República Paz & Amor

Por favor, aguarde...

República Paz & Amor

Sobre técnicos e demissões.

Por | 24 de agosto de 2015
333 Comments
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    Romano 9 anos ago Responder

    Falando em rebaixados,

    O RMP publicou na sua coluna hoje que está em curso uma virada de mesa capitaneada pelo eurico para que o próximo Brasileirão tenha 24 clubes, com a volta do mata-mata. Assim, esse ano nenhum clube seria rebaixado.

    Não acredito que isso vá acontecer – aliás há tempos não acredito em mais nada que aquele jornalista escreve – mas uma coisa é certa: se o eurico não tentar dar algum GOLPE pra melar esse campeonato, então não é o eurico.

    Voltando ao tema apresentado pelo Murtinho, relacionado ao excessivo número de rebaixados do Campeonato Brasileiro, se não me engano na Argentina há ou havia uma fórmula que eu considero muito mais justa, que leva em conta a média da pontuação do clube nas três últimas temporadas.

    Acho que isso permitiria aos clubes trabalharem com mais tranquilidade suas entressafras – como a que está vivendo o cruzeiro agora – promovendo com calma os jovens das suas divisões de base, contratando com mais responsabilidade e possibilitando planejamento futuro, etc.

    Claro que o cruzeiro está agora pagando a fatura da irresponsabilidade financeira dos últimos anos, que lhe proporcionou títulos, acompanhados de dívidas. Além disso trocar o Marcelo Oliveira pelo pofexô é uma burrice que não pode mesmo ficar impune. Mesmo assim, não acho justo o bicampeão brasileiro correr risco de rebaixamento em detrimento de clubes que passam anos na primeira divisão fazendo campanhas medíocres e jogando um futebol tétrico.

    Um time que poderia estar fazendo essa transição de maneira tranquila, sem atropelos, está desesperado, pagando fortunas por um técnico totalmente ultrapassado e soberbo que não deixará qualquer legado futuro e lançando seus jovens na fogueira. O futebol que o time está jogando é patético, baseado em retranca e chutão a esmo pra frente, tentando a todo custo não perder porque a ZR está logo ali.

    É óbvio que essa situação, além de não a mais justa, não beneficia ninguém, muito menos ao futebol.

    Isso é determinante sim para essas trocas desesperadas de técnicos, além das contratações superfaturadas de reforços “salvadores da pátria” – muitos dos quais retornando depois de uma vida na Europa, que já deveriam estar aposentados e não representam qualquer investimento para o clube – e do pavoroso futebol de retranca e chutão que muitos times passam a praticar para não perder e jogar pela tal “uma bola”.

    Agora, que fique claro que não estou justificando todos os males do nosso futebol com esse argumento.

    Quem viu patético-MG x palmeiras no fim de semana viu o time do Marcelo Oliveira dar chutão pro alto o JOGO TODO pra algum atacante dar casquinha de cabeça e tentar fazer a bola sobrar. Não saíram uma vez sequer com bola no chão. Não foram circunstâncias de jogo, foi a TÀTICA adotada pelo treinador. Puro futebol inglês dos anos 70. E o Palmeiras não está ameaçado de rebaixamento e muito menos tem um time tão incapaz.

    Ou seja, essa muleta (do desespero, da necessidade) não pode ser usada pelo Marcelo Oliveira, por quem ainda tenho respeito. NADA justifica a forma como o palmeiras atuou.

    Resultado? Perdeu o jogo. Talvez se tivesse tentado JOGAR o jogo, tivesse tido melhor sorte.

    Depois, toma um pé na bunda e fica de malcriação pela imprensa, como fez o pavoroso pofexô ao ser demitido de forma absolutamente tempestiva do Flamengo. Estava afundando o Flamengo e agora está afundando o cruzeiro. Mas preferiu dizer que a diretoria não entende nada de futebol e, pior, uma parte da imprensa ainda comprou esse papinho.

    A verdade é que nossos técnicos ganham muito pela qualidade do trabalho que apresentam. Aí amigo, pedir paciência pra quem está desembolsando a fortuna e recebendo um serviço pífio é demais.

    Se fazer de vítima ganhando 500 paus por mês e treinando seu time pra dar bicuda pra frente, eu também sei fazer. Me deem uma chance que eu provo.

    Cristóvão fez o que parecia impossível nos tempos cascudos do Luxa: conseguiu fazer esse time jogar futebol. Com bola no chão, toques, tabelas. Por outro lado, ultrapassou todos os limites racionais de erros grosseiros em escalações e substituições, mesmo podendo contar com um elenco bem mais qualificado pelos reforços que o pofexô não tinha.

    Agora, lançar um jovem promissor como Jajá naquela fogueira do primeiro jogo contra o vice, depois de estarmos perdendo, mesmo dispondo de jogadores mais experientes no banco, foi de uma irresponsabilidade inaceitável. Atitudes fazem perder o respeito do grupo pelo seu líder. Não é condizente com o investimento alto que se faz para mantê-lo no cargo.

    Não dá mais pra passar a mão na cabeça desses caras diante de tanta irresponsabilidade e competência. Pensei que o Felipão tivesse deixado isso bem claro a todos depois da última Copa. Mas parece que não, já que uma parte considerável da imprensa insiste em condenar exclusivamente os clubes.

    Falando em Felipão, que diferença do gaymio de antes e de depois da sua saída hein! Será que essa turma da imprensa acha que o clube o deveria ter mantido, em nome do tal planejamento?

    Enfim, adeus Cristóvão, acho que a diretoria fez o que tinha que ser feito. Agora o melhor técnico do multiverso chama-se Oswaldo de Oliveira, que logo no primeiro jogo já mostrou uma vantagem enorme em relação ao seu sucessor: não entregou o jogo com substituições estapafúrdias.

    SRN RUMO AO TETRA!!!!!

    OBS: Sei que o comentário ficou grande, mas escrever é bom para amenizar a ansiedade. Então relevem, por favor.

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      Jorge Murtinho 9 anos ago Responder

      Mas que bobagem, Romano! Comentários com essa qualidade de conteúdo podem ter duzentas páginas que serão sempre muitíssimo bem-vindos.

      Os prós e os contras de Cristóvão, a impressionante subida do Grêmio com a troca de Felipão por Roger, as milionárias vítimas dos quinhentos paus por mês e, principalmente, esse questionamento sobre o rebaixamento, que acho uma discussão fundamental para o futebol moderno. Escrevi um post certa vez na Piauí sobre isso, talvez escreva outro aqui no RP&A.

      Parabéns e um grande abraço.

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    Henrique 9 anos ago Responder

    Quem reclama que “nao temos goleiro”, que o Cézar é isso e aquilo – que assista à esse gol dai.
    Paulinho, na China.

    http://www.bluewin.ch/de/sport/fussball/teleclub-artikel/2015/08/tor-aus-ueber-35-metern–diesen-freistoss-muessen-sie-sehen.html

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    Rafael Rodrigues 9 anos ago Responder

    Confesso que desde a demissão do nosso “treinador” Cristóvão Borges tenho dormido muito bem quanto às preocupações esportivas. E tenho de agradecer demais ao Clube de Regatas Vasco da Gama pela vitória na quarta passada, pois foi ela que bateu o último prego no caixão do nosso ex-“treinador”. Não tenho dúvidas que o Flamengo jogará melhor nesta quarta do que já jogou em todo o tempo em que o antigo “treinador” esteve no comando do mais querido. Entretanto, a vitória não é garantida, pois como dizem: “futebol é futebol e vice-versa”, e se o Guerrero não perder os gols que perdeu no domingo não precisaremos das penalidades. Quanto à demissão dos técnicos, nunca havia pensado pelo prisma apresentado. Realmente acho que continuidade é algo bom para que o trabalho se desenvolva, mas a cisão abrupta não pode ser vista como algo execrável como a imprensa politicamente correta vem fazendo, pois manter algo que inegavelmente já está demonstrando que não verterá sucesso é um erro maior ainda. Sendo assim, acho que a demissão do Cristóvão foi tardia e prejudicou o time porque deveria ter sido efetivada muito antes. Boa sorte ao Oswaldo de Oliveira e SRN.

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      Jorge Murtinho 9 anos ago Responder

      Caro Rafael.

      Concordo com o raciocínio, mas tenho dúvida quanto ao momento certo para a demissão do Cristóvão. Repito: não discordo, apenas tenho dúvida.

      E também acho exagerado o mimimi que costuma tomar conta da imprensa especializada quando treinadores são demitidos.

      Boa sorte para o Oswaldo de Oliveira e para todos nós.

      Grande abraço.

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      Paulo Vinícius Siviero 9 anos ago Responder

      Não é por nada não, cara. Mas escrever clube de regatas vasco da gama com letras maiúsculas é o mesmo erro de português que chamar nosso time de fRamengo.

      Durma-se com um barulho desses.

      SRN

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    Romano 9 anos ago Responder
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    Romano 9 anos ago Responder

    Alguém aí também está demorando pra conseguir dormir ANSIOSO pacaraio pelo jogo de amanhã ou só eu que tenho sérios problemas mentais?

    SRN

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      Jorge Murtinho 9 anos ago Responder

      Fica tranquilo, Romano: todos nós estamos assim.

      Abração.

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      André 9 anos ago Responder

      Caro ROMANO….

      Eu que já sou um INSONE COSTUMEIRO, já não aguento mais ficar CONTANDO OS MINUTOS para o jogo contra a VASCA….

      A grande jogada é aquela: bola no chão, jogando firme, com disposição e com sangue nos olhos, mas JOGANDO FUTEBOL e NÃO se REBAIXAR a jogar como joga o PIOR TIME DO CAMPEONATO BRASILEIRO DE 2015……shuahsuahsuahsuahsuahsuahsuahs

      SRN

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        Jorge Murtinho 9 anos ago Responder

        É isso aí, André. Pra cima deles. Se fizermos metade do que fizemos contra o São Paulo, eles não têm como aguentar.

        Abração.

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    EXERCÍCIOS DE FUTUROLOGIA – Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil
    Vou começar pelo mais fácil, a CB, pois há que se analisar apenas OITO jogos.
    Antes das partidas de ida, desenhava-se que não seria difícil prever os times que passariam de fase.
    O Inter, em primeiro lugar, enfentando um time que nem sequer a Serie D disputa.
    Depois, São Paulo e Fluminense, cujos adversários são integrantes apenas da Segundona. A seguir, vinham Atlético Mineiro e Grêmio, com ótimas campanhas no Brasileirão, contra dois times que, ao contrário, estavam lá embaixo.
    Neste mesmo aspecto, poderia ser incluído o Flamengo, pois pior do que todos está o Vasco, mas, cabe reconhecer, tradição é tradição, pelo que, mesmo sendo grande favorito, haveria que se respeitar o inimigo.
    Corinthians x Santos e Palmeiras x Cruzeiro, os únicos confrontos (tal como Flamengo x Vasco) colocando frente a frente ^times grandes^ do futebol brasileiro, eram, evidentemente, jogos equilibrados.
    Agora, a meu ver, pouco mudou.
    Os dois gaúchos continuam como franco favoritos e devem passar com facilidade.
    Apesar dos péssimos jogos e de um técnico alucinado, ainda acredito no São Paulo.
    Já não diria o mesmo no tocante ao Fluminense, que deve perder para o Paysandu, quem diria. A minha única mudança de opinião.
    Os outros quatro confrontos são, em tese, equilibrados, mas, na minha opinião, passam mesmo Atlético, Flamengo, Corinthians e Cruzeiro, os dois últimos fazendo valer o mando de campo, o Atlético a sua melhor categoria, enquanto nós, que, teoricamente, pelo futebol até aqui apresentado pelo adversário, teríamos o jogo mais fácil destes quatro, temos que torcer para que não haja disputa de penalties.
    Resumindo, a primeira parte do EXERCÍCIO.
    Vão se classificar – Internacional, Grêmio, São Paulo, Paysandu, Atlético Mineiro, Corinthians, Cruzeiro e Flamengo.
    Depois de amanhã, à noite, teremos o resultado final, quando se poderá constatar a quantas anda a minha Bola de Cristal.
    SRN
    FLAMENGO SEMPRE

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      Jorge Murtinho 9 anos ago Responder

      Meu querido Carlos Moraes.

      Essa palpitologia aí costuma arrebentar com a gente.

      Vou contar um segredo: na Copa do Mundo do ano passado, fizeram um bolão aqui na agência. Não costumo participar dessas coisas, mas tive que entrar pra não ser acusado de amarelão. Eram, aproximadamente, umas quarenta pessoas. Acabei entre os cinco últimos.

      Diante de meus inacreditáveis erros a cada fase, os caras pegavam no meu pé, dizendo que iam escanear a página com a classificação atualizada e mandar para a Piauí – na época, eu escrevia o blog sobre futebol no site da revista. Quem ganhou o bolão foi uma menina que, como dizia Nelson Rodrigues, chegava ao estádio no meio do jogo e perguntava “quem é a bola”?

      Mas, já que você provocou, vamos lá. Internacional, Grêmio, Ceará, Paysandu, Atlético Mineiro, Santos, Palmeiras e Flamengo. Portanto, discordamos em três palpites. Pela experiência, ouso afirmar que devo perder essa.

      Grande abraço.

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        Vagner BSB 9 anos ago Responder

        Também sou péssimo em palpites, mas, para a brincadeira ficar legal, vão aí os meus palpites e suas respectivas explicações.

        Flamengo x Vice = espero uma boa vitória hoje, especialmente porque devemos jogar futebol e não entrar na “pilha errada” da violência descabida do último jogo. Além do mais, esses vices estão merecendo o último prego no “caixão” do ano de 2015. Não é possível que o “anti-jogo” seja beneficiado. Flamengo classificado.

        Flores x Paysandu = o Paysandu foi muito melhor no primeiro jogo no Maracanã. Mas, o futebol é um esporte estranho. Não só o Fluminense não perdeu como acabou premiado com um gol no último minuto. Acho que o Paysandu, em casa, deverá reverter a desvantagem e seguir na competição. Gol de falta do Yago Picachu, 1×0 na “moleira” e Flores ao vento.

        Ceará x São Paulo = o inferno astral dos bambis não parece ter data para acabar. O time não tem sangue, e isso é fatal em uma competição como a Copa do Brasil. Além do mais, terá que fazer, no mínimo, dois gols para reverter a desvantagem (1×2 no jogo de ida). Acho pouquíssimo provável que consiga. Então, Vovô segue na Copa do Brasil.

        Corinthians x Santos = o time do Tite já mostrou as fragilidades dele nesta Copa do Brasil. Fragilidades que não estão comprometendo no Campeonato Brasileiro. No jogo contra o Avaí, eles foram dominados, fizeram um gol no último minuto do 1º tempo sem merecer, foram massacrados no 2º tempo (6 defesas difíceis do Cássio, bola na trave e gol mal anulado), mas acharam outro gol no final para vencerem a partida.
        No jogo contra o Santos a sorte não foi a mesma. Perdeu por dois gols e poderia ter sido pior. Além da freguesia no ano para esse mesmo adversário. Então, Santos segue na competição. E acho que vai ganhar de novo, pois o Corinthians terá que fazer algo que eles não sabem direito: propor o jogo.

        Cruzeiro x Palmeiras = resultado totalmente imprevisível. O Palmeiras deu uma sorte danada contra o Flamengo e contra o Cruzeiro no último jogo. Jogou mal, foi dominado, mas, como futebol é futebol, acabou ganhando os dois jogos.
        Se o Cruzeiro tiver um pouquinho mais de capacidade de decisão, leva a vaga porque precisa apenas do 1×0. Então, como eu acho que a sorte do Palmeiras acabou no último final de semana, o Cruzeiro segue.

        Grêmio x Coritiba = Grêmio segue sem problemas. O time do Coritiba quer se concentrar apenas no Brasileiro e a Copa do Brasil, neste momento, é um fardo pesado. E, pra completar, teria que reverter a vantagem dentro de Porto Alegre. Sem chances.

        Internacional x Ituano = esse confronto acabou antes de começar. Ituano não está sequer na série D. Não vem jogando e, a não ser que protagonize a maior zebra dos últimos 50 anos, jamais conseguirá reverter o placar de 2 gols. Inter segue “na sombra”.

        Atlético/MG x Figueirense = O Galo conseguiu um empate heroico no último minuto do primeiro jogo. O Figueirense teve chances de eliminar as chances do Galo, mas não as converteu. Ainda assim, joga pelo empate sem gols em casa. Só que eu acho muito difícil não levar gols em casa contra o Atlético. Então, acho que passa o Atlético/MG. Talvez até na disputa por pênaltis. Esse aqui, se pudesse, marcaria “triplo” no cartão da Loteca.

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          Jorge Murtinho 9 anos ago Responder

          Valeu, Wagner.

          Nossos palpites só divergem, portanto, no jogo entre Cruzeiro e Palmeiras. (Creio que a birra que tomei de Vanderlei Luxemburgo está influenciando mais do que deveria.)

          Abração.

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            carlos moraes 9 anos ago

            Vou deixar passar esta noite.
            Desta forma, todos já estaremos mais tranquilos.
            Aí, então, apresentarei o meu capitulo segundo do mesmo tema – Futurologia, Campeonato Brasileiro.
            Muito mais difícil, até porque as previsões valerão até dezembro deste ano.
            Espero, novamente, a colaboração destes dois expoentes do RP&A, o Murtinho e o Vagner.
            SRN
            FLAMENGO SEMPRE

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    A HORA DO PESADELO
    Ou pode ser também “Os Segundos do Pesadelo”. O tempo que a bola leva para sair da área de cobrança do corner até a área do Flamengo. São alguns segundos do mais puro terror. O goleiro nunca sai do gol e quando sai é completamente atabalhoado. Após o jogo de ontem eu e meus parceiros discutíamos sobre a altura de César. Embaixo das traves, eu tenho a impressão que ele não mede “metro e meio”. Pesquisamos na internet e para a surpresa geral, o rapaz tem 1,94 cm. Desse tamanho e não consegue sair corretamente nas cobranças de escanteio? E a desarrumação do time dentro da área? Ninguém sabe a quem marcar. Parece um bando de desarvorados. Sempre quem chega na tentativa de evitar o cabeceio do adversário são os nanicos Pará e Márcio Araújo. No gol do São Paulo no jogo de ontem, Samir ficou olhando para cima, embasbacado com a trajetória da bola e esqueceu que tinha um cara de dois metros atrás dele. E ainda atrapalhou o goleiro César.
    Mas tudo bem. “OO” prometeu que vai dar um jeito nessa defesa e que com a sequência de jogos, Samir vai se transformar no melhor zagueiro do Brasil. Espero também, que caso ele mantenha Wallace como titular (pelo menos nos dois próximos jogos estarei livre desse “coisa ruim”), consiga convence-lo a parar de abandonar a defesa em toda jogada de ataque. Por pouco, o Flamengo não toma o gol de empate numa cobrança de falta quase na linha da área provocada por um contra-ataque do São Paulo. Tem cabimento um time vencendo o jogo em casa, sofrer contra-ataque aos 45 minutos do segundo tempo? Éverton teve que voltar desesperado para evitar o gol cometendo a falta, enquanto Wallace estava fazendo lambança no meio de campo.
    Ganhar do São Paulo é sempre bom e ainda mais quando ele nos dá de presente os gols da vitória. Guerrero desencantou depois de perder dois gols incríveis (já havia perdido um muito parecido no meio de semana contra o Vasco pela Copa do Brasil), Emerson continua sobrando em vitalidade e jogando por ele e Márcio Araújo e Ederson vai se firmando e caindo nas graças da torcida com o seu faro de gol.
    Será que teremos mais uma sessão de “porradaria” no Maracanã na quarta-feira? Se os jogadores não caírem na pilha do Vasco outra vez, o Flamengo tem tudo para seguir na Copa do Brasil. E no domingo, é a hora de acabar com banca do Sport, que já não é mais aquele “badalo” todo.
    Leia mais em: http://www.marcotuliotudo.com

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      Jorge Murtinho 9 anos ago Responder

      Caro Marco Túlio.

      Perfeito. A Nivinha tem batido incansavelmente nessa tecla: contra a gente, escanteio é pior que pênalti.

      Continuamos com vários defeitos, claro, mas no domingo a falha mais grave – talvez até mais grave do que a do César no lance do gol – foi a que você citou: obrigar Everton a fazer aquela falta salvadora quase em cima da linha e já nos acréscimos, em um jogo que era para estar totalmente controlado. Nossa sorte foi que, para coroar a desorganização que o São Paulo mostrou em campo, quem bateu foi o Carlinhos e não o Michel Bastos, que é excelente cobrador.

      Quanto à sessão de porradaria, acho que vai depender do juiz escalado. Porque, pelo Vasco, é óbvio que vai se repetir. Com aquele time senil, a intimidação é a única maneira que eles têm de conseguir resultados favoráveis.

      Abração.

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        Olha aí !
        O [arbitro escalado é um de Goiás, que também é dos quadros da FIFA.
        Não conheço bem.
        Há que se aguardar.

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          Jorge Murtinho 9 anos ago Responder

          Pena. O Daronco seria melhor. Vamos aguardar e torcer.

          Abraço.

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        Romano 9 anos ago Responder

        Depende muito da arbitragem, mas depende mais ainda do comportamento dos nossos jogadores, que não podem cair na pilha e fazer o jogo deles.

        Ainda bem que neste jogo teremos outro capitão em campo, porque quem ocupou tão importante cargo no primeiro jogo com dez minutos de jogo já tinha levado cartão amarelo ridículo por trocar selinhos com um adversário, o que acabou por causar sua expulsão, que matou de vez nossas chances de reação na partida.

        SRN

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          Jorge Murtinho 9 anos ago Responder

          Certo, Romano. Equilíbrio é fundamental. Não só tático, mas sobretudo emocional.

          Abração.

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    Carlos_SP 9 anos ago Responder

    Falando de técnico, eu pessoalmente não trocaria nesse momento. Apesar de nunca ter engolido bem o treineiro anterior, de achar que ele só começou a acertar o time pela pressão da torcida e imprensa, etc, etc. Mas eu manteria para trocar, e bem trocado, no fim do ano. Negociaria com o técnico do Chile e faria a troca lá. Mas ok, também não sou o maior expert em futebol, apensa opinião.

    De toda forma, me preocupa não só essa troca, mas as últimas desandadas do Bandeira. Estou olhando de fora e de longe, mas me parece que o nosso presidente está perdendo a mão, se isolando dos bons e se juntando ao covil das rapozas felpudas. Espero estar enganado, mas vaidade faz essas coisas sim e com quem menos esperamos.

    Voltando ao técnico, pode ser que o OO encaixe, como o time poderia se recuperar com o Treineiro, torço muito pra isso. Só não gosto do que estou vendo no dia a dia da diretoria. Talvez a distância distorça os fatos e eu não tenha motivos pra me preocupar, mas o fato é que sim, estou BEM preocupado.

    SRNs

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      Jorge Murtinho 9 anos ago Responder

      Grande Carlos.

      Cristóvão entrou e saiu do Flamengo sem que eu tivesse uma opinião concreta sobre o trabalho dele. Fez bobagens, foi teimoso, mas tinha começado a acertar. Entretanto, faltou jogo de cintura, humildade, compreensão de como as coisas acontecem no Flamengo, e agora Oswaldo de Oliveira tem muitas chances de colher o que o outro plantara.

      Quanto à EBM, creio que a sua preocupação é a de todos nós. Mas vamos esperar a coisa esquentar um pouco mais.

      Abração.

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        BEM preocupado com o EBM e seu possível envolvimento com terceiros (só vou escrever estas baboseiras em razão do jogo de letras, ou seja, por CRIANCICE), por motivos óbvios, não estou.
        Preocupado estou, uma vez mais, com a tal da CRIANCICE.
        Pelo que li, foi até a CBF, onde acabou não sendo recebido pelo ^gentleman^ Del Nero.
        Não pode acontecer isto.
        O Presidente (ou qualquer pessoa credenciada como Representante) do FLAMENGO, em hipótese alguma, poderia sofrer tamanha humilhaçao.
        NÃO DEVE SER VERDADEIRA A NOTÍCIA, que merece ser apurada devidamente.
        Caso seja, entendo que providências devam ser tomadas, sem faltar ao respeito, mas com a devida energia.
        SRN
        FLAMENGO SEMPRE

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          Jorge Murtinho 9 anos ago Responder

          Pois é, Moraes. Por essas e outras é que o Bap pediu o boné e partiu para fundar os Azuis do B.

          Mas, repito o que já escrevi aqui: prefiro aguardar um pouco e acompanhar o trabalho que a Vivi tem feito sobre as eleições no periscope.

          Grande abraço.

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    Wallace Queiroz 9 anos ago Responder

    Assim como há as categorias de base formando os atletas, um clube como o Flamengo deveria ter uma formação de profissionais de comissão técnica. Mas com o devido planejamento, não o socorro dos “interinos”, como Andrade e Jaime. Não existe salvador da pátria, que faz os mesmos caras começarem a jogar num passe de mágica. Os professores cheios de pompa, não têm mais vez. O treinador do Barcelona é o Luiz Henrique.

    Alguém devidamente formado no clube, com todo o respaldo da diretoria, com respeito dos jogadores, seria muito mais barato, traria um padrão técnico e tático perene, coerência nas contratações, etc. Pra mim esse é o caminho.

    SRN.

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      Jorge Murtinho 9 anos ago Responder

      Fala, Wallace.

      Ótima proposta, e me parece que isso é uma tendência no futebol mundial. O exemplo de Luis Enrique é excelente – e me parece que, com Guardiola, aconteceu algo parecido.

      Grande abraço.

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    Gilberto T. Santos 9 anos ago Responder

    A troca de treinador faz parte da cultura brasileira e é indispensável quando o grupo de jogadores passa a boicotá-lo por qualquer motivo, já que a grande maioria dos jogadores não tem berço, nem educação e não aceita autoridade, nem limites, assim como o povão oriundo de favelas, guetos e até filhinhos de papais riquinhos ou de classe média, são sinais emblemáticos dos tempos atuais…
    A troca do Cristovão pelo OO foi trocar seis por meia dúzia, aliás, acho até que piorou, embora o Cristovão não tivesse mais condições de continuar, mas, o OO é um ex-treinador em atividade, arrogante e bem parecido com o Luxemburro, ambos vivem do passado, mas, como torcedor do Flamengo torço para que ele tenha sucesso e me queime a língua…
    O Murtinho elogia o OO pela sua grande inspiração no que toca a substituição do Jorge pelo Éverton ao invés de escalar o Armero ou o Pico, também concordo, mas, no tocante ao grande problema atual do Flamengo, que é a zaga, não deu para entender a sua escalação do péssimo Wallace Chifrada de Vaca como titular (e capitão) ao invés de qualquer outro zagueiro, para poder entrosar esse outro zagueiro na dupla com o Samir, porque o Wallace não vai jogar contra o Vice da Gama, porque está suspenso pela sua imbecil expulsão, quando inclusive jogou ao chão a braçadeira de capitão, sem que houvesse nenhuma punição por parte da diretoria pela sua indisciplina e também não vai jogar contra o Sport, por estar suspenso por ter levado o terceiro cartão amarelo!!!
    Assim como não dá para entender a manutenção do mesmo time do Cristovão, com César, que lamentavelmente anda muito mal e os pernas-de-pau, Pará, Wallace e Márcio Caramujo como titulares…
    E a manutenção do Wallace como capitão do time é manter mais do mesmo, é Wallace e mais 10…
    A diretoria também tem culpa, já que dispensou o melhor volante, o Cáceres, no meio da competição, favorecendo com isso o péssimo Márcio Caramujo, o botinudo Jonas e o irregular Canteros, enfraquecendo com isso o plantel e o time!!!
    E se ainda não procuraram o Yago Pikachu, o bom lateral direito do Payssandu, que vem jogando muito e acabou com a bola nos jogos contra o FlorminenC e contra o Bostafogo, estão dando bobeira, ele joga numa posição carente do Flamengo e até do futebol brasileiro em geral e tem futebol, esse sim é uma boa aposta, ao contrário das contratações de refugos costumeiras dessa diretoria!!!
    E amanhã contra o Vice da Gama, não adianta entrar na pilha deles, ficar nervoso e sair batendo também, basta jogar bola, o time deles é uma porcaria, é bem pior que o do Flamengo e na bola a gente ganha e com a diferença de gols que precisa para conseguir a vaga, é só acreditar, jogar bola e muita calma nessa hora, não deixar eles gostarem do jogo e botar velocidade, nada de palhaçadinhas, ôba-ôba, já ganhou, etc, muita seriedade e raça, amor e paixão e sem aquelas trocas de bola na defesa porque que eles não vem, o empate é deles, então temos que ser objetivos, agressivos e criativos, sem bobeiras na defesa, vamos ver…
    Esse jogo é tudo ou nada, é uma decisão e estamos perdendo, vamos que vamos Mengão!!!
    SRN!!!

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      Henrique 9 anos ago Responder

      Alias, falando do Caceres, que achei tb nosso melhor volante e mais uma das cagadas da “diretoria”:

      Saiu tao de mansinho, tao nao falado, simplesmente desapareceu ….

      Por isso mesmo gostaria de saber – por quanto foi? E quanto entrou nos COFRES do CRF?

      Voce sabe?

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        Jorge Murtinho 9 anos ago Responder

        Henrique:

        Escrevi diversas vezes aqui que eu não gostava do Cáceres. Mas o pior é que, quando a gente começa a discutir se o Cáceres é melhor que o Márcio Araújo, se o Márcio Araújo é melhor que o Jonas e se o Jonas é melhor que o Cáceres, é sinal de que a coisa está feia.

        Mas o mais importante nisso, me parece, é a gente entender que esse conceito de querer vender ou não querer vender mudou, e na maioria das vezes os clubes – estou falando, obviamente, dos clubes brasileiros – não têm como brecar. O contrato do cara tem uma multa rescisória. Se alguém chegar com aquela grana, um abraço. Foi isso o que aconteceu, por exemplo, com o meia-atacante Vitinho, que saiu do Botafogo com menos de seis meses de profissionalismo e sem que o clube pudesse fazer nada. Recebeu o que tinha de receber, tchau e bênção. Não estou certo, mas tenho a impressão de que o Paulinho também saiu do Corinthians pelo valor cheio da multa. Claro que o Corinthians queria vender, mas, mesmo se não quisesse, não havia o que fazer.

        Há os casos em que o jogador está prestes a receber passe livre por causa da idade. E aí, é melhor ganhar qualquer coisa agora do que o cara sair de graça daqui a pouco. (Não sei, mas talvez o Cáceres se enquadre nisso aí.)

        Acho que o tema é bom e vale a discussão. Mas não por causa do Cáceres.

        Grande abraço.

        Mas não dá pra ficar reclamando: por que vendeu? Não podia ter vendido. Às vezes, simplesmente, não há alternativa.

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          Jorge Murtinho 9 anos ago Responder

          Desculpa, Henrique. Essa última frase entrou aí de gaiata. Escrevi a resposta no celular, e sempre que isso acontece faço bobagem. Não sei por que insisto.

          Abração.

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      Jorge Murtinho 9 anos ago Responder

      Fala, Gilberto.

      Não sei se o Oswaldo foi tão inspirado assim na hora em que optou pelo Everton na lateral-esquerda, mas pelo menos ele fez algo um pouco diferente do que seria normal esperar. E, pra mim, a grande sacada foi deixar o Emerson com mais espaço pelo lado esquerdo do campo. Quando Everton joga na frente, Emerson cai mais pela direita e, apesar de também vir jogando muito por ali, tenho a impressão de que ele fica mais à vontade pelo outro lado.

      Pikachu seria uma aposta, e a gente não deve esquecer que aposta é sempre aposta. Mas, concordo com você: vale.

      Eu só não sei como armar o time se abrirmos mão de todo mundo que temos criticado. Se a gente tira o Wallace, o Pará, o Márcio Araújo – e mais o César Martins, que achei lento demais nas partidas de que participou, o Marcelo que é afobado, o Canteros de quem todo mundo reclama, o Jonas que é botinudo -, caramba, que time mandaremos a campo? Estou com você na maioria dos casos e acho que para o ano que vem o elenco precisa mesmo ser reavaliado e reforçado, mas nesse momento não vejo muito o que fazer.

      Vamos que vamos.

      Grande abraço.

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        Gilberto T. Santos 9 anos ago Responder

        Que tal PV; miliciano LA, Samir, Frauches e Jorge; Canteros, Alan Patrick e Éverton; Éderson, Sheik e Guerrero???
        SRN!!!

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          Jorge Murtinho 9 anos ago Responder

          Sei não, Gilberto. Será?

          Por mais simpatia que tenhamos pelo Frauches, é uma incógnita. Jamais foi lançado como titular – só como quebra-galho – e tanto pode dar certo como ser um fiasco. Talvez mereça mesmo uma chance, mas não acho que essa é a melhor hora. Luiz Antonio é inconstante, meio vaga-lume. Outro dia alguém lembrou aqui que ele foi muito bem na Copa do Brasil 2013, e foi mesmo. Mas depois, pessimamente assessorado, entrou equivocadamente contra o clube na Justiça do Trabalho, tanto que perdeu a causa, e nunca mais foi o mesmo. Parece não se importar muito se joga ou não joga, se é titular ou sequer é relacionado, estranho. E também acho que o Canteros não está merecendo ficar no time, ainda mais na função de primeiro (no caso, único) volante.

          Mas é uma escalação a se pensar, sim senhor.

          Grande abraço.

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    Aureo Rocha 9 anos ago Responder

    .O importante foi garantir os três pontos. Agora, creio ainda sedo para eu afirmar se o time evolui em relação às partidas passadas.

    Mas, alegrou-me ver o Flamengo jogar com disposição, jogar ofensivamente, com inteligência e sem medo do adversário.
    Foram 22 finalizações contra somente 9 das bambis. Para mim, este números por si só sintetizam todos os meus comentários que faria sobre a partida.
    …………………………………………………………………………………………………………………………………………………..

    Entretanto, o que anda mesmo me deixando ansioso é a partida de quarta-feira, confesso.
    Já estou prevendo a porradaria, o antijogo e a ensebação que as vascas vão trazer para a partida.
    Porém, o Guerrero me deu bons motivos para eu não deixar de ir ao Maracanã:

    – “A gente entrou no jogo deles, de muita falta. Um jogo muito pegado. A gente tem que jogar como jogamos contra o Palmeiras, um futebol mais bonito.”

    – “Temos que fazer nosso jogo, não cair nas provocações do rival. O Vasco vai tentar fazer isso, tirar nossa concentração. Mas a gente tem que estar concentrado. Nós sabemos que nosso elenco é qualificado, então temos que estar concentrados e fazer nosso jogo.”

    – “Muita (pancadaria). Espero que os árbitros estejam concentrados, porque o Vasco vai querer tirar nossa concentração e fazer de tudo para não nos deixar jogar.”
    (Guerrero no globoesporte.com)

    Diante deste sábio discurso do Guerrero, minhas preocupações diminuíram, porque se o time do Flamengo conseguir botar a bola no chão, as vascas não têm a mínima chance de vencer o Flamengo, que é muito mais time. Sem comparações.

    Ora, e se o Guerrero já está precavido, é claro que todo o elenco do Flamengo também já está prevendo tudo que as vascas vão procurar fazer na partida de quarta-feira.

    Espero que o nosso time saiba dessa vez neutralizar o antifutebol praticado pelas vascas.

    Sempre Flamengo.

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      Jorge Murtinho 9 anos ago Responder

      Grande Aureo.

      Eu acho que temos evoluído sim. Mas é claro que, como qualquer time que ainda sofre de inconstância e desequilíbrio, andaremos três passos pra frente e dois pra trás, melhoraremos na quarta e pioraremos no domingo. Pelo menos por enquanto, teremos que conviver com isso.

      Claro que, em qualquer clássico, é preciso entrar com mais quantidade de sangue nos olhos e concentração redobrada, mas deixa eu fazer uma analogia aqui.

      Antes do Corinthians ganhar a Libertadores, um amigo corintiano dizia que aquele título só viria quando o time disputasse a competição como se ela fosse o Campeonato Paulista ou o Campeonato Brasileiro. Era preciso derrubar o mito. Temos que jogar contra o Vasco – repito, para que ninguém me entenda mal, com mais quantidade de sangue nos olhos e concentração redobrada – como jogamos contra qualquer um. Tranquilidade, bola no chão, rapidez, marcação firme, meio-campo criativo, ataque eficiente. Tivemos isso contra o Atlético Paranaense, no primeiro tempo contra o Santos e no segundo contra o São Paulo, e- apesar da derrota – também contra o Palmeiras.

      O Vasco é incomparavelmente mais fraco do que qualquer um desses times e, se esquecermos o Eurico e jogarmos bola, passamos.

      Abração.

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    chacal 9 anos ago Responder

    murtinho,

    até 2002 tava tudo certo,só brasil e mengão eram penta e ninguem reclamava de nada !
    apartir do momento que o brasil vai deixando de ganhar e leva essa porrada da alemanha …tudo ficou uma merda !
    felipão que antes da copa era quase uma unamidade,depois virou um vilão…tão odiado quanto lula ou dilma.
    o flamengo a mesma coisa depois de 1992,até que veio 2009 e voltou a ficar tudo bem,mas antes foram 17 anos de questionamento..nenhum treinador servia !

    com oswaldo,wanderley,pepe guardiola…quem chegar e não ganhar ,não serve !
    isso é assim em vários setores de nossa sociedade…uma cultura de sub-desenvolvido? pode ser !

    eu particulamente acho que o buraco é mais embaixo… vem lá da epoca que eramos a capital da república !

    só sei que ,se oswaldinho não fizer o time voar…RUA !
    eh assim…fazer o que? deixar o treinador sendo vaiado por todo estádio,só pra dizer que nós valorizamos treinador..ahhh vá se ferrar !
    aposto com quem quiser q o próximo a sair é o nosso querido wandeco !

    pode parecer exagero,mas se o treinador fizer uma mexida errada na quarta e o mengão perde o jogo..a galera vai cornetar e muito !

    sei que isso não vai acontecer,até pq o vasco é uma grandissima bosta e vamos dar uma escovada na baranga !
    estou com o guerreiro 3 x 0 no minimo!
    vai ser 5 x 0 …

    SRN !

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      Jorge Murtinho 9 anos ago Responder

      Meu querido Chacal.

      Há algumas controvérsias.

      1) Felipão está ultrapassado há muito tempo. Concordo que ele ganhou uma sobrevida de prestígio com a Copa das Confederações, mas, repetindo a pergunta que fiz no texto do post: na boa, gente, isso conta? O problema é que – e aí temos que concordar com o André – a mídia faz a nossa cabeça. Particularmente, acho Felipão uma enganação e detesto essa coisa de paizão, discurso motivacional etc. Põe o time para treinar e não enche o saco.

      2) A conquista do título brasileiro em 2009 foi espetacular, mas não dá pra dizer que daí voltou a ficar tudo bem. Menos de seis meses depois já estávamos esbravejando contra nossas atuações na Libertadores e trocando o técnico – saiu Andrade, entrou Rogério Lourenço – no meio da competição e às vésperas do importantíssimo mata-mata com o Corinthians.

      3) As manifestações da torcida no estádio precisam ser relativizadas. Um exemplo: assisti a Flamengo x Vasco pela televisão, no pequeno hotel do interior de São Paulo em que descansava com minha mulher. A tevê era pequena, o som não era lá grandes coisas, mas tive a sensação de que a torcida do Flamengo chamou Cristóvão de burro quando ele tirou Everton e pôs Samir, após a expulsão de Wallace. Na cabeça dos torcedores, se o time estava perdendo, como tirar alguém do meio pra frente e colocar um defensor? Vale repetir (e salve, salve, mestre Arthur Muhlenberg): torcedor de futebol tem idade mental de três anos.

      Estou com você e também não suporto esse mimimi todo quando técnicos são demitidos, como se todos fossem gênios intocáveis. Apenas, no post, quis colocar em discussão os motivos pelos quais, no nosso futebol, isso acontece coma frequência única no mundo.

      Abração, meu camarada.

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    Leonan Fernandes 9 anos ago Responder

    A questão principal, Murtinho, é: será isso que queremos pro Flamengo pro resto da vida? Porque à cada troca de treinadores, tenho a impressão que voltamos à estaca zero. Pois se quisermos que os jogadores joguem à base de berros, não seria necessário um treinador, mas outro tipo de profissional. Enfim, só acho que enquanto não dermos tempo a um treinador, nunca teremos um time pronto.

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      Henrique 9 anos ago Responder

      Perfeito.

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      Jorge Murtinho 9 anos ago Responder

      Concordo plenamente, Leonan.

      E creio ter deixado isso claro no começo do oitavo parágrafo do post, quando escrevi que “Construir um futuro como o que o Flamengo vem batalhando para ter é outra coisa e exige postura diferente”.

      Não, definitivamente não é isso o que queremos pro Flamengo, e precisamos urgentemente quebrar essa corrente do mal. A questão está, me parece, na escolha. Precisamos ser cirúrgicos, pois não sei em qual técnico poderíamos apostar para dar essa espécie de – estou exagerando, claro – vitaliciedade. No mercado brasileiro, não conheço nenhum.

      Mas, da mesma forma que estamos quebrando o padrão de gestão do nosso futebol, é importante que também parta de nós a quebra do padrão desse “ganhou-é-gênio, perdeu-demite”. Isso salva do rebaixamento, mas não dá futuro.

      Grande abraço.

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    André 9 anos ago Responder

    Essa questão de troca de TÉCNICOS ou de EXCESSIVA troca de técnicos no Brasil NÃO pode ter como “TEORIA” uma, duas ou três, base, causas….

    Esse comportamento no Brasil poderia facilmente ser denominado de SÍNDROME DA TROCA DE TÉCNICOS, que passa pelo número alto de clubes rebaixados (deveriam ser apenas 2 e não é por POLITICAGEM), pelo temperamento AÇODADO do brasileiro, de UNS TEMPOS PARA CÁ (não sei se pode se dizer que dos tempos do LULA pra cá) pelo BOICOTE de panelinhas de jogadores para DERRUBAR o técnico, do fato de que é melhor mudar UM do que 3 ou quatro, a má administração dos clubes, o êxodo dos bons jogadores para ALHURES (porque já não é só pras zoropa), o fato da RUINDADE de certos jogadores que (aí não sei explicar) que os técnicos (talvez por pressão dos clubes) INSISTEM em escalar e aí a torcida os chama de BURROS, o que eu percebo é isso ….

    NÃO tem como se criar uma TEORIA com uma VERDADE ÚNICA para explicar a “DANÇA DOS TÉCNICOS” aqui no Brasil….

    A mesma coisa é querer criar TEORIAS ESTRAMBÓTICAS para se definir como as pessoas devem FALAR SOBRE FUTEBOL seja num blog, na televisão, num boteco, na condução, ainda mais aqui no Brasil, onde cada torcedor é um técnico onde a paixão está à flor da pele…..É uma coisa por demais complexa para uma coisa que, POR TÃO SIMPLES, é um fenômeno mundial, uma paixão mundial como o futebol….Não tem muita coisa DIFERENTE para se falar não….

    NÃO existe, no meu modo de entender, falar “DIFERENTE” do que todo mundo fala sobre futebol….É um pouco diverso do que discutir FÍSICA QUÂNTICA, por exemplo…..

    Acompanho futebol há um tempo razoável para dizer, sem medo de errar, que se discute e se fala sobre futebol do mesmo jeito que se falava “Nos tempos em que os bichos falavam” (calma tricoletes, eu sei que vocês falam, mas eu disse bichos e não bichas, além do mais o veado também é um bicho….rsrsrs)…

    A diferença de e do quê se fala sobre futebol num BLOG ou num COSPE GROSSO é somente o fato da DISTÂNCIA entre os que trocam ideias…Se fosse ao vivo, ou NÃO se diria certas coisas, ou seria uma PORRADARIA SÓ….

    A verdade é que o FUTEBOL está ficando cada dia MAIS CHATO de se acompanhar, com suas retrancas quase intransponíveis, com suas regras cada vez mais chatas, com o aparecimento de comentaristas ESCROTOS como aquele tal de “RESEKA” do sporTV , como o CORPORATIVISMO dos comentaristas de ARBITRAGEM e por aí vai…..

    Quanto a nossa ZAGA que vive de FALHAS INDIVIDUAIS, cabe um ESTUDO para se chegar a uma CONCLUSÃO se o que JÚNIOR disse não é uma verdade: a falha NÃO é só da ZAGA mas do SISTEMA DEFENSIVO que inclui nossos volantes e laterais, além, é claro, do nosso goleiro César ( o Falso 1…grande ROMANO..rsrsrsrs)….

    Na MINHA opinião, nós deveríamos ter como volantes o CÁCERES e o JONAS ou, com a saída do CÁCERES, o MÁRCIO ARAÚJO (fazer o quê?) e o JONAS e que se montasse um esquema onde o WALLACE seria PROIBIDO de ir ao ataque – mesmo em cobrança de escanteio – e os volantes teriam a OBRIGAÇÃO de cobrirem os LATERAIS…

    O LÓGICO é que, com a nossa zaga e goleiro, NÃO dá pra jogar muito ABERTO, embora – outra grande colocação do ROMANO – nós estejamos levando MAIS gols do que as bolas CHUTADAS contra nossa meta….só que aí é treinar, treinar e trinar…Inclusive IMPULSÃO que parece ser a nossa GRANDE DEFICIÊNCIA….

    SRN

    P.S. Como é bom usar o “SCROLL” do mouse….Perdi muito tempo em NÃO usá-lo com mais frequência….

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      André 9 anos ago Responder

      Complementando…

      P.S. 2 – Também acho terrível ler comentários que são apenas ECOS DA MÍDIA e, por isso, no BLOG uso o BOTÃOZINHO DE ROLAGEM e assistindo o jogo pela TV, aperto a tecla “MUTE”…….shaushuahsuahsuahsuahsuahsuahsuahsuahsuahsu….Tremendamente RELAXANTE……rsrsrsrsrsrs

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        Jorge Murtinho 9 anos ago Responder

        Vou te contar uma coisa, André: durante muito tempo, eu só assistia aos jogos do Flamengo pela tevê com o áudio desligado. Aquilo deixava minha mulher louca, mas os caras me irritavam demais. Passei a ligar o som quando comecei a escrever o blog de futebol da revista Piauí, e o festival de bobagens acabava virando assunto para post. Mas tem que ter uma paciência infinita.

        No jogo de domingo, Arnaldo César Coelho cismou que Guerrero fizera falta em Luiz Eduardo, no começo da jogada do gol de Ederson. Depois, mesmo com o replay deixando claro que o lance foi totalmente normal, ele insistia na opinião, unicamente por não querer dar o braço a torcer. Me irritei, tirei da Globo e fui para o PFC. O gol foi repetido algumas vezes, e em momento algum Roger falou sobre uma possível falta. Fiquei lá, até que Roger disse que o lance em que a bola bateu na mão de Samir tinha sido pênalti, “por causa da mudança na regra”. Gente do céu, não mudou regra alguma. Por mais que depender de critério e coerência de juiz seja sempre um perigo, os principais elementos da regra da mão na bola/bola na mão continuam sendo a sensibilidade e a interpretação do juiz. É um risco? Sim. Mas isso não mudou, e qualquer pessoa com o mínimo de sensibilidade concordaria que não houve pênalti algum.

        É, meu amigo André: é osso!

        Abração.

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      Rasiko 9 anos ago Responder

      Vou entrar por aki e concordo com o André que uma das razões pras constantes trocas de técnico é o pavor da queda e o nº de rebaixados talvez seja excessivo.

      Quanto à nossa defesa e o que o Júnior diz, até eu, ignorante confesso das artes táticas, sei que o problema é o sistema defensivo e não apenas os zagueiros. E que os volantes têm a tarefa, missão, incumbência, papel, whatever, de cobrir os laterais quando estes sobem. Isso é pré-primário.

      Onde acho que o bicho tá pegando mesmo é no emocional dos jogadores. Eles estão claramente sem auto-confiança e isso gera ansiedade, pressa, visão estreita, respiração curta, eficiência baixa e a gente vê o resultado desse conjunto de fatores em um time que sempre deixa a desejar. A ponto de um cara como o Guerrero, cascudo, experiente e recém contratado (sem tempo pra identificação com o clube), não conter as lágrimas depois do gol. Veja o nível emocional transbordando. E os que não transbordam? Tudo isso, claro, influencia e muito o comportamento dos jogadores. O Wallace, p.ex., continua sendo titular em função de suas atuações regulares no passado. Um jogador limitado como ele não pode cair de produção porque não tem pra onde. O melhor dele é o regular. Daí pra baixo. Começou a cair e a torcida vaiou. Ele se irritou, ficou nervoso e piorou. E quanto mais a torcida pega no pé, mais ele se irrita, mais estabanado e sem noção ele fica e pior pro time. Sem medo da vaia que possa vir dos caros confrades do blog, sou a favor de uma vaia ininterrupta que só pare quando o Wallace perder a titularidade, no mínimo – a faixa de capitão nem comento. Não dá pra admitir calado a insistência com um jogador obviamente incapaz de suprir a carência do time naquela posição e sem a menor condição emocional de ser capitão, o líder dentro de campo. Quando se fala no Samir, mesmo com suas falhas, é porque se vê nele um potencial a ser desenvolvido com uma sequência de jogos e um companheiro mais qualificado ao lado, que o Wallace não tem, o que tem sido comprovado através de… uma enorme sequência de jogos como titular e a companhia do próprio Samir como mais qualificado. O cara é ruim mesmo, não tem jeito nem conserto. Não tem mais o que extrair dali. Pro Wallace, a queda (dele) é o limite

      Canteros e Márcio Araújo podem e devem ser mandados pro recall. Pergunto (porque não sei): Não é essa a posição do Jajá?
      Será que não dá pra notar que entre esses 2 rapazes inoperantes e nada é melhor um Jajá? O Canteros, então, chegou a tal ponto de perebice que hoje eu tô preferindo o MAraujo a ele! Isso é que é decadência bem sucedida!

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        Jorge Murtinho 9 anos ago Responder

        Meu querido Rasiko.

        Rapaz, eu não sei não.

        Claro que o sistema defensivo não se reduz aos dois zagueiros de área, mas acho que falar em sistema defensivo para explicar sete gols de bola parada em cinco jogos é um certo exagero. Aliás, não satisfeitos em sofrer gols atrás de gols em cobranças de escanteios, contra o Palmeiras conseguimos nos superar: tomamos um gol de lateral, numa bola que o César Martins – um homem daquele tamanho! – deu uma cabeçadinha ridícula para a frente da nossa área.

        Se a gente levar em conta a falta que Everton foi obrigado a cometer no final do jogo com o São Paulo, devidamente comentada pelo Marco Túlio, e muitos outros erros semelhantes que acontecem com a bola rolando, tudo bem. Porque aí estaremos falando de meio-campistas, cobertura dos laterais, saber prender a bola no campo do adversário, etc. Nas jogadas de bolas paradas, tudo é, ou ao menos deveria ser, bem mais simples.

        No que se refere ao emocional, creio não haver dúvidas. Vários exemplos, em quase todas as nossas partidas, mostram que um dos mais graves problemas do time é falta de controle.

        Grande abraço.

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      Jorge Murtinho 9 anos ago Responder

      Bom, André, vamos lá.

      1) Em momento algum houve a pretensão de apontar a teoria como verdade única, e achei que tinha deixado isso claro quando escrevi que ela poderia ser “um princípio de explicação para a nossa obsessão em contratar e demitir treinadores, e para entender o porquê das diferenças entre o que ocorre aqui e na Europa.” Princípio de explicação, apenas isso. Claro que há muitos outros motivos.

      2) Sua observação quanto ao alto número de clubes rebaixados é perfeita. (Isto significa pensar originalmente a respeito de futebol.)

      3) Eu acho que você e todos nós gostamos tanto – e sentimos tanta falta – dos textos do Arthur porque ele escreve de um jeito único e absurdamente criativo. Não dá para comparar o que o Arthur escreve com o que escreve qualquer outro dos jornalistas esportivos do país. A questão é que o Arthur não escreve sobre futebol, e sim sobre o Flamengo. Eu vejo da seguinte maneira: ninguém escreve melhor sobre o Flamengo do que o Arthur; ninguém escreve melhor sobre futebol do que o Tostão. Isso deixa evidente, pelo menos pra mim e é óbvio que ninguém precisa concordar comigo, que há muito mais do que apenas um jeito de se pensar, escrever e falar sobre futebol.

      4) O futebol está ficando cada vez mais chato. Fato. E os nossos comentaristas televisivos também. Idem. Quanto ao futebol em si, as razões são muitas – e a evolução do preparo físico, que possibilita jogos cada vez mais truncados, realmente é uma delas. Quanto aos comentaristas, o que talvez mais nos incomode seja, exatamente, todos falarem mais ou menos as mesmas coisas e mais ou menos do mesmo jeito.

      5) Respondi ao Rasiko sobre a teoria do Júnior e peço sua compreensão para repetir aqui:

      “Claro que o sistema defensivo não se reduz aos dois zagueiros de área, mas acho que falar em sistema defensivo para explicar sete gols de bola parada em cinco jogos é um certo exagero. Aliás, não satisfeitos em sofrer gols atrás de gols em cobranças de escanteios, contra o Palmeiras conseguimos nos superar: tomamos um gol de lateral, numa bola que o César Martins – um homem daquele tamanho! – deu uma cabeçadinha ridícula para a frente da nossa área.

      Se a gente levar em conta a falta que Everton foi obrigado a cometer no final do jogo com o São Paulo, devidamente comentada pelo Marco Túlio, e muitos outros erros semelhantes que acontecem com a bola rolando, tudo bem. Porque aí estaremos falando de meio-campistas, cobertura dos laterais, saber prender a bola no campo do adversário, etc. Nas jogadas de bolas paradas, tudo é, ou ao menos deveria ser, bem mais simples.”

      6) Você sabe a minha opinião sobre o Cáceres, nós já debatemos aqui no RP&A sobre isso. Mas concordo plenamente que o Wallace só deveria entrar em campo se assinasse um compromisso público, sujeito a multa e detenção, que o proibisse de subir ao ataque.

      7) Deixa esse scroll pra lá, rapaz. Quem se dá ao trabalho de aparecer por aqui sempre merece ser lido.

      Abração.

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        LÚCIFER 9 anos ago Responder

        Grande Murtinho !

        Saudações nas três pontas do Tridente !

        Concordo principalmente com o última item, o 7, nem que o Pau coma !!! Viu ANDRÉ !!

        SHUASHUASHUASHUAHSUASHUASHUASHUASHUASHUASHUASHUASHUASHUASHUASUA……….

        Lúcifer.

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    Pra pensar: 75% dos campeões brasileiros não trocaram de técnico

    17% dos rebaixados mantiveram o técnico toda temporada

    Mas, parece que a média do G4 não é lá tão diferente do Z4. Muitos times com dois treinadores por temporada.

    O Flamengo que é um fenômeno, foi campeão contrariando essa tendência e troca uma média de 3 técnicos por temporada e se mantém na série A.
    E se contarmos que o Jayme dirigiu o Fla um jogo esse ano o Oswaldo contaria como quarto técnico em 20 jogos do Brasileirão. Alô, planejamento?
    Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/brasileirao-serie-a/noticia/2015/08/pontos-corridos-75-dos-campeoes-mantiveram-tecnico-ate-virada-de-turno.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

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      Paulo Vinícius Siviero 9 anos ago Responder

      Gustavo, entendo sua opinião. Acredito que este realmente é o caminho. Nossos técnicos deveriam permanecer 10, 15 anos nos clubes.

      Mas alguns pontos devem ser levados em consideração:

      1) Estrelismo: Infelizmente, nesse século, os atletas se julgam superiores aos clubes. Quando um ganso ou um neymar praticamente mandaram Dorival Jr. calar a boca no Santos, percebemos que algo tá muito errado no Brasil.

      2) Salários atrasados: Quando eu cobro um time e um jogador diz pra mim: “sem receber, eu não treino” eu me sinto impotente como técnico.

      3) Desmanche do elenco: O motivo principal do Abel braga sair do Flu, Marcelo Oliveira sair do Cruzeiro e o Osório estar balançado no SP. A cobrança é a mesma, mesmo com a venda do W. Nem, do Everton Ribeiro e de 8 jogadores do São Paulo.

      4) Empatia da direção. Renê Simões do Botafogo e Jaime de Almeida do Fla não eram queridos pela diretoria. Mesmo fazendo um belo trabalho.

      5) Medo. Muitos técnicos não pensam no time. Apenas se preocupam em não serem demitidos. Dorival Jr. é mestre nisso. Não importa se enfrenta o Milan ou o São Cristóvão. Se for fora de casa, joga apenas para não perder. Mesmo se tiver um time tão poderoso ofensivamente como o Santos.

      Esses são apenas alguns motivos que explicam o porquê do 7×1 na copa.
      Não foi o talento que acabou. Foram os nossos técnicos que pararam no tempo.

      SRN

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        Jorge Murtinho 9 anos ago Responder

        Sim, Paulo Vinícius. Nossos técnicos pararam no tempo e, da mesma forma que muitos jogadores, também eles se acham estrelas.

        Só que, no caso dos treinadores, estrelismo nem é o mal maior. Não há técnico mais estrela do que José Mourinho, e é óbvio que o cara é competente pra caramba. Ganhou Champions League com o Porto, ganhou Champions League com a Inter de Milão dando seguidos nós no Barcelona e no Bayern de Munique, foi campeão português, espanhol, italiano, inglês, tem que respeitar. É estrela e deve ser insuportável, mas é um grande treinador. Aqui, nossos técnicos acham que, para ser igual ao Mourinho, basta ser estrela e insuportável.

        Concordo com todos os seus argumentos listados de 1 a 5, mas preciso rever o comentário do Gustavo para entender onde está a discordância.

        Abração.

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      Jorge Murtinho 9 anos ago Responder

      Sim, Gustavo.

      Sou péssimo para compreender cálculos e estatísticas, mas desses números aí entendo que há dois tipos de clubes a se considerar no Campeonato Brasileiro: os que brigam pelo título, e trocam pouco de técnico; os que brigam para não cair, e trocam muito mais. (Os outros, que estão no limbo, não fedem nem cheiram, são os que ficam com essa lama chamada Copa Sul-Americana.)

      A explicação é óbvia: supõe-se que quem briga pelo título está com o time acertado, e aí o treinador segue; quem briga pra não cair está na roça, e aí vai-se pelo caminho mais fácil, que é o da meia dúzia de berros.

      (Se não entendi direito, por favor, desenha pra mim.)

      Em relação ao planejamento, faço aqui uma nova edição da resposta que dei ao ótimo comentário do Leonan:

      “No começo do oitavo parágrafo do post, escrevi que ‘Construir um futuro como o que o Flamengo vem batalhando para ter é outra coisa e exige postura diferente’. Precisamos urgentemente quebrar essa corrente do mal. A questão está, me parece, na escolha. Temos que ser cirúrgicos, pois não sei em qual técnico poderíamos apostar para dar essa espécie de – estou exagerando, claro – vitaliciedade. No mercado brasileiro, não conheço nenhum. Mas, da mesma forma que estamos quebrando o padrão de gestão do nosso futebol, é importante que também parta de nós a quebra do padrão desse ‘ganhou-é-gênio, perdeu-demite’. Isso salva do rebaixamento, mas não dá futuro.”

      Grande abraço, Gustavo. Enorme prazer ver você comentando novamente aqui em nosso humilde blog.

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    Será que com um calendário diferente, em que os times sejam capazes de repetir escalação por não perder jogadores pra daras Fifa ou janelas de transferencia isso seria diferente? Imagina um cenário onde as contratações seriam antes e depois do campeonato, no máximo num breve período no meio da temporada (como no mercado de inverno na Europa). Isso obrigaria /possibilitaria aos clubes entrarem na terra prometida: o planejamento? Porque quantas das demissões não são apenas pra maquiar o inexistente planejamento feito por atrapalhados dirigentes, sempre vítimas das circunstâncias?

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      Jorge Murtinho 9 anos ago Responder

      Gustavo:

      Acho que nosso calendário deveria, sim, ser ajustado ao europeu, mas não sei se o ajuste resolveria o problema do excesso de transferências. Isso só vai melhorar no dia em que nosso futebol for forte o suficiente para manter, aqui, os jogadores de qualidade. (Peço ajuda aos comentaristas do blog para saber se na Argentina, que segue o calendário europeu, os clubes minimizaram os problemas de desmonte durante a temporada. Acho que não, mas não posso garantir.)

      Agora, nosso campeonato não ser interrompido nas datas da Fifa é de uma burrice inaceitável, já que com isso você castiga os clubes que se esforçam para se reforçar. Quando circulou o boato de que Robinho poderia vir para o Flamengo, lembro que escrevi algo mais ou menos assim: vale a pena investir em Robinho, sabendo que ele perderá no mínimo sete jogos do Campeonato Brasileiro por causa da Copa América e mais não sei quantos devido às eliminatórias? Fim do mundo.

      Sim: está mais do que claro que o excesso de demissões dos treinadores também é ocasionado pela ausência de planejamento.

      Grande abraço.

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    Wagner Santos 9 anos ago Responder

    APESAR DA VITÓRIA DE ONTEM, FICOU PROVADO MAIS UMA VEZ, QUE O PROBLEMA NÃO É O TREINADOR.

    -MAIS UM GOL TOMADO DE BOLA PARADA, COM MAIS UMA FALHA DO ”FALSO 1”.
    Nunca nos meus 25 anos de vida um goleiro tão inseguro como o César. Realmente ele precisa melhorar, pois nem em time pequeno do carioca ele consegue jogar. São seguidas falhas que comprometeram pontos preciosos para o Flamengo e consequentemente, pode custar uma vaga na Copa do Brasil. Talvez o Flamengo possa contratar para 2016 um goleiro experiente que possa dar mais segurança na meta rubro-negra caso Paulo Victor não puder atuar.

    -WALLACE JOGANDO UM FUTEBOL DE QUINTA CATEGORIA.
    Este cidadão está desde 2013 jogando no Flamengo, sempre ou quase sempre de titular de forma ”incontestável”. Oswaldo de Oliveira é o oitavo treinador a colocá-lo em campo. E provavelmente cairá em breve se não tirá-lo da equipe imediatamente.

    – CANTEROS E MÁRCIO ARAÚJO JOGANDO DE FORMA RIDÍCULA.
    Até nas vitórias, esses rapazes não conseguem transmitir nenhuma confiança e admiração da torcida. A cada jogo, tenho a sensação de que eles pioram.

    DE QUEM É A CULPA ? DOS TREINADORES, que além de ensinar táticas e preparar a equipe, precisam ensinar um goleiro de 3 metros de altura a interceptar a bola durante uma jogada de bola parada. Um zagueiro a não dar chutão quando está livre, ou o volante a dar um passe certo. OU OS DIRIGENTES que contratam esses jogadores e obrigam o treinador a se virar para colocar o time em campo em busca de resultados rápidos ?

    Sobre outros jogadores. Não há muito o que falar. O sempre criticado PARÁ, apesar dos cruzamentos errados, e das faltas desnecessárias, não é o pior do time. Vejo nele um jogador esforçado, muito limitado, mas acho que ele sabe disso. Ao contrário do SAMIR que se acha muito, mas parece que voltou ao time mais ligado e mais humilde. Apesar da falha no gol do SP.

    EVERTON, EMERSON, ALAN PATRICK, EDERSON E GUERRERO estão mostrando o que sabem e podem melhorar ainda mais, caso a diretoria/conselho gestor possa dar tempo para que OO possa colocar tudo em prática.
    Tempo que OO pode ganhar, caso elimine o vasco na quarta-feira. Tempo que CRISTÓVÃO BORGES não teve (apesar dos seus erros evidentes) ao se demitir/pedir demissão, pois a COVARDE DIRETORIA não tem e não terá coragem de assumir os seus erros nas aquisições de jogadores de quinta categoria como WALLACE, CANTEROS, ARMERO, ANDERSON PICO, JONAS E MÁRCIO ARAÚJO e sempre coloca o treinador para bater de frente com a torcida.

    ÚLTIMA ANÁLISE: Na entrada do setor Norte, vi nada mais nada menos que Arthur Muhlenberg adentrando nas catracas do Maraca. Depois mostrei a foto do Arthur no site para a minha irmã que o reconheceu e disse para mim a frase constrangedora: ”Caramba, ele é mais velho do que parece”.

    SRN.

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      Rasiko 9 anos ago Responder

      Grato, Wagner, por me poupar tanto trabalho. É isso aí sem tirar nem por. Lamento pelo César e por mim, por ver meu título de “descobridor de talentos” ser tão miseravelmente rasgado, pisoteado e incinerado em público – sempre dei o César como titular absoluto do Flamengo, da Seleção e, muito provavelmente, de algum Barça da vida no futuro. Pode até ser – potencial ainda vejo – mas quem tá pagando pelos erros a serem corrigidos somos nós.

      MAraújo e Canteros dão o tom da mediocridade e comprometem a defesa. Este último, então, entrou na mira da minha irritação com gente pretenciosa. Canteros se acha e, definitivamente, não é.

      O que tá me animando um pouco é ver que daí pra frente – Éverton, Éderson, Emerson (coincidência?), APatrick e Guerrero – pode dar um caldo enjoado. Não dizem que o Jajá é bom exatamente naquela posição (volante)? Porque a dificuldade em fazer substituições necessárias e óbvias, como a do Canteros, por exemplo, que há tempos não sabe o que é jogar bola de verdade e continua imexível?

      Quanto ao Wallace, já destilei em várias oportunidades minha indignação em ver esse cidadão ser outro da supra citada turma e ainda por cima vestindo a braçadeira de capitão que ele ostensivamente desprezou jogando ao chão em público, diante da torcida, E NINGUÉM, ABSOLUTAMENTE NINGUÉM, DISSE NEM MEIA PALAVRA SOBRE O ASSUNTO. POR MUITO MENOS O ROMÁRIO FOI DESLIGADO DO FLAMENGO.

      Sugiro campanha acirrada e constante da torcida até que o Wallace seja proibido de chegar a mil (1000) metros do Ninho ou da Gávea.

      Grande abraço.

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      Jorge Murtinho 9 anos ago Responder

      Mas aí, Wagner Santos, creio que você está sendo precipitado.

      Não dava para, de quarta pra domingo, resolvermos o problema das bolas paradas, ensinarmos Wallace e Márcio Araújo a jogar bola, fazer Canteros retornar ao nível do ano passado – que não era nada do outro mundo, mas pelo menos se assemelhava ao que faz um jogador de futebol. De qualquer modo, você tem razão: para o ano que vem, o elenco terá que passar por um pente fino e ser reforçado.

      Concordo com sua avaliação sobre o Pará – acho que eu, você e o André somos os únicos. E também vejo uma certa máscara a atrapalhar o jogo do Samir. (Escrevi um post em que chego a abordar isso, chamado “A lição do Mozer”. Se puder, depois dá uma lida.)

      Finalmente: isso aqui é um espaço democrático. Jamais bloqueei comentário algum, nem mesmo quando o pessoal pegou um pouco mais pesado – acho compreensível dentro do ambiente futebolístico. Mas senti um grande impulso em cortar a parte final do seu texto, que põe em risco minha condição de articulista não-remunerado. (Viu no que dá, seu Arthur? Se me pagasse alguma coisa, eu teria ceifado o último parágrafo sem dó e você não precisaria passar por esse constrangimento. Tem negócio?)

      Valeu, Wagner. Grande abraço.

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    Nem ia escrever, so tendo me animado após a leitura de um ÓTIMO comentário a respeito do tema.
    Não se trata de coerência ou incoerência, que nada tem com a matéria que passo a discutir, acompanhando o Relator.
    Também NÃO gostei do jogo de ontem.
    Aproveitando um comentário anterior do Vagner, a respeito da FALTA de RESULTADOS, diria que este acabou sendo um ótimo resultado.
    A vitória foi JUSTA, é inquestionável, mas a partida muito-muito fraca, ou seja, uma ^mesmice^, como afirmou o Casão pela TV.
    Três gols verdadeiramente ABSURDOS, com falhas indiscutíveis.
    A do César foi feia, mas tão feia quanto a do Thiago Mendes e, sobretudo, a do Auro, uma invenção do terrível Prof. Pardal que é o técnico colombiano do SP.
    A meu ver, no BRASILEIRÃO, considerando as últimas partidas disputadas, esta apenas foi melhor do que aquela contra o Goiás, quando mereceríamos perder (ontem, não) e acabamos ganhando.
    Por outro lado, nos nossos melhores 60 minutos, contra o Palmeiras, acabamos por perder. Perdemos para a Ponte, dominando o jogo também até o gol sofrido, cedemos um empate incrível contra o Santos e, apesar de jogarmos bem contra o Genérico, a defesa falhou muito, cedendo dois gols bobos (como falhas também iriam ocorrer contra o Palmeiras).
    Outra partida muito boa, talvez a melhor de todas – considerando os 90 minutos – foi exatamente a primeira, desta fase de recuperação na competição, quando ganhamos do Grêmio, Neste jogo, fiquei surpreendido com a apatia (na tática) e a violência (no número de faltas) dos sulistas. Talvez não tenha sido bem assim. Talvez o Grêmio não tenha jogado, à exceção do ^nosso^Rafael Galhardo, pelo bom futebol por nós apresentado.
    Não pretendo – SERIA UMA TREMENDA BURRICE – desconsiderar o trabalho do O.O., que, por sinal, em razão do prazo exíguo no clube, limitou-se à boa (e para mim surpreendente) escalação.
    O aproveitamento do Everton na lateral esquerda foi uma ótima sacada, até porque o jogador, como vimos em 2009, tem experiência pelo setor. Não foi maravilhoso, mas deu conta do recado, PROVAVELMENTE bem melhor do que o fariam Armero ou Pico.
    Já para a Copa do Brasil, com a volta do Jorge (titular mais do que absoluto), Everton deverá ser reconduzido ao meio, no lugar do AP, que não pode jogar.
    Restaria, então, uma dúvida, para o lugar do Wallace. Sem a menor segurança, optaria pela experiência internacional que (segundo dizem) tem o César Martins.
    Por fim, foi bem aceitável o reaparecimento do Paulinho, que se torna uma opção, mais para um eventual cansaço dos titulares do que para fazer crescer o time.
    Para variar, o Emerson foi, de longe, o nosso melhor jogador, enquanto o Guerrero … perdeu gols inacreditáveis, nos únicos três belos minutos de futebol ontem praticados.
    Ao contrário do que li hoje no GLOBO, a rodada foi extremamente boa para o Flamengo, assim como para o Inter e para o Santos.
    A briga pelo rebaixamento, não é nossa, nada nos importando, pelo menos em princípio, as vitórias de Figueirense, Goiás (este é um BOM time e não cairá, como vi na minha Bola de Cristal), Coritiba e Joinville NÃO nos interessam, mas sim as derrotas, além do SP, do Fluminense,Palmeiras, Sport e Genérico.
    Portanto, uma ótima rodada, acendendo uma pequena esperança quanto ao quarto lugar, pois os três primeiros serão os primeiros ao final.
    SRN
    FLAMENGO SEMPRE

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    Edson de Souza 9 anos ago Responder

    Parabéns pelos textos. São sempre de muita qualidade. SRN

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      Jorge Murtinho 9 anos ago Responder

      Ôpa! Muito obrigado, Edson. Apareça sempre.

      Grande abraço.

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    O tema central deste bom, como sempre, artigo do Murtinho, pareceu-me ser o problema do REBAIXAMENTO influenciando, mais do que qualquer outro fator, a triste dança dos técnicos em nosso futebol, consoante a tese do Lucas.
    Sobre isto, já escrevi, concordando e discordando, sendo certo que a ^tese^ admite outros fatores para a contínua substituição de técnicos, muitas vezes desprovida da menor lógica, como os casos citados do Muricy e do Marcelo Oliveira.
    Quero agora realçar um ponto, uma simples palavra do presente artigo.
    CRIANCICE.
    De há muito venho escrevendo, para reprovação geral, que, independentemente das safadezas euriquianas, é uma tremenda CRIANCICE a postura que vem sendo adotada por nosso principal dirigente, figura respeitável, mas, como bem dito, está ^entrando na pilha errada^.
    É bem verdade que o Murtinho não é propriamente direto, afirmando que acha ser uma bobagem sem tamanho ^entrarmos^ no tal equívoco.
    Não personaliza, ao contrário, generaliza, podendo assim admitir-se que o equívoco é de boa parte da torcida, como TAMBÉM é.
    Da minha parte, venho sendo enfático, pois a torcida pode chiar (e como chia), mas não decide.
    O poder de decisão é sempre do principal mandatário, ou, como querem atualmente, de um Conselho Gestor, que, segundo entrevista do próprio Pres. Bandeira, teria outra denominação, qual seja Comitê Diretor.
    Não importa se há uma decisão individualizada ou se esta é colegiada.
    O que importa é a existência imperiosa da decisão, que, sempre afirmei, NÃO DEVE ENTRAR NA PILHA ERRADA, exatamente por ser uma BOBAGEM ou , como queiram, uma CRIANCICE.
    Pedantemente, pois em última análise estou elogiando a mim mesmo, parabenizo o Murtinho pela colocação.
    Como me falta o poder de ser objetivo, uma das muitas qualidades do Murtinho, espero que, agora, todos possam entender o que sempre procurei deixar claro.
    Não se trata de ^desculpar^ o El Rico, que é indesculpável, mas sim de dar importância ao que é realmente importante.
    Não sei se houve – faltam-me elementos concretos – a propalada ofensa ao Presidente em uma Assembléia, mas, caso positivo, neste terreno estou de pleno acordo com o Rasiko. Não poderia passar em branco, pois a ofensa atingiria a própria instituição.
    Discutir lado de campo de torcida, por exemplo, foi (se ainda não é) uma tremenda CRIANCICE.
    SRN
    FLAMENGO SEMPRE

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      Jorge Murtinho 9 anos ago Responder

      Meu querido Carlos Moraes.

      Alguns comentários que são feitos aqui me levam a rever o que escrevi, porque às vezes fico em dúvida se fui claro ou não.

      Isso aconteceu agora e acabei tendo uma surpresa: percebi que o tema central do artigo não é a troca de técnicos, e sim a vontade de discutir o rebaixamento. Tomara que a gente consiga fazer isso em breve – e depois que o rebaixamento do Vasco estiver sacramentado, claro.

      Quanto à criancice, ela é de todos nós. Esse papo de que “Vasco e Flamengo é um campeonato à parte” é de uma tolice completa. Não há como comparar um e outro – e isso faz parte da tal história que meu filho defende sobre as falsas rivalidades do futebol carioca, que também pode vir a ser tema de um futuro post.

      Como você vê, o que não falta é assunto. Falar nisso, não se preocupe: não esqueci a história do Leandro. Chegando o momento oportuno, publico.

      Grande abraço.

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