{"id":5856,"date":"2019-05-10T15:51:16","date_gmt":"2019-05-10T15:51:16","guid":{"rendered":"http:\/\/republicapazeamor.com.br\/site\/?p=5856"},"modified":"2019-05-10T15:51:16","modified_gmt":"2019-05-10T15:51:16","slug":"a-perigosa-brincadeira-de-perder-gols","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/republicapazeamor.com.br\/site\/a-perigosa-brincadeira-de-perder-gols\/","title":{"rendered":"A perigosa brincadeira de perder gols."},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> <strong>Libertadores, 6\u00aa rodada da fase de grupos. <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Uma das manias que temos, no futebol brasileiro, \u00e9 a do apego ao passado. Ele \u00e9 sempre trazido \u00e0 discuss\u00e3o, sobretudo na m\u00eddia, quando se trata de promover um jogo. N\u00e3o h\u00e1 um Brasil e Uruguai, mesmo que seja no torneio de dentes de leite, em que n\u00e3o se produzam dezenas de reportagens sobre Obd\u00falio Varela e Ghiggia, sem que se fale das duzentas mil pessoas caladas no Maracan\u00e3, sem que se coloque para passear, envolto em seu assustador len\u00e7ol celeste, o fantasma de 1950. <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Pouco importa que isso tenha acontecido h\u00e1 quase setenta anos e, sobretudo, que o futebol de clubes no Uruguai n\u00e3o apresente nada de significativo h\u00e1 mais de trinta. O Pe\u00f1arol ainda chegou \u00e0 final da Libertadores 2011, sendo batido pelo Santos de Neymar e \u2013 pasme \u2013 Par\u00e1. Por\u00e9m, para se ter uma ideia, o destaque deles era Martinuccio, que passou por Fluminense, Cruzeiro, Coritiba, Chapecoense, Ava\u00ed, e hoje a disputa a terceira divis\u00e3o espanhola. Lembra dele? Pois \u00e9, ningu\u00e9m lembra. Todavia, basta qualquer clube brasileiro enfrentar Pe\u00f1arol ou Nacional para ressurgir o papo de tradi\u00e7\u00e3o, camisa pesada, n\u00e3o sei quantos t\u00edtulos. Turbina a audi\u00eancia, aumenta o n\u00famero de visualiza\u00e7\u00f5es e faz crescer o medo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Apesar do Flamengo n\u00e3o ter ido bem na primeira partida com o Pe\u00f1arol, a derrota aconteceu por uma dessas imprevisibilidades das quais apenas o futebol \u00e9 capaz. No final da transmiss\u00e3o do segundo jogo, pelo SporTV, Petkovic e o narrador Milton Leite fizeram a pergunta que estava na cabe\u00e7a de todos n\u00f3s: como \u00e9 que o Flamengo conseguiu perder para esse time no Maracan\u00e3? <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Entretanto, h\u00e1 o fantasma e a camisa. Obd\u00falio e Ghiggia. O bl\u00e1-bl\u00e1-bl\u00e1 habitual. E h\u00e1 \u2013 esses sim, justific\u00e1veis \u2013 os frustrantes desempenhos recentes do Flamengo na Libertadores. Nesta d\u00e9cada, o clube participou da competi\u00e7\u00e3o quatro vezes. Em tr\u00eas delas parou na fase de grupos e no ano passado caiu nas oitavas. Um dos amigos que mais respeito em assuntos futebol\u00edsticos, rubro-negro doente, na quarta-feira defendia a tese de que dev\u00edamos assistir a LDU e San Jos\u00e9, pois nossa classifica\u00e7\u00e3o s\u00f3 poderia sair dali. Segundo ele, o Flamengo perderia para o Pe\u00f1arol por tr\u00eas ou quatro a zero.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Embora tenha me embrenhado nessa tarefa de fazer posts para todas as partidas do Flamengo na Libertadores, no Brasileiro e na Copa do Brasil, reconhe\u00e7o \u2013 e tor\u00e7o para torrar a l\u00edngua \u2013 que n\u00e3o sou otimista quanto \u00e0 Libertadores. N\u00e3o se trata de falta de qualidade, independentemente de alguns pontos cr\u00edticos na escala\u00e7\u00e3o costumeira, ou da aus\u00eancia de varia\u00e7\u00e3o t\u00e1tica, que \u00e9 evidente. Trata-se da caracter\u00edstica do elenco, que d\u00e1 uma liga pouco adequada \u00e0s peculiariedades de uma competi\u00e7\u00e3o um tanto bizarra e faz com que nossas chances sejam maiores no Brasileiro. Existe, ainda, o fator Conmebol, que pune um treinador por dois minutos de atraso no retorno para o segundo tempo (Abel contra o Pe\u00f1arol, na terceira rodada) e acha que tudo vai bem quando gandulas se recusam a devolver a bola (LDU e Flamengo, l\u00e1 em Quito). <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Com o setor ofensivo montado do jeito que a maioria da torcida quer \u2013 Arrascaeta armando pelo meio, Everton Ribeiro na direita, Gabriel centralizado e Bruno Henrique na esquerda \u2013, a brincadeira de perder gols come\u00e7ou cedo, com Gabriel a 1 minuto do primeiro tempo, e terminou tarde, com Vitinho nos acr\u00e9scimos do segundo. Entre um e outro, houve pelo menos quatro \u00f3timas chances. N\u00e3o chegou a ser um problema devido \u00e0 pobreza t\u00e9cnica e t\u00e1tica do advers\u00e1rio \u2013 que s\u00f3 fez levantar bolas na \u00e1rea, para mais uma boa atua\u00e7\u00e3o de Rodrigo Caio \u2013, mas poderia ter nos complicado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> A expuls\u00e3o de Par\u00e1 me lembrou outra. Em 2 de agosto de 2017, o Flamengo fazia uma grande apresenta\u00e7\u00e3o contra o Santos, no Pacaembu, pelo Campeonato Brasileiro. No primeiro tempo, o lateral rubro-negro Rodinei e o volante santista Yuri levaram cart\u00e3o amarelo. O t\u00e9cnico do Flamengo era Z\u00e9 Ricardo, o do Santos era Levir Culpi. No intervalo, Levir n\u00e3o titubeou: como \u00e9 que um volante voltaria para o segundo tempo pendurado, sendo o respons\u00e1vel pela marca\u00e7\u00e3o direta ao h\u00e1bil Everton Ribeiro e ao manhoso Diego? Trocou-o por Zeca. Mesmo percebendo que Rodinei n\u00e3o dava conta de Bruno Henrique, Z\u00e9 Ricardo o deixou em campo. Rodinei levou mais um amarelo e a coisa mudou de ponta-cabe\u00e7a. O Flamengo, que at\u00e9 ent\u00e3o vencia por dois a um e jogava muito bem, foi encurralado e tomou a virada no fim. Atribu\u00ed a derrota \u00e0 inexperi\u00eancia de Z\u00e9 Ricardo. <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Contra o Pe\u00f1arol, constatei que, como dizia o extraordin\u00e1rio memorialista Pedro Nava, muitas vezes a experi\u00eancia funciona como o farol de um autom\u00f3vel voltado para dentro. Com 66 anos de idade e mais de 33 na fun\u00e7\u00e3o de treinador, Abel manteve Par\u00e1 em campo, sabendo que o Pe\u00f1arol s\u00f3 amea\u00e7a nos avan\u00e7os de Hern\u00e1ndez e nas investidas individuais de Brian Rodr\u00edguez. Ou seja, por ali. Outra coisa: se fosse um amarelo para o Everton Ribeiro, para o Arrascaeta, ok. Mas existe alguma diferen\u00e7a entre Par\u00e1 e Rodinei? Pra que o risco? Embora o juiz Roberto Tobar tenha exagerado no segundo cart\u00e3o, n\u00e3o se pode dar esse tipo de chance ao azar. <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Sorte nossa que o Pe\u00f1arol demonstrou uma incompet\u00eancia pouco condizente com o nome que batiza seu est\u00e1dio e deixou claro que, se em algum lugar do passado foi tigr\u00e3o, no presente n\u00e3o passa de tchutchuca. <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> <strong>Lances principais.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> 1\u00ba tempo:<br \/>\nCom 1 minuto, \u00f3tima jogada desde o setor defensivo do Flamengo. Willian Ar\u00e3o cortou de cabe\u00e7a um cruzamento de Cristian Rodr\u00edguez. A bola chegou a Gabriel, que recuou para Cu\u00e9llar, da\u00ed a Everton Ribeiro, para Gabriel, devolu\u00e7\u00e3o a Everton Ribeiro, tudo isso em toques r\u00e1pidos, evoluindo e envolvendo a marca\u00e7\u00e3o do Pe\u00f1arol. Na chegada \u00e0 \u00e1rea advers\u00e1ria, Everton Ribeiro rolou para Arrascaeta, que largou Gabriel \u00e0 frente do goleiro Dawson. Ele concluiu com o bico da chuteira, buscando o canto direito. A bola saiu rente \u00e0 trave.<br \/>\nAos 7, Brian Rodr\u00edguez recebeu de Hern\u00e1ndez na esquerda, driblou Willian Ar\u00e3o com um corte para dentro e mandou um tijolo. Passou perto da trave direita de C\u00e9sar, com bastante perigo.<br \/>\nAos 16, Everton Ribeiro arrancou pelo meio, tabelou com Gabriel, foi ao fundo e cruzou rasteiro. A bola passou pelo goleiro Dawson e Bruno Henrique chegou atrasado.<br \/>\nAos 22, Cu\u00e9llar se antecipou a Pereira no meio-campo, tomou-lhe a bola e rolou para Arrascaeta, que lan\u00e7ou Gabriel entrando pela meia-esquerda. Da entrada da \u00e1rea, ele bateu forte, de p\u00e9 esquerdo, por cima do gol.<br \/>\nAos 39, Bruno Henrique chegou \u00e0 linha de fundo e cruzou. Formiliano cortou e Willian Ar\u00e3o ficou com a sobra, tocando de primeira para Arrascaeta, que lan\u00e7ou Everton Ribeiro e da\u00ed novamente a Willian Ar\u00e3o. Ele bateu forte, cruzado e rasteiro, a bola ro\u00e7ou na chuteira de Gabriel \u2013 que estava em posi\u00e7\u00e3o de impedimento \u2013 e saiu junto \u00e0 trave direita de Dawson.<br \/>\nAos 46, Par\u00e1 desarmou Brian Rodr\u00edguez, empurrou para Everton Ribeiro e da\u00ed a Gabriel, que recolheu junto \u00e0 linha lateral, um pouco al\u00e9m da linha do meio-campo, arrancou cercado por tr\u00eas advers\u00e1rios, protegeu bem a bola e invadiu a \u00e1rea, s\u00f3 que a conclus\u00e3o, mais uma vez de biquinho, foi em cima de Dawson. O goleiro uruguaio defendeu sem dificuldade.<br \/>\nAos 47, boa manobra entre Cu\u00e9llar, Everton Ribeiro e Arrascaeta, que enfiou bela bola para Willian Ar\u00e3o. O cruzamento de Ar\u00e3o saiu uma paulada, a bola passou por Dawson mas Bruno Henrique n\u00e3o conseguiu alcan\u00e7ar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> 2\u00ba tempo:<br \/>\nAos 7 minutos, outra \u00f3tima arrancada do Flamengo, com Everton Ribeiro e Bruno Henrique partindo de antes do meio-campo. Eles trocaram passes em velocidade, Bruno Henrique cruzou e Everton Ribeiro ajeitou para o complemento de Arrascaeta, de p\u00e9 esquerdo e j\u00e1 dentro da \u00e1rea. Dawson defendeu firme, no meio do gol.<br \/>\nAos 9, linda jogada coletiva, da qual s\u00f3 n\u00e3o participaram o goleiro C\u00e9sar e o zagueiro L\u00e9o Duarte. Par\u00e1, Willian Ar\u00e3o, Cu\u00e9llar, Rodrigo Caio, Ren\u00ea, Arrascaeta, outra vez Willian Ar\u00e3o, Bruno Henrique e Everton Ribeiro, que meteu um bol\u00e3o para Gabriel. Ele ajeitou com a esquerda e bateu com a direita, forte e rasteiro, Dawson tirou com o p\u00e9.<br \/>\nAos 15, a \u00fanica jogada bem trabalhada pelo Pe\u00f1arol em toda a partida. Gonz\u00e1lez, Pereira, Cristian Rodr\u00edguez, Brian Rodr\u00edguez, Viatri, at\u00e9 chegar ao lateral Hern\u00e1ndez, na esquerda. Ele cruzou, Fern\u00e1ndez falhou na conclus\u00e3o, a bola carambolou em Ren\u00ea e, quando ia em dire\u00e7\u00e3o ao gol, L\u00e9o Duarte tirou de puxeta para o meio da \u00e1rea. Rodrigo Caio afastou o perigo.<br \/>\nAos 18, a inocente expuls\u00e3o de Par\u00e1 mudou o jogo. O Pe\u00f1arol partiu para o abafa, o Flamengo passou a dar chut\u00f5es a esmo e s\u00f3 conseguiu amea\u00e7ar uma vez, nos acr\u00e9scimos.<br \/>\nAos 21, na cobran\u00e7a da falta em que Par\u00e1 foi expulso, Hern\u00e1ndez levantou na \u00e1rea e Cristian Rodr\u00edguez cabeceou com perigo, por cima do gol de C\u00e9sar.<br \/>\nAos 24, Pereira cruzou, Viatri ganhou no alto de L\u00e9o Duarte, Rodrigo Caio e Ren\u00ea n\u00e3o conseguiram cortar, Gonz\u00e1lez completou com um chute forte. A bola resvalou em Ren\u00ea e saiu muito perto da trave direita de C\u00e9sar.<br \/>\nAos 47, com o Pen\u00e3rol desordenado e todo \u00e0 frente, Cu\u00e9llar interceptou uma jogada pelo meio e fez \u00f3timo lan\u00e7amento para Vitinho, que partiu do campo rubro-negro e entrou completamente livre, em lance semelhante ao do segundo gol do Flamengo contra o Vasco, na decis\u00e3o do Campeonato Estadual. Dessa vez, Vitinho concluiu mal, de p\u00e9 esquerdo, em cima do goleiro Dawson.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> <strong>Ficha do jogo.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Pe\u00f1arol 0 x 0 Flamengo.<br \/>\nEst\u00e1dio Campe\u00f3n del Siglo (Montevid\u00e9u), 8 de maio. <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Pe\u00f1arol: Dawson; Gonz\u00e1lez, Formiliano (Trindade), Lema e Hern\u00e1ndez; Gargano (Canobbio), Pereira e Cristian Rodr\u00edguez; N\u00fa\u00f1ez (Fern\u00e1ndez), Viatri e Brian Rodr\u00edguez. T\u00e9cnico: Diego L\u00f3pez.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Flamengo: C\u00e9sar; Par\u00e1, L\u00e9o Duarte, Rodrigo Caio e Ren\u00ea; Cu\u00e9llar, Willian Ar\u00e3o e Arrascaeta (Vitinho); Everton Ribeiro, Gabriel (Diego) e Bruno Henrique (Rodinei). T\u00e9cnico: Abel Braga.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Cart\u00f5es amarelos: Gonz\u00e1lez; Par\u00e1. Cart\u00f5es vermelhos: Par\u00e1 aos 18\u2019 e Gonz\u00e1lez aos 50\u2019 do 2\u00ba tempo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Trio de arbitragem chileno. Juiz: Roberto Tobar. Bandeirinhas: Jos\u00e9 Retamal e Cl\u00e1udio R\u00edos. (Aos 30\u2019 do 1\u00ba tempo, Jos\u00e9 Retamal sentiu dores na perna direita e teve de ser substitu\u00eddo pelo 4\u00ba \u00e1rbitro, Cesar Deischler. Apesar de aparentar total falta de intimidade com a fun\u00e7\u00e3o, saiu-se bem.) <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;margin-bottom:24px\"> Renda e p\u00fablico n\u00e3o divulgados.<\/p>\n<div class='button-row'>\n\t<a href='http:\/\/republicapazeamor.com.br\/site\/jorge-murtinho\/' class='button small-button \n\t\t\t \n\t\t\trounded-corners \n\t\t\torange-button text-uppercase' style=\"color: #ffffff; background-color: #000000; box-shadow: 0 0 0 3px #991b1b inset;\">\n\t\t\t\tSobre Jorge Murtinho\t<\/a>\n<\/div>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Libertadores, 6\u00aa rodada da fase de grupos. Uma das manias que temos, no futebol brasileiro, \u00e9 a do apego ao passado. Ele \u00e9 sempre trazido \u00e0 discuss\u00e3o, sobretudo na m\u00eddia, quando se trata de promover um jogo. 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