{"id":7208,"date":"2019-11-25T01:37:47","date_gmt":"2019-11-25T01:37:47","guid":{"rendered":"http:\/\/republicapazeamor.com.br\/site\/?p=7208"},"modified":"2020-11-24T00:21:09","modified_gmt":"2020-11-24T00:21:09","slug":"flamengo-libertador","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/republicapazeamor.com.br\/site\/flamengo-libertador\/","title":{"rendered":"Flamengo Libertador"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">Uma coisa precisa estar bem clara logo de sa\u00edda para evitar qualquer mal entendido. N\u00f3s nunca mais seremos os mesmos. E digo n\u00f3s com toda a abrang\u00eancia e amplitude que o pronome comporta. Depois da tarde m\u00e1gica no Monumental de Lima a vida de todos n\u00f3s, rubro-negros e anti-rubro-negros, foi profundamente modificada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">A correla\u00e7\u00e3o de for\u00e7as mudou, a balan\u00e7a da justi\u00e7a pendeu mais um pouco para o nosso lado e o Flamengo deu mais um passo firme e decidido para se tornar uma pot\u00eancia dominante do futebol mundial. Tem muita gente no Brasil que n\u00e3o vai concordar, o que \u00e9 a melhor parte da hist\u00f3ria toda. Estamos cagando pra eles. A t\u00e3o temida hegemonia rubro-negra que vai acabar com a competitividade do futebol brasileiro chegou. Quem zuou, zuou. Quem n\u00e3o zuou n\u00e3o zoa mais. Acabou a palha\u00e7ada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">Esta nova Era Flamengo, tempos de a\u00e7o e domina\u00e7\u00e3o, foi oficialmente inaugurada ontem em Lima &#8212; quando o time todo, medalhas no peito, ergueu a cobi\u00e7ada Libertadores, fulminando uma inhaca de 38 anos e liberando quatro gera\u00e7\u00f5es de rubro-negros de uma sina maldita. O Flamengo, reeditando com talento, casca grossa e uma sorte do caralho as grandes conquistas hist\u00f3ricas dos seus predecessores, rompeu os pesados grilh\u00f5es que o prendiam e atrasavam. O Flamengo estava livre. O Flamengo estava liberto. O Flamengo liberto \u00e9 senhor da Am\u00e9rica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">Todos os esquec\u00edveis e amargos 38 anos de espera na fila imensa foram se condensando a medida em que a multid\u00e3o mulamba, de avi\u00e3o, de barco, carro, trem e motocicleta foi pacificamente invadindo e dominando a capital peruana. Muito antes da bola rolar j\u00e1 era tudo nosso. Quando o jogo come\u00e7ou, toda revolta, tristeza e recalque estocados em 38 anos se comprimiam perto da sa\u00edda, para serem despejados, exorcizados\u00a0 e esquecidos durante os 90 minutos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">Mas, independente da f\u00e9, quem \u00e9 flamenguista sabe que quando dois ou mais se re\u00fanem em nome do Flamengo o perrengue est\u00e1 entre eles. E foi exatamente assim que se desenrolou o drama rubro-negro no gramado <em>lime\u00f1o<\/em>. Um roteiro emocionante, cheio de suspense, viradas, perip\u00e9cias e <em>plot points<\/em>. Enquanto a bola rolava uma voz soava sem parar nos fundos da minha cabe\u00e7a. Era a voz do Galv\u00e3o Bueno dizendo \u201cteste pra card\u00edaco\u201d, \u201cteste pra card\u00edaco\u201d, \u201cteste pra card\u00edaco\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">At\u00e9 os 14 minutos do primeiro tempo o jogo foi s\u00f3 lazer. O Flamengo serelepe de sempre, o River aparentemente acuado, mas encurtando espa\u00e7os, com um jogo extremamente f\u00edsico, duro e meio desleal, ou seja, absolutamente em conformidade com a regra n\u00e3o escrita da Libertadores. Quem n\u00e3o quer contato f\u00edsico que jogue v\u00f4lei. Tudo corria dentro da normalidade at\u00e9 que correu o primeiro sangue. E foi nosso, com Rodrigo Caio se dando mal num quebra-coco com um riverense qualquer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">Medicado, sangue estancado, Rodrigo Caio voltou ao gramado e da\u00ed pra frente s\u00f3 deu River. Os caras foram chegando, apertando, tocando muito r\u00e1pido a bola, marcando alto e n\u00e3o deixando o Flamengo nem dominar direito as bolas. Nossos jogadores estavam sempre cercados por dois argentinos, dificultando o passe e nos afastando da grande \u00e1rea. Arrascaeta tava descendo at\u00e9 a lateral pra tentar armar jogadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">O gol deles nasceu num vacilo cl\u00e1ssico, um deixa que eu deixo de pelada. A bola n\u00e3o interceptada pelos nossos defensores caiu no p\u00e9 do cara bom deles, que mandou o sapato no contrap\u00e9 do Diego Alves e abriu o placar. 1&#215;0 pros alem\u00e3o com nosso time levando porrada e sufoco. Mais Flamengo, imposs\u00edvel. O River nem tentou disfar\u00e7ar, depois do gol fez como o time da padaria, se reagrupou em bolo e defendeu em massa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">Mas como \u00e9 um time bom, levava perigo nos contra ataques supervelozes e nuns chutes de meia-dist\u00e2ncia perigos\u00edssimos daquele Pal\u00e1cios. Verdadeiras pedradas que do nada iam em dire\u00e7\u00e3o ao nosso gol. Nessas horas, em que a Na\u00e7\u00e3o em desespero ro\u00eda as unhas e fazia contas apressadas dos investimentos naquela Libertadores, n\u00f3s n\u00e3o perceb\u00edamos, mas a sorte do caralho indispens\u00e1vel aos campe\u00f5es j\u00e1 operava a nosso favor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">No primeiro tempo os nossos craques n\u00e3o conseguiam driblar sem que um argentino se atirasse sobre eles e parasse o jogo. O River dava uma aula de futebol argentino resultadista. Jesus, de colete, parecia calmo e controlado. S\u00f3 impress\u00e3o, \u00e9 que ele prestava aten\u00e7\u00e3o na aula do River. No vesti\u00e1rio o papo deve ter sido forte, porque o time, como s\u00f3i acontecer, voltou com outro desenho dentro de campo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">Mais solto, aparecendo com mais perigo no ataque, mas sem a contund\u00eancia necess\u00e1ria pra furar o bloqueio <em>gallina<\/em>, o Flamengo come\u00e7ou a cavar a vala que engoliria o bicho-pap\u00e3o das Am\u00e9ricas. Que jogava tranquil\u00e3o, e tinha motivos. O 1&#215;0 muquirana no placar, com nossos talentos individuais manietados em uma marca\u00e7\u00e3o extremamente rigorosa e bem executada, era obviamente uma goleada para eles. O River mostrou muita disciplina t\u00e1tica se defendendo e extrema letalidade quando atacou. Mas esse jogo deles tem um custo f\u00edsico alto, com o tempo passando a marca\u00e7\u00e3o foi se afrouxando, o Flamengo foi chegando.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">Mas chegar n\u00e3o \u00e9 suficiente, voc\u00ea n\u00e3o pode dizer que foi a um determinado lugar s\u00f3 porque chegou na porta. \u00c9 preciso entrar. E \u00e0s vezes n\u00e3o querem que voc\u00ea entre, a porta ent\u00e3o deve ser arrombada. N\u00e3o tem outro jeito, nunca teve e nunca ter\u00e1. \u00c9 nessas horas que a camisa \u00e9 i\u00e7ada por m\u00e3os invis\u00edveis. A invicta torcida do Flamengo percebe a sua deixa e entra em campo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">Os cantos flamengos ecoavam no Monumental, criando uma atmosfera sufocante e assustadora para quem n\u00e3o \u00e9 fechado com o certo. 40 milh\u00f5es de Monumentais espalhados pelo mundo emanavam ondas de energia que iam sendo absorvidas em campo pelos nossos. Quando em um sistema h\u00e1 energia em excesso pode ocorrer que um ou outro componente n\u00e3o aguente a carga e pife. Foi o que aconteceu com Gerson. Jesus ent\u00e3o coloca Diego. A substitui\u00e7\u00e3o chega a assustar aos mais sens\u00edveis, que n\u00e3o percebiam que n\u00e3o era Diego que Jesus colocava em campo e sim a invenc\u00edvel camisa 10 da G\u00e1vea. Sem a qual o Flamengo jamais venceu um grande t\u00edtulo. Sinais. Forte sinais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">Aos poucos, a t\u00e9cnica, que \u00e9 mato entre nossos craques, foi sendo substitu\u00edda pela ra\u00e7a, of\u00edcio de f\u00e9 da Na\u00e7\u00e3o. Era o ingrediente que faltava para por aquela porta abaixo. Chegamos perto do gol em linda jogada aos 30 minutos. E em outra mais aos 36. A partir dos 43 minutos do segundo tempo o Flamengo arrombou as portas do River, rompeu aquelas correntes e libertou seu povo para despejar em apenas dois minutos toda a\u00a0 tens\u00e3o acumulada em 38 anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">At\u00e9 nas frugais artes culin\u00e1rias mulambas dois minutos \u00e9 um espa\u00e7o de tempo muito curto, n\u00e3o d\u00e1 nem pra fazer um Miojo al dente. Mas o Flamengo s\u00f3 precisou de dois m\u00edseros minutos pra matar, depenar, esfolar, temperar e assar a <em>gallina<\/em> riverplatense na final de Libertadores mais maluca de todos os tempos. Os fatos ocorridos naquele quadril\u00e1tero relvado entre os minutos 43 e 46 do segundo tempo resumiram de forma exorbitante e oper\u00edstica tudo que o futebol possui de mais intenso, belo e animal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">A esta altura o Flamengo jogava como quem n\u00e3o tinha mais nada a perder. A Libertadores estava deitada com a cabe\u00e7a no colo de Marcelo Gallardo, que lhe fazia cafun\u00e9. O Flamengo era fera ferida, no corpo, na alma e no cora\u00e7\u00e3o. Animal arisco, no gol de empate os talentos de Arrascaeta, Bruno Henrique e Gabigol se combinaram em perfeita sincronia para iludir os hermanos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">Quando a bola balan\u00e7ou a rede foi como uma explos\u00e3o at\u00f4mica, que foi se irradiando de Lima para o mundo, colocando a na\u00e7\u00e3o em transe ext\u00e1tico. Um gol comemorado com muita alegria com muito extravasamento, mas com a certeza tranquila de que iriamos jogar uma prorroga\u00e7\u00e3o de 30 minutos e continuar lutando pelo t\u00edtulo. S\u00f3 que n\u00e3o, o Flamengo nem deixou a gente comemorar direito o gol de empate.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">O Flamengo n\u00e3o estava disposto a jogar prorroga\u00e7\u00f5es. O Flamengo dentro de campo queria ganhar a Libertadores tanto quanto o Flamengo do lado de fora queria. S\u00f3 que com mais pressa. E Diego, do interior da m\u00edstica camisa 10 arrumou um bal\u00e3o, um bal\u00e3o m\u00e1gico, superfant\u00e1stico, daqueles que fazem o mundo bem mais divertido e que muita gente chama de lan\u00e7amento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">O bal\u00e3o, ou lan\u00e7amento, como queiram, chegou em Gabigol, que disputou a jogada com os dois beques que tinham sido um p\u00e9 no nosso saco durante 88 minutos. Disputou e ganhou, com uma leve ajuda do barbudinho Pinola. Gabigol, investido de todos os poderes do mundo livre, mete a canhota na bola com tamanha convic\u00e7\u00e3o, tamanha verdade, tamanha certeza de que a nossa hora tinha chegado que nem esperou ela bater na rede para come\u00e7ar a tirar a camisa e correr pro abra\u00e7o com o eterno.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">Notem que Gabriel n\u00e3o tirou a camisa pra comemorar o gol, Gabriel ao tirar o Manto Sagrado estava, na verdade, se desarmando para se apresentar com a humildade devida aos p\u00e9s do Olimpo rubro-negro e pedir permiss\u00e3o para subir. Permiss\u00e3o dada no mesmo instante pelos 40 milh\u00f5es de guardi\u00f5es de nosso pante\u00e3o. O Flamengo voltava ao topo do mundo e Gabigol puxava a fila dos her\u00f3is de 2019 aos quais foi concedido o privilegio da imortalidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">Mesmo promovido a semideus Gabriel n\u00e3o perdeu a oportunidade de continuar fazendo boas a\u00e7\u00f5es. Arrumou uma expuls\u00e3o das mais necess\u00e1rias ao dar uma expressiva balangada nos documentos em dire\u00e7\u00e3o ao nojento banco do River e \u00e0 sua <em>hinchada<\/em> mais nojenta ainda. E ainda deu um \u00faltimo ol\u00e9 num prego que deixou o <em>desubicado<\/em> governador no v\u00e1cuo. Gabigol \u00e9 matador, artilheiro da Am\u00e9rica e humilha mesmo. \u00c9 pra isso que n\u00f3s vemos futebol, pra ver os advers\u00e1rios serem ridicularizados. Pra ver eles se cumprimentado ao fim dos jogos n\u00f3s assistir\u00edamos t\u00eanis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\"><a href=\"https:\/\/republicapazeamor.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/Grande-Dia1.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-7215\" src=\"https:\/\/republicapazeamor.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/Grande-Dia1.png\" alt=\"Grande Dia\" width=\"801\" height=\"536\" srcset=\"https:\/\/republicapazeamor.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/Grande-Dia1.png 801w, https:\/\/republicapazeamor.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/Grande-Dia1-300x201.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 801px) 100vw, 801px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">As nossas vidas mudaram, mas nossos objetivos continuam os mesmos. Honrar o Flamengo e esfregar na cara dos secadores toda o nosso orgulho de vencedor. Como ser\u00e1 essa era flamenga de a\u00e7o e domina\u00e7\u00e3o ainda n\u00e3o sabemos. A \u00fanica certeza \u00e9 que se j\u00e1 tava ruim pra eles, agora vai ficar muito pior. N\u00f3s, os vencedores, os dominadores, os opressores, estamos oficialmente autorizados a sermos insuport\u00e1veis. Talvez nem seja dif\u00edcil para a maioria de n\u00f3s.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">A Am\u00e9rica est\u00e1 mais uma vez a nossos p\u00e9s. O Flamengo est\u00e1 de volta ao lugar de onde nunca deveria ter sa\u00eddo. Miss\u00e3o cumprida com \u00eaxito. E esta \u00e9 apenas a segunda Libertadores que conquistamos. N\u00f3s ainda nem come\u00e7amos. Eu poderia me estender muito mais sobre a signific\u00e2ncia dessa primeira conquista da nova Era Flamengo. Mas o Flamengo n\u00e3o deixa, nem quando est\u00e1 de folga, nem comemorando a Libertadores conquistada no s\u00e1bado, esse time para de ganhar tudo. J\u00e1 tem um Heptacampeonato do Brasil fazendo o maior esporro na nossa porta e bagun\u00e7ando o nosso domingo. Vamos ter que dar alguma aten\u00e7\u00e3o a ele. Afinal, as peladinhas que nos faltam podem ser um \u00f3timo treino pra pegar o fregues\u00e3o Liverpool em Doha.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\"><strong>Meng\u00e3o Sempre<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\"><div class='button-row'>\n\t<a href='https:\/\/republicapazeamor.com.br\/site\/arthur-muhlenberg\/' class='button small-button \n\t\t\t \n\t\t\trounded-corners \n\t\t\torange-button text-uppercase' style=\"color: #ffffff; background-color: #000000; box-shadow: 0 0 0 3px #991b1b inset;\">\n\t\t\t\tSobre Arthur Muhlenberg\t<\/a>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma coisa precisa estar bem clara logo de sa\u00edda para evitar qualquer mal entendido. N\u00f3s nunca mais seremos os mesmos. E digo n\u00f3s com toda a abrang\u00eancia e amplitude que o pronome comporta. Depois da tarde m\u00e1gica no Monumental de Lima a vida de todos n\u00f3s, rubro-negros e anti-rubro-negros, foi profundamente modificada. A correla\u00e7\u00e3o de &#8230; <a class=\"read-more-link\" href=\"https:\/\/republicapazeamor.com.br\/site\/flamengo-libertador\/\">Read More <i class=\"ico-946\"><\/i><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":7210,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[99],"tags":[],"class_list":["post-7208","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-libertadores-2019"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/republicapazeamor.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7208","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/republicapazeamor.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/republicapazeamor.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/republicapazeamor.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/republicapazeamor.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7208"}],"version-history":[{"count":12,"href":"https:\/\/republicapazeamor.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7208\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9058,"href":"https:\/\/republicapazeamor.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7208\/revisions\/9058"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/republicapazeamor.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7210"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/republicapazeamor.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7208"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/republicapazeamor.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7208"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/republicapazeamor.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7208"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}