{"id":6308,"date":"2019-08-01T13:56:17","date_gmt":"2019-08-01T13:56:17","guid":{"rendered":"http:\/\/republicapazeamor.com.br\/site\/?p=6308"},"modified":"2019-08-02T01:03:30","modified_gmt":"2019-08-02T01:03:30","slug":"ninguem-morre-no-meu-plantao","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/republicapazeamor.com.br\/site\/ninguem-morre-no-meu-plantao\/","title":{"rendered":"&#8220;Ningu\u00e9m morre no meu plant\u00e3o!&#8221;"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> <strong>Libertadores, oitavas de final, jogo de volta.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Essa \u00e9, certamente, a mais desvairada entre todas as analogias que costumo cometer aqui no RP&amp;A. Ela me veio \u00e0 cabe\u00e7a ao final do tuf\u00e3o que varreu o Maracan\u00e3 nos primeiros vinte minutos de jogo, um sufoco que volta e meia vemos o time do Flamengo sofrer e dificilmente temos o prazer de v\u00ea-lo ser capaz de aplicar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Decerto n\u00e3o havia outro jeito. Era um risco calculado, devido \u00e0 fragilidade ofensiva do advers\u00e1rio e \u00e0 constata\u00e7\u00e3o de que jogar com aquela intensidade o tempo todo seria impratic\u00e1vel. Funcionou. N\u00e3o houve o que conhecemos por \u201cabafa\u201d, que quase sempre \u00e9 irm\u00e3o g\u00eameo do desespero, e sim press\u00e3o consciente, marca\u00e7\u00e3o pesada no campo advers\u00e1rio, jogadas trabalhadas, trocas de passes envolventes, pouqu\u00edssimos cruzamentos a esmo, seriedade l\u00e1 atr\u00e1s e agressividade na frente. <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> No primeiro tempo, o Emelec n\u00e3o conseguiu respirar. No segundo, respirou mas sem assustar. O time equatoriano teve somente uma chance de gol concreta \u2013 o chute de Queiroz da entrada da \u00e1rea, que desviou em Pablo Mar\u00ed e Diego Alves, parado no centro do gol, tirou com os c\u00edlios. A \u00fanica defesa do nosso goleiro aconteceu na disputa de p\u00eanaltis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Outra lembran\u00e7a, essa anterior ao in\u00edcio do jogo, foi a do clima que tomava conta do Rio de Janeiro em 27 de maio de 2001, dia da decis\u00e3o do Campeonato Carioca. O Vasco vencera a primeira partida por dois a um e poderia perder por um gol de diferen\u00e7a que ficaria com o t\u00edtulo. No entanto, a cidade vivia um indisfar\u00e7\u00e1vel clima de \u201cvai dar Flamengo\u201d, sacramentado pela genial cobran\u00e7a de falta do rabugento Petkovic. <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Claro: acreditar \u00e9 algo inerente ao estado de torcedor, por\u00e9m \u00e9 f\u00e1cil perceber quando a cren\u00e7a carrega o m\u00ednimo de fundamento. O mais curioso \u00e9 que, antes da partida com o Emelec, eu conseguia ter este sentimento aqui em S\u00e3o Paulo, e tenho certeza de que n\u00e3o era diferente o que acontecia com nossos milh\u00f5es de torcedores que moram fora do Rio. Pergunte \u00e0 Nivinha se ela n\u00e3o sentia o mesmo no Texas, ou \u00e0 minha filha, ao meu genro e ao meu filho l\u00e1 na cidade do Porto. Aposto que sim.  <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> De qualquer modo, o nome do brinquedo \u00e9 futebol e muitas vezes ele nos surpreende, tanto para o bem como para o mal. De repente, poder\u00edamos tomar uma bola vadia, sofrer um gol bobo e tudo ruir. Mas n\u00e3o. Acho at\u00e9 injusto dizer que foram vinte minutos do mais puro Flamengo, pois se a nossa hist\u00f3ria \u2013 n\u00e3o t\u00e3o recente, \u00e9 verdade \u2013 nos acostumou a ver times de fibra, capazes de lutar com bravura at\u00e9 o \u00faltimo segundo, em pouqu\u00edssimas ocasi\u00f5es assisti a uma blitz t\u00e3o desperta e eficaz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Os vinte minutos iniciais trouxeram a convic\u00e7\u00e3o de que n\u00e3o se alimentava um surto de otimismo bravateiro. E foram eles que me lembraram o bord\u00e3o do Dr. Evandro, personagem do maior ator do Brasil, Julio Andrade, na s\u00e9rie \u201cSob press\u00e3o\u201d, produzida pela Conspira\u00e7\u00e3o Filmes. Quando a vida de um dos pacientes da emerg\u00eancia parece perdida, ante a cruel combina\u00e7\u00e3o entre quadro cl\u00ednico desolador e as desumanas condi\u00e7\u00f5es de trabalho no hospital p\u00fablico de uma zona carente do Rio de Janeiro, ele e sua equipe se viram como d\u00e1 e com o que t\u00eam, se entregam com ardor \u00e0 tarefa que juraram exercer apaixonadamente e encontram a solu\u00e7\u00e3o. Sempre que isso acontece, ainda na mesa de cirurgia o Dr. Evandro solta o grito de guerra: \u201cNingu\u00e9m morre no meu plant\u00e3o!\u201d <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> \u00c9 ineg\u00e1vel que o resultado da primeira partida, em Guayaquil, deixara o Flamengo \u00e0 beira da morte na Libertadores. As prec\u00e1rias condi\u00e7\u00f5es f\u00edsicas de Arrascaeta e Everton Ribeiro, somadas ao desfalque de Rodrigo Caio, representavam obst\u00e1culos quase intranspon\u00edveis \u00e0 tarefa de salvar a vida do clube na competi\u00e7\u00e3o. Entretanto, foi como se nossos jogadores tivessem entrado em campo possu\u00eddos pelo esp\u00edrito do Dr. Evandro, com cora\u00e7\u00f5es e mentes inundados por uma pequena varia\u00e7\u00e3o do bord\u00e3o: \u201cHoje n\u00e3o vamos morrer no Maracan\u00e3!\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Enquanto as pernas ajudaram, Everton Ribeiro mandou no meio-campo. Quando come\u00e7ou a fraquejar e a errar passes, Jorge Jesus teve o m\u00e9rito de substitu\u00ed-lo rapidamente. Gerson se movimentou tanto que n\u00e3o havia a menor possibilidade de aguentar o jogo inteiro. Ao contr\u00e1rio do que vinha acontecendo nas \u00faltimas partidas, Bruno Henrique infernizou a vida do sistema defensivo advers\u00e1rio. Gabriel perdeu um gol por falta de tranquilidade, a que teve de sobra na cobran\u00e7a do p\u00eanalti que abriu o placar e na conclus\u00e3o do segundo. Cu\u00e9llar e Willian Ar\u00e3o, incans\u00e1veis. Thuler e Pablo Mar\u00ed, s\u00e9rios e simples. Rafinha e Ren\u00ea muito bem, inclusive na hora mais escura das penalidades. Diego Alves pegou o p\u00eanalti que assegurou que ontem era dia de Flamengo. Embora claramente temeroso do que poderia acontecer com o m\u00fasculo rec\u00e9m-lesionado, o que fez com que pouco produzisse com a bola rolando, Arrascaeta se incumbiu com perfei\u00e7\u00e3o da responsa de abrir caminho e passar confian\u00e7a nos p\u00eanaltis. A entrada de Reinier serviu ao menos como batismo. E Berr\u00edo, bem, foi o nosso Berr\u00edo de sempre. <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> O que vai ser do Flamengo no restante da Libertadores, n\u00e3o d\u00e1 para dizer. O que vai ser do Flamengo na sequ\u00eancia do Campeonato Brasileiro, n\u00e3o h\u00e1 como saber. S\u00f3 que tudo \u00e9 poss\u00edvel para um time que disp\u00f5e de um treinador corajoso, bons jogadores e que, acima de tudo, n\u00e3o est\u00e1 disposto a se deixar matar.       <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> <strong>Lances principais.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> 1\u00ba tempo:<br \/>\nCom menos de 30 segundos, Pablo Mar\u00ed lan\u00e7ou na intermedi\u00e1ria do Emelec. Bruno Henrique ganhou no alto e serviu Rafinha, que chegou ao fundo e crruzou. Ren\u00ea recolheu do outro lado, p\u00f4s novamente na \u00e1rea, a bola desviou na zaga e sobrou para Willian Ar\u00e3o na entrada da \u00e1rea. Ele dominou e bateu forte, de canhota, por cima do travess\u00e3o.<br \/>\nAos 4, Gabriel teve duas grandes chances em sequ\u00eancia. O Flamengo trocou passes com efici\u00eancia. Gerson, Thuler, Rafinha, Everton Ribeiro, virada a Pablo Mar\u00ed, Ar\u00e3o, Gerson, Ren\u00ea, Cu\u00e9llar, Ar\u00e3o e Everton Ribeiro, que empurrou no meio da \u00e1rea. Ren\u00ea se esticou todo para deixar Gabriel cara a cara com Dreer, o goleiro do Emelec fez \u00f3tima defesa. A bola voltou e, com Dreer ca\u00eddo, Gabriel soltou uma bomba de p\u00e9 direito, por cima do travess\u00e3o.<br \/>\nAos 7, jogada ensaiada no escanteio pela direita. Gerson se movimentou com intelig\u00eancia, recebeu a cobran\u00e7a de Everton Ribeiro e serviu Rafinha, que cortou Bagu\u00ed para o meio e foi derrubado. Aos 9, Gabriel bateu rasteiro, no canto direito, enquanto Dreer ca\u00eda para a esquerda. Um a zero.<br \/>\nAos 18, Willian Ar\u00e3o tocou na esquerda, Bruno Henrique ganhou de Caicedo na dividida, botou na frente, livrou-se de Jaime, chegou \u00e0 linha de fundo e buscou Everton Ribeiro entrando pelo meio. Atrapalhado por Mej\u00eda, Everton Ribeiro n\u00e3o conseguiu tocar na bola, que sobrou para Gabriel. A finaliza\u00e7\u00e3o, de p\u00e9 esquerdo e de primeira, foi colocada, no canto direito de Dreer. Dois a zero.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> 2\u00ba tempo:<br \/>\nO Emelec voltou mais assanhadinho. Aos 2 minutos, Cabezas rolou na entrada da \u00e1rea para Queiroz, que chutou forte. A bola desviou em Pablo Mar\u00ed, Diego Alves s\u00f3 olhou, passou rente \u00e0 trave direita.<br \/>\nAos 13, Gerson fez \u00f3tima jogada com Rafinha, arrancou pela direita, ganhou de Bagu\u00ed na corrida e cruzou para Bruno Henrique. O zagueiro Quintero impediu a conclus\u00e3o, colocando a escanteio. Na cobran\u00e7a, aos 15, Arrascaeta levantou na \u00e1rea, Bruno Henrique desviou de cabe\u00e7a e, livre na pequena \u00e1rea, Thuler completou para fora.<br \/>\nAos 31, Bagu\u00ed serviu Braian Angulo dentro da \u00e1rea. Ele girou em cima de Thuler e cruzou, Carabal\u00ed subiu sozinho e cabeceou mal, sobre o travess\u00e3o.<br \/>\nAos 35, Ren\u00ea foi ao fundo, cruzou, Arrascaeta desviou para Bruno Henrique, Quintero tirou e a bola sobrou para Ar\u00e3o na entrada da \u00e1rea. Ele dominou e bateu por cima do travess\u00e3o.<br \/>\nAos 38, \u00f3tima arrancada de Bruno Henrique pela esquerda. Deu um drible de corpo em Caicedo, acelerou, passou por Quintero, invadiu a \u00e1rea e, na hora do chute, foi travado por Caicedo, que p\u00f4s a escanteio.<br \/>\nAos 47, bom contra-ataque do Flamengo. Cu\u00e9llar a Arrascaeta, da\u00ed \u00f3tima bola esticada para Berr\u00edo na meia-esquerda. Bruno Henrique entrava livre pelo outro lado, s\u00f3 que o passe de Berr\u00edo foi muito comprido e matou o lance.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> <strong>Disputa de p\u00eanaltis.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Arrascaeta. Alto, firme, s\u00e9rio, no canto direito. Dreer pulou no lado certo, mas passou longe de defender.<br \/>\nBrayan Angulo. Alto, no meio do gol. Diego Alves conseguiu tocar na bola, que morreu no fundo do gol.<br \/>\nBruno Henrique. Alto, firme, s\u00e9rio, entre o meio do gol e o canto direito. Dreer mais uma vez saltou certo, e nada.<br \/>\nCortez. Rasteiro, no canto direito, junto \u00e0 trave. Sem chance para Diego Alves.<br \/>\nRen\u00ea. Rasteiro, no canto esquerdo. De novo: Dreer saltou certo, barbante.<br \/>\nArroyo. O carniceiro bateu no canto direito, Diego Alves teve paci\u00eancia para aguardar o momento exato de sair e defendeu.<br \/>\nRafinha. Rasteiro, firme, no canto direito. Dreer caiu para a esquerda.<br \/>\nQueiroz. Uma pancada no travess\u00e3o. Quatro a dois, passamos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> <strong>Ficha do jogo.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Flamengo 2 (4) x (2) 0 Emelec.<br \/>\nMaracan\u00e3, 31 de julho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Flamengo: Diego Alves; Rafinha, Thuler, Pablo Mar\u00ed e Ren\u00ea; Cu\u00e9llar, Willian Ar\u00e3o, Everton Ribeiro (Arrascaeta) e Gerson (Berr\u00edo); Gabriel (Reinier) e Bruno Henrique. T\u00e9cnico: Jorge Jesus.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Emelec: Dreer; Caicedo, Jaime (Quintero), Vega e Bagu\u00ed; Arroyo, Godoy (Cortez) e Queiroz; Cabezas, Brayan Angulo e Guerrero (Carabal\u00ed). T\u00e9cnico: Ismael Rescalvo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Gols: Gabriel aos 9\u2019 e aos 18\u2019 do 1\u00ba tempo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Cart\u00f5es amarelos: Cu\u00e9llar, Willian Ar\u00e3o, Bruno Henrique; Quintero, Mej\u00eda, Arroyo e Cortez.  <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Trio de arbitragem argentino. Juiz: N\u00e9stor Pitana. Bandeirinhas: Hern\u00e1n Maidana e Julio Fern\u00e1ndez.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Renda: R$ 3.992.811,00. P\u00fablico: 67.664.<\/p>\n<div class='button-row'>\n\t<a href='http:\/\/republicapazeamor.com.br\/site\/jorge-murtinho\/' class='button small-button \n\t\t\t \n\t\t\trounded-corners \n\t\t\torange-button text-uppercase' style=\"color: #ffffff; background-color: #000000; box-shadow: 0 0 0 3px #991b1b inset;\">\n\t\t\t\tSobre Jorge Murtinho\t<\/a>\n<\/div>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Libertadores, oitavas de final, jogo de volta. Essa \u00e9, certamente, a mais desvairada entre todas as analogias que costumo cometer aqui no RP&amp;A. 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