República Paz & Amor

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O Tao do Brasileirão.

Por | 12 de agosto de 2017
O Tao - Formato 1
27 Comments
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    Bia Rago 19 horas ago Responder

    Caro Murtinho, bom ler sua escrita novamente. Meu comentário é pragmático: pelo menos o Flamengo ainda tem o Tao da Copa do Brasil e o Tao da Sul-Americana para disputar.

    Patético é todos os outros times terem dado essa bobeira no Brasileirão, o mais importante, e deixado o Corinthians escapar. Ridículo e melancólico disputar o campeonato principal sabendo que não pode ser campeão. Só o Grêmio e talvez o Santos podem sonhar com título. Os “favoritos” deram uma de Internacional e estão fazendo esse vexame. Pelo menos para o Flamengo ainda há chance de levantar uma taça importante esse ano, e melhor ainda seria dezembro se levantasse duas. (Pensava-se que o suprassumo do ridículo era o Flamengo ter caído na fase de grupos da Libertadores quando esperava-se que levasse o título, eis que Galo e Palmeiras resolvem entrar na competição do riso e dão um jeito de reduzir todas as suas possibilidades de título em 2017 a zero – o Atlético ainda me contrata Micale como técnico… Queria que o Palmeiras deixasse de gastar tanto dinheiro para pararem de colocar meu time como favorito ano que vem, mas pelo jeito esta também será uma esperança frustrada, pois a Crefisa acabou de contratar o terceiro reserva da zaga do Botafogo cobrindo a proposta do Corinthians…)

    O que não pode agora é a bundamolice que impera na Gávea fazer corpo mole nos dois torneios que pode ganhar e neguinho começar a puxar o mantra “Rueda é um ‘projeto’ para o ano que vem”. Podendo ser campeão de um campeonato nacional e outro internacional e as metas são para o ano que vem? Será que vão aceitar que se enrole no Flamengo até dezembro e depois de dezembro e das férias enrolar para ser… campeão carioca? Aí no meio do ano, quando o futebol começa de verdade, chegam à conclusão que o Rueda não vingou… Não pode, né?

    Faço votos para que o Márcio Araújo espirre do time, porque senão é capaz do cidadão comemorar a desclassificação na Copa do Brasil e na Sul-Americana “porque aí o Flamengo pode focar em chegar em sexto no Brasileiro e ir para a Libertadores”… E que o Rueda se anime com a grande chance de ser campeão ainda esse ano e não caia no marasmo do Bandeira e de grande parte da crônica esportiva.

    Grande abraço!

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      Carlos Moraes 15 horas ago Responder

      Não li o comentário.
      Nem precisava.

      Até agora li apenas o Bia Rago.
      … e já fiquei eufórico !

      Eta palmeirense porreta !

      SRN
      FLAMENGO SEMPRE

      PS – prometo que amanhã, de manhã, vou saborear o texto.

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    pedro rocha 1 dia ago Responder

    Nesse post e nos comentários temos: Literatura africana feminina (na prática: Literatura com L maiúsculo), referência a Drummond e Chico, sabedoria popular (do amigo do Murtinho sobre o poder), sabedoria do Xisto e do Carlos Moraes e a agudeza crítica do Romano. RP&A no seu melhor.
    Falta o time se apresentar com níveis mínimos de decência pra animar um pouco mais isso aqui.
    Também me vi sem o mínimo tesão pra ver o jogo contra o Galo. Pós almoço de dia dos pais (um tambaqui – peixe típico aqui do meu estado de Rondônia – delicioso), poderia pensar em mil coisas melhores do que ver o time em que – soube depois – Márcio Araújo organiza cobranças de falta e puxa contra-ataques com a desenvoltura de uma lontra manca.
    Que Rueda nos livre disso é o que espero.
    Hoje, a não ser pelo brilho individual de Guerrero, Diego e Everton Ribeiro, não temos mais time que o Foguinho simpático (ultimamente extremamente antipático pelas ações da sua diretoria e agora até, pra minha surpresa pela declaração do Jair Ventura, defendendo a reserva de mercado pros ultrapassados treineiros brasileiros) nem que – essa sim – simpática Chape.

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      Jorge Murtinho 22 horas ago Responder

      Fala, Pedro.

      Rapaz, esse tambaqui me deixou com água na boca. Comi uma vez, há tempos, na casa de um colega de escola cuja família era nortista, e é mesmo algo da melhor qualidade.

      O lance a que você se refere aconteceu quando o juiz Elmo Resende Cunha (que, diga-se, apitou muito bem) marcou uma falta em dois lances a favor do Flamengo porque o goleiro Victor demorou bem mais do que seis segundos para recolocar a bola em jogo. Márcio Araújo deu uma de maestro, organizou a cobrança, enganou todo mundo e tocou – no fogo, claro – para Trauco concluir. Vamos esquecer e torcer para que, agora com técnico novo, tais atrocidades deixem de acontecer em nossos jogos.

      Obrigado pelos elogios ao blog e, se você ainda não leu, não deixe de ler Ana Cássia Rebelo. Chega a ser humilhante o tanto que ela escreve bem.

      Abração. SRN. Paz e Amor.

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    Carlos Moraes 2 dias ago Responder

    Caríssimo Murtinho

    pNa noite do último sábado, entre amigos, afirmei que meu interesse pelo jogo de ontem seria ZERO.
    Quase apanhei.
    Não entenderam o que afirmei.
    Não sou de me acostumar a torcer pela classificação para a Libertadores, ou para a Sulameriquem, tampouco para evitar o inglório
    rebaixamento.
    Não POSSO, eem HIPÓTESE ALGUMA, aceitar que, três ou quatro rodadas antes do fim do turno (só não viu quem não quis), o nosso time, cheio de contratações caríssimas, já estivesse fora da luta peloo título.
    Ser campeão não é OBRIGAÇÃO, mas lutar pela conquista, sem a menor dúvida, É.
    Concordo com você. Muito mais vergonhoso do que ser eliminado na fase de grupos da Libertadores é a nossa situação atual.

    Discordo que a contratação do Rueda (afinal, um passo positivo) tenha como objetivo o ano que vem.
    Não, a contratação do colombiano foi uma corretíssima EXIGENCIA de boa parte da TORCIDA (eu, entre muitos), contra o desejo do nosso Presidente, que, se merece parabéns pelo lado administrativo, vem sendo, há longos CINCO ANOS, um total fracasso no comando do futebol, principalmente depois que resolveu assumir o lugar que era do Godinho, em férias forçadas.

    Há uma herança que poderia ser chamada de MALDITA, deixada pelo Zé.
    Um time sem comando, dividido, em frangalhos.
    Rueda chega para ONTEM, projetando-se para JÁ.

    Aguardemos, se possível, melhores dias.

    Fraternas SRN
    FLAMENGO SEMPRE

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      Jorge Murtinho 2 dias ago Responder

      Meu querido Carlos.

      Seu comentário bate com o do Henrique, que bate com o do Lontra, que bate com o do Xisto, e a decepção com o Flamengo 2017 vai nos deixando a todos mais ou menos como na “Quadrilha” do Drummond ou na “Flor da Idade” do Chico.

      Sim, Rueda chega para ontem, só que o buraco do futebol na maioria das vezes se situa mais embaixo. Torcemos ardorosamente para que o cara já chegue arrebentando, mas pode não ser simples assim. Que venham os melhores dias.

      Abração. SRN. Paz e Amor.

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    Henrique Leemann 2 dias ago Responder

    O Flamengo, no momento não “Mengao”, me proporciona de vez em quando experiências novas.

    Desta vez foi algo inédito de verdade. No fundo inacreditável.

    TROQUEI DE CANAL DURANTE UM JOGO DO FLAMENGO !

    Fui assistir uma outra merda de jogo, mas uma que não me fazia sofrer.

    Velho demais pra sofrencias sem futuro, não aceito mais perder meu tempo com BESTEIRAS.

    Daqui pra frente serah assim – ou jogam futebol ou desligo.

    SRN

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      Jorge Murtinho 2 dias ago Responder

      Olha, Henrique, vou falar uma coisa pra você: não cheguei a esse ponto, mas confesso ter sentido uma certa deprê por ver o Flamengo em campo e não ter como torcer.

      Vamos ver se Rueda nos dá algum alento, embora essas coisas não aconteçam da noite pro dia. E paciência é algo que nunca tivemos e não será agora que teremos.

      Abração. SRN. Paz e Amor.

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    Lontra 3 dias ago Responder

    Excelente leitura do momento rubro negro…Até que enfim li algo que traduz sem margem pra erros a situação ridicula que vive o Flamengo….Cumprir tabela e so….Se alguem quiser acreditar no sobrenatural, no imponderavel Futbol Clube , nas historinhas de que novos ares virão, tudo bem, acreditem….Agora fato mesmo é que esse ano ja foi….Que venha 2018!!! Fui….vou caminhar pra ver se chego no verão em forma….Boa sorte pra kem fica!!!!

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      Jorge Murtinho 2 dias ago Responder

      Fala, Lontra.

      Espera aí, rapaz. A Libertadores acabou cedo, o Brasileiro avinagrou, mas ainda tem Copa do Brasil, Sul-Americana e me parece importante acompanhar o trabalho do novo treinador. Vamos ver se essa história dá certo, a tentativa é boa.

      Abração. SRN. Paz e Amor.

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    Xisto Beldroegas 3 dias ago Responder

    Murtinho, senti aquele cheirinho às avessas de que nada ia dar certo esse ano, logo nas primeiras rodadas, como um Poirot futebolístico na primeira olhada eu descobri o criminoso, no caso, que não iríamos lá das pernas. Empatamos com as galináceas (logo mais tem mais)e fomos massacrados no segundo tempo, um empate com muita sorte, perdemos para o único time que não podemos perder em nenhuma hipótese, o tal de ixiporte, ou coisa que o valha, depois um empate, Deus ajudando, ou o juiz sei la eu, com aquele outro pequeno um tal de Avaí. Continuo com meu ódio a pequenos ( uma das mihas contradições já que política e ideologicamente sou um defensor dos pobres e oprimidos como um verdadeiro herói medieval, com direito a capa e espada), isso logo nas primeiras rodadas. Aí eu senti que o velho repeteco de vários anos estava se iniciando mais uma vez, agora, o que vier é lucro. Ando rouco de tanto me ouvir e minhas emoções já estão tão íntimas que já não sinto nada quando vejo o Flamego jogar. Quase uma indiferença. Já comentei isso exaustivamente em vários comentário anteriores e ando até sem saco de escrever aqui, tamanha meu desânimo.

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      Jorge Murtinho 2 dias ago Responder

      Grande Xisto,

      Pois vou lhe dizer: eu acreditei.

      Não levava fé no Flamengo para a Libertadores, uma competição que requer punch, pegada, o que nosso time não tem. Já o Brasileiro exige organização, regularidade e elenco equilibrado, o que eu achei que tínhamos ou teríamos. Tolinho que eu fui.

      Agora, imagine: essa indiferença aí que você está sentindo começou antes que acabasse o primeiro turno. E vai (pelo menos aos domingos) mais ou menos até maio do ano que vem. Pode ter Copa do Brasil, pode ter Sul-Americana, mas acho um desaforo disputar o Campeonato Brasileiro como quem acabou de traçar uma feijoada.

      Última coisa: mesmo que o time esteja provocando desânimo, o RP&A não tem culpa alguma nisso. Continue escrevendo, comentando e participando, é fundamental.

      Abração. SRN. Paz e Amor.

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    Marcelo Loures 4 dias ago Responder

    A meu ver, o Brasileirão já era. Em futebol quase tudo é possível, mas tirar dezoito pontos, considerando que o Curintia apesar do elenco fraco está com o time azeitado, quase impossível. Realmente é decepcionante, mas pelo menos temos estas duas taças para tentar salvar o ano. Sem querer justificar pelo fracasso de outros, peguem o exemplo de Palmeiras e Atlético, que ao lado do Flamengo eram os favoritos, e com certeza ficarão a ver navios.
    Além de ter estes títulos como objetivo, o restante do ano servirá como tempo para o Rueda preparar o time para 2018. Vamos ver se ele terá competência e culhão para isso. Acho que o Zé Ricardo não fez um trabalho ruim, acabou pecando pela inexperiência e cedendo à pressão da torcida e às críticas da imprensa. Outro dia, meu amigo Marco Gama me enviou uma crônica do Rica Perrone, em que ele fez uma análise perfeita sobre como o Zé Ricardo servia de escudo para os jogadores, que podiam errar à vontade, perder uma infinidade de gols, e a torcida sempre criticava quem? O Zé Ricardo. Conversando com o Marco Gama, chegamos à conclusão que há outro escudo no time, o Márcio Araújo, invariavelmente culpado de todos os pecados do time Por este lado, a saída do Zé Ricardo é positiva. Acho que teremos uma cobrança maior sobre os jogadores, outros que não só o Márcio Araújo, o que já começou inclusive sobre o Diego. A paciência da torcida está curta e o Rueda vai ter que conviver com isso.
    Nossa preocupação deve ser manter a linha de trabalho desta diretoria, seja com eles ou com outros que eventualmente estejam à frente futuramente. As finanças com saúde resultarão em um time sempre forte e certamente resultará em títulos.
    Agora é passar por cima do Botinha, seguir na Sulamericana como laboratório para a Libertadores e fazer uma boa campanha no segundo turno do Brasileiro. Com chance de título ou não, o Flamengo tem obrigação de vencer seus jogos, jogar sempre com espírito vencedor.

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      Jorge Murtinho 2 dias ago Responder

      Fala, Marcelo.

      Estou convencido de que não consegui deixar claro: eu também acho que o Brasileirão já era, mas não consigo me conformar: quando escrevi o post, ainda não havia começado o segundo turno. É o fim do mundo.

      Por outro lado, tenho dúvidas quanto à estratégia de dar o campeonato como oficialmente perdido. Não terá sido essa, por exemplo, uma das causas da pavorosa atuação contra o Atlético, mesmo antes da expulsão de Trauco? E se é para considerar perdido, por que não fazer feito o Grêmio e entrar com um time reserva, reforçado por Diego Alves, Rhodolfo, Everton Ribeiro e Geuvânio, que não podem jogar a Copa do Brasil?

      Discordo de você na comparação com Palmeiras e Atlético Mineiro: no final vai dar no mesmo, ok, mas estamos fora da Libertadores desde 17 de maio, quando tinha sido disputada apenas uma rodada do Campeonato Brasileiro. Acho uma certa maluquice todo esse frisson que a Libertadores provoca (particularmente, prefiro o Campeonato Brasileiro), só que isso entranhou de tal forma nos torcedores brasileiros que não tem mais volta, e o fato é que, durante dezenove rodadas, Palmeiras e Atlético estavam com a Libertadores na cabeça. Nós, não.

      Acho bobagem os slogans “Brasileiro é obrigação”, “Copa do Brasil é obrigação”, “Libertadores é obrigação”. Obrigação, no futebol, é ter um time organizado, que tenha alternativas de jogadas, que não aceite facilmente ser derrotado, que lute até o último segundo, que não leve gols bobos, que não perca chances e mais chances claras. E também acho estranho o raciocínio de que, se o time faz exatamente o contrário disso, o treinador não tem culpa. Ora, não é ele que indica, treina, escolhe, escala e substitui?

      Agora, em relação a Palmeiras e Atlético, é fato que temos chance de fechar o ano melhor do que os dois. Só que isso não serve de consolo, né?

      Abração. SRN. Paz e Amor.

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        Luis Paulo 23 horas ago Responder

        Se ganharmos a Copa do Brasil ou Sulamericana, serviriam de consolo para um ano que se mostra muito ruim. E tambem seria bom fazer um bom papel no restante do Brasileirão.

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          Jorge Murtinho 22 horas ago Responder

          Sim, Luis Paulo.

          Mesmo se ganharmos uma ou outra, ou mesmo as duas, o Flamengo não tem o direito de largar mão do Brasileiro. Claro: se vier uma decisão com um jogo do Brasileiro um pouco antes, que se poupem jogadores, mas nosso principal campeonato tem que servir, no mínimo, como o começo da preparação para o que vai ser o Flamengo do ano que vem.

          Abração. SRN. Paz e Amor.

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    Henrique 4 dias ago Responder

    Word!
    Eh por ai, infelizmente, Murtinho.
    srn

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    Júlio Abreu 4 dias ago Responder

    O brasileiro já era tem tempo…Mas isso não significa que o time não lute em todos os jogos com raça! Agora dizer que o torcedor ainda deve acreditar é um acinte à inteligência do mesmo. Foi uma vergonha e não podemos deixar ficar maior,não é conformismo,é realidade. Texto chato o seu.

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      Jorge Murtinho 2 dias ago Responder

      Caro Júlio.

      Comentário brilhante o seu.

      SRN. Paz e Amor.

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    Luiz Cláudio 4 dias ago Responder

    Brasileiro já era.

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      Jorge Murtinho 2 dias ago Responder

      Sim, Luiz Cláudio.

      Mas é um absurdo, não?

      Grande abraço. SRN. Paz e Amor.

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    Romano 4 dias ago Responder

    Até aqui o ano rubro-negro é um verdadeiro fracasso, como foram os últimos 4 anos.

    Erros se repetem, na montagem do elenco na gastança milionária com jogadores medíocres ou que o ex-treinador não pediu, falta de comando e atitudes firmes da direção de futebol que resultam num time frouxo em campo, que parece um Olaria piorado nos minutos finais das partidas e absolutamente incapaz de vencer jogos grandes…

    Mas uma coisa me chama a atenção mais que qualquer outra coisa nessa era obscura que estamos atravessando: o duelo dos Bandeiristas, que, paladinos da moral e dos bons costumes, se julgam mais flamenguistas, superiores, que os demais que veem erros, e os criticam. Há anos fazem de tudo para criar um racha na torcida, é isso tem se percebido nos estádios, onde quem não aplaude Márcio Araújo tem sido vítima de agressões verbais, quando não físicas.

    Nas palavras do Bandeira, Márcio Araújo, Vaz e Gabriel são seus “protegidos” contra os “falsos flamenguistas”. E seu secto de torcedores de dirigente, uma meia dúzia de cabeças fracas, vai atrás.

    Continuem indo atrás.

    Como eu digo há 4 anos, com jogadores como Márcio Araújo, Gabriel e Everton em campo, não ganharíamos NADA, além desse show de horrores chamado campeonato carioca.

    Agora, tá aí o resultado.

    O eterno time do ano que vem foi eliminado da Libertadores na primeira fase, eliminado do Brasileirão no primeiro turno e, se não tiver humildade para perceber que está um passo atrás até do foguinho, corre sério risco de nos fazer passar mais um grande vexame.

    Zé Ricardo foi MUITO tarde. Era pra ter ido depois da vergonha contra o San Lorenzo, em que saiu tirando atacantes e colocando zagueiros num jogo que estávamos controlando, sem nenhuma razão aparente, até levar a virada.

    Aquele jogo demonstrou de maneira canal que o problema era de MENTALIDADE. Um time medroso que se acovarda e se apequena em momentos decisivos, que nada mais era do que reflexo de seus comandantes.

    Mudar isso será a grande missão do Rueda. E tem que ser rápido, ou o ano pode acabar de vez já na próxima semana…

    SRN

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      Jorge Murtinho 2 dias ago Responder

      Fala, Romano.

      Bom ver você comentando aqui, ainda mais nesse momento em que o que cada um de nós menos tem é ânimo para falar de futebol e Flamengo.

      Rapaz, eu trabalhei com um grande sábio chamado Raymundo Araújo, já falecido, e lembro de deliciosas conversas que tínhamos na agência, ali na Almirante Barroso, defronte ao Largo da Carioca, um pouco antes de todos irmos embora pra casa. Era o que chamávamos de “Hora do Folclore”. Numa das edições da “Hora do Folclore”, Raymundo dissertava sobre a questão do poder. Ele dizia que ter poder era muito diferente de ter dinheiro, e que quem tem o poder nunca erra, está sempre com a razão e adora ouvir opiniões alheias, desde que elas sejam iguais às suas.

      A coisa mais fácil que pode acontecer para quem trabalha no futebol é cometer erros. É um esporte muito maluco, onde tudo que está para dar certo pode dar errado (a contratação de Marcelo Cirino não tinha tudo para dar certo?) e tudo que está para dar errado pode dar certo (no início do ano a imprensa especializada elegeu o Corinthians a “quarta força” do futebol paulista, e os caras não só ganharam o estadual como estão levando o Brasileiro de barbada). Não vejo problema algum em neguinho chegar e falar: olha, a gente errou aqui sim, mas não adianta chorar, vamos corrigir e bola pra frente. Qual o problema em assumir que Gabriel não é jogador para time vencedor? Ou Márcio Araújo. Ou sei lá quem mais. Assumir que o planejamento errou feio na questão do goleiro – a aposta em Muralha também era boa, mas não tínhamos mais ninguém e, quando Muralha deu ruim, precisamos atirar Thiago aos leões. Errou, tá errado, bora levantar a cabeça. Mas a estratégia de querer transformar, na marra, erro em acerto, é doentia. E olha que estamos falando de uma diretoria que faz um trabalho admirável do ponto vista financeiro, e que colocou o clube em outro patamar em matéria de gestão. Mas, como dizia Raymundo, quem tem o poder tem sempre razão.

      Não concordo com tudo que o Mauro Cezar Pereira fala (em matéria de futebol, às vezes não concordo nem mesmo comigo), mas nesse ponto ele tem razão: alguns desses caras chegaram ao Flamengo num momento em que a nossa disponibilidade para armar um elenco era bem mais limitada. Agora, a gente vai lá e traz o Guerrero, o Diego, o Everton Ribeiro, o Diego Alves. Não dá para manter gente que estaria bem melhor no Goiás, no CRB ou no Brasil de Pelotas. O sarrafo subiu.

      Acho que Zé Ricardo fez coisas boas, mas perdeu a mão. Além disso, creio que faltou (vou usar uma palavra que não gosto) “casca”. Exemplo: naquele fatídico Santos e Flamengo, no primeiro tempo o volante santista Yuri e nosso lateral Rodinei levaram cartão. Yuri joga numa região do campo em que, fatalmente, iria trombar o tempo inteiro com a inteligência e a habilidade de Diego e Everton Ribeiro. Da mesma forma que Rodinei era o responsável por marcar o lado mais perigoso do Santos, o esquerdo. O que fez Levir Culpi? Substituiu Yuri no intervalo. O que fez Zé Ricardo? Esperou Rodinei ser expulso, o que foi determinante para nossa derrota. E isso com Pará no banco. Ah, mas o Guerrero tinha saído por contusão, ia queimar a segunda substituição. Foda-se.

      Acredito totalmente na honestidade de Zé Ricardo, não creio em panelinhas ou preferências (essa história de querer queimar Mancuello é pura paranoia, certo?), mas ele se agarrou a um jeito de jogar que, pelo menos com os caras de que dispunha, não tava mais funcionando e o time passou a oscilar demais. Um jogo bom, outro ruim, um tempo péssimo, outro ótimo. A coisa desandou, e isso não pode acontecer em times como Flamengo, Palmeiras e Atlético, que gastaram rios de dinheiro.

      Bom. Vamo que vamo.

      Grande abraço. SRN. Paz e Amor.

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      Rasiko 1 dia ago Responder

      Volto vapt-vupt só pra acompanhar o voto do meu mentor, Romano. A clareza dele em enxergar o jogo e a capacidade de traduzir em palavras essa leitura é o que me traz segurança e confirmação do que vejo: o mesmo que ele vê.

      Só não concordo com a inclusão do Éverton como pereba. Longe de ser um craque, sua dedicação, entrega, raça e a evidente melhora em fundamentos essenciais pra posição que ele ocupa – o que mostra que vem se esforçando nos treinamentos -, a ponto de se tornar imprescindível a um time apático, o deixam fora da lista maldita.

      Como faz 1 ano que venho batendo sem piedade e complacência, esse mal brasileiro, no Zé e no Bandeira, não é novidade ou surpresa que o resultado seja esse. Ao contrário dos que tentam valorizar o trabalho do Zé pelo 3º lugar no último Brão, afirmo que só chegou lá porque os outros eram muito piores. Faz anos que o nível do campeonato brasileiro não passa de uma mediocridade constrangedora e irritante pra quem gosta de um futebol que encante. Só não viu que o Zé não era técnico pro Flamengo e que o Bandeira não tem a menor condição de dirigir o departamento de futebol quem não quis. As estúpidas discussões em torno do assunto chegaram ao ponto de ter que me afastar do blog, por absoluta falta de saco de debater com mentes estreitas incapazes da isenção necessária e imprescindível pra se ter clareza.

      O Rueda é uma aposta, como qualquer outra. Currículo não é sinônimo ou garantia de título. Ele diz que vai respeitar o DNA do Flamengo. Isso significa que o time vai jogar com raça, amor e paixão, em primeiro lugar, porque é a falta dessas 3 qualidades (que são interligadas e interdependentes) que o torcedor não perdoa. E ambos, Zé e mr.Banana, como já comentei N vezes em N posts, têm uma personalidade fraca e insegura, onde a coragem é um elemento raro e a ousadia uma mera reação (que, por sua vez, é diferente de “resposta” – esta é consciente, aquela é instintiva). Perdemos o título de 2016 pelo mesmo motivo que fomos eliminados da Libertadores: o Zé tremeu, o time se acovardou, as substituições foram feitas com o sentimento do mêdo predominando. Deu no que deu. Quem enxergou as coisas como as coisas são e não como gostaria que fossem, já sabia que o resultado não poderia ser outro. Afinal, a lógica do universo é irretocável. Não há possibilidade de se plantar abacaxi e colher laranja. Pelo menos no atual estágio da engenharia genética.

      Por isso, temo pelo futebol do Flamengo enquanto o Bandeira estiver apitando alguma coisa por ali. Como pude constatar tempos atrás – e avisei! – a mosca azul da vaidade tinha picado a careca de um cidadão que, até então, era um anônimo qualquer, sem nenhum atrativo ou talento especial, muito pelo contrário, e de repente se viu alçado ao posto máximo do clube de maior torcida do mundo. É mole? Não, não é. É preciso ter uma cavalar dose de humildade pra não se perder nas liturgias e benesses do cargo e fazer valer a máxima da campanha “Nada do Flamengo, Tudo pelo Flamengo”. Embora ninguém coloque em dúvida a honestidade do Bandeira, quero lembrar que atos honestos não se restringem a não roubar ou se corromper de alguma forma. Por exemplo: só na semana passada, PELA 1ª VEZ, ouvi uma entrevista dele em que, timidamente, compartilhava o sucesso da gestão com os outros componentes do Conselho Gestor. Puxa! Que alma nobre! Sem esquecer que, honestidade, não é uma qualidade a ser ressaltada, mas a obrigação mínima pra que a vida tenha sentido.

      Grande abraço, Jorge

      srnp&a

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        Carlos Moraes 1 dia ago Responder

        Este comentário-resposta do Rasiko me dá, enfim, uma CERTEZA.

        Ele não pode ficar ausente do RP&A.

        Já que há uma porrada de campanhas FORA ISSO E AQUILO, vou começar uma diferente.

        VOLTA. Rasiko.

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          Jorge Murtinho 22 horas ago Responder

          Perfeito, Carlos.

          O RP&A fica muito mais inteligente sempre que o Rasiko aparece.

          Abração. SRN. Paz e Amor.

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        Jorge Murtinho 22 horas ago Responder

        Meu caríssimo Rasiko.

        Eu fico com a pureza da resposta do Carlos Moraes.

        O RP&A é muito mais bacana quando você aparece aqui na caixa de comentários.

        Abração. SRN. Paz e Amor.

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