{"id":7201,"date":"2019-11-24T18:02:25","date_gmt":"2019-11-24T18:02:25","guid":{"rendered":"http:\/\/republicapazeamor.com.br\/site\/?p=7201"},"modified":"2019-11-24T18:08:02","modified_gmt":"2019-11-24T18:08:02","slug":"voce-so-precisa-jogar-3-minutos","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/republicapazeamor.com.br\/site\/voce-so-precisa-jogar-3-minutos\/","title":{"rendered":"&#8220;Voc\u00ea s\u00f3 precisa jogar 3 minutos.&#8221;"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> <strong>Libertadores, final. <\/strong>                                                                                           <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Dois mil e dezenove est\u00e1 sendo um ano at\u00edpico. Tanto que come\u00e7ou somente em 20 de junho, data em que Jorge Jesus dirigiu o primeiro treino na condi\u00e7\u00e3o de comandante do futebol rubro-negro. A foto que ilustra o post registra esse dia, em que o Mister parecia dizer a Gabriel o que esperava que o atacante fizesse dali a 153 dias. <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> \u00c0s nove da manh\u00e3 de domingo, 24 de novembro, depois de ter dormido menos de tr\u00eas horas, eu revia o jogo para anotar e produzir o relato dos lances. Na hora do segundo gol, chorei de novo. S\u00f3 o futebol e s\u00f3 o Flamengo pra fazer isso com a gente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Pensei bastante antes de escrever o que se segue, e me decidi quando cheguei \u00e0 conclus\u00e3o de que, embora sujeito a infinitas discuss\u00f5es, \u00e9 justo: foram a vit\u00f3ria e o t\u00edtulo mais espetaculares entre tantas e tantos do Flamengo que eu vi, no est\u00e1dio ou pela tev\u00ea. <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Vamos \u00e0 defesa da tese.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Torcedor de radinho de pilha, meu primeiro momento ao vivo de identidade absoluta com a alma rubro-negra aconteceu no gol de Almir, no Campeonato Carioca de 1966, se arrastando na lama para empurrar de cabe\u00e7a a bola para a rede e assegurar a vit\u00f3ria de dois a um sobre o Bangu, que tinha um tima\u00e7o. O primeiro t\u00edtulo que testemunhei, no Maracan\u00e3, foi o da Ta\u00e7a Guanabara de 1970 \u2013 ent\u00e3o uma competi\u00e7\u00e3o \u00e0 parte do Campeonato Estadual e bastante prestigiada. De l\u00e1 para c\u00e1, presenciei coisas e mais coisas que s\u00f3 fizeram aumentar minha paix\u00e3o. O gol de Rondinelli contra o Vasco em 78, o de Nunes contra o Atl\u00e9tico Mineiro em 80, o de Andrade contra o Botafogo em 81, a vit\u00f3ria sobre o Cobreloa (estranhamente acontecida numa noite de sexta-feira) tamb\u00e9m em 81, os t\u00edtulos brasileiros em cima do Santos (83), Internacional (87) e Botafogo (92), o gol de Petkovic contra o Vasco em 2001. Pela tev\u00ea, assisti tenso e tr\u00eamulo \u00e0 conquista da Libertadores sobre o Cobreloa no jogo-extra em Montevid\u00e9u, \u00e0 vit\u00f3ria sobre o Liverpool em T\u00f3quio, ao t\u00edtulo brasileiro de 82 em cima do Gr\u00eamio, em Porto Alegre, e ao gol de Ronaldo Angelim que garantiu o hexa em 2009 \u2013 na ocasi\u00e3o, morava em S\u00e3o Caetano do Sul. <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Tens\u00e3o e emo\u00e7\u00e3o n\u00e3o faltaram. O gol de Rondinelli \u00e9 para todo o sempre inesquec\u00edvel. O do Pet, idem. O de Andrade fechava uma exibi\u00e7\u00e3o magn\u00edfica e aposentava a inc\u00f4moda faixa \u201cN\u00f3s Gostamos de Vo6\u201d, que a torcida do Botafogo levava aos cl\u00e1ssicos com o Flamengo desde 1972. Entretanto, nesses tr\u00eas casos, tudo de que o Flamengo precisava, naqueles momentos das tr\u00eas partidas, era de um gol. Contra o River Plate, foram dois em apenas tr\u00eas minutos, perto do fim da decis\u00e3o do mais importante torneio do continente, realizando um sonho adormecido h\u00e1 quase quarenta anos. Dramaticidade \u00fanica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Nas conversas com amigos, com minha filha e meu genro, quatro ou cinco horas antes da partida come\u00e7ar, eu garantia que, apesar da indiscut\u00edvel qualidade do time do River, o Flamengo era melhor. N\u00e3o nos garantia a vit\u00f3ria e sequer diminu\u00eda a ansiedade, por\u00e9m nos dava confian\u00e7a. Entretanto, o River me surpreendeu, com um desempenho t\u00e1tico irrepreens\u00edvel e apenas duas falhas no jogo inteiro. A quest\u00e3o \u00e9 que, contra caras que nem Bruno Henrique, Arrascaeta, Gabriel e Everton Ribeiro, bastam dois erros. <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> O gol sa\u00eddo aos treze minutos, ap\u00f3s uma tr\u00edplice bobeira de Filipe Lu\u00eds, Willian Ar\u00e3o e Gerson, fez do jogo algo inverso ao que se esperava. O Flamengo de Jorge Jesus, ousado e agressivo, teve que se retrair, ciente de que, se num lance fortuito levasse o segundo, a vaca despencaria no brejo. Isso fez da partida algo bem diferente do que temos visto o time fazer, s\u00f3 que acabou funcionando como mais uma prova de consci\u00eancia e maturidade. Vi o jogo pela TV Globo. No final do primeiro tempo, o narrador Luiz Roberto disse que seria muito bom se o Flamengo conseguisse empatar a partida antes do intervalo. Discordei: n\u00e3o vai dar n\u00e3o. Sendo assim, a melhor coisa que pode acontecer \u00e9 esse primeiro tempo acabar. A\u00ed a gente v\u00ea se no segundo, como houve recentemente em v\u00e1rias partidas, Bruno Henrique, Arrascaeta, Everton Ribeiro e Gabriel entram no jogo e mudam a hist\u00f3ria. Entraram e mudaram. Cabe destacar, ainda, o fato de que, t\u00e3o criticado \u2013 inclusive por mim aqui no blog \u2013, Diego entrou muito bem e foi pe\u00e7a fundamental na vit\u00f3ria.   <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Temos a divertida mania de comparar times e jogadores de \u00e9pocas diferentes, o que \u00e9 sempre dif\u00edcil por exigir uma enorme capacidade de olhar as coisas em perspectiva. Quem \u00e9 melhor, Nunes ou Gabriel? Nunes jamais faria, por exemplo, o gola\u00e7o que Gabriel fez na vit\u00f3ria de um a zero sobre o Santos, com um toque de categoria encobrindo o goleiro Everson. Entretanto, \u00e9 poss\u00edvel que, na posi\u00e7\u00e3o em que o lance aconteceu, exigindo trabalho com a perna direita, Gabriel n\u00e3o fizesse o gol do t\u00edtulo sobre o Atl\u00e9tico Mineiro, em 1980. N\u00e3o \u00e9 preciso nenhum grande exerc\u00edcio de imagina\u00e7\u00e3o para supor o que poderia acontecer se Bruno Henrique jogasse ao lado de Zico.  <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Entretanto, a eterna gera\u00e7\u00e3o de Deus, Leandro, J\u00fanior e Ad\u00edlio que me desculpe, mas o t\u00edtulo de 2019 me parece ainda mais significativo do que o de 1981. Em primeiro lugar, devido \u00e0 for\u00e7a das redes sociais, capazes de fazer bombar at\u00e9 a <em>Caneta Azul<\/em>. Em segundo, pela import\u00e2ncia da Libertadores junto aos torcedores brasileiros, muito maior agora do que naquela \u00e9poca: al\u00e9m de ter sido transmitida para mais de 150 pa\u00edses, a decis\u00e3o entre Flamengo e River Plate teve, no Brasil, audi\u00eancia maior que a da final das Copas do Mundo de 2010 e 2014. Por fim, um argumento de que aquela inspirada gera\u00e7\u00e3o talvez n\u00e3o goste, mas n\u00e3o podemos fugir aos fatos: a vit\u00f3ria em 2019 veio sobre um dos dois mais temidos advers\u00e1rios na competi\u00e7\u00e3o \u2013 o outro, todos sabemos, \u00e9 o Boca \u2013, enquanto em 81 foi obtida em cima do Cobreloa. E quando se parte para uma compara\u00e7\u00e3o, certas contextualiza\u00e7\u00f5es precisam ser feitas. Calma: n\u00e3o estou dizendo que o time atual \u00e9 melhor que o de 81, apenas registro certas circunst\u00e2ncias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Um lance me chamou a aten\u00e7\u00e3o aos 42 minutos do segundo tempo, um minuto antes do come\u00e7o da virada hist\u00f3rica. Dando combate na intermedi\u00e1ria rubro-negra, junto \u00e0 linha lateral, Gabriel tomou a bola de Pal\u00e1cios e o juiz chileno Roberto Tobar marcou falta \u2013 que pra mim n\u00e3o houve. Gabriel amea\u00e7ou reclamar e a c\u00e2mera o flagrou dando as costas para o juiz, a fim de evitar o enfrentamento, e fazendo um gesto com as m\u00e3os como se refletisse e pedisse calma a si mesmo. Menos de uma semana atr\u00e1s, ele fora expulso contra o Gr\u00eamio, em Porto Alegre, por excesso de reclama\u00e7\u00f5es.  <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Nesse momento, 15h05 de 24 de novembro de 2019, enquanto assisto pela tev\u00ea ao caudaloso rio vermelho e preto em que a torcida do Flamengo transformou a cidade, lembro de uma frase dita por Jorge Jesus em recente v\u00eddeo promocional lan\u00e7ado pelo Flamengo: <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> <em>\u201cDeve ser muito ruim n\u00e3o ser flamenguista, e eu nem quero saber como \u00e9 isto.\u201d<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> <strong>Lances principais.<\/strong>                                                                                                                               <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> 1\u00ba tempo:<br \/>\nAos 13 minutos, Enzo Perez buscou Ignacio Fernandez na entrada da \u00e1rea rubro-negra. Filipe Lu\u00eds cortou adiantando demais a bola, que voltou a Enzo Perez e da\u00ed a Fernandez. Perseguido por Filipe Lu\u00eds, ele foi \u00e0 linha de fundo e, com um carrinho, cruzou rasteiro. Su\u00e1rez fez o corta-luz, Willian Ar\u00e3o e Gerson protagonizaram o cl\u00e1ssico \u201cdeixa que eu deixo\u201d, e Borr\u00e9 completou de p\u00e9 direito, rasteiro, no canto esquerdo de Diego Alves. Um a zero.<br \/>\nAos 20, depois de uma sucess\u00e3o de erros perto do c\u00edrculo central, a bola sobrou para Pal\u00e1cios, que lan\u00e7ou Su\u00e1rez na esquerda. Ele arrancou, chegou junto \u00e0 lateral da \u00e1rea e, marcado por Rodrigo Caio, tocou para o meio. Aparecendo na hora exata em que De la Cruz ia concluir, Pablo Mar\u00ed dividiu e salvou.<br \/>\nAos 25, Everton Ribeiro tentou um drible em De la Cruz, na intermedi\u00e1ria do Flamengo, e perdeu a bola. De la Cruz adiantou a Su\u00e1rez, que girou e bateu. O chute desviou em Rodrigo Caio e passou perto do travess\u00e3o.<br \/>\nAos 35, Enzo Perez empurrou a Ignacio Fernandez, que ligou r\u00e1pido com Montiel, livre na direita. Ele ultrapassou a linha do meio-campo em velocidade e tocou a Borr\u00e9, na entrada da \u00e1rea e de costas para o gol. Borr\u00e9 ajeitou para Pal\u00e1cios, que bateu de longe, forte e com perigo, junto \u00e0 trave direita de Diego Alves.                                                                                                                                                   <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> 2\u00ba tempo:<br \/>\nCom 1 minuto, Willian Ar\u00e3o recuperou uma bola na intermedi\u00e1ria do Flamengo, tocou a Gerson e da\u00ed a Arrascaeta. Ele avan\u00e7ou pelo meio e lan\u00e7ou Gabriel, na direita. Marcado por Pinola, Gabriel limpou para o p\u00e9 esquerdo e bateu de fora da \u00e1rea. O chute n\u00e3o saiu forte, Armani defendeu firme.<br \/>\nAos 11, Mart\u00ednez Quarta deu um chut\u00e3o para a frente, Pablo Mar\u00ed respondeu com outro. Willian Ar\u00e3o dominou, cutucou a Gerson, da\u00ed a Everton Ribeiro e o bom lan\u00e7amento a Gabriel. De costas para o gol, cercado por Pinola e Mart\u00ednez Quarta, Gabriel viu Bruno Henrique entrando livre. Bruno Henrique arrancou at\u00e9 a linha de fundo e tocou no meio da pequena \u00e1rea. Arrascaeta furou, Mart\u00ednez Quarta n\u00e3o conseguiu cortar, a bola ro\u00e7ou em De la Cruz, que vinha caindo, e sobrou no p\u00e9 esquerdo de Gabriel. O chute desviou em Mart\u00ednez Quarta, bateu em De la Cruz e veio rolando para Everton Ribeiro. Apertado por Enzo Perez, Everton Ribeiro concluiu de p\u00e9 direito, mas n\u00e3o pegou bem. Armani defendeu firme.<br \/>\nAos 21, o River trabalhou pela direita, at\u00e9 que Fernandez enfiou bela bola a Su\u00e1rez, nas costas de Pablo Mar\u00ed. Ele cruzou rasteiro, com perigo, para o meio da pequena \u00e1rea. Rodrigo Caio se antecipou a Borr\u00e9 e salvou.<br \/>\nAos 22, Casco lan\u00e7ou do meio-campo para a \u00e1rea do Flamengo, buscando Su\u00e1rez. Pablo Mar\u00ed cortou de cabe\u00e7a no peito de Ignacio Fernandez. Ele matou com estilo e, sem deixar cair, bateu forte, \u00e0 direita do gol de Diego Alves,<br \/>\nAos 33, boa troca de passes do Flamengo desde a sa\u00edda de bola. Diego Alves, Rodrigo Caio, Pablo Mar\u00ed, Gabriel, Filipe Lu\u00eds, Pablo Mar\u00ed e Diego, que se livrou de Pal\u00e1cios, acelerou e enfiou um bol\u00e3o a Gabriel, nas costas de Montiel. Gabriel disparou e, com tr\u00eas \u00f3timas op\u00e7\u00f5es \u2013 Bruno Henrique, Arrascaeta e Everton Ribeiro \u2013, tentou Bruno Henrique. Mas tocou mal, em cima de Pinola, que salvou.<br \/>\nAos 35, Filipe Lu\u00eds tinha a bola dominada junto \u00e0 linha de fundo da defesa rubro-negra, bobeou e perdeu para Su\u00e1rez, que rolou para tr\u00e1s. Chegando de frente, Pal\u00e1cios completou de p\u00e9 esquerdo, para fora.<br \/>\nAos 43, o pesado senhor Lucas Pratto atravessou a intermedi\u00e1ria do Flamengo horizontalmente, da meia-esquerda para a meia-direita, e tentou o toque para Pal\u00e1cios. Diego cortou, Pratto recuperou, Diego continuou dando combate, Arrascaeta aproveitou e roubou a bola, armando o contra-ataque com Bruno Henrique. Ele recebeu na esquerda, tirou a velocidade da jogada, deu um drible para tr\u00e1s em Montiel e, a\u00ed sim, partiu para a arrancada, mesmo cercado por quatro advers\u00e1rios, at\u00e9 devolver \u00f3tima bola a Arrascaeta, j\u00e1 dentro da \u00e1rea. Percebendo que Pinola ia chegar antes e fazer o corte, Arrascaeta se atirou de carrinho e conseguiu tocar de p\u00e9 esquerdo para o outro lado, tirando do goleiro Armani e deixando Gabriel livre, em condi\u00e7\u00e3o legal e com o gol vazio. Gabriel empurrou para a rede. Um a um, prorroga\u00e7\u00e3o \u00e0 vista.<br \/>\nAos 46, Diego recebeu de Rafinha, no campo do Flamengo, e lan\u00e7ou na dire\u00e7\u00e3o da \u00e1rea do River. Gabriel e Pinola brigaram no jogo de corpo, Pinola e Mart\u00ednez Quarta se atrapalharam, Pinola deu um leve toque de cabe\u00e7a para tr\u00e1s, tirando Mart\u00ednez Quarta do lance e deixando Gabriel cara a cara com Armani. Bola quicando, p\u00e9 esquerdo, chute forte, canto direito. Prorroga\u00e7\u00e3o que nada. Dois a um. Flamengo bicampe\u00e3o da Libertadores, trinta e oito anos depois.                                                                                                                                                                                                                                                                                                     <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> <strong>Ficha do jogo.<\/strong>                                                                                                                       <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Flamengo 2 x 1 River Plate.<br \/>\nEst\u00e1dio Monumental de Lima (Peru), 23 de novembro.                                                                                                  <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Flamengo: Diego Alves; Rafinha, Rodrigo Caio, Pablo Mar\u00ed e Filipe Lu\u00eds; Willian Ar\u00e3o (Vitinho); Everton Ribeiro, Gerson (Diego) e Arrascaeta (Piris da Motta); Gabriel e Bruno Henrique. T\u00e9cnico: Jorge Jesus. <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> River Plate: Armani; Montiel, Mart\u00ednez Quarta, Pinola e Casco (Paulo D\u00edaz); Enzo P\u00e9rez; Ignacio Fernandez (\u00c1lvarez), Pal\u00e1cios e De la Cruz; Borr\u00e9 (Lucas Pratto) e Su\u00e1rez. T\u00e9cnico: Marcelo Gallardo.                  <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Gols: Borr\u00e9 aos 13\u2019 do 1\u00ba tempo; Gabriel aos 43\u2019 e aos 46\u2019 do 2\u00ba.                                                                                                                                                 <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Cart\u00f5es amarelos: Rafinha, Pablo Mar\u00ed e Gabriel; Casco, Enzo Perez e Su\u00e1rez. Cart\u00f5es vermelhos: Pal\u00e1cios aos 49\u2019 e Gabriel aos 50\u2019 do 2\u00ba tempo.                                                                                                           <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Trio de arbitragem chileno. Juiz: Roberto Tobar. Bandeirinhas: Christian Schiemann e Claudio R\u00edos.                                         <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Renda e p\u00fablico n\u00e3o divulgados.<\/p>\n<div class='button-row'>\n\t<a href='http:\/\/republicapazeamor.com.br\/site\/jorge-murtinho\/' class='button small-button \n\t\t\t \n\t\t\trounded-corners \n\t\t\torange-button text-uppercase' style=\"color: #ffffff; background-color: #000000; box-shadow: 0 0 0 3px #991b1b inset;\">\n\t\t\t\tSobre Jorge Murtinho\t<\/a>\n<\/div>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Libertadores, final. Dois mil e dezenove est\u00e1 sendo um ano at\u00edpico. Tanto que come\u00e7ou somente em 20 de junho, data em que Jorge Jesus dirigiu o primeiro treino na condi\u00e7\u00e3o de comandante do futebol rubro-negro. 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