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A Arma Mais Poderosa

Por | 8 de junho de 2019
capajane
15 Comments
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    Xisto Beldroegas 3 meses ago Responder

    Caceta, acabei de ver o Flaflu, estou morrendo de vergonha, não por mim que em se tratando desse time, se eu tivesse vergonha na cara mesmo escolheria um outra lá onde o Judas perdeu as botas, pra torcer, já que o nosso Jesus está chegando e até assistiu o jogo é por ele mesmo que eu estou coberto de vergonha, levamos mais um baile das trêfegas tricoletes, Jesus, o nosso deve estar es-tu-pe-fa-to, é esse o time que vocês chamam de só ter jogadores de nível de seleção? Se não explicaram direito que a cor do time que ele vai dirigir é aquela rubro-negra inconfundível, ele deveria estar pensando que o Flamengo era o outro, as saltitantes moçoilas tricoletes que como diáfanas bailarinas estavam botando os marmanjões rubro-negros pra dançar.

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    Silvio José Peixoto 3 meses ago Responder

    É um pedido sincero: Não chame de “Copa Mickey”, é a Florida Cup. Foi esta mesma Copa, a mesmíssima, que já destruiu todo o ano do São Paulo por perdê-la. Talvez para eles tenha sido a “Copa Maga Patalógica”. Ao chegarem em casa, caíram para Talleres, “sem garfo e faca, e usando só colher”, e se perderam no mundo; Libertadores, Adeus! Para eles, a Copa “Mickey”, que para nós foi “Flórida” de boa, poderia, também ser entendida como a Copa do Apocalipse. Talvez ela, realmente, não salve, mas destrói. Quanto ao resto da crônica, e a visão invertida dos fatos por quem NÃO é Flamengo, é irretocável.

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    Muhlenberg 3 meses ago Responder

    Brigitte Fechada com o Certo

    Como o basquete rubro-negro, Orgulho da Nação, foi decisivo para trazer para a torcida rubro-negra uma das mais icônicas sacerdotisas de Onan nos anos 50 e 60, Brigitte Bardot.

    https://www.mundorubronegro.com/flamengo/brigitte-fechada-com-o-certo

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      FRED K. CHAGAS 3 meses ago Responder

      maravilhosa histórica história.

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      Silvio José Peixoto 3 meses ago Responder

      Esta foto que ilustra a crônica é da Brigitte? Me pareceu ser Jane Fonda, em “Barbarella”. O que define esta sugestão, e “entrega o fato”, (já que o rosto parece estar trazendo confusão) é a pulseira no braço esquerdo da deliciosa atriz. Este adereço está em centenas de takes de Jane, transformados em fotos, no filme Barbarella.

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        Aureo Rocha 3 meses ago Responder

        Com certeza a foto é de Jane Fonda, no filme Barbarella.

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    Rasiko 3 meses ago Responder

    E VIVA O ORGULHO DA NAÇÃO. VITÓRIA DE PONTA A PONTA. CALOU O PEDROCÃO. TIMAÇO, AÇO, AÇO!

    srn p &a

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    Rasiko 3 meses ago Responder

    Arthur é sempre a mesma coisa: transforma qualquer assunto flamengo em prosa que leio devagar pra demorar a chegar no ponto final.

    Em homenagem ao Tom Robbins, o Arthur Muhlenberg americano, vá escrever bem lá em Iquitos ou no deserto da Síria.

    srn p&a

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    Marcos 3 meses ago Responder

    Liverpool campeão da Champions, ano terminado em 9 ( como destacou o Ricardo anteriormente, deixando de fora ainda o tri em 1979 e o fim do jejum de 12 anos em 1939)…bons augúrios, Arthur!

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    RICARDO CARVALHO 3 meses ago Responder

    Valeu, Arthurzão!

    Sabadão de descanso do trabalhador aqui e eu iniciando os trabalhos com uma “Cacildis” bem gelada e uma leitura geral no noticiário (só tem tragédia, parceiro!) até topar com sua crônica. Que bálsamo! Leveza, bom humor e otimismo em doses homeopáticas. Não vou comentar mais porque o copo tá vazio e vou pegar mais uma gelada…

    Abs e SRN

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    Carlos Moraes 3 meses ago Responder

    Este sim, um excelente artigo.

    O otimismo jamais será proibido, mas sempre é bom não se esquecer do sapatinho, que nos deu o título quase impossível do ^annus
    hexam^ (se não for assim, não faz mal, todos entenderam).

    Não acredito em apedrejamento, embora, se bobear, Jesus desta vez não ressuscitará.

    SRN
    FLAMENGO SEMPRE

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    Ricardo 3 meses ago Responder

    Sem o menor traço de superstição, 1999 Copa Mercosul, 2009 Brasileiro, 2019…
    Sempre com o Parmera favorito.
    Sei não…isso é lá com São Judas

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    João Neto 3 meses ago Responder

    Eu até que queria ter esse entusiasmo juvenil de acreditar que tudo está divino e maravilhoso, mas como sou apenas um rapaz latino americano, a ilusão se desfaz ao apito do árbitro no início de cada partida.

    Acredito que somente há três titulares no elenco. Rodrigo Caio, Cuellar e William Arão. Este último por não haver jogador reserva que possua talento para o substituir. São meros jogadores defensivos, sem nenhum capricho de criação, verticalidade ou faro de gol. O criticado jogador, de momento, segue na titularidade.

    Isto demonstra que os demais jogadores dp elenco são medianos. Alternam bons e maus jogos. Não há regularidade, sendo, portanto, substituíveis.

    De minha parte, não vejo nada de excepcional no desempenho do time. Ao contrário, está muito aquém das expectativas.

    Espero que o novo comandante consiga realmente colocar em prática todo o montante financeiro disponibilizado para esse intento. Que consiga projetar uma superioridade de desempenho e de conquistas em campo. De momento, impressiona apenas os valores investidos.

    SRN

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    The Trooper 3 meses ago Responder

    Na verdade tem uma diferença importante entre as situações de Rueda e Jorge Jesus:

    Zé Ricardo, por razões que a ciência ainda estuda, tinha uma seita raivosa de viúvas. Aquelas viúvas vaiavam até o Cuellar ao primeiro passe errado, mesmo que estivesse tendo uma atuação impecável, e pediam a volta do Márcio Araújo, “o cara” de Zé Ricardo.

    Rueda tomou porrada de lado de parte da torcida enquanto alçava Vinicius Jr., Paquetá, Cuellar e Juan ao status de titulares no time, nos lugares de Everton, Gabriel, Márcio Araújo e Vaz e levava um time que assumiu totalmente bagunçado às finais da Copa do Brasil e da Sul-americana. Vai entender…

    Dessa vez, parece que não há tantas viúvas do ex-treinador. Abel conseguiu angariar a antipatia até de quem gostava dele e defendeu sua vinda. E, pelo que se lê, Jesus é tido como um salvador, sem duplo sentido. Acho que disporá de mais paciência da torcida do que o Rueda.

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      Carlos Moraes 3 meses ago Responder

      Palmas de pé.

      Observações perfeitas, tanto no tocante ao Zé Ricardo, como ao Rueda e ao Abel, desaguando, consequentemente, nas perspectivas relativas ao Jesus.

      Parabéns

      SRN
      FLAMENGO SEMPRE

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