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Sacrifício

Por | 25 de fevereiro de 2018
35 Comments
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    Carlos Moraes 4 anos ago Responder

    EUREKA ! ! !

    Depois de tantos anos, descobri a razão do meu fracasso como jogador de futebol.

    Nos primeiros dias do ano de 1949 ou 1950, jogando uma pelada na praia do Leblon, ali em frente da rua Aristides Espínola, onde morava, dividi uma bola contra o ponteiro esquerdo do time de camisa – o meu, é óbvio, era o sem camisa – e fraturei o quinto metatarso do pé direito.

    Não me joguei ao chão, aos prantos, mas mal consegui chegar ao mar (estava bem pertinho), pois me disseram que a água salgada faria milagres.
    De noite, ainda fui ao Roxi, lembro-me bem, assistir um bom western, mal aguentando andar.

    Pela manhã seguinte, Miguel Couto e pé engessado.
    NÃO ME OPERARAM.
    Acabei para o futebol, sem saber que ali estava sendo traçado o meu destino de insignificante ser humano.

    Por isso mesmo, jamais consegui ser um futebolista sequer medíocre.

    Hoje, sou capaz de entender, superando anos de análise infrutíferos.

    Papai, mamãe, por que não operaram o meu pé ! ! !

    SRN
    FLAMENGO SEMPRE

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      Carlos Moraes 4 anos ago Responder

      Para quem possa duvidar desta triste história.

      No domingo seguinte, com o pé engessado, fui, com o meu pai, ao estádio de General Severiano, ver um jogo do nosso Flamengo contra o América-MG.

      Acho que foi a única vez na vida que vi jogar o time mineiro, que usava uniforme branco, com gola verde.

      Uma senhora pelada, que terminou, salvo enganoo em 0 x 0, ou até com vitória deles.

      Vou em mesmo conferir no Flaestatísticas, pois, afinal de contas, a história é minha.

      SRN
      FLAMENGO SEMPRE

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        Carlos Moraes 4 anos ago Responder

        ERRATA (depois de consultar a Fla-Estatísticas)

        Quebrei o quinto metatarso do pé direito durante as férias, lamentavelmente logo no seu início, ainda em dezembro de 1948.

        O nosso jogo contra os mineiros, de acordo com a consulta, foi ainda no dia 02.01.1949, e terminou empatado, mas em 2 x 2.

        Nosso time, cujo técnico era o grande (no basquete) Kanela, jogou assim –

        Luiz Borracha (Dolly, um brancão chegado ao frangueiro, com esse nome de boneca) – Norival e Miguel (não me lembro) – a grande linha intermediária Biguá, Bria e Jayme, o primeiro substituído por um certo Vaguinho e este por um Beto, nomes conhecidos mas, na minha lembrança, de outras posições – Jorge de Castro (luisinho, sei lá quem foram), Arlindo (Durval), Gringo (um bom centroavante que veio do RS), Moacir (substituído, nada mais nada menos pelo Jair da Rosa Pinto) e Hélio.
        Gols de Durval, um ótimo goleador e Hélio (horroroso, com as devidas escusas).

        SRN
        FLAMENGO SEMPRE

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        Xisto Beldroegas 4 anos ago Responder

        Pois, Carlos, eu que sou chegado a frisson em se tratando de mulher ( coisa de velho) tomei um susto quando vocêi inicia a frase: “uma senhora pelada”, apesar do extemporâneo, preparei-me para o melhor, mas, decepção! você se referia ao próprio jogo, quedei-me(epa!) murcho, murcho, só me contentando com o bundaço rebolativo (imagino) cercado de bocas babando por todos os lados que o Arthur nos proporcionou. Acho que da Cardinale, ou como você diz cheio de intimidade, da Claudinha…

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          Xisto Beldroegas 4 anos ago Responder

          Em tempo, a bunda que me refiro só aparecerá “no ponto futuro” do Cláudio Coutinho (saudades), melhor dizendo, no próximo blog, veja só como mulher me bota ansioso.

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    VAGNER BSB - SSA 4 anos ago Responder

    Roteiro repetido…

    Ano passado, jogando contra os mesmos Flores e pelo mesmo insignificante campeonato Carioca (vulgo Carioqueta) tivemos um resultado adverso às véspera da estreia na Libertadores.
    Ano passado perdemos a final da Taça Guanabara nos pênaltis para os Flores no Domingo e tivemos a estreia, no Rio de Janeiro, contra um time argentino que vinha mal das pernas, mas que era reconhecido por sua tradição e por ter sido campeão da Libertadores recentemente.

    Este ano, estamos vindo de um resultado negativo contra os Flores no final de semana anterior à estreia, em casa, na Libertadores contra um time argentino que vem mal das pernas, mas que é reconhecido por sua tradição e por ter sido campeão da Libertadores recentemente.

    Se esse roteiro é repetido e chato, espero que o resultado também seja repetido e chato: 4×0 pra nós!! Só isso.

    O resto será apenas o resto se o Flamengo vencer o jogo de amanhã.
    Todas as conjecturas, tratativas, manifestos, textões e twitadas ficaram pra trás com os 3 pontos conquistados contra o River Plate.
    E há motivos bastante claros para confiar que o jogo na Libertadores será bem diferente do último jogo pelo Carioqueta:
    a) O time estará com os titulares em campo (à exceção do Cuellar);
    b) A motivação para o jogo da Libertadores é 1.000% que a de jogar jogos-treinos contra equipes semi-profissionais do Carioqueta;
    c) A nossa escalação deste ano, bem diferente da do ano passado, contará com Diego Alves, Juan, Jonas (em boa fase, mas era pra ser o Cuellar) e Éverton Ribeiro nas posições ocupadas no 1º jogo contra o San Lorenzo por MURALHA, RAFAEL VAZ, MÁRCIO ARAÚJO e MANCUELLO (todos fora não só do time titular como do elenco para este ano);
    d) O River Plate tem problemas crônicos na defesa, especialmente nas laterais. E vem levando muitos gols por não conseguir se organizar defensivamente. (Terreno fértil para Éverton Ribeiro, Marlos Moreno, Éverton, Vinícius Jr ou qualquer outro que se apresentar por ali);
    e) A retomada física do Diego e a excelência técnica e tática do Paquetá neste início de ano;
    f) Para fechar, temos enfim um centroavante que não é preguiçoso e que gosta de fazer gols. Henrique Dourado não tem o mesmo domínio de bola do Guerrero; não bate falta como o Guerrero, mas faz todo o resto melhor que o Guerrero, inclusive (E PRINCIPALMENTE!!!) empurrar a bola pras redes mesmo com poucas oportunidades durante o jogo.

    Ainda temos problemas?? Claro que sim. Mas, as soluções parecem estar muito mais disponíveis este ano.

    SRN a todos!!

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    Aureo Rocha 4 anos ago Responder

    No caminho inverso da ideia de muitos torcedores, eu entendo que a derrota contra o Fluminense não abalou o nosso elenco principal. Muito longe disso.

    Tivesse o time reserva aplicado uma goleada de 4 x 0 contra eles, aí sim, a possibilidade de estremecimento do time principal seria real.

    Explico:

    Com exceção de Diego Alves, Réver, Lucas Paquetá e Diego (talvez também Éverton Ribeiro) todos os demais jogadores sofrem severas críticas da torcida.

    Assim, imaginemos, como exemplos, que o Felipe Vizeu tivesse comido a bola e marcado três gols na goleada. Com certeza muitos iriam contestar a escalação do Henrique Dourado, principalmente os eternos defensores dos prata da casa a todo custo.

    Imaginemos que Truaco tivesse jogado muito bem. O Renê ficaria na berlinda.

    E se o jovem Kléber destruísse na lateral? Os contestados Pará e Rodinei jogariam sob forte pressão.

    E se Vinícius Jr tivesse jogado, como jogava nas divisões de base? Por certo, a escalação do Everton seria ainda muito mais contestada.

    Muitos iriam pedir Léo Duarte no lugar do Rhodolfo e Ronaldo no de Jonas.

    Quando há jogadores disputando vagas em um time, é normal que a má atuação de um fortalece a segurança do outro.

    Assim, Pará ou Rodinei, Rodolfo, Renê, Jonas, Henrique Dourado e Everton poderão jogar despreocupados sabendo que os seus reservas não jogaram porra nenhuma contra o Fluminense. Sem sol, sem sombra.

    Por outro lado, com a péssima atuação do time reserva, a torcida ficou calada e deixou Carpegiani sossegado para escalar o time principal, para o jogo de amanhã.

    E bem que a mídia tentou inventar uma crise no Flamengo em decorrência da goleada. Porém, ficou somente no desejo.

    Sempre Flamengo!

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