{"id":10074,"date":"2021-09-04T21:08:08","date_gmt":"2021-09-04T21:08:08","guid":{"rendered":"http:\/\/republicapazeamor.com.br\/site\/?p=10074"},"modified":"2021-09-07T01:28:05","modified_gmt":"2021-09-07T01:28:05","slug":"mascara-preguica-y-otras-cositas-mas","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/republicapazeamor.com.br\/site\/mascara-preguica-y-otras-cositas-mas\/","title":{"rendered":"M\u00e1scara, pregui\u00e7a y otras cositas m\u00e1s."},"content":{"rendered":"\n<p>Com a deseleg\u00e2ncia discreta que lhe \u00e9 habitual, o portador da bra\u00e7adeira do mais humilde sat\u00e9lite na \u00f3rbita do planeta vermelho e preto mandou no grupo: \u201cQual \u00e9, putada? Acabou o amor? Ningu\u00e9m participa mais n\u00e3o?\u201d<br><br>Na sequ\u00eancia da gentil introdu\u00e7\u00e3o, incorporou o cab\u00f4co Eric Carmen e arrega\u00e7ou: \u201cAll by myself?\u201d Deu ruim. Era papo de meter o rabo entre as pernas, enfiar a viola no saco e, resignado, ligar o notebook.<br><br>Cansado dos meus text\u00f5es \u2013 se eu que escrevo cansei, imagino voc\u00ea que l\u00ea \u2013, decidi fazer diferente, juntando um pouquinho de tudo ao mesmo tempo. Hora dessas pode ser que voltem os tijol\u00f5es, por enquanto fico no miudinho.<br><br>O captain! My captain! Esporro dado, miss\u00e3o cumprida.<br><br><strong>NUNCA FOI T\u00c3O F\u00c1CIL FAZER HIST\u00d3RIA.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong>                            <\/p>\n\n\n\n<p>Futebol sem torcida s\u00f3 n\u00e3o \u00e9 mais invi\u00e1vel que futebol sem bola. A turma, por\u00e9m, n\u00e3o se conforma, e continua vendo grandes vantagens ou desvantagens em jogar em casa ou fora dela, o que nos obriga a ouvir que Palmeiras, Fluminense e Atl\u00e9tico Mineiro fizeram hist\u00f3ria derrotando o River em Buenos Aires. \u00d4 timeco sarapa esse tal de River, que permite a qualquer um fazer o nome e hist\u00f3ria em cima dele. <br><br>\u00d3bvio: s\u00f3 aconteceu porque a arquibancada era um cemit\u00e9rio, sem os inigual\u00e1veis noventa minutos de incentivo das hinchadas argentinas, sem c\u00e2nticos assustadores, sem que juiz e bandeirinhas tivessem suas vidas azucrinadas, sem o pesado e temido clim\u00e3o de vai morrer.<br> <br>Chega de demagogia. Enfrentar o River no Monumental de N\u00fa\u00f1ez deserto \u2013 e olha que a partida com o Palmeiras nem l\u00e1 foi \u2013 equivale a enfrentar o River em Chernobyl, Reykjavik ou no Elcyr Resende de Mendon\u00e7a, aqui em Bacax\u00e1. <br><br>Pregui\u00e7a.<br><br>                                                                                                                                                                                             <strong>O FUTEBOL BRASILEIRO DEVORADO PELO CALEND\u00c1RIO. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/strong>      <\/p>\n\n\n\n<p>A atual diretoria do Flamengo tem se comportado como Dr. Jekyll e Mr. Hyde. <br><br><\/p>\n\n\n\n<p>O lado m\u00e9dico acerta na gest\u00e3o, ao se negar a gastar al\u00e9m dos limites. (A n\u00e3o contrata\u00e7\u00e3o de Rafinha, t\u00e3o desejada pela torcida, foi um pequeno e bom exemplo.) N\u00e3o gastar mais do que se pode deveria ser obrigat\u00f3rio, mas durante a maior parte da exist\u00eancia do clube fez-se exatamente o oposto.<br><br><\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m costuma acertar na montagem do elenco: o n\u00famero de bolas dentro tem sido bastante superior ao de bolas fora, e mesmo estas n\u00e3o merecem ser lan\u00e7adas na coluna dos erros. Por mais paradoxal que pare\u00e7a, uma contrata\u00e7\u00e3o pode ser boa e n\u00e3o vingar. Acontece.<br><br>Quando vira a vers\u00e3o monstro, a atual diretoria do Flamengo erra na arrog\u00e2ncia. Sob o pretexto da necessidade de dialogar com os poderes p\u00fablicos, erra no indisfar\u00e7\u00e1vel posicionamento pol\u00edtico, algo proibido pelo estatuto do clube. Erra no conjunto de atitudes que traduzem desprezo pela gigantesca massa que moldou a alma e produziu a m\u00edstica rubro-negra. Erra quando confunde o que n\u00e3o pode ser dito \u2013 como o andamento de negocia\u00e7\u00f5es com jogadores cobi\u00e7ados \u2013 com declara\u00e7\u00f5es que, embora breves, v\u00eam estufadas de baz\u00f3fias. No meio do ano passado, um jornalista perguntou a Marcos Braz se era poss\u00edvel que, encerrado o empr\u00e9stimo ao Inter, Rodinei voltasse ao Flamengo. A resposta foi seca e definitiva: \u201cN\u00e3o!\u201d Quer dizer, n\u00e3o t\u00e3o definitiva.<br><br><\/p>\n\n\n\n<p>A atual diretoria erra em n\u00e3o usar a for\u00e7a do Flamengo e as conquistas de sua gest\u00e3o para unir e liderar os demais clubes em torno de pautas que s\u00e3o pra ontem, como a da insaci\u00e1vel sa\u00fava do futebol brasileiro: o calend\u00e1rio.<br><br><\/p>\n\n\n\n<p>Entrar em campo cheio de desfalques por causa de eliminat\u00f3rias da Copa do Mundo, Copa Am\u00e9rica e at\u00e9 amistosos da sele\u00e7\u00e3o ol\u00edmpica \u00e9 algo que desafia toda e qualquer l\u00f3gica do futebol profissional moderno. (Adiar jogos est\u00e1 longe de ser solu\u00e7\u00e3o.)<br><br><\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o h\u00e1 administra\u00e7\u00e3o que d\u00ea conta, ou, como dizia meu pai, n\u00e3o h\u00e1 tatu que d\u00ea jeito. Atl\u00e9tico Mineiro e Palmeiras tiveram que enfrentar dificuldades semelhantes. Bolas: por que ent\u00e3o n\u00e3o se juntar para pressionar, botar o kid bengala na mesa e resolver?<br><br><\/p>\n\n\n\n<p>No Brasil \u2013 e s\u00f3 no Brasil \u2013 s\u00e3o punidos aqueles que montam times capazes de alegrar seus torcedores.<br><br><\/p>\n\n\n\n<p><strong>PEINTRE DU DIMANCHE.<\/strong><br>Arrascaeta n\u00e3o brilhou nas duas \u00faltimas partidas, o que \u00e9 um bom motivo para dar dois tapinhas de prosa a respeito de sua intelig\u00eancia e categoria. Elogiar quando o cara se farta de p\u00f4r os atacantes \u00e0 frente do gol \u00e9 f\u00e1cil, dif\u00edcil \u00e9 reconhecer a import\u00e2ncia que ele tem mesmo nas atua\u00e7\u00f5es meia-boca.<br><br>Nos quatro a zero pra cima do Santos, Arrasca esteve discreto, mas sua participa\u00e7\u00e3o no lance que matou o jogo \u2013 o segundo gol do Flamengo e de Gabriel \u2013 foi extraordin\u00e1ria. Enquanto a cultura dos Gols do Fant\u00e1stico nos ensinou a enxergar somente o cara que cruza e o que p\u00f5e a bola para dentro, o time de Jorge Jesus nos provou o quanto vale saborear a constru\u00e7\u00e3o de um gol desde o seu in\u00edcio, quase sempre junto \u00e0 nossa grande \u00e1rea. No come\u00e7o da jogada, Arrascaeta recolheu a bola no lado direito do campo e cercado por santistas. Com uma facilidade t\u00e3o irritante para os advers\u00e1rios quanto prazerosa pra n\u00f3s, achou a brecha e clareou o lance para Thiago Maia, que atravessou a Michael livre na esquerda, da\u00ed a Gabriel e rede.<br><br>Fosse outro no lugar de Arrasca, possivelmente nada teria acontecido. Talvez ganh\u00e1ssemos um lateral para Matheuzinho bater.<br><br>Curioso \u00e9 que Arrascaeta n\u00e3o tem o esp\u00edrito do jogador rubro-negro que aprendemos a idolatrar. \u00c0s vezes se mostra disperso, tenta toques na fronteira do preciosismo, faz o que um torcedor antigo carimbaria como \u201ct\u00e1 querendo inventar\u201d. Ele est\u00e1 l\u00e1 para isso. Inventar. Fazer o que ningu\u00e9m espera. Em vez de se resguardar, girando no sentido inverso ao do gol advers\u00e1rio e cometendo infrut\u00edferos passes de meio metro, Arrasca arrisca. Erra duas, tr\u00eas vezes, e quando acerta \u00e9 fatal. N\u00e3o raro passa a impress\u00e3o de um certo diletantismo, lembrando um advogado bem-sucedido que aproveita a folga no domingo para bater uma bolinha com os amigos. Mais ou menos o que os franceses chamam de peintre du dimanche.<br><br>Que jogador!<br> <br><strong>NOVIDADE NO PEDA\u00c7O.<\/strong>                                                                                                                                                 <\/p>\n\n\n\n<p>Ano passado, uma querida amiga rubro-negra me ligou e fez a seguinte proposta: ela gostaria de usar a se\u00e7\u00e3o \u201cLadrilheiros\u201d para escrever artigos semanais desancando narradores, comentaristas e afins.<br><br>O que mais me atraiu foi o complemento da sugest\u00e3o: para conferir certo mist\u00e9rio \u00e0s postagens, ela as assinaria sob o codinome Blogueira Mascarada. Inclusive, me enviou a foto que ilustra esse post, em que o guitarrista Leandro Verdeal posa com uma m\u00e1scara semelhante \u00e0 do Zorro, na capa de um dos discos de Jo\u00e3o Penca e seus Miquinhos Amestrados. (Registre-se: acabei de checar na minha m\u00e1quina e vi que ela mandou a foto dos Miquinhos em 31 de agosto de 2020. Muito antes, portanto, da Globo anunciar o bizarro \u201cThe Masked Singer Brasil\u201d.)<br><br>Apesar da ideia parecer f\u00e9rtil, n\u00e3o levei f\u00e9. Desconfiava que o assunto n\u00e3o renderia um texto bacana toda semana e que a hist\u00f3ria caducaria rapidamente. No entanto, com esse formato de notas mais curtas, sem a obriga\u00e7\u00e3o de produzir artigos longos e envolventes \u2013 marca de nascen\u00e7a do RP&amp;A \u2013, sugeri que ela inclu\u00edsse seus escritos na minha salada de abobrinhas.<br><br>Vamos ver como \u00e9 que fica. Talvez a Mascarada v\u00e1 em breve para os Ladrilheiros, talvez fique por aqui mesmo, j\u00e1 que ando desinspirado e carecendo de conte\u00fado.<br><br>Segue, abaixo, o cap\u00edtulo de estreia da ranzinza e doce figura.<br><br><strong>BLOGUEIRA MASCARADA, ARTIGO 1\u00ba.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;                             <\/p>\n\n\n\n<p>Na imensa maioria das ocasi\u00f5es, quem d\u00e1 as cartas na imprensa futebol\u00edstica brasileira \u00e9 a parvo\u00edce. H\u00e1 um narrador engra\u00e7adinho, s\u00f3 que n\u00e3o, que se vangloria por gostar mais de canetas do que de gols. Fosse eu diretora de esportes da emissora e o cara soltasse uma dessas, dia seguinte era RH direto.<br><br>Apesar do potente arsenal de asneiras, meu amigo Murtinho n\u00e3o comprou f\u00e1cil o que propus h\u00e1 mais de ano e s\u00f3 topou outro dia, desde que eu fizesse textos enxutos \u2013 menos de quinhentas palavras \u2013 para incluir no novo formato das postagens dele. N\u00e3o era o que eu tinha imaginado: queria mesmo era soltar a m\u00e3o. Paci\u00eancia, ao trabalho.<br><br>Do empate com o Cear\u00e1 para c\u00e1, duas semanas plenas para observa\u00e7\u00f5es e espanto. Como n\u00e3o cabe tudo, selecionei quatro situa\u00e7\u00f5es. Come\u00e7ou com o Morris Albert do SporTV, Roger Flores, utilizando seu feeling para inventar a feia fofoca de que a diretoria do Flamengo teria orientado Renato Ga\u00facho a n\u00e3o escalar Pedro. Gustavo Villani, apesar do pre\u00e7o do combust\u00edvel, tamb\u00e9m despejou gasolina na fogueira, ao sugerir a Pedro que trocasse de clube. (Narrador ou agente?) Houve ainda, na transmiss\u00e3o de Fluminense e Atl\u00e9tico pelo Campeonato Brasileiro, a sublime mistura de risada com vergonha alheia: para defender sua tese contr\u00e1ria \u00e0 fun\u00e7\u00e3o exercida pelos pontas no futebol moderno, Paulo Nunes tentou dizer que fazer aquilo o jogo inteiro era humanamente imposs\u00edvel. S\u00f3 que a palavra \u201chumanamente\u201d n\u00e3o saiu nem por creio em Deus Pai. O ex-atacante s\u00f3 escapou da cerrada marca\u00e7\u00e3o do idioma quando J\u00e1der Rocha o socorreu.<br><br>Por falar em J\u00e1der Rocha, \u00e9 para ele que vai o primeiro trof\u00e9u Palavra F\u00e1cil.<br><br>Passada a r\u00e9gua na goleada sobre o Santos, J\u00e1der disse que no dia seguinte os torcedores rubro-negros secariam o Bragantino contra o Atl\u00e9tico Mineiro, para o Flamengo ganhar uma posi\u00e7\u00e3o na tabela.<br><br>Como costuma escrever uma amiga no WhatsApp: G\u00ea-zuis!<br><br>De onde o cara tirou que disputamos G4, vaga na Libertadores, essas miudezas? Nossa briga \u00e9 por t\u00edtulo e, devido aos nove pontos infantilmente perdidos para Bragantino no Maracan\u00e3, Fluminense em Itaquera e Juventude na piscina do Alfredo Jaconi, conv\u00e9m que o Atl\u00e9tico d\u00ea umas engasgadas aqui e ali. Achar que o objetivo do Flamengo no campeonato \u00e9 ficar \u00e0 frente do Bragantino \u00e9 o fim da picada.<br><br>Para n\u00e3o ser injusta, reconhe\u00e7o: J\u00e1der Rocha era, at\u00e9 recentemente, um dos maiores entusiastas dessa imensa bobagem chamada Lei do Ex. (Aqui, fa\u00e7o tabelinha com Murtinho: ele tamb\u00e9m abomina a tolice.) Pois mesmo com Gabriel enfileirando tr\u00eas azeitonas na Vila Belmiro, J\u00e1der sequer tocou no assunto. Evoluiu.<br><br>Antes que voc\u00ea me pergunte, eu mesma pergunto e respondo: Mas, e a\u00ed, Mascarada, n\u00e3o livra a cara de ningu\u00e9m? Livro, claro. S\u00f3 que isso fica para a pr\u00f3xima postagem, antes que eu estoure as quinhentas palavras a que tenho direito.<br> <br>Qualquer reclama\u00e7\u00e3o, favor dirigir-se ao hospedeiro.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com a deseleg\u00e2ncia discreta que lhe \u00e9 habitual, o portador da bra\u00e7adeira do mais humilde sat\u00e9lite na \u00f3rbita do planeta vermelho e preto mandou no grupo: \u201cQual \u00e9, putada? Acabou o amor? Ningu\u00e9m participa mais n\u00e3o?\u201d Na sequ\u00eancia da gentil introdu\u00e7\u00e3o, incorporou o cab\u00f4co Eric Carmen e arrega\u00e7ou: \u201cAll by myself?\u201d Deu ruim. 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