{"id":8657,"date":"2020-08-19T02:35:27","date_gmt":"2020-08-19T02:35:27","guid":{"rendered":"http:\/\/republicapazeamor.com.br\/site\/?p=8657"},"modified":"2020-08-20T21:57:13","modified_gmt":"2020-08-20T21:57:13","slug":"quando-o-filho-do-genesis-calou-jesus","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/republicapazeamor.com.br\/site\/quando-o-filho-do-genesis-calou-jesus\/","title":{"rendered":"E o filho do Genesis calou Jesus"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">Pois \u00e9, meus chegados e chegadas, o Flamengo de Dome ainda n\u00e3o come\u00e7ou a jogar. Lidemos com isso. Mas aquela massa amorfa no meio-campo rubro-negro ao menos traz um lado bom: permite que a gente continue a falar do Campeonato Brasileiro do ano passado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">Num recente programa \u201cRa\u00e7a, Amor e Groselha\u201d, exibido no YouTube, o comentarista Mauro Cezar Pereira destrinchava o estilo do Flamengo de Jorge Jesus quando soltou: \u201cA melhor partida feita pelo time na minha opini\u00e3o foi no Maracan\u00e3, naquele Flamengo 5 a 0 no Gr\u00eamio.\u201d Uma coloca\u00e7\u00e3o que ningu\u00e9m em s\u00e3 consci\u00eancia poderia refutar, certo? Errou! Conhe\u00e7o um famigerado torcedor, rubro-negro de entrar de m\u00e3os dadas com o time desde a tenra inf\u00e2ncia, que pode muito bem contestar a opini\u00e3o maurocezariana. Por dois motivos simples: o primeiro, ele n\u00e3o estava em s\u00e3 consci\u00eancia durante o inesquec\u00edvel Flamengo x Gr\u00eamio. E segundo: meu amigo, por incre\u00e7a que par\u00edvel, e n\u00e3o me venham acusar de imagina\u00e7\u00e3o f\u00e9rtil depois, pois meu amigo realmente fez isso: ele passou a semifinal da Libertadores 2019 trancado num banheiro, por livre e espont\u00e2nea vontade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">(\u201cAh n\u00e3o, l\u00e1 vem o cara inventar de novo\u201d. Quem pensou isso, deixe por obs\u00e9quio seu nome e n\u00famero l\u00e1 embaixo na caixa de coment\u00e1rios, pois vou apresentar pessoalmente \u00e0 figura, voc\u00eas n\u00e3o perdem por esperar!)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">Toda essa hist\u00f3ria insana, claro, come\u00e7a no jogo de ida da semifinal, no dia 6 de outubro, quando Gr\u00eamio e Flamengo empataram em 1 a 1 em Porto Alegre. Em seu livro \u201cOutro patamar\u201d, o analista T\u00e9o Benjamin resumiria bem o choque entre os rivais na Libertadores, ao reparar que o escrete rubro-negro \u201cpressionava a sa\u00edda do Gr\u00eamio e anulava a participa\u00e7\u00e3o dos volantes, quebrando o jogo gremista e for\u00e7ando o chut\u00e3o. Com 15 minutos de jogo, s\u00f3 se via jogadores do time ga\u00facho pedindo calma uns para os outros\u2026\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">Pois \u00e9, meus amigos e amigas, que exibi\u00e7\u00e3o soberba. Foi, provavelmente, a maior partida da hist\u00f3ria rubro-negra em plagas sulistas nos \u00faltimos 50 anos. Gerson, Rei de Wakanda, parecia que invadia as terras gremistas montado num corcel, tamanho o seu porte, for\u00e7a e velocidade. Os tricolores, at\u00f4nitos, n\u00e3o respiravam, bufavam. N\u00e3o jogavam bola, livravam-se dela. N\u00e3o contra-atacavam, sobreviviam. E o Flamengo, apesar do dom\u00ednio e do controle, tinha gols anulados por decis\u00f5es milim\u00e9tricas, qui\u00e7\u00e1 estapaf\u00fardias, certamente injustas. E tudo, claro, era visto pela TV, as unhas ro\u00eddas, por meu amigo, isolado em Copacabana, com esposa e beb\u00ea de colo, num confort\u00e1vel apartamento de primeiro andar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">Quando a partida terminou, contudo, meu amigo se rendeu ao monstro que andou alimentando ao longo do segundo tempo. Teorias conspirat\u00f3rias, ju\u00edzes mancomunados, confedera\u00e7\u00f5es chefiadas por vil\u00f5es de filmes do Scorsese, certamente subornados. Seu \u00fanico pensamento ap\u00f3s o fim da porfia, e que ele nutriria ao longo de todo m\u00eas de outubro, era: \u201cNo Maracan\u00e3, eles v\u00e3o completar o assalto, os canalhas. Estamos perdidos!\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">Quando chegou dia 23 de outubro, perd\u00e3o, o hist\u00f3rico Dia 23 de Outubro, meu amigo j\u00e1 tinha se decidido. N\u00e3o iria ao jogo. E ia al\u00e9m: n\u00e3o veria o jogo, n\u00e3o participaria daquela farsa, daquele teatro mal roteirizado da Conmebol, onde o Flamengo sempre ca\u00eda, no fim, apunhalado pelas costas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">Mas, por prever o desfecho, ele precisava ir al\u00e9m: trataria de se proteger n\u00e3o s\u00f3 da dor da elimina\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m da chacota dos rivais, j\u00e1 que sua janela no primeiro andar era sempre um prato cheio para os pingu\u00e7os do bar ali perto, que n\u00e3o se furtavam a berrar as pilh\u00e9rias cru\u00e9is e as chacotas de sempre. Patifes! Mas dessa vez eles n\u00e3o o pegariam.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">E foi quando decidiu: passaria os 90 minutos do Flamengo x Gr\u00eamio n\u00e3o no Maracan\u00e3, n\u00e3o na casa dos parentes rubro-negros, n\u00e3o com seu filhote, mas no banheiro. E s\u00f3 ali, no conforto e seguran\u00e7a de seu W.C. velho de guerra, estaria a salvo da dor da elimina\u00e7\u00e3o certa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">W.C. Ta\u00ed, por que n\u00e3o aproveitamos as letras para dar um nome de fantasia ao nosso personagem? Um W. Bem, Walter. E o C\u2026 Vamos ver, Carbajal? Const\u00e2ncio? N\u00e3o, Caruso. Pronto, Walter Caruso. Meu amigo torcedor, a partir de agora, chama-se Walter Caruso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">E chegou a quarta-feira. Walter Caruso (n\u00e3o \u00e9 necessariamente o nome verdadeiro) de fato recha\u00e7ou toda e qualquer companhia. Recusou at\u00e9 mesmo um ingresso do Maestro J\u00fanior, de quem \u00e9\u00a0pr\u00f3ximo h\u00e1 d\u00e9cadas, e preparou seu cativeiro. Mandou vir um engradado do bar do Para\u00edba, botou as ampolas num isopor perto do bid\u00ea (depois de descartar botar cerveja e gelo no pr\u00f3prio bid\u00ea) e deu o aviso geral: \u201cMe esque\u00e7am! Estarei no banheiro! N\u00e3o me telefonem. N\u00e3o me digue nada, n\u00e3o me conte nada!\u201d E se trancou. Nunca a express\u00e3o \u201cvirar a chave para a Libertadores\u201d fez tanto sentido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">A \u00faltima cena que viu na TV foi o time no \u00f4nibus, a desembarcar no Maracan\u00e3, e foi para o banheiro. Ah, mas faltava um detalhe. Um detalhe crucial para o sucesso da noite sinistra. Walter Caruso percebeu, ao fechar a janelinha basculante, que continuava a escutar o barulho da rua. S\u00f3 fechar as portas e janelas, que diabos, n\u00e3o adiantaria. Ele continuaria a ouvir o vizinho tricolor berrar \u201cgol\u201d, \u201cchupa mulambada\u201d e coisa pior. Tratou, assim, de se equipar para a guerra final. E pegou o velho aparelho de som.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">Pronto, com o som na tomada, bem posicionado na pia, Walter estava pronto. Que viesse a elimina\u00e7\u00e3o mais injusta de sua sofrida vida de rubro-negro. Checou o celular, sua \u00fanica janela (aberta) para o mundo exterior, onde espiaria o resultado de tempos em tempos. E sintonizou nas ondas da radiola a esta\u00e7\u00e3o 103.7. Antena 1 Light FM.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\"><em><strong>Say you, say me<br \/>\nSay it together\u2026<br \/>\nNaturally\u2026<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">Bola rolando, Walter suando, e tome uma cervejinha para hidratar. Era \u00f3bvio o que estava acontecendo. O Gr\u00eamio chutando bola pra nossa \u00e1rea, batendo feito loucos nas nossas canelas. Cafajestes!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">Walter n\u00e3o resistia, e espremia o site globo.com, atualizando de tr\u00eas em tr\u00eas segundos para ver se o Flamengo surpreendia. O primeiro tempo devia estar para terminar, safados! Ele ent\u00e3o aumentou o r\u00e1dio no volume m\u00e1ximo:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\"><strong><em>\u201cShe says, hello, you fool, I love you<\/em><br \/>\n<em> C&#8217;mon join the joyride<\/em><br \/>\n<em> Join the joyride\u2026\u201d<\/em><br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">E a verdade \u00e9 que estava inspirado, tal qual um Everton Ribeiro de fones, o disque-j\u00f3quei da r\u00e1dio. Roxette, Phil Collins, George Michael e outros cl\u00e1ssicos de elevador iam se sucedendo sem refresco. Foi quando Walter leu, ainda na primeira etapa, aos 42 minutos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">\u201cGOOOOOL! \u00c9 de BRUNO HENRIQUE!! O atacante do Flamengo puxa contra-ataque pelo meio e abre para Gabriel, que entra na \u00e1rea e bate cruzado. Paulo Victor espalma e o pr\u00f3prio Bruno Henrique empurra para o fundo do gol!\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">O que voc\u00ea faria, leitor humild\u00e3o? Sairia correndo do W.C.? Pularia pela casa? Balan\u00e7aria as partes na janela para a turma do bar do Para\u00edba? Calma, se contenha. Voc\u00ea tem que se ligar que a teoria conspirat\u00f3ria j\u00e1 o dominava. O monstro j\u00e1 o engolira, leitor. E o desespero aumentou: \u201cAgora \u00e9 que esses patifes v\u00e3o nos ferrar. Vai ser feito em Porto Alegre, eu j\u00e1 sei! V\u00e3o arrumar um penal no Cebolinha e seremos eliminados nos p\u00eanaltis. Nos p\u00eanaltis! Canalhas! Eu n\u00e3o vou aguentar isso\u2026\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">Walter desandou a beber com o roteiro que tra\u00e7ara, largou o celular e tentou aumentar o som. Agora seria capaz de cantar, at\u00e9 de sapatear se fosse preciso, para n\u00e3o escutar mais nada. Qualquer som seria o empate roubado. E ningu\u00e9m ali para consol\u00e1-lo, a n\u00e3o ser Phil Collins, o eterno batera do grupo Genesis\u2026<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\"><strong><em>\u201c\u2026We\u2019re two hearts!<\/em><br \/>\n<em> Believing in just one mind<\/em><br \/>\n<em> Beating together\u2026\u201d<\/em><br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">Encolhido no trono, quase a chorar, Walter lamuriava, xingava, bebia outros litros de cerveja, j\u00e1 n\u00e3o achava o celular, n\u00e3o queria saber de nada. S\u00f3 o que lhe restara era amaldi\u00e7oar a tudo e a todos, maldizer o dia em que torcera por Renato Portaluppi, o dia em que aplaudira L\u00e9o Moura e assim ia, quase a chegar, \u00f3 vida, no dia em que se tornara Flamengo, o time que nos mata, nos maltrata, por que Deus? Por qu\u2026<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">\u2013\u00a0TOC, TOC, TOC!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">\u2013\u00a0Quem \u00e9?! Me deixa aqui! N\u00e3o me conte nada, n\u00e3o me digue nada!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">\u2013\u00a0Waltinho! N\u00e3o est\u00e1 acompanhando a\u00ed pelo celular?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">\u2013 Acho que quebrei o telefone, caiu na pia ou na privada\u2026 Que houve?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">\u2013 \u00d4 seu doido! Est\u00e1 a maior festa no Brasil inteiro. O pa\u00eds virou vermelho e preto. Gabigol fez dois e est\u00e1 3 a 0, fora o baile! Abre essa porta\u2026<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">\u2013\u00a0Festa? Brasil inteiro? T\u00e1 me enganando n\u00e3o, n\u00e9\u2026<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\"><em><strong>\u201cFreedom!<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong> (I won&#8217;t let you down)<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong> Freedom!<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong> (I will not give you up&#8230;)<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong> Freedom!\u00a0<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong>&#8230;You&#8217;ve gotta give for what you take\u2026\u201d<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">Quando abriu a porta, ainda conseguiu espiar o Pablo Mar\u00ed comemorando o quarto gol.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">\u2013\u00a0\u00c9 replay isso? Ih, 4 a 0? Ai, Jesus\u2026 Amor, acho que bebi muito. Banheirinho da sorte porreta, n\u00e9?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">E dormiu, para s\u00f3 acordar no dia seguinte, com a mais doce das ressacas \u2013 ele e a torcida do Flamengo, obviamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\">O que esperar do Flamengo x Gr\u00eamio de logo mais? Bem, que n\u00e3o seja jogo de nos trancarmos no banheiro, por favor. E que Phil Collins nos inspire, para que o time seja 11 cora\u00e7\u00f5es, com apenas um objetivo na mente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-bottom: 24px;\"><em>Toca a m\u00fasica&#8230;!<\/em><\/p>\n<div class='button-row'>\n\t<a href='http:\/\/republicapazeamor.com.br\/site\/marcelo\/' class='button small-button \n\t\t\t \n\t\t\trounded-corners \n\t\t\torange-button text-uppercase' style=\"color: #ffffff; background-color: #000000; box-shadow: 0 0 0 3px #991b1b inset;\">\n\t\t\t\tSobre Marcelo Dunlop\t<\/a>\n<\/div>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pois \u00e9, meus chegados e chegadas, o Flamengo de Dome ainda n\u00e3o come\u00e7ou a jogar. Lidemos com isso. Mas aquela massa amorfa no meio-campo rubro-negro ao menos traz um lado bom: permite que a gente continue a falar do Campeonato Brasileiro do ano passado. 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