República Paz & Amor

Por favor, aguarde...

República Paz & Amor

A outra face do mesmo time.

Por | 11 de julho de 2019
Outra face - 2Form
22 Comments
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    Carlos Moraes 3 meses ago Responder

    Como já havia escrito anteriormente ^concordo praticamente com todas as colocações feitas pelo Murtinho^.
    Faz-se necessário , a meu sentir, destacar um trecho do ótimo artigo, a saber –
    ^… o Flamengo ao menos deu pinta de que, a partir de agora, será FOCADO e INTENSO (destaquei). Corremos o risco de perder, aumentamos as chances de ganhar. Este é o jogo.^

    Destaquei o focado e intenso pois, em um jogo em que fomos nitidamente dominados, o que ocorreu de bom, sendo evidente a influência, nestes aspectos, do JJ, a seriedade e, principalmente, a intensidade demonstrada pela grande maioria de nossos jogadores, mesmo aqueles que jogaram muito mal, caso evidente do Rodinei e do Léo Duarte.

    Curiosamente, o único jogador que, até então, demonstrava sempre estar focado, não esteve em Curitiba. Refiro-me ao Cuellar, cuja substituição foi perfeita. Fiquei matutando – seria o propalado interesse do Galatasaray (Int.)

    Estranhei, no artigo, a ausência de qualquer comentário a respeito dos três gols bem anulados, por evidente impedimento de jogadores do time paranaense.
    Foram, inquestionavelmente, momentos de alta importância na partida.
    Faço um reparo às críticas que ouvi, todas enfatizando a contribuição do VAR.
    Sem entrar no mérito da vantagem ou não da análise eletrônica, chamo a atenção que, em todos os TRÊS momentos, os bandeirinhas acusaram as situações de impedimento. Não foi o VAR que anulou, mas sim a arbitragem.
    Diga-se de passagem, que, no segundo, em que houve DOIS momentos de impedimento, a jogada deveria ter sido paralisada bem antes da conclusão do atacante argentino.
    Ainda na espera de um artigo específico sobre o tema VAR, deixo logo a minha opinião contra esta besteira (internacional) da não ação dos auxiliares até o término, sendo ou não marcado o gol, da jogada ofensiva.

    Por fim, houve um lance que o VAR não agiu e outro em que agiu decisivamente.
    Tenho para mim que não agiu, por ser impossível fazê-lo. O mais do que evidente toque de mão do nosso excelente goleiro NÃO seria caso de cartão vermelho, apenas de amarelo, quero crer, Assim sendo, o VAR fica impedido de agir.
    No outro lance, o mais importante do jogo, sob o ponto de vista da arbitragem, o Daronco – cuja demora para decidir exatamente aí foi INTOLERÁVEL – errou feio, em uma ou duas oportunidades.
    O pênalti foi bem claro, já a falta fiquei na dúvida, pois pareceu-me mais um choque de jogo,
    O Rodrigo Caio levou a pior, como acontece em muitos e muitos lances, enquanto o jogador rival – o argentino de sempre – nada sentiu. Além do mais, a bola, sem influência do choque, passou por ambos.
    De qualquer forma, uma (ou duas) falhas graves do árbitro gaúcho, que, na minha análise, vem caindo de produção, independentemente deste jogo.

    É isto aí.
    Vamos aguardar os três próximos jogos – Goiás, novamente o Athlético e Corinthians – para melhor avaliar o trabalho inicial do JJ.

    De qualquer forma, fiquei bem impressionado com a mudança de mentalidade apresentada pelos jogadores, que interpreto como decorrente da ação do treinador português, da mesma maneira que mal impressionado pela atuação fraquíssima de vários jogadores, intensos e focados, mas tecnicamente MAIS UMA VEZ muito mal.

    Sem alusões, o empate caiu do céu.

    SRN
    FLAMENGO SEMPRE

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      Jorge Murtinho 3 meses ago Responder

      Meu amigo Carlos.

      Destaco dois itens do seu comentário.

      1) Cuéllar. Acho que o maior problema foi ele praticamente não ter treinado com a rapaziada. Deve ter estranhado sentir Léo Duarte e Rodrigo Caio fungando-lhe o cangote. Ficou perdido. Creio até que, se Cuéllar não tivesse se transformado no cara imprescindível que virou, provavelmente sequer seria escalado.

      2) Às vezes eu acho que tem coisa demais entre os “Lances Principais”, e aí preciso seguir um critério. Um deles é o de não levar em conta (embora certamente você irá encontrar exceções) jogadas interrompidas por marcação de impedimento. Reconheço que a lógica é um tanto rigorosa, mas é a seguinte: se o cara estava impedido, não houve possibilidade do lance terminar em gol. A não ser uma jogada espetacular, maravilhosa, prejudicada por um bico de chuteira à frente. Aí é diferente.

      Houve, no primeiro tempo, uma boa manobra do Flamengo, em que Bruno Henrique roubou uma bola no meio e lançou Gabriel pela meia-esquerda. Gabriel invadiu a área, chutou cruzado e Santos fez uma defesa importante. O bandeira marcou impedimento de Gabriel, Daronco confirmou, a jogada ficou fora da relação.

      Concordo que os três lances de gols anulados foram importantes. Concordo que meu critério é discutível. Mas tenho que ter um critério, né?

      Abração. SRN. Paz & Amor.

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    chacal 3 meses ago Responder

    murtinho,

    gostei muito da parte final do seu texto,aonde vc diz que todo tipo de piada com o nome do nosso treinador já foi feita,tamto as boas como as ruins.
    deixa o homem trabalhar e torcer pra tudo dar certo.

    faço só uma observação…não dá mais pra tolerar o comportamento infantil e até de mal caratismo do gabigol,treinador tem que chamar ele pra uma conversa….é o nome do clube que está em jogo.
    esse sujeito não está preparado para representar o mengão.

    SRN !

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      Jorge Murtinho 3 meses ago Responder

      Fala, Chacal.

      Foram só vinte dias de trabalho, e sem dois caras fundamentais – Cuéllar e Arrascaeta. Muito pouco, ainda mais quando percebemos a mais radical de todas as mudanças táticas desde Muricy.

      Neguinho entrava, dava uma mexidinha aqui, outra ali, mas o conceito de jogo continuava. Agora, parece que Jorge Jesus quer muita coisa diferente. Vamos ver.

      Quanto ao Gabriel, por favor, dá uma lida na minha resposta ao comentário do Rasiko.

      Abração. SRN. Paz & Amor.

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    Bill Duba 3 meses ago Responder

    Carta ao Jesus
    Querido menino, figura principal do meu presépio, venho por meio dessas pessimamente ditadas linhas trazer notícias da terra do pato, o Donald, de todos meus melequentos, Elbinha e Japa.
    Aqui a vida continua como sempre, em Cuba do Norte não existe espaço para racismo: todos nós odiamos os brancos! O trabalho vai de vento em polpa, com a pizzaria Jimenez’s&Gonzales sendo a maior fornecedora para o Partido democrata e suas reuniões dos 312 candidatos à presidência da república. Japa recém renunciou a uma proposta de trabalho feita pela NASA, a quem ele considera os engenheiros obsoletos, e Elbinha vai fazendo barba, cabelo e bigode a torto e a direita, ela que junto à Jimenez, meu chefe, comandam o braço político de Donald em Hialeah!
    Lindo filho de Maria, você acaba de chegar no Brasil que eu deixei a 32 anos, quando Sarney ainda não pintava o bigode, e não tinha sido mumificado, e deve ser orientado por quem conhece as entranhas desse futebolzinho tupiniquim como ninguém! Anos a fio de copos de mate Leão com mijo na cabeça me dão autoridade de filósofo para explicar o assassinato do futebol mais competitivo do mundo, o Brasileiro, e o surgimento, como um Judas não suicida, dessa jumentice que assola o país: os treneros gaúchos de merdda!
    Você, querido enviado para uns, rejeitado Messias para outros, não conhece a excrescência do pensamento de jegue empacado dos nossos professores doutores, que são, para uma melhor explicação em português mal falado (como se você tivesse um ovo de codorna embaixo da língua e tivesse que fazer força pra não quebrá-lo), uma espécie de Mourinho piorado, cheio de vícios e acostumado a dar boas desculpas depois dos vexames (ler a carta da dona Lúcia é o exemplo máximo do que vos falo)!
    Você vem com uma missão, profeta filho do Divino: tratar do maior time do Mundo! Não adianta ficar tentando se ajustar ao status quo do que acontece em Pindorama, seu objetivo é recobrar o cenário mundial pro futebol do Flamengo, é fazer esses menininhos mimados virarem bons jogadores de futebol e competirem pra ganhar jogando bola! A galera formada por Wanderleis, Abels , Felipões e Manos farão caravanas imensas pra te colocar em julgamento junto com dois ladrões, provavelmente o Diniz e o Sampaoli! Mas se o teu trabalho for repleto de fé na bola, luz divina na imagem de Zico, e a coragem honesta de Rondinelli, teu caminho se abrirá como os mares se abriram em outras épocas que você não tem nada haver com isso.
    Fique focado, oh Guia dos sofredores, em fazer o diferente, fazer um time de futebol brasileiro como os que só se vê nazoropa, pois o Brasil já está concertado financeira e economicamente depois da reforma, e agora tua meta é bater o Liverpool em Dezembro e os treneros do futebolzinho tupiniquim daqui até lá! Tua ajuda vem dos fiéis e crentes de todas as raças, mas especialmente da Raça!! Entenda que aqui é Flamengo, porra! E teu calvário se transformará numa passarela do Samba, sem Luís Airão!
    Sem mais milongas, Elbinha manda beijos e avisa que voltará logo com Jimenez e Gonzalez, meus chefes, pra visitar Edvan, meu querido cunhado, rei de Alagoinhas! Como não precisam mais de visto pra entrar em Pindorama, fato que revolucionou a política externa do Pato, o Donald, que hoje sabe que o Brasil não está entre o Haiti e a República Dominicana, é mais pra baixo e perto da Venezuela, meus jefes tem mais facilidade de acompanhar minha casta e fiel esposa, enquanto eu tomo conta da pizzaria! Japa está trancado no banheiro e os melequentos repetiram de ano!
    Saudações Rubro Nigérrimas
    PS: Tite é o CARALHO!
    SP2: Abelão é o CARALHO!
    SP3: Lembrem-se do Aráurro!!!

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      Bill Duba 3 meses ago Responder

      Só gostaria de entender o porque de acharem que o Luis Airão jogou bola nesse jogo de estreia de Jesus! Concordo que ele melhorou demais em relação ao que era: passou do patamar de merdda absoluta a PATÉTICO!!!

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      Jorge Murtinho 3 meses ago Responder

      Eis aí o homem. O fabuloso. O inigualável músico, pizzaiolo e comentarista cinco estrelas do RP&A.

      Atendendo a inúmeros apelos, temos Bill Duba de volta. E com uma de suas cartas estilo arrasa-quarteirão.

      Jorge Jesus e Mourinho, Abel e Luxemburgo, Mano e Felipão, Diniz e Sampaoli, Donald e Sarney, Elbinha e Japa, Jimenez e Gonzalez, Zico e Rondinelli, Arão e Araújo, Tite e Edvan. Tudo junto e misturado numa geleia geral deliciosa e nutritiva.

      Salve, salve, Bill Duba. E volte sempre.

      Abração. SRN. Paz & Amor.

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    Xisto Beldroegas 3 meses ago Responder

    No início do jogo comecei a suar frio, aquela defesa em linha adiantada, como um batalhão de frente, um por todos, todos por um, tomando bolas adoidadas pelas costas, olhei perplexo para o Miki, o meu rato-mestre, que balançou a cabeça, calma aí, cara, daqui a pouco a gente desencanta, Ana, a aranha romântica me olhava apreensiva, será que esse cara vai pegar o Teacher, o Rivotril ou os dois juntos? No final para acalmar o time entraram os dois, Everton Ribeiro e Diego, eu cá comigo, pronto começou tudo de novo, mas até que o time acalmou, a defesa voltou a se postar em seu devido lugar, e deu para levar. Mas um progresso: se os caras não andaram sobre a água, deram umas corridinhas sobre o gramado de plástico. O que já é alguma coisa. Agora vem cá, será que o Felipão está fazendo escola? Esse negócio de meio campo armar jogadas, sei não, ontem não foi a tônica. Nesse caso, que tal contratar o Gérson como consultor?

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      Jorge Murtinho 3 meses ago Responder

      Grande Xisto!

      Sim, foi meio estranho ver a defesa naquele posicionamento ousado, mas aos poucos fomos nos acostumando à nova ordem. E outra: a utilização do VAR favorece, por praticamente eliminar a possibilidade de erro do bandeirinha.

      Claro: um atacante inteligente e um meio-campo habilidoso podem tirar proveito, mas aí entra em cena o milenar provérbio chinês: quem tem medo de cagar não come.

      No futebol cada vez mais cheio de novidades, agora inventaram essa história de ponta-armador. Por isso, fiquei feliz em ver a última Copa do Mundo ser decidida por duas seleções que tinham armadores tradicionais, pelo meio – Pogba e Modric.

      Abração. SRN. Paz & Amor.

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        Xisto Beldroegas 3 meses ago Responder

        Murtinho, socorro, parece que os caras entenderam mal minha sugestão, não era esse o Gérson que eu me referia.

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    Flavio Marcio Bercott 3 meses ago Responder

    O Flamengo venceu o Atlético Paranaense na Baixada em 2011, gol de Ronaldinho Gaúcho.

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      Carlos Moraes 3 meses ago Responder

      Não houve equívoco por parte do Murtinho.

      Foram mencionados três torneios – Libertadores, Brasileirão e Copa do Brasil.

      A vitória obtida em 2011 ocorreu, sem a menor dúvida – salvo engano o gol foi de pênalti – completando as duas dezenas de jogos ocorridos neste Século XXI, só que foi por uma outra competição, a Sulameriquem, como sempre coloca o Grão Mestre.

      Cá entre nós, a exceção para confirmar a regra.

      SRN
      FLAMENGO SEMPRE

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      Jorge Murtinho 3 meses ago Responder

      Fala, Flavio.

      A vitória em 2011 foi válida pela Copa Sul-Americana, que é a série B da Libertadores. E, felizmente, de série B a gente não entende.

      Aliás, lá no começo do post, deixei claro que eu estava considerando apenas as três competições que interessam: Brasileiro, Libertadores e Copa do Brasil.

      Abração. SRN. Paz & Amor.

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    Rasiko 3 meses ago Responder

    Não há muito o que comentar, muito menos cornetar. Quer dizer, talvez um leve sopro em direção ao Gabriel – o gol que ele perdeu num passe magistral do Arrascaeta é imperdoável (como perde gols feitos esse pereba!). Revendo o lance o Vitinho entrava livre pela direita. Era só dar um toquinho pra ele e desmontava o goleiro e o beque e o Vitinho não tinha como errar. Esse é daqueles jogadores que me irrita. E o que foi aquela cena ridícula depois do chute do goleiro na perna dele? Será que ninguém vai chamar atenção desse pereba que se acha? Outro que tá devendo faz alguns jogos é o BHenrique – e eu já havia comentado em outras oportunidades. Parece que o estoque dele acabou. Ou seja, essa duplinha tá me deixando preocupado pra continuação da temporada.
    Abraço

    srn p&a

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      chacal 3 meses ago Responder

      PQP

      falou tudo irmão !

      eu diria mais sobre a partida,o treinador tirou o cuellar,essa situação inusitada dá uma visão do que será o flamengo com jesus…jogou mal,SAI !

      sem essa de craque intocavél.

      SRN !

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      Jorge Murtinho 3 meses ago Responder

      Fala, Rasiko.

      Concordo. Muitas vezes, Bruno Henrique se mostra alheio, parecendo pouco se importar com o que está acontecendo em campo e com o resultado que virá daquilo. Faltam concentração (como escreveu o João) e comprometimento.

      Já o comportamento do Gabriel é insuportável e inadmissível. Acho que esse tipo de coisa só vai acabar no futebol brasileiro quando houver uma ação coordenada entre o comando dos clubes e a comissão de arbitragem.

      Clubes: orientações claras, seguidas de punições. Arbitragem: cartão vermelho direto e acréscimo, que nem basquete, de cada segundo perdido com aquele tipo de encenação. Tenho um monte de senões em relação ao VAR, mas, já que o inventaram, que seja usado contra os falsos espertalhões e a favor do jogo.

      Abração. SRN. Paz & Amor.

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    João Neto 3 meses ago Responder

    Murtinho, a falta de concentração é um dos graves defeitos do time. Acredito que somente com uma mudança de parte do elenco será possível uma determinação constante de jogo. Principalmente, o setor de criação. São muito dispersos. Ontem, tiveram uma atuação sofrível. O adversário fazia linha de passe dentro da grande área sem uma combatividade efetiva. E, para piorar, o arqueiro ia entregando o jogo. O tal de VAR fez vista grossa.

    Parte desse elenco já está com o prazo de validade vencida. Arão, Diego, Everton Ribeiro, Vitinho…Não marcam ninguém. Os lampejos de Arrascaeta e as mudanças do treinador deram sobrevida ao time.

    Como você mesmo disse, essas dispersões no jogo beiram a idiotice. Vitinho e, principalmente, Gabriel, vivem em um mundo à parte. Essas atuações, ao melhor estilo Alberto Roberto, irritam as duas torcidas.

    O time não está jogando nada e ainda temos de aturar gols perdidos e encenações grotescas…Como diria um certo jornalista: Patético!

    Haja coração!

    SRN

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      Jorge Murtinho 3 meses ago Responder

      Fala, João.

      Então, rapaz, não quero criar expectativas excessivas, mas vi coisas diferentes e boas.

      E não há como deixar de levar em conta as dificuldades que todo mundo encontra – vide Boca e River, recentemente – para enfrentar o Athletico Paranaense lá.

      Almoçando ontem com um velho amigo rubro-negro, falei algo parecido com o que você escreveu: a sensação de que alguma coisa na montagem desse elenco não bate. Pra usar uma expressão da moda, “não dá liga”. O time está longe de ser ruim, mas não tem o jeitão dos times campeões. Difícil explicar.

      Mas há, ali, vários jogadores de qualidade. Com isso e uma concepção de jogo diferente do que estamos acostumados, aqui no futebol brasileiro, existe a chance de se chegar a bons resultados.

      Vamos torcer.

      Abração. SRN. Paz & Amor.

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        Rasiko 3 meses ago Responder

        Jorge, ontem, pensando com o meu fecheclair, me lembrei dos grandes times do Flamengo que assisti e constatei que todos eles (53-54-55 e depois na era Zico, só pra ficar nesses 2 exemplos clássicos) eram formados por jogadores da base. Esse que está aí só tem o Léo Duarte, que deve vazar em favor do Marí. Talvez, por isso, a falta de liga. Pouco adianta conhecer a história do clube se o jogador não tem a experiência própria. Sentimento interior brota espontaneamente e não pode ser forçado. É um simples negócio e cada um cuidando do seu quadrado. E só.

        srn p&a

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    The Trooper 3 meses ago Responder

    Análise irretocável.

    Ontem o Flamengo pareceu até um time de futebol masculino profissional disputando uma partida oficial.

    Acrescento que a linha de defesa lá cima e substituição do Cuellar pelo Diego no meio do segundo tempo de um jogo de mata-mata fora de casa com resultado favorável deve ter gerado um baita frisson no grupo de WhatsApp dos treinadores brasileiros.

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      Jorge Murtinho 3 meses ago Responder

      Fala, Trooper.

      Pois é. Pouco nos resta a fazer, agora, além de aguardar.

      Independentemente de desempenho e resultado, não há como negar que vimos um time diferente.

      Além da mudança com o carro em movimento – sempre arriscada, mas algo precisava ser feito -, me preocupa o apego que os jogadores brasileiros costumam ter à zona de conforto. Porque a gente sabe do que jogadores de futebol são capazes de fazer, tanto para o bem quanto para o mal.

      Espero que esses caras que estão lá tenham consciência da oportunidade que lhes caiu no colo.

      Abração. SRN. Paz & Amor.

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    Carlos Moraes 3 meses ago Responder

    Vou comentar mas não agora.

    Motivo – ainda estou embasbacado com o artigo do Grão Mestre que somente li agora.
    Um tempo se faz preciso para a emoção ser superada.

    Uma primeira e curta observação – concordo praticamente com todas as colocações feitas pelo Murtinho.

    SRN
    FLAMENGO SEMPRE

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