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Eurico era Flamengo, não era?

Por | 26 de julho de 2021
8 Comments
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    Braz Júnior 2 meses ago Responder

    Arthur,
    Texto maravilhoso!!!! Hilário!!!!
    Acompanho seus trabalhos desde 2009/2010 e me espelho nesse estilo direto e inteligente de escrever!!!

    SRN- DF

    PS: Hj me dei um.presente: comprei uma camiseta retrô na loja aqui de Brasília

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    Maurício Luz 2 meses ago Responder

    Muito bom. Mas deixemos o Landim longe de tudo. Até do Flamengo.

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    Carlos A. Gouveia 2 meses ago Responder

    Eu trabalhei no CENPES, como seus pais (abraços no Mário e na Maria). Naqueles tempos tinha uma galera que gostava de jogar tênis e onde tinha quadras boas por perto era em São Januário. Assim sendo eram sócios do Vasco. A maioria flamenguistas. Quando chegava a época de eleição, faziam um mutirão para ir votar no Eurico. Primeiro por que ele cuidava das quadras, mas principalmente por ele ficar naquela fixação de que jogo com o Flamengo era o campeonato que contava. As vezes eles ganhavam, mas a gente era campeão. Quando a gente vencia o duelo, os vascaínos tinham de aturar. Os colegas que eram torcedores cruz-maltinos ficavam putos e não iam votar…

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    Delicioso!!!

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    Eurico Antônio de Miranda 2 meses ago Responder

    Show demais… Obrigadão pela moral e parabéns pela matéria. Estamos aqui… E com toda certeza, Eurico Miranda é Flamengo (Mengão) sempre. Vamos que vamos Mengão!!!! Vlw demais, um forte abraço, SRN e fica com Deus

    Ass: Eurico Miranda, Flamenguista graças a Deus

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      Marcos 2 meses ago Responder

      Hahahahahahahaha

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    Ogrão 2 meses ago Responder

    Nos tempos em que era vivo (MUITO vivo) o nefasto Eurico Miranda (o outro, o mau, não esse da crônica, que é do bem), admito que toda vitória sobre o vice tinha sempre um sabor a mais, um sentimento extra de alegria por saber que o sapão devia estar muito puto da vida com a derrota. Lendo o texto do Dunlop (ao qual, aliás, seguem os parabéns de praxe), me lembrei de uma ocasião em que meus amigos custaram a crer que eu estivesse mesmo comprando uma rifa do time do Eurico, pra concorrer a um automóvel zero-quilômetro e, concomitantemente, ajudar o time. O próprio Eurico, o “original”, faria a entrega do prêmio, segundo prometia a cartela do sorteio. “Como assim?, me perguntavam, “logo você, comprando rifa do (piiiii)?”
    Pois foi, comprei mesmo. E expliquei:
    – Senhores, contenham-se. Não há aqui nenhum sentimento filantrópico nem intenção de ajudar. Compro por duas razões. Primeiro porque com o Eurico à frente, não há a menor possibilidade desses poucos reais chegarem a algum lugar onde possam ajudar a alguém cujo sobrenome não seja Miranda. E segundo porque acho que esses poucos reais valem o meu sonho de aparecer vestido com o Manto Sagrado pra receber meu prêmio das mãos do Eurico e agradecer a todos os vices que pagaram suas cartelas direitinho e permitiram a um flamenguista ganhar aquele automóvel.
    Quando morreu o nefasto Eurico, lamentei profundamente que tivesse partido sem realizar meu sonho. Teria sido épico.

    SRN com água no chope do Eurico, o mau e um brinde ao Eurico rubro-negro, o bom.

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    Sbub 2 meses ago Responder

    Fui pego pela polissemia de Eurico, o Miranda conhecido, o Miranda menos conhecido e o Gaspar Dutra. Parabéns, Dunlop.

    Qualquer coisa abaixo de 20% de presidentes flamenguistas significa sub-representação ou uma dinâmica política histórica que favorece pessoas nascidas em São Paulo e Minas.

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