Exatamente como deve ser.

      Dos cinco zagueiros do nosso elenco, ele é o único que sabe sair jogando. Se não tentar, vai ser bico pra frente o jogo inteiro. Concordo que tem de ser mais cuidadoso e parar de dar sustos, ao mesmo tempo em que precisamos de uma organização defensiva que permita cobertura a eventuais erros – dele e de qualquer outro. Só que aí é querer demais, né não?

      Abração. SRN. Paz & Amor.

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        The Trooper 3 meses ago Responder

        O Léo Duarte sai jogando muito bem, como comprovou durante a última temporada, no ajustado time do Barbieri, que saía jogando sempre com troca de passes e bola no chão.

        Na várzea que o time virou com Abel, aí fica difícil os zagueiros conseguirem não levar gol até de times pequenos, quanto mais sair jogando com qualidade.

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          Jorge Murtinho 3 meses ago Responder

          Futebol é danado e cada um vê de um jeito.

          Acho Léo Duarte bom zagueiro, gosto muito do jeito sério, sem brincadeirinhas, mas não sinto a mesma firmeza nas saídas de bola. Ele tem uma característica estranha: no combate, na marcação e nas coberturas, é bastante rápido e decidido; mas quando tem a bola nos pés para iniciar uma jogada, demora a definir, às vezes deixa o adversário se aproximar demais e dá alguns sustos. Me parece meio indeciso.

          Entretanto, como tem o que é mais importante num zagueiro, o resto ele pode consertar com observações, bons conselhos e treinamentos adequados (será que Juan vai ajudar nisso?) e crescer ainda mais.

          Abração. SRN. Paz & Amor.

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            Carlos Moraes 3 meses ago

            Para colocar lenha na fogueira – e o Thuler, como fica na parada (INT.)

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    Carlos Moraes 3 meses ago Responder

    Não assisti o primeiro tempo, somente, encerrada a partida, os melhores momentos, com cinco ou seis gols perdidos, quase todos pelo Gabriel (rebaixado de Gabigol), em excelentes enfiadas feitas pelo Arrascaeta e pelo Everton Ribeiro, uma vez mais os melhores em campo.

    A etapa final, que acompanhei pela TV, foi extremamente fraca, a destacar dois lances incríveis – a) a expulsão deste ^fenômeno^que se chama Pará e b) o incrível gol perdido por outro ^fenomeno^, o Vitinho (o mais feito de todos).

    Em um grupo fraquíssimo, a clasificação, mesmo que em primeiro, apenas pelo saldo de gols, não traz muita esperança para o restante da competição.
    Já na segunda, a próxima emoção, qual seja o sorteio. Se não der Emelec ou Godoy Cruz, mais sofrimento a vista.

    Vou aproveitar essa apreciação superficial para entrar em outro assunto, este sim da maior relevância atual no mundo do futebol.
    O VAR.
    Aproveito dois jogos que assisti parcialmente e dois gols anulados – TÃO SOMENTE PELA AÇÂO DO VÍDEO ASSISTENTE.

    O primeiro, que poderia ter decidido o Campeonato da Alemanha.
    O Bayern, que precisava da vitória para o enésimo título, empatou em zero com o terceiro colocado, o oriental Leipzig, terceiro colocado, já em definitivo.
    Aos 4 minutos do segundo tempo, teve um gol anulado.
    Goretza chutou da entrada da área, a bola bateu em Lewandowski e dirigia-se para a linha de fundo, mas Coman evitou, centrando para a área, onde foi pessimamente rebatida de cabeça por um zagueiro adversário, apresentando-se novamente para o Goretza, que deu uma chicotada, marcando um belo gol.
    Comemoração total no estádio, eis que o árbitro confirmou o gol.
    Vem o VAR e acusa, corretamente – Lewandowsky estava um pentelho à frente do zagueiro adversário (outro). Gol anulado.

    O segundo, no Maracanã, onde o Botafogo venceu o Fluminense por 1 x 0.
    Próximo ao final do jogo, centro da esquerda para a área, Pedro toca de cabeça e a bola bate no travessão, voltando para Matheus
    Ferraz que, em nova cabeçada anota o gol.
    Novamente delírio entre os jogadores tricolores e o locutor idem, novamente o árbitro nada marca, mas, o VAR, sempre ele, entra em ação e acusa o impedimento do Pedro, este sem dúvida à frente do zagueiro da estrela solitária.

    Minha conclusão de tudo o que foi relatado.
    Pode ser chato, pode tirar um tanto ou quanto o tesão das partidas, a emoção dos gols, mas o tal do VAR revela algo que não pode deixar de ser registrado.
    Quanto gols IRREGULARES passaram em branco, como passariam esses dois, ambos decisivos, um até mesmo de um campeonato nacional (que, no próximo fim de semana, o Bayern vai ganhar de qualquer maneira).
    O que é mais justo – a EMOÇÃO ou a CORREÇÃO.

    Sinceramente, fico com a SEGUNDA HIPÓTESE.

    O tema é passível de discussões, sobretudo em razão de que os árbitros auxiliares, NÃO A MÁQUINA< são passíveis de equívocos, tal como o da própria partida.

    Amanhã tem mais.
    Estou com pena do Murtinho, que deve estar doido para que comece a Copa América.

    Vitoriosas SRN
    FLAMENGO SEMPRE

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      Jorge Murtinho 3 meses ago Responder

      Meu amigo Carlos Moraes.

      Essa é boa. Mas, não, eu não estou doido para que comece a Copa América. Gosto muito de futebol e a Copa América significa ficar mais de trinta dias sem ele. (A que ponto chegou nosso interesse pela seleção brasileira, por conta das trapalhadas, das lambanças, das roubalheiras, etc., etc., etc.) Além disso, a Copa América representa um risco para alguns jogadores nossos – Trauco, Piris da Motta e, principalmente, Cuéllar e Arrascaeta. Tomara que nenhum deles seja convocado.

      Você me deu uma boa ideia: aproveitar o período da Copa América pra gente debater o VAR à vontade.

      Abração. SRN. Paz & Amor.

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        Carlos Moraes 3 meses ago Responder

        A idéia da Copa América seria, em primeiro lugar, dar um descanso ao Mestre.

        Por outro lado, como ninguém dá bola mesmo para as Seleções da América do Sul (e da Ásia, sabe-se lá a razão), parece-me o momento apropriado para o tema VAR via à tona.
        Aliás, como teremos árbitros de toda a parte sul do continente, dará para checar se não são tão (ão ão ão) lentos na análise das jogadas, que se me parece o principal problema da inovação.

        Por sinal, ontem, um terceiro ^gol^ do VAR, a saber, a anulação do gol sem aspas do Vasco.
        … e que partida do time do Sampaoli.

        SRN
        FLAMENGO SEMPRE

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    Eduardo Vianna 3 meses ago Responder

    Cara, foi o que comentei:. so cartão fosse pro Everton Ribeiro ou pro Arrascaetta. O treineiro é pior do que imaginava…

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      Jorge Murtinho 3 meses ago Responder

      Pois é, Eduardo.

      Nossos treinadores costumam ser lentos para esse tipo de decisão, se bem que nesse caso houve todo o intervalo. Não há desculpa.

      Quem fazia isso bem, justiça seja feita, era Vanderlei Luxemburgo. Com ele, volante que tomava cartão no primeiro tempo não voltava pro segundo.

      Abração. SRN. Paz & Amor.

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    Alvaro Paes Leme 3 meses ago Responder

    Murtinho, inicialmente, o registro necessário: sou fã de todos os textos do blog, cada um pelo seu motivo. No seu caso, pelo estilo ponderado, filsófico e saboroso de roda de amigos em mesa de bar. Seu texto sobre o campeonato de 87 está guardado e, de quando em vez, pego para relê-lo e enviar a alguns “antis” sempre que o tema vem à tona (o comentário inicial sobre Cafu x Leandro é lapidar…). Feita a necessária observação, no que diz respeito ao seu comentário sobre a parada da Copa América, apesar de achar que certas paradas para reflexão podem ser proveitosas, sempre fico receoso, pois me lembro que ano passado, paramos para a Copa, com 10 rodadas consecutivas na lideranaça, e, na volta, perdemos por completo o compasso. Forte abraço e parabéns pela iniciativa dos comentários. Subscrevo totalmente sua opinião quanto à forma de exibição de gols na TV, atualmente, em que a cena é apenas o atacante empurrando a bola para dentro e, quando há jogada elaborada, mostram em “câmera rápida”, quase como as comédias do cinema mudo

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      Jorge Murtinho 3 meses ago Responder

      Obrigado, Alvaro.

      Nunca conversei com o Arthur sobre isso, mas creio que a ideia dele, quando montou o blog (já se passaram mais de quatro anos, e continuamos resistindo), era exatamente essa: reunir gente de estilos diferentes. Todos falando de Flamengo e de futebol, cada um no seu jeito. Mesmo porque, vamos combinar: não há como escrever igual ao Arthur, né? Na parte que me cabe, o objetivo é esse aí: deixar um clima de mesa de bar, tentando dar a cada jogo um enfoque diferente, relembrando fatos que merecem ser relembrados e, sempre que possível, conversando com vocês aqui na caixa de comentários.

      Sim, é verdade: a Copa do Mundo desmontou a boa sequência em que vínhamos, só que ali houve um fator de enorme importância para a queda de produção do time: a saída de Vinicius Júnior, que estava comendo a bola. Não nos preparamos adequadamente para substituí-lo – se é que havia como fazer isso -, e aquilo quebrou nossas pernas. Esse ano, ao contrário, existe a perspectiva de algumas chegadas que podem ajustar certos setores do time, vamos ver.

      Quanto à exibição dos gols – notadamente nos Gols do Fantástico -, é o fim do mundo. Total falta de respeito com um dos dogmas do futebol, que é o trabalho em conjunto.

      Rapaz, vou ter que reler o post sobre 87, pois nem eu lembro da comparação entre Cafu e Leandro. Como ousei fazer isso? Fiquei curioso, vou lá.

      Abração. SRN. Paz & Amor.

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    Ricardo 3 meses ago Responder

    Contrataram o Abel na crença que ele possa repetir o Felipão do ano passado.
    Não entendem bulhufas de futebol, não imaginam o tipo de jogo adequado aos jogadores do elenco. Preferiram o tal treinador bom de vestiário, que já teve sua época de glória, faz tempo.
    É não fogem muito à regra. A maioria dos times brasileiros adota essa estratégia.
    Como o jogo vai ser praticado não parece fazer muita diferença.
    Quando sai uma jogada mais elaborada é culpa da imaginação dos jogadores mais criativos, um Everton Ribeiro ou um Arrascaeta.
    Vamos até o final do ano na corda bamba, já nos acostumamos com isso…

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      Jorge Murtinho 3 meses ago Responder

      Fala, Ricardo.

      Ótimo comentário.

      Essa história de treinador bom de vestiário – cujo melhor exemplo talvez seja Joel Santana – é mesmo uma praga. E no caso do Abel, creio que ajudou bastante o mito de que no Flamengo não havia cobrança. (Não sei se havia ou não, mas é muita ingenuidade achar que tudo o que acontece nos bastidores, entre dirigentes, técnicos e jogadores, é o que sai ou deixa de sair na mídia. Como dizia Muricy aos jornalistas que o irritavam: “vocês não sabem de dez por cento do que se passa lá dentro”.)

      Não reclamo, absolutamente, de termos um Everton Ribeiro e um Arrascaeta, e do fato de ser da imaginação e do improviso deles que saem as melhores coisas. (Falar nisso: viu o quarto gol do Liverpool contra o Barcelona? O cara pensou rápido pra cacete, foi esperto pra cacete na hora daquele escanteio, e talvez tenha feito a jogada mais surpreendente e importante do ano, no futebol mundial.) Mas não há dúvida de que os nossos treinadores não conseguem montar seus times em função dos jogadores de que dispõem e acabam presos ao esquema que julgam o melhor – e único.

      Abração. SRN. Paz & Amor.

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    chacal 3 meses ago Responder

    murtinho , parabéns atrasado pelo seu aniversário.
    eu queria deixar registrado aqui no seu cantinho…

    olha sendo otimista,depois desse jogo acho que o time pode conseguir equilibrar mais o fisico e mental.
    temos elenco pra ser campeão ,independente de vir laterais e zagueiros.
    só falta um verdadeiro lider fora do campo e ão meu ver não é o abelão.
    tem a parada da copa américa que pode ser uma chance que o destino está dando pro flamengo.

    SRN !

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      Jorge Murtinho 3 meses ago Responder

      Obrigado, Chacal. Valeu pela lembrança. O problema é que, nessa altura da vida não é mais aniversário, já é contagem regressiva. Mas vamo que vamo.

      Sim, a parada para a Copa América, por mais desimportante que ela seja, pode ajudar o Flamengo a fazer os ajustes necessários. Torcer para que saibam aproveitá-la.

      Abração. SRN. Paz & Amor.

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    Bia Rago 3 meses ago Responder

    Caro Murtinho,

    Eu lembro do Martinuccio! O Palmeiras tomou um chapéu do Fluminense que foi e contratou o craque uruguaio com pré-contrato assinado com a Palmeiras e tudo… Que fase que era… Eu fiquei chateada… Também, as opções eram Luan e Tinga, falou que vinha o Martinuccio a gente já ficava emocionado. Acho que não faz muito tempo o Palmeiras recebeu na Justiça uns caraminguás de indenização, que eu acho que tinha que doar para o Fluminense em reconhecimento da graça alcançada!

    Se me permite uma correção, você esqueceu de comentar outra coisa desse jogo do Flamengo: o Abel falando que tinha pedido umas dicas pro Arrascaeta que “conhecia muito bem os uruguaios”! Hahahaha! O cara me manda uma dessa depois do Dante, aquele que conhecia muito bem os alemães! O Abel não conhecia o Peñarol, não? O time dele jogou com o Peñarol mês passado, ele não viu esse jogo?

    E o pior (pra vocês) é que eu acho que esse técnico vai cair lá pra setembro, outubro, ou seja, quando o time estiver até que jogando bem. Pra trazer, sei lá, Jair Ventura. O Flamengo parece um filme que a gente tá vendo já faz uns dez anos. Eu falo sem medo de queimar a língua que não vai a lugar algum. Boa sorte em 2020…

    Grande abraço!

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      chacal 3 meses ago Responder

      SAI PRA LÁ SEM MUNDIAL !

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        Jorge Murtinho 3 meses ago Responder

        Pô, Chacal, a Bia é uma das pessoas mais queridas aqui desse espaço. Ela acompanha o que escrevo, sempre fazendo bons comentários, desde os tempos do blog de futebol da revista Piauí.

        Não a conheço pessoalmente, mas é muito gente fina e manja de futebol pra caramba. Além disso, contar com a presença de torcedores de outros clubes, desse nível, é muito legal pro RP&A. Sinal de prestígio.

        Claro que o espaço também está aberto a brincadeiras e zoações, mas não afastemos a Bia daqui. Pelo contrário: quanto mais Bia, melhor.

        Abração. SRN. Paz & Amor.

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        Bia Rago 3 meses ago Responder

        Eu, hein… A gente ainda é confundido com quem comemora título por fax, torce pra patrocínio e vibra com um jumento levantando a taça… Eu não sou desse tipo, não! E tem muito palmeirense que não é…

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          Jorge Murtinho 3 meses ago Responder

          Claro, Bia.

          Tem torcedor de todo tipo, em todos os clubes, e a gente não pode misturar os alhos com os bugalhos.

          Eu conheço o Chacal, ele fez apenas uma brincadeira e tenho certeza de que também gosta de ver você aqui.

          Beijo. Paz & Amor.

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      Jorge Murtinho 3 meses ago Responder

      Oi, Bia.

      Prazer ver você aqui, estava sentindo sua falta. Apesar da mudança no estilo dos posts, espero que você continue aparecendo.

      Tremenda coincidência: eu ainda não tinha lido o seu comentário, fui responder o comentário do João Neto e citei Jair Ventura. Agora li o seu, e olha ele aí de novo.

      Eu não vi essa declaração do Abel e preciso confessar uma falha imperdoável: não tenho muita paciência com essas mesas redondas que transmitem trechos das entrevistas coletivas. As perguntas são ruins, as respostas mantêm o padrão, é tudo muito chato. Não vou dizer que não vejo nunca, mas vejo bem menos do que deveria. Vou tentar fazer o sacrifício.

      De todo modo: Arrascaeta chegou ao Cruzeiro em janeiro de 2015. Será mesmo que ele conhece o atual time do Peñarol? Tudo bem: o cara é uruguaio, parece que torce para o time, hoje em dia é muito mais fácil acompanhar tudo, mas Abel forçou uma barra aí, né? Quanto ao resto, você está cheia de razão. Se o Arrascaeta, que está aqui desde 2015, conhece o atual time do Peñarol melhor do que a comissão técnica do Flamengo, a coisa está pior do que pensávamos.

      Seu último parágrafo reproduz o que tem acontecido na história recente do clube, mas eu acho possível o Flamengo brigar por alguma coisa sim. Ainda mais porque os outros principais candidatos também lutam em outras frentes. Quem segue na Libertadores dificilmente tem elenco e foco para disputar à vera as outras duas competições, e aí a coisa fica aberta. (Ano passado, o Corinthians absolutamente não tinha time para chegar à final da Copa do Brasil, e chegou. E a gente sabe que final é final, é onde tudo pode acontecer.)

      No post, declarei que torço para queimar a língua. Agora, torço para que você também queime a sua.

      Beijo grande. Paz & Amor.

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        Bia Rago 3 meses ago Responder

        Valeu pela moral, Murtinho! Já que você mudou o estilo dos posts e pelo jeito o Abel enerva quase 100% de quem comenta aqui, você podia fazer um bolão nos comentários de quando o Abel cai e que desgraça vão colocar no lugar (sim, porque eu também concordo que não tem opção no meio do campeonato). Eu aposto que ele cai em setembro, mas o Flamengo não vai ter ninguém em vista e vai empurrando um interino com a barriga até ser eliminado da Copa do Brasil e trazer o Jair. Acho que passa do Corinthians, não? Não é possível cair pra esse time horroroso do Corinthians…

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          Jorge Murtinho 3 meses ago Responder

          Ah, Bia, aí você está enganada: o Flamengo é capaz de coisas que até Zico duvida.

          Lembra no ano passado? O time eliminou o bom time do Grêmio nas quartas de final da Copa do Brasil, tendo feito um segundo tempo primoroso na partida de ida, lá em Porto Alegre, para depois ser eliminado na semifinal pelo Corinthians, jogando duas partidas bisonhas. E o Corinthians era bem parecido com o que está aí hoje.

          Sei lá, vamos ver.

          Beijo. Paz & Amor.

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    Marcos 3 meses ago Responder

    É Murtinho…difícil crer nesse time…#ForaAbel

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      Jorge Murtinho 3 meses ago Responder

      Fala, Marcos.

      Então: confesso que pra Libertadores o time não tem muito o jeitão. Mas no Campeonato Brasileiro tem todas as chances de brigar lá em cima, embora eu ache o elenco do Palmeiras melhor montado. Claro que não existe time perfeito, mas eles não têm pontos críticos como nós. Vamos ver se, na próxima janela, conseguimos fazer os remendos necessários e tempo para treinar.

      Abração. SRN. Paz & Amor.

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    João Neto 3 meses ago Responder

    Murtinho, acredito que a derrota no Maracanã tenha sido pelo fato de o time ter uma enorme dificuldade em jogar contra times defensivos. O Penarol, sabedor de suas limitações, se manteve obediente taticamente até a expulsão infantil de Gabiquasegol. Ocasião em que o jogo tomou outro rumo e se definiu após as mudanças ofensivas perpetradas por Abel.

    Como dizia Mário Sérgio:

    “Deixaram o adversário gostar do jogo”.

    Tanto gostou que ganhou.
    Essa dificuldade já tinha sido sentida contra o Corinthians por ocasião da Copa do Brasil. Uma eliminação contra um adversário infinitamente inferior. Nesses jogos difíceis os detalhes são essenciais. Requerem paciência e determinação. Fatores deficientes no atual elenco.

    Já no jogo de quarta, o adversário escancarou suas limitações, sendo facilmente dominado, em face de obrigatoriamente de ter de atacar. Mudou a tática e a forma de jogo. Virou presa fácil. Por questões de erros técnicos e individuais a Vitória não veio.

    Ficaram a certezas de que Arrascaeta é titular absoluto; é urgente a contratação de um lateral direito e de um atacante de área ( Gabiquasegol e Uribe não são definidores. O primeiro chega a ser displicente); César tem de ser mantido na titularidade.

    Quanto ao treinador…Já que não vai haver mudança…vida que segue.

    Um abraço.

    SRN

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      Jorge Murtinho 3 meses ago Responder

      Fala, João.

      Concordo. É nítido que o Flamengo tem essa dificuldade que você falou aí, só que isso é inadmissível. Claro que é sempre melhor jogar contra quem dá espaços, porém saber enfrentar times defensivos é indispensável aos clubes com maior disponibilidade de investimento. Toda vez que o Flamengo pegar o Avaí, o CSA, o Fortaleza etc. no Maracanã, vai ser assim. Ou aprendemos, ou jogamos a toalha. Fazendo uma analogia de mau gosto: imagine se o Barcelona se enrosca ao encarar o Girona ou o Huesca? Manchester City e Liverpool vão fazer quase cem pontos na atual temporada da liga inglesa porque, salvo nos casos das exceções de praxe (será que amanhã acontece uma delas, devido ao caráter decisivo e tenso?) passam por cima sem piedade. O Flamengo tem de aprender. Paciência para esperar a hora certa, profissionalismo para não fazer besteiras como a que você citou (Gabriel contra o Peñarol), entender que, se a vitória é sempre melhor que o empate, o empate é sempre melhor que a derrota (a não ser, de novo, nos casos excepcionais em que empatar significa perder), capricho nas finalizações. Não dá para, simplesmente, chutar a bola pro lado que o gol fica virado e torcer pra ela entrar. Não dá para perder um gol que o meu neto faria e voltar para o nosso campo todo pimpão.

      Se foi essa a intenção do seu comentário sobre Abel, concordo de novo. Por mais críticas que a gente faça, a questão é: tira ele e bota quem? Lembra quando todo mundo dizia (um raciocínio que detesto): ah, se o Jair Ventura está fazendo tudo isso com esse elenco do Botafogo, imagine o que ele faria com o do Flamengo? Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Jair saiu do Botafogo porque quis, passou pelo Santos, pelo Corinthians, fez trabalhos fracos nos dois, sumiu. Diziam o mesmo a respeito de Abel no Fluminense. O erro foi na escolha, lá atrás. É verdade que agora vem aí a parada para essa bosta de Copa América e tempo para trabalhar. Não sei.

      Abração. SRN. Paz & Amor.

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        João Neto 3 meses ago Responder

        Murtinho, você como estudioso do futebol já deve ter escutado, mas fica a dica. Ouça o Podcast Muito Mais Do Que Futebol, com Mauro Cézar Pereira, Lucio de Castro e Leandro Iamin. Dentre vários assuntos, Eles retratam a relação dos estudos com os técnicos de futebol. Uma visão interna e externa dessa profissão.

        Um abraço.

        SRN

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          Jorge Murtinho 3 meses ago Responder

          Não escutei ainda não, João. Vou lá, com certeza. Valeu pela dica.

          Abração. SRN. Paz & Amor.

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